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Cuidados na Manipulação dos CTI

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Raquel Martins

on 21 January 2013

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Transcript of Cuidados na Manipulação dos CTI

Objetivos Cateter Totalmente Implantável Indicações dos CTI Aprofundar conhecimentos relacionados com os cateteres totalmente implantáveis (CTI);

Uniformizar prática de heparinização dos CTI;

Divulgar o boletim dos doentes portadores dos CTI. CTI é colocado diretamente sob a pele, em local discreto e de fácil acesso (tórax).

Este dispositivo permite a administração de medicamentos, soluções parenterais, derivados de sangue (somente por acesso venoso) e outros fluidos, sem necessitar de puncionar acessos venoso. Quimioterapia sistémica;
Nutrição parenteral;
Hemoterapia;
Doente com difíceis acessos venosos periféricos (queimaduras, fragilidade vascular). Cuidados na Manipulação dos CTI Manipulação Vantagens
Maior mobilidade e conforto para o doente;
Redução de traumatismos pelas várias punções;
Redução de necrose dos tecidos adjacentes por extravasamento de fármacos;
Baixa manutenção;
Permite tratamentos em ambulatório;
Diminui o risco de infeções locais e sistémicas. Desvantagens Cuidados de enfermagem Vias de acesso Veia suclávica:
mais utilizada;
o cateter é introduzido na subclávia à direita e termina na união da veia cava superior e auricula direita;


Veia jugular interna:
a veia jugular à direita é preferível à esquerda devido ao trajeto direto à veia cava, e assim se evita o conduto toracico;


Veia jugular externa:
pouco utilizada por ser tortuosa e de difícil canalização;


Veia femural:
cateterizações de curta duração, para acessos de hemodiálise, colheita de sangue para análise. Utilização de agulhas Huber
Reduz a lesão na pele e na membrana de silicone dos CTI;

Não devem ser utilizadas seringas com capacidade inferior a 5cc;


A administração de quimioterapia ou fármaco não deve ser doloroso; Princípios na Manipulação dos CTI: Observar o local de punção para despiste de complicações;

Utilizar sempre, técnica assética;

Localizar o acesso vascular por palpação da câmara;

No caso dos CTI não estarem a ser utilizados sua manutenção (heparinização) deverá ser entre 4 - 6 semanas. Material: Compressas esterilizadas
Luvas esterilizadas
Agulha de Huber (G22, G20)
Mascara
Opsite 6,5 X 5cm Procedimento: Explicar o procedimento ao doente;

Lavagem das mãos;

Preparação do material e colocação de máscara;

Posicionar o doente (sentado ou dorsal)


Localizar o reservatório por palpação da câmara;

Despistar sinais inflamatórios;

Colocar as luvas esterilizadas;

Desinfetar do centro para a periferia com movimentos circulares num raio de 5cm; Procedimento (cont.):
Aspirar 5 cc de sangue – se não for possível aspirar sangue introduzir 1 a 2 cc de NaCl e voltar a aspirar;

Uma vez confirmada a colocação da agulha, introduzir 10 cc de NaCl;

Heparina (0.5 heparina + 9.5 S.F.) - administrar 5 cc de solução ou 5ml de Fibrilin

Fixar o reservatório com uma mão e utilizar a outra para remover a agulha;

Aplicar pressão com uma compressa para prevenir a hemorragia;

Efetuar penso. Implantação 3Seringas de 10cc
3 Agulhas EV
1 frasco de Heparina
2 ampolas de NaCl 10ml
Campo esterilizado
Álcool a 70º Procedimento (cont.) Imobilizar o reservatório do CTI entre os dedos;

Solicitar ao doente que inspire profundamente;

Dirigir a agulha ao ponto central entre os dedos e inseri-la perpendicularmente até se sentir a base;

Uma vez cedido ao reservatório, não mobilizar a agulha; Cateter Totalmente Implantável Constituído por:

Septo - disco de silicone destinado às várias punções (2000 punções);

