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EXTRAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE METILXANTINAS EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA

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by

joao mezomo

on 19 October 2016

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Transcript of EXTRAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE METILXANTINAS EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA

Identificação;

Acompanhamento;

Coloração.
Cronograma
BASSANI, Valquiria L. et al.
Influência do método de extração nos teores de metilxantinas em erva-mate
(Ilex paraguariensis a. St.-Hil., aquifoliaceae). 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422007000200012>. Acesso em: 15 jun. 2016.
Delimitação do tema
EXTRAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DA CAFEÍNA EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA
Extração, caracterização e quantificação de metilxantinas (cafeína, teobromina e teofilina) em três ervas-mate cultivadas em diferentes regiões de Santa Catarina.
Problema
A cafeína pertence a um grupo de compostos responsáveis pelas propriedades neuroestimulantes e fisiológicas da erva-mate. Visto isso, é possível que a quantidade cafeína se altere de acordo com a região onde são cultivadas as ervas-mate?
Hipóteses
Será possível extrair, separar e caracterizar as três metilxantinas presentes nas ervas-mate;

Os valores de teofilina extraída da erva mate serão inferiores ao de cafeína e teobromina;

Será possível recuperar os materiais adsorventes e solventes utilizados nas extrações e separações das metilxantinas;

Haverá diferença nos valores de metilxantinas entre as ervas das regiões comparadas.

Objetivo geral
Objetivos específicos
Extrair as metilxantinas (teofilina, teobromina e cafeína) das ervas-mate através de extrações com solventes;

Separar as metilxantinas através de cromatografia líquida clássica utilizando duas fases estacionárias diferentes, a sílica e a alumina;

Caracterizar as metilxantinas obtidas nas ervas-mate através de espectrofotometria de infravermelho;

Quantificar as metilxantinas nas ervas-mate empregando espectrofotometria UV-Vis;

Comparar as quantidades de metilxantinas nas ervas-mate de diferentes regiões.
Analisar e comparar a quantidade de metilxantinas em ervas-mate de diferentes regiões de Santa Catarina utilizando cromatografia líquida clássica e espectrofotometria de infravermelho e UV-Vis.
Justificativa
Espécie nativa da América do Sul;

Compostos químicos;

Metilxantinas: cafeína, teobromina e teofilina;

Indústria farmacêutica;

Variação da composição de erva-mate em diferentes regiões;

Rio das Antas, Canoinhas e Catanduvas;

Método de separação.

Erva-mate
Etimologia;

A Planta;

Uso na Indústria.
Instituto Federal de Santa Catarina
Campus Jaraguá do Sul - Centro
Curso Técnico em Química Modalidade Integrado

Orientador: Prof. Elder Correa Leopoldino

Equipe: Adael Menslin, Amanda Maciel, Andreyna Gamba, Felipe Maciel, João Mezomo, Rúbia Batista

4ª fase 2016/2
Chimarrão e tererê;

Produção;

Da Croce (2001).
Erva-mate em Santa Catarina
Propriedades da erva-mate
Metilxantinas
Métodos para análise
Cromatografia líquida clássica
Cromatografia de camada delgada
Espectrofotometria de UV-Vis
Espectroscopia no Infravermelho
Metodologia
Principais referências
BERGER, Gabriel.
Biomassa e nutrientes em plantios de erva-mate (Ilex paraguariensis A. St-Hil), no município de Nova Prata
, RS. Santa Maria: UFSM, 2006. 93 f. Dissertação de mestrado – Programa de pós-graduação em engenharia florestal, Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, 2006.
Compostos fitoquímicos;

Saponinas;

Variação na qualidade.
Extração
Cromatografia liquída clássica
Acompanhamento
Quantificação
Tratamento de
Rejeito
SHINGLER, A. J.; CARLTON, J. K..
Method for Separation and Determination of Theophyllin, Theobromine, and Caffeine
. Analytical Chemistry, [s.l.], v. 31, n. 10, p.1679-1680, out. 1959. American Chemical Society (ACS). Disponível em: <http://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/ac60154a040>. Acesso em: 15 jun. 2016.
TEIXEIRA, João Paulo F.; SPOLADORE, Dayse Soave.
MÉTODO DE SEPARAÇÃO E DETERMINAÇÃO DAS BASES PURINAS CAFEÍNA E TEOBROMINA
. Bragantia: Revista cientifica do instituto agronômico, Campinas, v. 39, n. 8, p.199-204, abr. 1980.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/brag/v39n1/23.pdf>. Acesso em: 16 jun. 2016.
PAVIA, Donald L., Gary M. LAMPMAN, George S. KRITZ, Randall G. Engel (2006).
Introduction to Organic Laboratory Techniques
(4th Ed.) Thomson Brooks/Cole [S.l.] pp. 797–817.

Disponibilidade;
Distância entre regiões;
Rio das Antas, Canoinhas e Catanduvas;
Triplicata.

Bassani et al (2007);
Fervura em ácido sulfúrico;
Filtragem;
Neutralização com hidróxido de amônio.
Sílica;
Clorofórmio/5% butanol em clorofórmio.
Shingler e Carlton
(1959)
Teixeira e Spoladore
(1980)
Alumina básica;
5% butanol em clorofórmio.
Amostras retiradas em frações
para acompanhamento
CCD
UV-Vis
Recuperação do solvente;

Purificação: Substâncias adsorventes e fase estacionária;

Substâncias sólidas: Reagentes e descarte.

Pesagem;

Extração do solvente;

Metilxantina em pó;

Infravermelho
Fração de amostra;
Curva de calibração.
Polaridade;

Adição de adsorvente (sílica ou alumina);

Fase estacionária e fase móvel (solvente);
Quantificação;

Elétrons excitados.

Reconhecimento;

Frequência das ligações;

Incidência de radiação eletromagnética.
Variação na absorbância;
276,5 nm.
Deslocamento;
Revelação em câmara UV.
UV-vis
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Espectro eletromagnético


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