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NOX Lars Spuybroek

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by

isabela ferrante

on 26 August 2013

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Transcript of NOX Lars Spuybroek

máquinas, corpos e próteses na arquitetura de Lars Spuybroek
1991 - 1995 NOX Magazine
1995-1997 Forum
1992 - Escritório NOX: Lars Spubroek e Maurice Nio
1995 - Direção do escritório - Lars Spuybroek

1992 à 1997 - H2O expo Pavilhão da Água Doce

2004 - Livro - NOX Machining Architecture
2008 - The Architecture of Continuity

2010 - Fim do escritório

Projetos acadêmicos Georgia Tech
The Architecture of Variation (2009)
Textile Tectonics
(2011)
The Sympathy of Things (2011)
NOX (1995-2010)
ESTRUTURA e CONTEXTO:
próteses
máquinas
corpos
EXPERIMENTAÇÃO
EXPERIÊNCIA
NOX
Entre a arquitetura experimental e a arquitetura para a experiência
Cyber e Hyper Architecture, Arquitetura virtual, arquitetura digital

Euforia em relação às novas possibilidades tecnológicas no final do Séc.XX
CAD - Computer Aided Design:
Computador - da ferramenta de representação para ferramenta de projeto

"NOVO PARADIGMA CIENTÍFICO DA COMPLEXIDADE (JENCKS, 2002, p.207)
Complexidade da ciência - complexidade tecnológica e da arquitetura
Cenário alcança a arquitetura incentivando a revisão dos seus métodos de projeto
Beneficiado pela tenologia
Universidade de São Paulo
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU-USP
Dissertação apresentada para a obtenção de título de mestre no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo
Área de Concentração: Design e Arquitetura

Isabela Paiva Gomes Ferrante
Orientadora: Prof.ª Dr.ª Clice de Toledo Sanjar Mazzilli
EXPERIMENTAÇÃO + EXPERIÊNCIA
NOX: Machining Architecture (2004)
LIVRO E TEXTO "NOX: Machining Architecture"
Texto metodológico fundamental
Introdução de seu compêndio de obras e projetos

2 QUESTÕES PRINCIPAIS:
Experimentação no projeto
Experiência do corpo
Corpo no pensamento de projeto

1. A VALORIZAÇÃO DO PROCESSO DE PROJETO E A DISCUSSÃO SOBRE MÉTODOS

2. A IMPORTÂNCIA DO CORPO - SENSÍVEL E DINÂMICO PARA A PERCEPÇÃO DO ESPAÇO

3. CORPO E ARQUITETURA - escala do projeto
- escala da experiência
1.1. Do Redutivo ao Generativo: A necessidade de uma revisão metodológica

1.2. Machining Architecture ou Arquitetura Maquínica

1.3. Máquinas de fazer arquitetura: Organização, Estrutura e Autopoiesis
CAP 1.
MÁQUINAS:
Machining Architecture, a proposição de um método
PROPOSIÇÃO DE PROCESSOS GENERATIVOS
Aproximação da teoria dos sistemas
Modelos de auto-organização e emergência
das formas da natureza

Revisão e proposição de novos métodos:
Aproximação da filosofia e modelos científicos
Modelos genéricos - ONTOLOGIAS





REDUTIVOS - Da ideia e esquema ao "design-author"
GENERATIVOS - O diagrama e o código
Como as coisas vêm a existir? Responder a essa questão com os termos PROJETO e DESIGN está lentamente tornando-se uma explicação tão obscura para objetos artificiais quanto a "criação" é hoje para objetos naturais. Por que deveríamos aceitar a intervenção divina na arquitetura quando deixamos de aceitá-la na natureza? (SPUYBROEK, 2008, p.185)
Pensamento sistemico na arquitetura:
Oposição ao Conceito -Idéia / Esquema
Não abstrato - materialista
Complexidade x Simplificação

Definição de Machining - Por que máquina?
Teoria dos sistemas cibernéticos - Humberto Maturana e Francisco Varela
Meta-arquitetura - "criar" sistemas - "criar máquinas"

