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DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS

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Ezeglair de Souza

on 18 October 2017

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Transcript of DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS

1.1- DEUS SE REVELA
1.2 - A NOVIDADE DA VERBUM DOMINI
2.1- A busca e o encontro
2.2 - A animação da pastoral,
o que é?
2.3 - A animação da pastoral,
como ocorre?

CONCLUSÃO
CAPITULO 1:
DEUS FALA AO SER HUMANO, PORQUE O BUSCA E DESEJA DIALOGAR COM ELE, TEM A SUA PLENIFICAÇÃO NA pALAVRA ENCARNADA.

CAPITULO 2:
A PALAVRA QUE BUSCA, SUSCITA NÃO APENAS UMA PESSOA, MAS GRATIDÃO PROFUNDA PELO ENCONTRO COM A PALAVRA QUE É JESUS CRISTO.

CAPITULO 3:
A ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, COMO EXPRESSÃO DA A DINÂMICA DA PALAVRA NA MISSÃO DA IGREJA, VEM INDICADA A PARTIR DE TRÊS EIXOS: FORMAÇÃO, ORAçÀO E ANÚNCIO.
“DISCÍPULOS E SERVIDORES
DA PALAVRA DE DEUS E DA EUCARÍSTIA
NA MISSÃO DA IGREJA”

9 8807-6841 – Oi
9 8245-7502 – Tim
ezeglair@hotmail.com
“DISCÍPULOS E SERVIDORES
DA PALAVRA DE DEUS E DA EUCARÍSTIA
NA MISSÃO DA IGREJA”
I. APRESENTAÇÃO
fACILITADOR
I. APRESENTAÇÃO
fACILITADOR
II. DESENVOLVIMENTO:
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
A PALAVRA DE DE DEUS
NOSSA RESPOSTA Á PALAVRA DE DEUS
A PALAVRA DE DEUS E OS CAMINHOS DA MISSÃO.
III. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
TEMA:
DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS E DA EUCARISTIA NA MISSÃO DA IGREJA
I. APRESENTAÇÃO
fACILITADOR
TEMA:
DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS E DA EUCARISTIA NA MISSÃO DA IGREJA
lC 4, 16-19
a preesença de Jesus entre nós é a presença da palavra do Pai na Galileia de nossa humanidade. Nele, Deus tornou-se audível e visível!
Em Nazaré tornou-se um homem de leitura. a ponto que era seu costume levantar-se e abrir as escrituras e ler.
Abrir e desenrolar o livro, distender o sentido de sua vida e missão. ele é capaz de ouvir e ver a ação do espírito que unge e envía.
eLE, AO DESENROLAR O LIVRO DA ESCRITURA, DESENROLA O SENTIDO DE SUA PRESENÇA E ABRE UM NOVO HORIZONTE DE LEITURA PARA AS PESSOAS QUE O SEGUEM.
eLE-PALAVRA NOS DESVENDA TODAS AS PALAVRAs! AGORA, PODEMOS LER E RELER AS eSCRITURAS E TODAS AS REALIDADES. eF 1, 9-10.
a pALAVRA DE DEUS NÃO SÃO MERAS PALAVRAS. a pALAVRA É UMA PESSOA QUE FALA E FALA A OUTRA PESSOA. Sendo umA PESSOA, BUSCA E ESTABELECE UMA RELAÇÃO.
dESENROLANDO O LIVRO EM COMUNIDADE, A pALAVRA ENCONTRA A NOSSA PESSOA, FAZENDO NASCER UMA RELAÇÃO DE GRATIDÃO E GRATUIDADE:
aBRE OS NOSSOS oUVIDOS E OS NOSSOS OLHOS;
CONCEDE A GRANDEZA DE SERMOS FILHOS E FILHAS DE dEUS;
RENOVA A DISPOSIÇÃO DE SERVIR;
CONCEDE ALMA AOS NOSSOS GESTOS E PALAVRAS;
AMACIA O CORAÇÃO E SOLTA A NOSSA LÍNGUA, ENVIANDO-NOS EM MISSÃO.
CoM cV II, DESPERTAMOS PARA A PALAVRA DE DEUS, COMO VERDADEIRO ALIMENTO, TESTEMUNHOS:
sÃO jERÔNIMO
oS BISPOS DO BRASIL, ANIMADOS E FORTALECIDOS PELO DOCUMENTO DO pAPA BENTO XVI (VERBUM DOMINI), entrega O DOCUMENTO da cnbb N. 97.
o
o TEXTO É RESULTADO DO ESTUDO, REFLEXÃO E DIÁLOGO FRATERNO. eLE FIRMOU A CONVICÇÃO DE QUE "ALIMENTAR-SE DA pALAVRA É O PRIMEIRO E FUNDAMENTAL DEVER DA iGREJA."
1.1 - DEUS SE REVELA
Revelação é o diálogo entre Deus e seus filhos, cuja iniciativa vem de Deus (8).
A Palavra de Deus não se revela somente para instruir a respeito de realidades sobrenaturais ou doutrinais, mas para comunicar a salvação na forma de um encontro (8).
Deus fala ao ser humano, com ele dialoga como um amigo e com ele convive, a fim de leva-lo à plena comunhão consigo, por meio de seu Filho, Jesus Cristo (9).
1.1 - DEUS SE REVELA
A finalidade da revelação é a comunhão com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo, na graça do Espírito Santo (11).
A única Palavra de Deus se manifesta como uma sinfonia a diversas vozes (13).
1.1 - DEUS SE REVELA

