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Empreendedorismo - Modelo de Negócio

Presentación Institucional
by

Marcelo Silva

on 30 March 2013

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Transcript of Empreendedorismo - Modelo de Negócio

Existem casos e casos, mas uma loja virtual inicialmente nasce para o Brasil. Não importa se tem parcerias que divulgam gratuitamente a loja virtual, para alcançar o público alvo é preciso investir na publicidade da loja virtual e utilizando a divulgação na própria internet, que é exatamente onde está o seu cliente. PUBLICIDADE 1. Diagnóstico do contexto empreendedor do país Uma autoanálise sobre o cenário empreendedor do país que vai delinear a estratégia de um programa de incentivo ao empreendedorismo. Esse diagnóstico leva em consideração os fatores mais relevantes, as limitações, os aspectos culturais e o potencial de inovação e crescimento que o país pode apresentar. Visa valorizar a figura do empreendedor na sociedade e disseminar o empreendedorismo como uma opção viável de carreira e sucesso. Alguns exemplos de iniciativas neste sentido são programas de TV na Escócia, telenovelas especiais no Brasil, feira empreendedora itinerante que leva vídeos, guias práticos e orientação sobre empreendedorismo para a população em geral na Escócia, concursos de planos de negócios no Uruguai, seminários e congressos de empreendedorismo no Brasil. 2. Fomento do espírito e da cultura empreendedora 3. Desenvolvimento das competências empreendedoras Trabalha o aspecto educacional do país, promovendo o surgimento da vocação empreendedora em jovens, desde o ensino primário. Exemplos incluem a formação de professores de empreendedorismo no Brasil, o ensino de empreendedorismo a todas as etapas do ensino médio na Escócia, um espaço de aprendizagem para novas empresas de acordo com a fase em que se encontram baseado no intercâmbio com empresários experientes na Holanda, clube de empresários que promove rede de aprendizagem entre empreendedores bem sucedidos e futuros empreendedores, programas de apoio a universidades nos EUA, redes integradas de aprendizagem no Canadá e Austrália. No paga Contrata póliza Previene al Asegurado de eventuales impagos.
Asume riesgos de impagos de sus clientes. Evalúa y monitorea Gestiona la
Cobranza Vende Asegurado VENDA DE PRODUTO PELA INTERNET TIPOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO - B2C (empresa x consumidor) - B2G (empresa x governo) - C2C (consumidor x consumidor) - B2B (empresa x empresa) Características Principales SISTEMAS CONTABILIDADE RISCOS DO E-COMMERCE Charles Pereira Costa
Cristiane Fernanda Neves
Gustavo de Assis Watanabe
Marcelo Luiz da Silva Cliente Deudor Um item importante é definir qual produto vender pela Internet. O mercado potencial é o segmento da população que possui interesse, renda e acesso aos produtos e serviços oferecidos por determinada empresa. O estudo das características para o mercado que pretente atuar é de extrema importância para que se possam conhecer as necessidades e os desejos dos consumidores e atendê-los de maneira mais eficiente. INTRAEMPREENDEDORISMO ESTÍMULOS AO EMPREENDEDORISMO O reconhecimento da importância da atividade empreendedora no desenvolvimento econômico tem levado cada vez mais países a promoverem iniciativas públicas ou privadas no sentido de melhorar o contexto no qual o empreendedor surge, cresce e se desenvolve de forma sustentável. Os componentes principais para a implantação de um programa integrado de desenvolvimento do empreendedorismo são os seguintes: 4. Estabelecimento de uma plataforma de serviços de apoio a empreendedores Formação de uma rede de instituições que ofereçam condições para a criação e desenvolvimento de novos negócios de forma protegida, sobretudo nos primeiros anos de vida dos empreendimentos. O exemplo clássico presente em inúmeros países são as incubadoras de empresas. Outros exemplos incluem: subsídio a programas de P&D e ponte para serem introduzidos a empreendedores na Holanda, programa de apoio a empresas de tecnologia no mercado internacional na Costa Rica, fundo para prover serviços de coaching para empreendedores na Alemanha, serviço de tutoria personalizada e mentoria para empreendedores na Argentina e serviços para startups como estudos de mercado, proteção de propriedade intelectual e desenvolvimento de produto no Chile e serviços integrados e centralizados de assistência técnica para empreendedores em El Salvador e no Chile. 