Olhar para os SISTEMAS VIVOS - Autopoiéticos: modelo para um método de projeto sistêmico
Machining Architecture:
" [...] desenvolver uma agenda clara para o projeto [...] sonha em uma teoria do sistemas da arquitetura (SPUYBROEK, 2004, p.05)
1998
2008 - 2009
2003
1997
1993
D-TOWER - Torre Interativa
A interação na escala da cidade
Three Graces - Vencedor Concurso - Dubai
Inserção no cenário internacional da arquitetura
H20expo Pavilhão da Água Doce
"Temos o primeiro edifício verdadeiramente interativo [...] uma arquitetura eletrônica e haptica, um desejo de muitos arquitetos durante muitos anos"(JENCKS, 2002, p.223)
2.1. Arquitetura para que corpo?

2.2. Vendo com o corpo: o corpo reintegrado em seus sentidos

2.3. O continuum corpo e mundo, ou da ação e percepção
CAP 2.
CORPOS:
o corpo no pensamento arquitetônico de Lars Spuybroek
CAPÍTULOS:
3.1. Sobre máquinas, corpos e próteses

3.2. As próteses de Lars Spuybroek: arquitetura da continuidade

3.3. Do corpo para o corpo: três experiências de projeto

3.4. Prótese: Fresh H2OExpo, máquina para os corpos experimentarem
CAP 3.
PRÓTESES:
continuidade entre corpo e máquinas, em direção a uma arquitetura interativa e protética
ARQUITURA CLÁSSICA
MODERNIDADE
PÓS-MODERNIDADE
Anthony Vidler (1992, p.69) - modos de projeção do corpo na arquitetura

1. Modelo Figurativo e objetivo de Medidas - de Vitrúvio à Modernidade
Hominis bene figuratus
Harmonia e proporção

2. Estados do corpo e estados corporais e sensoriais: Romântico - Sublime - Empatia




Continuidade do corpo objetivo

1. Corpo como modelo de proporção - Modulor

2. Corpo - outros modos de racionalidade:
Funcionalismo - Ergonomia
Fluxos - usos
Purismo
Salubridade

3. "Esquecimento do corpo" - experiência
Recuperação do corpo diante o aparente abando moderno
Tema do corpo - no interior da crítica
Experiência
Significado
Evento
CORPO-MOVIMENTO E PROJETO
DO CORPO PARA O CORPO:
Antiguidade - Sec.XVII
CORPO - OBJETO
CORPO - SUJEITO
Qual o papel do corpo no projeto e processo formativo da arquitetura?
NOX: 3 PROJETOS
Wet-Grid (2000): Exposição em Nantes - a dissolução da
grelha cartesiana e a vertigem
Mobilização
Escalas de visualização - Definição do sistema e configuração das forças de transformação e deformação
V2-Lab (1998): Laboratório Experimental
Son-O-House (2000-2003): Casa do Som
uma casa para o movimento
Fase e configuração e sistema
Etapa analógica da máquina configuracional - Mobilização e consolidação
Retorno do movimento no processo de experiência do espaço
Escalas de movimento - do projeto para a experiência
Processo de projeto - Máquinas Indiciais - Projeto digital
NOX - Lars Spuybroek: Pavilhão da Água Salgada
Oosterhuis Associates - Kas Oosterhuis: Pavilhão da Água salgada

Comissionado pelo Governo Holandês

Inserção do grupo no cenário da arquitetura internacional

Década de 1990 - Arquitetura e Tecnologia, virtualidade, liquidez, digital - Construido em 1997, o pavilhão


