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História dos Povos indígenas e dos Afrodescendentes: desafios e possibilidades

Capacitação de professores Cerquilho/NAME (Pearson) setembro 2014
by

jailson marinho

on 18 September 2014

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Transcript of História dos Povos indígenas e dos Afrodescendentes: desafios e possibilidades


Best experienced in full screen
Prof. Jailson Marinho
Diferenças sim
Desigualdes não!

Planejamento Estratégico Sustentável
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. Art 5 da Constituição Federal de 1988
INTRODUÇÃO
observa-se uma ruptura com um modelo tradicional que privilegia, por exemplo, os documentos escritos, ao introduzir a perspectiva da história oral ou os estudos sobre memória
"longe do cativeiro, fora da história”. Depois do “13 de Maio de 1888”, o negro sai de cena e torna-se um tema obscuro no âmbito da história ensinada nos bancos escolares
Quais conteúdos abordar? Com razão! A pergunta é pertinente, pois as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana não especificam “conteúdos”.
LEGISLAÇÃO
fatores que entravam a sua plena aplicação
1) ausência de sua abordagem nas licenciaturas e programas de formação de professores,
2) a bibliografia disponível é recente e com o preço elevado,
3) as publicações, às vezes, resultam de dissertações e teses as quais evidentemente aprofundam algumas temáticas em detrimento de outras o que traz certa dificuldade aos professores; 4) os raros cursos acontecem nos grandes centros o que faz com que os professores, esbarrem em tempo e dinheiro.
CAMINHOS E POSSIBLIDADES
EDUCAÇÃO INFANTIL
O essencial: Apresentar a diversidade
Nesta fase o educador atua como um verdadeiro agente de promoção da diversidade
1. ao 5. ano
O essencial: O essencial: valorizar as culturas indígena e africana
os professores já podem levar para a sala de aula algumas noções do que vem a ser a cultura afro-brasileira, com base na realidade dos alunos. É o momento de falar sobre a colonização portuguesa no país e traçar um paralelo com a realidade social dos negros hoje
Se o aluno entender o processo histórico que desencadeou a desigualdade entre negros e brancos, ele não vai reforçar preconceitos
6. ao 9.
O essencial: discutir o preconceito
é o período ideal para o professor explicar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que a abolição da escravidão não veio acompanhada de um processo de inclusão dos negros na sociedade brasileira
promover debates sobre as causas do preconceito contra os negros é fundamental, bem como ensinar os alunos a buscar respostas no processo histórico brasileiro. "Os estudantes precisam conhecer os motivos pelos quais os negros ainda lutam pela igualdade de direitos e oportunidade
ENSINO MÉDIO
O essencial: debater o preconceito de raça
Nesta etapa os professores de Sociologia podem trabalhar o próprio conceito de "raça",
A CULTURA COMO SUPORTE
CONGADOS E FOLIAS
HISTÓRIA E LITERATURA
A literatura é fonte de si mesma!
CINEMA
Capacitação de Professores
Cultura Indígena e Afro Brasileira: Desafios e possibilidades
`
Palestrante: Prof Jailson Marinho
setembro/2014
Ao confrontarmos os filmes com diferentes produções historiográficas, as quais podem, muitas vezes, conter concepções antagônicas aos conteúdos destas obras imagéticas, estimulamos os alunos a realizar operações mentais complexas que os ajudam a produzir seus próprios conhecimentos sobre as bases mais críticas e analíticas, na medida em que a recepção e interpretação de imagens nunca são atos passivos.
MÚSICA
Antes de inventarem a palavra “globalização”, nossa música já era globalizada.
Se existe certa facilidade em usar a música para despertar interesse, o problema que se apresenta é transformá-la em objeto de investigação. Ouvir música é um prazer, um momento de diversão, de lazer, o qual, ao entrar na sala de aula, se transforma em uma ação intelectual. Existe enorme diferença entre ouvir música e pensar a música.”
• transmitir uma memória coletiva, revista e corrigida a cada geração, que coloca o aluno diante de uma consciência coletiva;

• formar a capacidade de julgar – comparando sociedades em épocas diferentes, e a existência delas ao mesmo tempo em locais diferentes – que tem como efeito social o desenvolvimento do espírito crítico e da tolerância;

• analisar uma situação – aprendendo a isolar os componentes e as relações de força de um acontecimento ou de uma situação – que leva ao refinamento do espírito, antídoto ao simplismo de pensamento;