5. Implementação de instrumentos de apoio financeiro a empreendedores Criação de uma ampla e diversa gama de oferta de recursos financeiros capazes de erguer novos negócios, evidenciado recentemente como fenômeno mundial na criação de fundos de capital semente, ou o capital inicial para começar um novo negócio. Outras iniciativas incluem: Provas de conceito dos negócios que se candidatam a aprovação de crédito na Escócia, rede que coloca empreendedores em contato com investidores-anjos na Escócia, fundo para promover spin-offs de base acadêmica na Alemanha, sistema de garantias e financiamentos simplificados na Escócia e EUA, investimento público em capital semente no Canadá e Israel. 6. Melhoria do contexto regulatório para o incentivo ao empreendedorismo Inclui e revisão e aprimoramento das leis que afetam a criação e o desenvolvimento de empresas, como leis de marcas e patentes, regras para compras públicas, exigências burocráticas, regimes de trabalho, proteção intelectual e incentivos tributários. Neste quesito, a Colômbia se destaca com seu conjunto de leis específicas para facilitar o surgimento de novos empreendimentos. Além disso, a Grã Bretanha, a Holanda e a Finlândia vêm reduzindo gradativamente as barreiras administrativas enfrentadas pelos pequenos e médios negócios. A Holanda reduziu impostos para empresas nascentes e a Argentina implementou taxa zero de impostos no primeiro ano de vida de novos negócios. 7. Disponibilidade de informação, avaliação e aprendizagem do empreendedor Desenvolvimento de estudos de base, monitoramento e de avaliação de desempenho que sirvam como indícios para a melhoria de programas de incentivo ao empreendedorismo. Instituições como o SEBRAE no Brasil ajudam a avaliar taxas de descontinuidade de negócios, ou o Corfo, no Chile, que avalia constantemente seus programas, e o Observatório PyME da Argentina, que mede as necessidades dos empreendedores a cada três meses. O interessante nesse estudo é a constatação que estas iniciativas não dependem apenas do governo e muitos destes programas acontecem graças a ações do setor privado e do terceiro setor. Outra conclusão relevante do estudo é que, embora muitos países repitam a essência dos programas uns dos outros, como incentivo ao capital semente, à formação no ensino básico ou na criação de incubadores, em uma análise mais detalhada sobre a forma de implementação, nota-se que os programas são totalmente diferentes e aqueles que são bem sucedidos são os que demonstraram ter feito bem a lição de casa com o primeiro componente, ou seja, uma boa autoanálise para saber como o programa deve ser implementado face o contexto empreendedor no qual o país faz parte. Esses esforços são grandes em todos os países, o que nos deixa mais aliviados, pois reconforta saber que a luta para promover o empreendedorismo no Brasil é também à luta de muitos pelo mundo. Intraempreendedorismo (também conhecido como Empreendedorismo Corporativo) foi uma palavra introduzida por Gifford Pinchot III para descrever como corporações podem se beneficiar se seus empregados adotassem uma postura empreendedora no próprio local de trabalho. Esta ideia combina um espírito empreendedor independente e uma sabedoria não convencional de uma organização. Embora isso possa parecer como uma divergência entre pensamentos, intraempreendedorismo tem atualmente prosperado em muitas das maiores organizações mundiais.

Talentos que possuem a capacidade de criar, inovar e buscar novas oportunidades para as organizações em que trabalham são os chamados intraempreendedores. Este perfil de profissional tem sido cada vez mais valorizado pelas empresas de recrutamento e o principal motivo está nos valores que agregam nas companhias em que passam. De acordo com Edmundo Brandão Dantas, professor-adjunto da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, em cenário de concorrência acirrada, as organizações que valorizam o espírito empreendedor internamente e proporcionam liberdade aos colaboradores para proporem ideias e colocá-las em prática ganharão vantagem competitiva. “O método do intraempreendedorismo também tem se mostrado interessante para empresas mergulhadas na burocracia e em estado de estagnação competitiva. Neste caso, o intraempreendedor busca resgatar o foco no cliente e no produto, o que permite a redefinição clara da missão da empresa, o resgate da comunicação e a proximidade das pessoas aos focos, o desmantelamento das estruturas funcionais e a reorganização da empresa pelos fluxos reais de trabalho, ou seja, os processos”, complementa Dantas em seu artigo “Empreendedorismo e IntraEmpreendedorismo”. O consultor Gifford Pinchot, que estabeleceu o conceito de intraempreendedorismo no Brasil, estabelece 10 Mandamentos do intraempreendedor:
1) Forme sua equipe. Intraempreendedorismo não é uma atividade solitária
.2) Compartilhe o mais amplamente possível as recompensas.