Prótese: H2OExpo, máquina para os corpos experimentarem
" O pavilhão da Água doce, localizado na plana paisagem artificial da costa holandesa [...] é o primeiro edifício-bolha verdadeiramente interativo [...] onde nenhuma superfície é completamente horizontal e piso, paredes e coberturas ondulam continuamente uns nos outros. Agora é a experiência do corpo que determina a forma [....] não há duvidas de que o edifício ativa o corpo tanto visualmente quanto cinestesicamente [...] agora a prótese cerca todo o corpo enquanto ele se move, pula ou desliza pelo edifício, o corpo aciona sons e músicas, ou pequenas ondas de água [...] então uma arquitetura eletrônica e haptica - um desejo de muitos arquitetos por muitos anos - finalmente alcança seu primeiro estágio de realização" (JENCKS, 2002, p.223).
INTERAÇÃO ANALÓGICA E INTERAÇÃO DIGITAL
REDUTIVO X GENERATIVO:
Machining Architecture ou
Arquitetura Maquínica:
Máquinas de fazer arquitetura:
Arquitetura PARA QUE CORPO?
Vendo com o corpo: o corpo reintegrado em seus sentidos
MULTISSENSORIAL
O continuum corpo e mundo: ou da ação e a percepção
CINESTESIA
SOBRE MÁQUINAS, CORPOS E PRÓTESES:


Continuum entre os elementos arquitetônicos - continuidade entre ação e percepção, corpo e arquitetura
"A arquitetura altera o corpo porque, geometricamente falando, é feita de pontos que se transformam em vetores. Apesar de a arquitetura poder ser deslocada e colocada em movimento e seu layout geométrico ser tido como uma espécie de prótese que estimula ação e movimento, precisamos lembrar que a origem da ação já exite também no corpo [...] parte da ação está de fato situada entre o corpo e o ambiente" (SPUYBROEK, 2004b, p.30).
Primeira porção do edifício - água real
Sensores de movimento - onda digital
Sensores de toque - projeção de ondas

Blob - bolha: jogo interativo para
quatro pessoas - manipulação da bolha digital

Efeitos de luz e som - alterados pelo movimento
Pulso de luz
"O sujeito é parte constituinte da obra, uma vez que as ocorrências não estão predeterminadas e estão submetidas às atuações do sujeito no espaço. O objeto não pode ser apreendido por inteiro porque não está realizado. Ele está em constante atualização, em virtude do compo de ações do sujeito fenomenológico constituído por suas capacidades inatas, capacidades adquiridas e capacidades culturais" (PIAZZALUNGA, 2005, p.77).
Son-en-Breugel e Neeltje-Jans
HOLANDA
1997 - 2003 - 2012
"No final essas máquinas são para os
corpos experimentarem" (SPUYBROEK,
2008, p.202).
EXPERIÊNCIA DA ARQUITETURA

"Esquecimento" e "abandono" do corpo no processo de experiência

PRIVAÇÃO SENSORIAL E DOMÍNIO DAS FORMULAÇÕES RACIONAIS

Corpo e Experiência - Necessária recuperação do corpo nos processos perceptivos

Merleau-Ponty: Fenomenologia da Percepção:

- Corpo Multissensorial
- Corpo Cinestésico

"A experiência estética que procuramos é radicalmente diferente daquela do julgamento crítico [...] nada poderia ser mais não cognitivo e não linguístico. Experiência começa com a pura sensação ou sentimento e leva a um tipo de saber prático, um conhecimento como uma forma de reflexão corporal habilidosa, e uma memória motora, e não um saber no sentido de julgamento ou conhecimento conceitual" (SPUYBROEK, 2008, p.17).

Merleau-Ponty - Referência Téorica

A partir do estudo da percepção - Revisão do corpo como sujeito
"Corpo Próprio"

Revisão da concepção cartesiana
Sensação e percepção como conhecimentos válidos - Corpo como sujeito

Abordagem fenomenológica na
arquitetura :
Juhanni Pallasmaa
Perez-Gomez
Steven Holl



Totalidade perceptiva - Inclusão dos movimentos do corpo

Richard Held e Alain Hein - ação e percepção em um mesmo continuum
"O que neurológicamente ocupa um continuum é arquitetonicamente considerado como algo distinto. Não somos nós arquitetos treinados para planejar primeiro o movimento antes de extrudá-lo em uma imagem, ou seja, não somos treinados para primeiro desenhar a planta, a superfície da ação e então projetá-la para cima em elevação, a superfície da percepção " (SPUYBROEK, 2004, p.07).