Cateter - Tubo flexível, onde uma extremidades é colocada dentro da veia e a outra está conectada ao septo. Carvalho, 1995 Carvalho, 1995 Custos mais elevados na sua colocação. Vantagens Desvantagens Exceções na colocação dos CTI Septicémias;
Alteração das provas de coagulação;
Incompatibilidade provocada a material sintético;
Infeções/processos inflamatórios na zona de implante. Os CTI são colocados em BO ou salas de pequena cirúrgia, em ambiente estéril e sob anestesia local;

A sutura não deverá situar-se por cima do local de acesso ao reservatório, pois irá dificultar ou adiar a sua cicatrização;

Puncionar o CTI após 24 horas a sua colocação. Possíveis complicações Dificuldade em aspirar pode indicar obstrução do cateter: Clamp fechado;
Cateter dobrado;
Agulha encostada à parede da câmara;
Agulha não está corretamente introduzida ou ser demasiado curta;
O cateter poderá estar obstruído por presença de um coágulo. Possíveis soluções Abrir o clamp;

Reposicionar o ombro do doente;

Introduzir a agulha até que se sinta a base da câmara, ou utilizar uma agulha de comprimento adequado;

Utilizar uma seringa de 10cc e irrigar o sistema com SF alternando entre a irrigação e a aspiração. Heparinização Ensinos ao doente: Complicações dos CTI Imediatas (até 7 dias)
Pneumotorax
Hemotoráx
Hemorragia
Arritmia
Embolia gasosa Tardias:
Infeção Mecânicas:
Oclusão do lúmen por coágulos
Formação de fibrina no redor do cateter
Fratura e embolização do cateter A heparina elimina os restos de fibrina que se formam no cateter;

Evita a formação de coágulos;

Permite manter o cateter permeável, e salvaguardar a sua durabilidade;

Sempre após a utilização do CTI ou num período de 4 - 6 semanas (quando o CTI não está a ser utilizado) Fornecer o boletim e explicar a necessidade do doente se fazer companhar desse documento;

Alertar o doente para os seguintes sinais e sintomas: dor, sensação de queimadura, mal-estar;

O facto de ser portador dos CTI não interfere nas suas AVDs; O doente não deverá: Usar roupa ou objetos que possam irritar/comprimir a pele no local do implante;

Usar lâmina para retirar os pêlos do local do cateter, prevenir lesões da pele;

Fazer desportos considerados agressivos para o local do implante: ex: caça, boxe, O doente poderá: Lavar normalmente o local durante o banho;

Depois de retirar os pontos, dormir para o local de implantação do CTI;

Fazer as suas actividades de vida normais;

Fazer exercício de manutenção. A utilização das luvas esterilizadas não substituí a higienização das mãos;

A palpação da câmara do CTI não deve ser feita após a desinfeção da mesma. Conclusão Os CTI permitem uma maior qualidade de vida aos doentes portadores do mesmo;

Os ensinos ao doente permitem uma maior vigilância no despiste de possíveis complicações com os CTI. A assépsia é fundamental na manipulação dos CTI para prevenção de possíveis infeções.

A heparinização do CTI é fulcral para a sua manutenção e funcionalidade. Bibliografia Carvalho, A. & Fernandes, H. (1995). Implantofix – Cuidados a ter. Revista SinaisVitais, Maio, 3, 15-17.
Mendes, L. (2007). O Doente com Cateter Venoso Central. Nursing, 223.
Recuperado em 2009, Junho 3,de http://www.forumenfermagem.org
Silva, E.; Bispo, S. & Pimentel, F. (2009). Cateteres Totalmente Implantáveis com
Reservatório Sub-cutâneo: Características e Colocação. Amato Lusitano, 27, 12-16.
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POSTIGO MOTA, S., et al., Acceso Venoso Subcutâneo Implantable
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Intervenção de Enfermagem. Sinais Vitais, 2005. 59(Março): p. 59-61. Bibliografia

BOW, E.J., M.G. KILPATRICK, and J.J. CLINCH, Totally Implantable
Venous Access Port Systems for Patients Receiving Chemotherapy for
Solid Tissue Malignancies: A Randomized Controlled Clinical Trial Conclusão Conclusão Fibrilin Monodose/Pronto a usar;

Sem riscos de manipulação;

Menos custos associados;

Aumenta a vida útil do catéter.
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