3) Solicite aconselhamento antes de pedir recursos.
4) É melhor prometer pouco e realizar em excesso.
5) Faça o trabalho necessário para atingir o seu sonho, independentemente de sua descrição de cargo.
6) Lembre-se de que é mais fácil pedir perdão do que pedir permissão.
7) Tenha sempre em mente os interesses de sua empresa e dos clientes, especialmente quando você tiver
que quebrar alguma regra ou evitar a burocracia.
8) Vá para o trabalho a cada dia disposto a ser demitido.
9) Seja leal à suas metas, mas realista quanto ás maneiras de atingi-las.
10) Honre e eduque seus patrocinadores. Para estimular o surgimento de mais intraempreededores em sua organização não é uma tarefa fácil. Estudiosos apontam que além de ter a alta administração envolvida com este compromisso é preciso rever processos e responsabilidades, bem como dar mais autonomia aos colaboradores para assumirem riscos. O uso de uma estrutura de unidades de negócio pode auxiliar neste processo de descentralização e um modelo de recompensa sustenta a ideia. Qualquer organização pode implementar ações que promovam um clima estimulante para as atividades empreendedoras. Porém, essas ações devem ser específicas para cada empresa, sendo necessária uma avaliação dos pontos críticos, para depois adaptar ou criar um novo programa que atenda as necessidades da organização. Porém, não adianta apenas as organizações terem indivíduos com espírito empreendedor se as empresas não dão condições para que seus colaboradores proponham novos projetos etenham condições de implementá-los. A empresa deve criar condições para que as pessoas, em todos os níveis, ajam de forma empreendedora, caso contrário haverá perda para ambos os lados. Existem alguns fatores que influenciam a saída de empreendedores corporativos da organização. O primeiro é o tipo de cultura organizacional e de seus líderes, que geralmente tem-se uma postura conservadora e pouco competitiva, intolerantes quanto a riscos e fracassos e que não abre espaço para o desenvolvimento de novos projetos. Outro fator importante é a falta de normas que prevêem dotações orçamentárias para investimento edesenvolvimento de novos negócios. Além disso, os ganhos referentes aos projetos de sucesso não são rateados, o que causa certa desmotivação entre os intraempreendedores. INTRAEMPREENDEDORISMO MODERNO O CASO DO E-COMMERCE Após a liberação da internet para fins comerciais, vários tipos de negócios vêm sendo oferecidos nesse mercado. Essa evolução acelerada está causando alterações nos costumes e hábitos das pessoas nas aquisições on-line. Hoje a internet é uma realidade nas transações comerciais e nas pesquisas de preços, criando uma revolução nos negócios e desempenhando um papel de fundamental importância na transformação do mercado global, dando origem a uma “economia digital”. A internet vem sendo utilizada para comercialização de produtos, haja vista que, as empresas no intuito da ganhar novos consumidores, estão buscando formas de atraí-los com maior rapidez e eficiência. Este tipo de comércio é chamado de e-commerce, o qual trata das transações comerciais de compra e/ou vendas de produtos e ou serviços pela internet. As organizações que atuam no e-commerce possuem sua própria website de maneira independente ou se agregando a espaços comerciais on-line, os chamados shoppings virtuais Essas transações apresentam vantagens tais como: comodidade dos clientes, rapidez na entrega dos produtos, um menor número de funcionários, compras 24h, diversas opções de pagamento e minimização do espaço físico. Com isso os clientes não precisam necessariamente sair de suas casas para adquirir mercadorias e podem dessa forma obter produtos de difícil acesso no mercado e com maior comodidade. As mudanças causadas pelo avanço de novas tecnologias produzem impactos na sociedade e um processo de adaptação a mudanças “radicais” de comportamentos. Dessa forma, as empresas tem procurado cada vez mais adotar o uso intensivo e ampliado da Tecnologia da Informação (TI), tema qual tem sido usada como uma poderosa ferramenta empresarial que altera as bases da competitividade e as estratégias empresariais. Da evolução da informação surgiu o aperfeiçoamento do comércio eletrônico, o qual compreende uma realização de toda a cadeia de valores processuais do negócio em ambiente virtual, aplicando intensas tecnologias de comunicação Ademais, no novo ambiente empresarial, as organizações não devem rejeitar o mercado virtual, pois se trata de um recurso comercial imprescindível para as empresas, tendo em vista ser mais um mecanismo de compra e venda de produtos, serviços e informação.