Não existe ação sem percepção nem
percepção sem ação
H20EXPO - PAVILHÃO DA ÁGUA DOCE(1997) Fonte: SPUYBROEK, 2004.
D-TOWER,TORRE INTERATIVA PARA DOETINCHEM (1998-2004)
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
TOMMY (1998) Fonte: SPUYBROEK,2004.
FACES,PROJETO DE INSTALAÇÃO INTERATIVA (1999-2000) Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Comissionados
para H2Oexpo
H20expo - Pavilhão da Água Doce (data de inauguração 1997) - Fonte: SPUYBROEK,2004.
RECORTE:
Objeto de Estudo e Metodologia:
"beachness" - edifício experimental Fonte: SPUYBROEK, 2004.
V2_LAB (1998) Fonte: SPUYBROEK, 2004.
1999
Wet-Grid - Exposição Musée Beaux-Arts Nantes (1999)
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Son-O-House
Entre arquitetura e instalação
D-TOWER Doetinchen (1998-2003) Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Lars_Spuybroek
Son-O-House Fonte: Foto Isabela Ferrante 2012.
2001
Soft-Office (2001) Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Proposição experimental WTC-NY (2001)
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Three Graces (2008) Fonte: www.nox-art-architecture.com

Windchimes Bridge - Alemanha (2009) Fonte: www.nox-art-architecture.com

The Beacon of Amsterdam - Holanda (2008-2011)
Fonte: www.nox-art-architecture.com

Limite - pesquisa
PROCESSO
Pós-Modernidade - Pluralidade de temas e polifonia do discurso
CORPO COMO TEMA:

"Uma outra rota pós-moderna para uma arquitetura revitalizada converge, assim, para o corpo humano como terreno da arquitetura" (NESBITT, 2006, p.74).

"a arquitetura não é simplesmente sobre espaço e forma, mas também sobre
evento e a ação dos corpos no espaço" (TSCHUMI, CHENG, 2003, p.92)

TSCHUMI - EISENMAN - DIANA AGREST - PEREZ-GOMEZ - PALLASMA - HOLL - SPUYBROEK

CORPO - Locus da experiência e do significado da arquitetura

CORPO - OBJETO X SUJEITO - Arquitetura em um contexto mais amplo de revisão do tema
ARQUITETURA E CORPO - PROJETO E EXPERIÊNCIA

Discurso do corpo - enriquece o discurso sobre o projeto

01. ARQUITETURA PARA O ESTÍMULO DO CORPO

ARQUITETURA COMPLEXA E TOPOLÓGICA

MÉTODOS DE PROJETO PRECISOS - EXPERIMENTAÇÃO

02. ARQUITETURA - SÓ SE COMPLETA COM A PRESENÇA/EXPERIÊNCIA DOS CORPOS



Ultrapassa a etapa de projeto
Abre-se para a arquitetura em sua experiência com o usuário
Corpo não se distingue das discussões de projeto - processo



MÁQUINAS VIVAS - SISTEMAS VIVOS:

Definição de Machining - Por que máquina?
Teoria dos sistemas cibernéticos - Humberto Maturana e Francisco Varela

Organização
Estrutura
Autopoieses

Olhar para os SISTEMAS VIVOS - Autopoiéticos: modelo para um método de projeto sistêmico