a criação,
a história da salvação, caracterizada pela pregação dos profetas e dos apóstolos,
a Tradição viva da Igreja,a Sagrada Escritura,
Antigo e Novo Testamento (14).
O tema central da melodia sinfônica é o Verbo de Deus (15).
Tendo se manifestado na História da Salvação, pois era sua voz que ecoava na História Sagrada, o Verbo passa a ter um rosto na plenitude do tempo, pela encarnação (15).
1.1 - DEUS SE REVELA
Faz-se homem para conduzir a humanidade ao Pai, a fim de que todos tenham vida e vida em abundância (cf. Jo 10,10) (15).
A expressão “Palavra de Deus” indica a pessoa de Jesus Cristo, Filho eterno do Pai feito homem, Palavra definitiva do Pai (17).
A fé cristã não é uma “religião do livro”,
mas da Palavra de Deus, não de uma palavra
escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo (17).
1.1 - DEUS SE REVELA
Não há diferença entre crer no que Jesus proclama e anuncia e no que Ele é, pois Ele é a Palavra de Deus que se manifesta no seu ser e agir (18).
Escutar esta Palavra, que é Cristo, significa encontrá-lo na Igreja, casa da Palavra, onde, particularmente, na celebração do Mistério Pascal, a Palavra
se faz Sacramento (18).
É Cristo mesmo quem fala quando se leem as Sagradas Escrituras na assembleia litúrgica (SC 7) (18).
1.1 - DEUS SE REVELA
A Igreja sempre tomou e distribuiu aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da Palavra de Deus, quer da mesa do Corpo de Cristo (DV 21) (19).
Na celebração eucarística, Cristo nos alimenta com sua Palavra e seu Corpo (19).
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
A iniciativa é do Senhor, que quer revelar-se, mas Ele aguarda a abertura e a adesão do ser humano (21).
Deus não só fala ao ser humano, também o busca (22).
É uma busca que nasce
no íntimo de Deus e tem
o seu ponto culminante na Encarnação do Verbo (22).
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
A ponte que permite o encontro entre Deus que busca e o ser humano que se deixa encontrar é
a fé
(23).
Fé que é:
uma adesão, não uma ideia;
um ato simultaneamente pessoal e eclesial;
Encontro com uma Pessoa à qual se confia a própria vida (23).
“No início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas um encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo” (DCE 1) (23).
O encontro somente é possível pela escuta e acolhida (24).

