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Doença Celíaca: a evolução dos conhecimentos desde sua cente

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Carolina Walesko

on 27 March 2014

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Transcript of Doença Celíaca: a evolução dos conhecimentos desde sua cente

Doença Celíaca:
a evolução dos conhecimentos desde sua centenária descrição original até os dias atuais

Doença Celíaca
A doença celíaca (DC) é uma intolerância permanente ao glúten, caracterizada por atrofia total ou subtotal da mucosa do intestino delgado proximal e conseqüente má absorção de alimentos, em indivíduos geneticamente susceptíveis.

Quadro Clinico
Doença Celíaca tem as seguintes formas de apresentação:

Forma clássica
: é a mais frequente. Inicia-se nos primeiros anos de vida.
Forma não clássica
: mais tardiamente na infância
Forma latente
: aparece períodos exporádicos
Forma Assintomática
: comprovada entre familiares de primeiro grau de pacientes celíacos.
Sintomas
FORMA CLÁSSICA
:
Diarréia crônica, Vomitos,
Irritabilidade, Falta de apetite
Deficit de crescimento
Distenção abdominal
Diminuição tecido celular subcutâneo
Atrofia da musculatura glútea
Estudos Histopatológicos do ID
Diagnóstico - biopsia de intestino
Amostras:
-Biopsia intestinal com Cápsula peroral (duodenoscopia, biópsia de ID endoscopicamente dirigida)
- análise visual da mucosa, possibilidade de examinar exôfago e estômago e mínimo risco de complicações
- amostras pequenas e limitadas ao duodeno proximal
- Biopsia endoscópica com pinça
- amostras ainda menor
Tratamento
Os princípios do tratamento da Doença Celíaca não mudaram desde estudos iniciados na década de 30 até o presente momento, onde o tratamento é basicamento dietético, devendo exluir o gluten da dieta durante toda a vida, tanto nos indivídus saintomáticos, quanto nos assintomáticos.
A DOENÇA CELÍACA PODE SE DESENVOLVER EM DIFERENTES ÉPOCAS DA VIDA, SUGERINDO QUE IN DIVÍDUOS QUE MANIFESTAM A DOENÇA NA VIDA ADULTA NÃO DEVEM TER TIDO ENTEROPATIA GLUTÉN-SENSÍVEL NA INFÂNCIA, POSTO QUE O DESENVOLVIMENTO DO ESMALTE DENTÁRIO MOSTROU-SE NORMAL.
FORMA NÃO CLÁSSICA:
Não há manifestações digestivas, quando presente estão em segundo plano
Manifestações isoladas:
Baixa estatura
Anemia por deficiência de ferro
Constipação intestinal
Hipoplasia do esmalte dentário
Osteoporose
Esterilidade
FORMA LATENTE e ASSINTOMÁTICA

Em período esporádico, ambas apresentam atrofia subtotal das vilosodades intestinais. Revertem à normalidade com a dieta sem GLÚTEN.
COMPROVAÇÃO DA DOENÇA CELÍACA ASSINTOMÁTICA
Comprovada entre familiares de 1º grau
Marcadores séricos específicos:
Ac: antigliadina, antiendomísio e antireticulina.
A dieta deverá atender às necessidades nutricionais do indivído.
Alimentos permitidos
Arroz, Grãos, Gorduras, Óleos e azeite, Carnes, Leite, Farinhas de milho, arroz, bata e mandioca
Após retirada do Glúten da dieta
Sintomas, peso, crescimeto
Dificuldades na dieta
・ Associações de celíacos
・ Clube dos Celíacos
・ Lei Federal ( Impressão da advertência contém gluten nos rótulos)
PROGNÓSTICO
Existem poucos estudos com relação ao prognóstico a muito longo prazo para a Doença Celíaca. Entretanto, há relatos de uma série de complicações.
Não - malignas: esterilidade, osteoporose, distúrbios neurológiso e pisquiatricos.
Malignas: linfoma de célula T, carcinoma de esôfago e faringe e edenocarcinoma de instestino delagado.
Estes dados permitem um inquestionável suporte para aconselhar a todos os pacientes com Doença celíaca a adesão à dieta restrita isenta de glúten por toda a vida.
Diagnóstico:
Estudos de rastreamento sorológico:
Para selecionar os pacientes que deverão se submeter a biopsia de intestino delgado, serão utilizados marcadores imunológicos de atividade da doença.
Cerca de 2% de pacientes celíacos tem deficiência isolada de IgA .
Anticorpos antigiadina da classe IgG também foram encontradas em crianças normais;com doenças auto-imunes,como artrite reumatoide,eczema,intolerância a proteína do leite da vaca;diarreia aguda ou crônica e parasitoseA investigação do diagnostico pode ser dividida em diferentes estudos.
Para que ocorra a expressão da DC, além do uso do glúten na dieta, é também necessária
a presença de outros fatores, tais como: genéticos, imunológicos e ambientais.
Fatores genéticos:
Têm um papel preponderante na etiologia da DC com base na agregação familiar verificada e nas altas taxas de concordância (cerca de 85%) entre gêmeos homozigóticos .
Aproximadamente 97% dos indivíduos com DC possuem marcadores genéticos no cromossoma 6p21, designado Complexo Maior de Histocompatibilidade (HLA) classe II, especificamente HLA-DQ2 (95%) e HLA-DQ8 (5%), sendo este o fator de risco genético mais importante no desenvolvimento desta enteropatia .

Fatores imunoslógicos:
O mecanismo pelo qual o glúten exerce sua ação tóxica ainda permanece obscuro. A presença de células T produtoras de citocina na lesão celíaca ativa e a estreita associação com o antígeno de histocompatibilidade - HLA, sugerem que o sistema imunológico celular tem papel importante no desenvolvimento
da doença.

Fatores ambientais:
Além dos fatores genéticos e imunológicos,foram estudados outros fatores ambientais além do glúten para explicar a
patogênese da DC.Onde o alto grau de equivalência entre uma seqüência de aminoácidos alfa-gliadina (fragmento 12-amino ácido alfa-gliadina) e o adenovírus sorotipo 12 (fragmento E1b proteína tipo 12 do adenovírus), determinando reação de anticorpos cruzada à proteína do vírus e à gliadina. -FATOR NÃO COMPROVADO.
Jéssica Moraes
Rita Maria Costa
Ana Claudia
Carolina Walesko
Bianca Mariano

Gluten é a principal proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio e Cevada).O prejudicial e tóxico ao intestino do paciente intolerante ao glúten são "partes do glúten", que recebem nomes diferentes para cada cereal. Vejamos: No Trigo é a Gliadina, na Cevada é a Hordeína, na Aveia é a Avenina e no Centeio é a Secalina. O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudicando a absorção dos alimentos.
Biopsia de pacientes celíacos em dieta COM glútem:
-vilosidades da mucosa intestinal desaparecem, atrofiam totalmente ou se reduzem a pequenos esboços.

Deve ser obtida sob supervisão médica:
Mais de uma biopsia (2 ou 3) - certificar
Dieta com glúten
Dieta sem Glúten
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