Meta-arquitetura - "criar sistemas" - "criar máquinas"
"Quando olhamos para a matéria devemos reconhecer nela dois estados fundamentais: (a) ela é organizada e (b) ela tem a capacidade de auto-organização, em que os materiais são agentes ativos, buscam uma ordem, que não é transcendentalmente estabelecida, mas que emerge" (SPUYBROEK, 2008, p.187-188)
Processo - Método maquínico
Etapas
1. Sistema e organização
2. Mobilização e maquinização
3. Consolidação e auto-engenharia
4. Morfologia
O privilégio das superfícies contínuas, pensadas como uma topografia, resulta de sua concepção da forma como algo emergente de um processo sistêmico e ao mesmo tempo como força capaz de moldar ou informar novos tipos de ações e apropriações do espaço.
Diagrama do processo máquina - convergência e divergencia da informação e
dados processados pelo sistema Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Diagrama - morfologias resultantes do processo maquínico
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
O que caracteriza a máquina e os sistemas vivos - organização:

"De fato, as propriedades significativas dos componentes são dadas em termos da relação, a rede de interações e transformações [...] a organização de uma máquina ou sistema não especifica as propriedades de seus componentes [...] apenas especifica as relações que ela deve gerar para constituir uma máquina ou sistema como unidade" (MATURANA; VARELA, 1980, p.77).


Merleau-Ponty : Esquema Corporal

Alva Noë
Varela - Thompson - Rosch :

Enação

PERCEPÇÃO = AÇÃO

CONHECIMENTO SENSÓRIO-MOTOR

Comunicação sujeito e mundo via ação

Sistema
Processo
Corpo reintegrado em seus sentidos
Corpo reintegrado com seus movimentos
Corpo reintegrado com o mundo
Se na primeira era da máquina, a metáfora preferencial para a arquitetura era industrial, uma 'máquina para se viver', nossa era talvez privilegia a metáfora médica: a arquitetura como um conceito de prótese (VIDLER, 1999, p.69)
Conceito de prótese aplicado à arquitetura de Spuybroek
Prótese - objetivo - suprir ou ampliar
Prótese em um sentido mais amplo
Novamente - Sistema e Processo
Da Interatividade à Prótese
Conceito de continuidade - afirmação da idéia de prótese
PRÓTESES DE LARS SPUYBROEK:
A arquitetura da continuidade
Projeto para novo WTC - NY (2001)
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Advertisements for Architecture (1976-1977) Fonte: TSCHUMI, 1996.
Diagrama do campo dos sentidos MALNAR e VODVARKA, 2004.
Advertisements for Architecture (1976-1977) Fonte: TSCHUMI, 1996.
Experimento com gatos -Held e Hein Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Diagrama da continuidade x finalidade, ambiguidade e generalidade Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Homem Vitruviano - Leonardo Da Vince
Modulor - Litografia - Le Corbusier Fonte: www.foundationlecorbusier.fr
Estudos ergonômicos do corpo humano - Ernest Irving Fonte: GARCIA, 2010

Manhattan Transcripts e Screenplays - Bernard Tschumi Fonte:TSCHUMI,1996
Análise de fluxos - funções e intensidades para V2_Lab
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Digitalização - Strings e Springs
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
V2_Lab (1998) Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Análise dos movimentos dos corpos - processo inicial Son-o-House
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Digitalização e modelo analógico de representação
dos movimentos Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Auto-organização da forma - agenciamento das tiras via algoritmos simples
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Son-O-House (2003)
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Son-O-House Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012.
Son-O-House Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012.
Son-O-House - Diagrama de sons e
movimentos Fonte: SPUYBROEK,2004.
Wet-Grid - escalas de visualização | definição de forças e ação de forças sobre superfícies
Fonte:SPUYBROEK, 2004.
Wet-Grid - Diagrama de forças e modelo analógico para estudo tridimensional
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
Wet Grid - Diagramas de movimentos possíveis na relação CORPO-EDIFÍCIO-OBRA DE ARTE
e instalação construída
Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012.
H2O Expo Diagramas - Máquinas indiciais Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo - Planta e Foto Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012
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H2O Expo Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012
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H2O Expo Fonte: Foto Isabela Ferrante, 2012
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H2O Expo Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: SPUYBROEK, 2004.
H2O Expo Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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H2O Expo Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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H2O Expo Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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Son-O-House Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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Son-O-House Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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Son-O-House Fonte: Fotos Isabela Ferrante, 2012
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