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Significação da Publicidade

Significação da Publicidade
by

Denise Akemi Matsuda

on 19 May 2010

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Transcript of Significação da Publicidade

Significação da Publicidade
~ Jean Baudrillard ~ 2. A lógica do papai Noel 3. Gratificação e Repressão
Os primeiros anúncios eram direcionados ao real, ao discurso informativo sobre o produto e a sua funcionalidade. 1878 1939 Atual A diferenciação de objetos acontece através de variações estéticas sobre o “inessencial” de um objeto Se ela se tornou uma dimensão irreversível desse sistema é na sua própria desproporção. É na sua desproporção que ela constitui o seu coroamento “funcional”. A publicidade constitui no todo um mundo inútil, inessencial. Pura conotação. Não tem qualquer responsabilidade na produção e na prática direta das coisas e contudo retorna integralmente ao sistema dos
objetos, não porque trata do consumo, mas porque se torna objeto do consumo. (BAUDRILLARD, 2002, p. 174)

Com produtos cada vez mais similares e a saturação das mensagens informacionais sobre eles a publicidade busca não só o discurso retórico, mas também o discurso poético criando uma nova conotação para o objeto (produto). Os signos publicitários nos falam dos objetos, mas sem explicá-los com
relação a uma práxis (ou muito pouco): de fato remetem os objetos reais como que a um mundo ausente. São literalmente “legenda”, ou seja, acham-se aí primeiro para serem lidos. Se não remetem ao mundo real, tampouco o substituem exatamente: são signos que impõem uma atividade específica, a da leitura. (BAUDRILLARD, 2002, p. 185)
Na idealização, o consumidor compra não apenas o produto como também o discurso sobre ele. A sedução da imagem ideal leva do desejo ao principio do prazer, mas a simultânea ausência do real nessa imagem leva ao princípio da realidade e a repressão do desejo. “Vemos por aí o imenso papel político que desempenham a difusão dos produtos e as técnicas publicitárias: [...] enquanto a integração moral e política não se exercia sem problemas (necessitava lançar mão da repressão aberta), as novas técnicas economizam a repressão: o consumidor interioriza, no próprio movimento do consumo, a instância social e sua normas.” (BAUDRILLARD, 2002, p. 185) 1. O Imperativo e o Indicativo Publicitário > Imperativo publicitário: destaca-se pelos aspectos racionais do objeto e pelo fornecimento de provas.
> Indicativo publicitário: tem como estratégia inserir a mensagem da marca através de representações. O abandono do ideal e sua substituição pelo real passa a ser, então uma boa estratégia para atrair o olhar público. ... mas aquilo que lhe é dado a priori na nossa sociedade industrial como graça coletiva e como signo de uma liberdade formal, é a escolha (...) Aliás, não temos mesmo mais a possibilidade de não escolher e simplesmente comprar um objeto em função do uso nenhum objeto se propõe hoje assim no “grau zero” da compra. Por bem ou por mal, a liberdade que temos de escolher nos constrange a entrar em um sistema cultural. (...) A noção de “personalização” é mais do que um argumento publicitário: é um conceito ideológico para uma sociedade que visa, “personalizando” os objetos e crenças, integrar melhor as pessoas. (Baudrillard, 2002, p. 149) Campanha Verão Sem Vergonha O que acontece com a história do papai noel é apenas
uma fabulação racionalizante. A publicidade tem o poder de induzir o consumidor
através da imagem fictícia que tenta passar. 4. A Presunção Coletiva > Ocorre quando a publicidade transforma um desejo individual em coletivo. O Detergente Pax > O desejo do consumidor é "despertado" pelo desejo coletivo. Ourocard Ford Focus > Apesar da publicidade utilizar essa presunção coletiva,essa coletividade é imaginária.
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