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Bases genéticas da Transsexualidade

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Júlia Macruz

on 20 November 2015

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Transcript of Bases genéticas da Transsexualidade

Transexualidade de ordem comportamental
Há estudos que afirmam que existe aumento no comprimento do gene receptor de andrógeno o qual faz com que haja uma feminilização do córtex cerebral em transsexuais mulheres

O estudo vem ganhando apoio graças a testes feitos em irmãos gêmeos (monozigóticos) , sendo ambos transsexuais e em famílias as quais possuem mais de um membro trans.

O que achamos sobre a transexualidade comportamental
O cérebro humano é moldado de acordo com as estimulações do ambiente, portanto estrutura cerebral não é algo biológico

Gênero como construção social

Existem gêmeos monozigóticos sendo um trans e outro não (um bom exeplo é Laverne Cox)

Existem infinitos casos de famílias que possuem apenas um/uma transsexual

Há fetichização das trans mulheres, por este motivo os homens transsexuais têm tão pouca visibilidade

Se manifestará independente das condições ambientais
Bases genéticas da transexualidade

"Essa diferença genética pode resultar em sinais de testosterona menos eficientes, de acordo com o artigo escrito pela equipe de pesquisadores."
(BBC. Cientistas dizem ter identificado gene ligado a transexualismo. Brasília, 30 de outubro, 2008.)
Não encontramos pesquisas que estudassem a transexualidade comportamental em transsexuais homens.
O que é transexualidade comportamental?
Chamada pela comunidade médica de "Transtorno de identidade de gênero"

Transexualidade comportamental consiste na incongruência entre identidade de gênero e gênero atribuído no nascimento (disforia de gênero)

Gênero não se limita apenas a feminino e masculino, há um espectro de gênero

Pessoas cis são aquelas cuja identidade de gênero é congruente ao gênero atribuido no nascimento

Necessita de fatores ambientais para se manifestar
Grupo
Fontes
O uso do termo "transexualismo" não é aceito na comunidade trans, pois parte do princípio de que a pessoa trans possui alguma doença ou que há uma ideologia de gênero, portanto como pessoas cis respeitaremos o posicionamento dos/das trans.
Respeite OS/AS trans!
Bárbara Severiano

Beatriz Domingues

Deborah Quina

Isabella Guzella

Júlia Macruz

Rayssa Santana
É importante não confundir gênero com orientação sexual, pois não são a mesma coisa!
Uma pessoa trans pode ter qualquer uma das diversas orientações sexuais.
Não Confunda!
Como o indivíduo se identifica de acordo com seu gênero
TRANSEXUALIDADE de ordem BIOLÓGICA
Existem homens XX e mulheres XY, esta alteração cromossômica caracteriza a transexualidade biológica

Depende APENAS de fatores biológicos

Os cromossomos X e Y possuem zonas homólogas em seus braços curtos (p)

O cromossomo Y possui FDT (fator determinante de testículo)

Durante a prófase I pode ocorrer crossig over e parte do braço curto (p) do cromossomo X se ligará ao cromossomo Y e vice versa

Caso ocorra o crossing over, haverá espermatozóides com cromossomo X com FDT, e espermatozóides com cromosomo Y sem FDT


Homens XX
: O gene FDT está presente, portanto ocorrerá uma masculinização do sujeto. Os sintomas apresentados por este serão desde infertilidade (queixa que normalmente leva ao diagnóstico), intensa ou leve ambiguidade genital, até características sexuais secundárias femininos.
Mulheres XY
: A ausência de FDT feminilizará o sujeito. O sintoma apresentado por este será infertilidade, queixa que leva ao diagnóstico, o qual ocorrerá mais precocemente do que o de homens XX, pois a menarca não ocorrerá na idade esperada
BBC Brasil: http://www.bbc.com/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081030_transsexual_gene_mv.shtml

João Décio Ferreira - cirurgião plástico: http://joaodecioferreira.com/cirurgia-dos-transexuais/a-transexualidade/52-base-genetica-da-transexualidade.html

Transexualismo masculino: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302001000400014

A transexualidade e a gramática normativa do sistema sexo-gênero: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-14982006000100004

Os Estudos Desenvolvidos na Interface entre Psicologia e Transexualidade: https://psicologado.com/psicologia-geral/sexualidade/os-estudos-desenvolvidos-na-interface-entre-psicologia-e-transexualidade

Homem XX: relato de três casos na faixa etária pediátrica: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302005000100010&script=sci_arttext

Agradecimento especial ao Professor Doutor Décio Altimari que nos auxiliou nas questões referentes à transexualidade biológica
http://www.scielo.br/pdf/soc/n4/socn4a11
http://old.princehenrys.org/genetics-gender-identity
"Anomalias funcionais ou morfológicas que interfiram na ação dos androgênios a nível cerebral podem ser responsáveis pela dissociação radical entre o sexo psicológico, gonadal, hormonal e fenotípico no transexualismo"
(ATHAYDE. Amanda V. Luna de. Transexualismo Masculino. São Paulo, Agosto de 2008)
"(...) gênero não é uma construção social imposta a uma matéria antes determinada (o sexo), e sim um efeito performático que possibilita a constituição e o reconhecimento de uma trajetória sexuada, a qual adquire estabilidade em função da repetição e da reiteração de normas."
(ARÁN, Márcia. A transexualidade e a gramática normativa do sistema sexo-gênero. Rio de Janeiro, Junho de 2006)
"Destaca-se, assim, que os sujeitos possuem várias formas de exercer e vivenciar seu sexo e gênero, que por sua vez, não são fixas e imutáveis (LOURO, 1997)."
(Psicologado. Os Estudos Desenvolvidos na Interface entre Psicologia e Transexualidade. Março de 2014)

"(...) se associa a concepção de sexualidade construída também pelas normas culturais e sociais, ou seja, não se tem juízos claros acerca da diferença sexual."
(Psicologado. Os Estudos Desenvolvidos na Interface entre Psicologia e Transexualidade. Março de 2014)
Transsexuais biológicos se identificam com o sexo atribuído no nascimento, não apresentam disforia de gênero!
Nem todo/toda transexual comportamental sente necessidade de fazer cirurgia de readequação de sexo
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