Jesus Cristo é o perfeito Sacramento do Encontro entre Deus e o ser humano (25).
Não existe discípulo
sem que o Senhor lhe tenha
dirigido a palavra e ela tenha encontrado resposta (26).
É a palavra de Jesus que convoca, qualifica, motiva e define o caminho do discípulo (26).
Jesus nos convida para o seguimento no hoje da história (27).
A Palavra de Jesus tem um alcance permanente e atual, onde ressoa no hoje da vida e da missão da Igreja (27).
O hoje é como um tempo de graça (27).
A Palavra de Deus está presente conosco, hoje (27).
2.1 - A BUSCA E O ENCONTRO
Da compreensão da revelação, vista como encontro do Deus que fala e do ser humano que escuta, ao acolhê-lo por intermédio de Jesus Cristo, Sacramento desse encontro, no hoje da história, nasce o desejo de uma animação bíblica da pastoral (28).
2.2 - A ANIMAÇÃO BíBLICA,
O QUE É?
A animação bíblica não pode se entendida como se fosse mais uma pastoral entre outras pastorais (31).
Animação

Ação ou efeito de dar alma ou vida (32).
2.2 - A ANIMAÇÃO BIBLICA,
O QUE É?
Endente-se por animação bíblica de toda a pastoral na busca consciente e contínua de ter a Escritura como alma da missão evangelizadora da Igreja (32).
“A animação bíblica da pastoral significa fazer da Palavra de Deus a alma de tudo o que somos e fazemos”.
É “assumir a Palavra de Deus como a alma/coração de toda a pastoral”.
2.2 - A ANIMAÇÃO BIBLICA,
O QUE É?
A animação bíblica é como a seiva que corre do tronco da videira e chega aos diversos ramos (33).
“A Palavra de Deus não pode ser um ramo a mais do conjunto da árvore que é a Igreja, mas a seiva que corre por seu tronco e nutre todos os ramos”.
2.2 - A ANIMAÇÃO BIBLICA,
O QUE É?
A animação bíblica visa recuperar o lugar da Escritura como alimento que o Senhor oferece a seu corpo, a Igreja (33).
A Palavra de Deus precisa ser a inspiração de todo o ser e agir evangelizador da Igreja (34).
Jesus, o Bom Pastor, é o modelo de todo ser e agir pastoral da Igreja (35).
2.3 - A ANIMAÇÃO BIBLICA,
como ocorre?
Como caminho de:
conhecimento e interpretação da Palavra,
comunhão e oração com a Palavra,
evangelização e proclamação da Palavra.
Ou como eixos:
da formação,
da oração,
do anúncio (36).
Pano de fundo: At 8,26-40
Eixo da Formação
1º momento:
Filipe explica ao etíope o sentido do texto do profeta Isaías.
2º momento:
Após a explicação, o etíope pede para ser batizado.
3º momento:
Após o batismo, o etíope prossegue sua viagem, “cheio de alegria”, característica marcante daquele que se deixou encontrar pela Palavra (37).
1. CAMINHO DE CONHECIMENTO E INTERPRETAÇÃO DA PALAVRA
“Tu compreendes o que estás lendo?” (At8,30).
A leitura da Palavra e a interpretação do seu significado nos levam ao conhecimento:
É preciso criar ambientes que proporcionem uma experiência autêntica, definitiva e marcante de encontro com Aquele que dá sentido real à existência (40).
Do que o texto sagrado quer revelar;
De nós mesmos, de nossa existência e da realidade em que vivemos (39).
Sentido literal do texto:
o que o autor quis dizer com aquelas palavras.
A dimensão do estudo do texto e a busca de sua interpretação, em um primeiro momento temos o sentido literal, nos ajudam a
recuperar o seu contexto histórico como “espelho” de uma época, de uma história e de uma cultura
(42).
“Todos os sentidos da Sagrada Escritura se fundamentam no literal”
(São Tomás de Aquino) (42).
Atenção especial ao estudo bíblico (41).
A catequese, como iniciação à vida cristã, encontra, no estudo e meditação das Sagradas Escrituras, o lugar privilegiado para formar discípulos e discípulas de Jesus Cristo (41).
“A ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo” (São Jerônimo).
MODO DE LER QUE DEVE SER EVITADO
A leitura fundamentalista
Lê a Escritura ao pé da letra.
Identifica a letra com a Palavra (43).
A leitura ideológica