• formar a consciência política como instrumento de coesão social, memória de um grupo que toma consciência de um destino comum. Os sambas enredo das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, principalmente, constituem-se em um vasto universo em que as temáticas afro-brasileiras sempre estão presentes. Como exemplo, lembramos os enredos “Ilu Ayê, terra da vida” (Portela, 1972); “Negro”, “Liberdade: Realidade ou Ilusão” (Mangueira, 1988), “Tambor” (Salgueiro, 2009); Arariboia (Viradouro.2014)

RESULTADOS?
2A PARTE: CULTURA INDÍGENA
INTRODUÇÃO
Segundo o Censo 2000, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem no Brasil mais de 734 mil índios. "A estimativa é de que, atualmente, tenha no país cerca de um milhão de indígenas; aproximadamente 0,5 % da população brasileira
ROTEIRO DE ESTUDOS PARA A HISTÓRIA INDÍGENA
Os povos indígenas no Brasil atual: uma opção teórica-metodológica: iniciar o estudo a partir do conhecimento sobre a atual situação dos POVOS indígenas existentes no país. Utilizar mapas, quadros com a localização e distribuição pelas Regiões dos povos indígenas no Brasil.
http://cod.ibge.gov.br/23355
Demonstrar a diversidade indígena no Brasil: enfocar a atual diversidade sociocultural dos povos indígenas no Brasil; estudar enfocando a diversidade histórica do Brasil indígena, nos períodos anterior e logo após o início da colonização em 1500, superando a tradicional e simplista dicotomia de "tupi x tapuia". Utilizar fotografias para demonstrar a diversidade dos povos indígenas no Brasil
Demonstrar a diversidade indígena no Brasil: enfocar a atual diversidade sociocultural dos povos indígenas no Brasil; estudar enfocando a diversidade histórica do Brasil indígena, nos períodos anterior e logo após o início da colonização em 1500, superando a tradicional e simplista dicotomia de "tupi x tapuia". Utilizar fotografias para demonstrar a diversidade dos povos indígenas no Brasil
A história indígena no Brasil, uma história de resistência: estudar as permanentes e diferentes estratégias de resistência indígena na História do Brasil, superando as visões da colonização como tragédia histórica com uma suposta assimilação, a integração e o "desaparecimento" dos povos indígenas. Estudar o fenômeno do ressurgimento de povos indígenas nas áreas mais antigas da colonização portuguesa no Brasil.
O QUE TEMOS NA NET?
SITES TEMÁTICAS INDÍGENAS

Índio Educa: www.indioeduca.org

Tema indígena: temaindigena.blogspot.com

Índios on line: www.indiosonline.net

Índios no Nordeste: www.indiosnonordeste.com.br

Instituto Socioambiental: www.isa.org.br

Conselho Indigenista Missionário – Cimi: www.cimi.org.br
Os índios na História do Brasil: www.ifch.unicamp.br/ihb

Centro de Lazer e Cultura Toca da Raposa
O Centro de Lazer e Cultura Toca da Raposa, em Juquitiba, São Paulo, foi fundado há 15 anos e tem a intenção de abordar temas ambientais sobre a Mata Atlântica no Brasil. No espaço, durante os meses de abril e maio, acontece um intercâmbio cultural entre os indígenas e estudantes para celebrar o mês do Dia do Índio (19). A partir da visita, os alunos aprendem um pouco da cultura dos indígenas entrando em contato com instrumentos de caça desse povo e assistindo a uma apresentação dos indígenas em uma aldeia cenográfica
Outras possibilidades
VÍDEOS
CONCLUSÃO
A contribuição da história na escola não é só a compreensão da realidade e a formação da identidade, mas também a concepção e compreensão da diferença, da alteridade – tanto para ensinar a convivência nas sociedades que hoje são, na maioria, multiculturais, quanto para ensinar julgar o próprio sistema político e social em que se vive (sem outros pontos de vista além daquele que eu vivo não há crítica efetiva possível. É dentro desse raciocínio que pode ser lida como oportuna a lei que institui a obrigatoriedade do estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira
As diferenças físicas, étnicas, culturais, de gênero, etárias são um fato, mas não são o foco da discussão. O ponto crucial do debate sobre diversidade é a percepção, a reflexão e a atuação sobre os mecanismos sociais que transformam as diferenças em desigualdade.
http://goo.gl/9WeITj
Enquanto o negro brasileiro não tiver acesso a História de si próprio, a escravidão cultural se manterá no país (João José Reis)
ARTE AFRICANA
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