Impõe ao texto uma compreensão que ele não possui.
Manipula o texto.
Indica à Palavra o que ela
deve dizer (44).
2. CAMINHO DE ORAÇÃO COM A PALAVRA E COMUNHÃO
Eixo da Oração
“Que impede que eu seja batizado?” (At8,36)
O encontro com o Senhor na Palavra se prolonga na oração e numa profunda mudança de vida (47).
É a oração o lugar de contato íntimo e de comunhão com o Senhor (47).
A oração com a Palavra de Deus deve encontrar lugar especial nas atividades pastorais (48).
É preciso recordar o primado da Palavra no momento litúrgico em que a assembleia se põe à escuta de Cristo. Ele é o centro e a plenitude de toda a Escritura e de toda a celebração (50).
Não se pode falar de primado da Palavra, sem falar da importância do silêncio e da escuta (51).
É a oração o lugar de contato íntimo e de comunhão com o SQuando nossas liturgias são excessivamente marcadas pela fala, explicações e comentários, não somos tocados pela linguagem do Mistério, ao qual o silêncio nos conduz (52).enhor (47).
Precisamos recuperar a espiritualidade da escuta em nossos ambientes eclesiais e, particularmente, na celebração litúrgica (53).
O silêncio faz parte da liturgia (55).
Quando Deus fala, respondemos cantando e orando, mas o grande mistério que excede todas as palavras apela ao silêncio (55).
A primazia da Palavra, na celebração litúrgica, encontra um momento singular na homilia (56).
Sua função, enquanto atualização da mensagem da Sagrada Escritura, é favorecer uma compreensão e eficácia mais ampla da Palavra de Deus na vida dos fiéis (56).
Numerosas comunidades, que não podem contar com a celebração eucarística, sustentam sua fé com a celebração da Palavra (57).
São momentos privilegiados
de encontro com o Senhor (57).
As peregrinações, as festas, as missões populares, os eventos de religiosidade popular e outras expressões são oportunidades especiais para
a celebração da Palavra (57).
Na base de toda a
espiritualidade cristã
autêntica e viva, está a
Palavra de Deus
anunciada,
acolhida,
celebrada
e meditada
na Igreja (VD 121).
3. CAMINHO DE EVANGELIZAÇÃO E PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA
Eixo da Anúncio
“E prosseguiu sua viagem, cheio de alegria” (At8,39)
Quando a Palavra de Deus entra na vida das pessoas, iniciam-se processos de conversão pessoal, comunitária e pastoral, que as levam a serem testemunhas que anunciam o que o Senhor realizou em suas vidas (60).
O anúncio da Palavra cria comunhão e gera alegria (59).
A comunidade cristã, em virtude de sua identidade e missão, é chamada a alimentar-se da Palavra para ser servidora dessa Palavra e anunciá-la com alegria (62).
A animação bíblica tem um caráter essencialmente missionário (64).
Devemos ser uma Igreja em estado permanente de missão (64).
A animação bíblica da pastoral está diretamente ligada à dimensão eclesial da caridade (65).
A maior caridade que devemos praticar é anunciar a máxima da Palavra de Deus: “Deus é amor” (65).
Correspondemos a esse amor, quando nos empenhamos por um mundo de Justiça e solidariedade (65).
Servir Jesus nos irmãos mais pequeninos (65).
É a caridade que fundamenta o horizonte profético da Palavra (66).
Um cristianismo
sem profecia tende a esvaziar a Palavra (66).
Servir Jesus nos irmãos mais pequeninos (65).
Exortamos a todos para
que estas linhas de ação
influam eficazmente
na vida e na missão da
Igreja, particularmente
na Catequese,
na liturgia e
no Testemunho
da Caridade (91).
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