Sendo assim o e-commerce oferece agilidade, comodidade e flexibilidade, sendo utilizado por uma grande parte dos consumidores do Brasil e do Mundo, aplicando tecnologias de comunicação e de informação em tempo real. Escolher com que tipo de comércio eletrônico irá trabalhar de acordo com o mix de produto que pretente comercializar na loja virtual Empresas que vendem apenas para outras empresas.Ex: Loja de material para escritório que vende apenas para empresas cadastradas. Empresas que vendem para o consumidor. Ex: Lojas Americanas, Submarino. Consumidor vendendo para consumidor.Ex: www.MercadoLivre.com.br e www.eBay.com. Negócios entre empresas e o governo.Ex: www.ComprasNet.gov.br ESTOQUE Certamente o cliente tem muita pressa para receber o produto que comprou na loja virtual. Portanto o estoque do produto é uma etapa muito importante para a Loja On-line. PRONTA ENTREGA Empresa já vende produtos na loja física e irá iniciar a venda dos produtos pela loja virtual. Nesse caso além de ser um comerciante e estar acostumado com reposição de estoque, o produto que irá vender na loja virtual vai estar integrado ao estoque da loja física, isso significa que já possui para pronta entrega. PARCERIA COM FORNECEDOR Para quem está iniciando e ainda não tem dinheiro para investir em estoque. A sugestão é realizar parcerias com fornecedores para despachar o produto diariamente. CONSIGNAÇÃO Ter produtos em consignação no estoque é a opção “mais barata” para ter o produto para envio imediato. É necessário muita disciplina quando se trabalha com produtos consignados, pois além de se tornar responsável por uma certa quantia em valores dos produtos de fornecedores, muitas empresas acabam embolam o financeiro por não prestar contas corretamente ao fornecedor. ESTOQUE PRÓPRIO Comprar com sabedoria os produtos que irá vender e manter em estoque, pois muitas vezes nessa compra consegue ótimos descontos, fazendo aumentar lucro ou se resolver repassar esse desconto ao internauta, pode gerar mais vendas baseadas em preço. Existem sistemas gratuitos de loja virtual, onde basta um pouco de conhecimento de programação e a loja virtual em pouco tempo estará pronta para comercializar os produtos, mas é preciso levar em consideração algumas questões, como a segurança para o internauta efetuar pagamento on-line, alem de certificar de que a plataforma irá atender a necessidade de acordo com as características do produto a ser vendido na loja virtual. Para um iniciante em vendas pela internet é importante utilizar um sistema padrão, que serve para a maioria dos tipos de produtos que pretente vender. Um item bem interessante que precisa ser analisado é que geralmente estes sistemas incluem em sua mensalidade, melhorias e atualizações. Uma loja virtual não pode ficar off-line e a escolha de todo o sistema é fundamental alem de se manter em constante atualizações com novas procedimentos de segurança e inovações. Quando a loja já estiver consolidada, e caso algum detalhe desse sistema padrão lhe incomode, você pode contratar a criação de um sistema baseado na necessidade desejada. O custo de um sistema deste tipo pode ser alto dependendo da empresa contratada e dos detalhes a serem implementados. Toda comercialização de produtos, mesmo sendo pela internet é preciso que a empresa seja responsável e atenda a legislação de acordo com o produto que irá comercializar. Registrar a empresa para ter autorização e garantir ao consumidor a emissão da nota fiscal. Portanto a empresa precisa de contratar uma empresa Contábil para apuração dos impostos. FORMAS DE PAGAMENTO A loja virtual tem que oferecer o máximo de formas de pagamentos possíveis para o internauta, segue a maioria delas com soluções online:
Sendo a empresa registrada possuirá o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), e será necessário para fazer contratos com cada uma das formas de pagamentos que desejar oferecer para o seu cliente. Junto com cada contrato vêm taxas mensais fixas. Gateway de Pagamentos é uma rápida solução de formas de pagamentos e também gera redução dos custos iniciais de pequenas ou iniciantes empresas. Firmando um único contrato com algum Gateway de pagamento, disponibiliza rapidamente para os clientes a maioria das formas de pagamentos disponíveis e também oferece o parcelamento de das compras, com taxas de juros menores do que as das financeiras. Sem burocracia nenhuma, a loja já passa a disponibilizar todos os cartões de crédito como forma de pagamento para os clientes. FORMAS DE ENTREGA Além da rapidez, é importante preocuparmos com os custos que o cliente terá com a taxa de entrega, por isso, na loja virtual o contrato do serviço e-Sedex com os correios, é uma modalidade exclusiva para empresas que atuam no comércio eletrônico, e a taxa de entrega que eles oferecem é bem diferente do Sedex tradicional. Existem alguns requisitos para firmar o contrato de e-Sedex, e um deles é um consumo mínimo mensal em torno de R$ 600,00 em serviços de entrega. Não existe venda sem publicidade, então, não existe loja virtual sem publicidade. São diversos os canais de publicidade via internet, e um ou mais das opções, com certeza se adapta melhor ao tipo do produto que se pretende comercializar na loja virtual:

- Servidores de Procura (Google, Yahoo, MSN Live)
- Comparadores de Preço (Buscapé, Zura, Bondfaro)
- Links Patrocinados (Google Adwords, Yahoo Search Marketing)
- Banner (imagem)
- Email Marketing
- Áudio/PodCast
- Vídeo/VideoCast O comércio eletrônico é promissor, mas vender pela internet exige tanto cuidado e atenção quanto um negócio no formato tradicional. E enxergar os riscos que esse tipo de negócio oferecer é de extrema importância para o sucesso. Vejamos abaixo os principais riscos: Falta de um Toque Pessoal O relacionamento humano é extremamente fundamental para a maioria das pessoas. O resultado das compras em lojas virtuais é um processo unilateral, onde os clientes estão praticamente sozinhos e não interagem fisicamente com ninguém, no máximo digitalmente. Uma vez que diferentes pessoas cantam musicas diferente, a falta de toque pessoal em transações online é uma desvantagem. Atrasos de Mercadorias A grande maioria dos sites de comércio eletrônico oferece muito tempo para entregar os bens em suas mãos, na melhor das condições é o “amanhã”. Por exemplo, se você quiser comprar uma caneta para escrever algo agora, com certeza não poderemos comprá-la online, da mesma forma um doce que você quer comer agora, um livro para ler à noite. Existem as exceções que são os produtos digitais (e-books, games, músicas), neste caso a experiência é completa e perfeita.
Também temos o fato das lojas virtuais geralmente dependerem de empresas terceiras como os correios, que podem além do atraso, extraviar mercadorias ou danificar produtos. Muitos Bens não Podem ser Comprados Online Apesar de muitos itens estarem disponíveis para compra, ainda existem bens que não podem ser comprados online. A maioria deles está nas categorias “perecíveis” ou “frete desproporcional”. Pense nisso, você não pode pedir um picolé. Ou ainda um item cujo valor seja muito ínfimo em relação ao frete para transportá-lo até você, inviabiliza a transação online. Não Permitir Experimentação do Produto antes da Compra Você não pode tocar o tecido da roupa que você quer comprar. Você não pode verificar o quanto o sapato se ajusta aos seus pés. Você não pode "testar" o perfume que você deseja comprar. Comércio eletrônico não permite isso. Qualquer um Pode Criar um Site de Comércio Eletrônico Vivemos em uma época em que os prestadores de plataformas de loja virtuais conferem a capacidade de criar uma loja dentro de minutos. É possível criar uma loja básica em menos de 10 minutos. Porém, se é possível criar uma loja, como saberemos que a loja que estamos comprando é genuína? As baixas barreiras para entrada nos negócios virtuais podem ser uma grande atração para os aspirantes empreendedores. Entretanto, para o comprador, a confiabilidade pode ser um problema. Isso pode levar os clientes a restringir suas compras on-line para sites de comércio eletrônico famosos. Segurança na Internet As lojas virtuais não ficam de fora quando o assunto é segurança. Tanto o cliente quando o empreendedor pode sofrer ataques virtuais como: Vírus, Hackers e quebra de sigilo de informações ou clonagem de cartões de crédito.
Não utilizar meios eficientes para mitigar os possíveis problemas, com certeza é de fato um grande risco. O Risco do Chargeback nas Vendas por Cartão O Chargeback é o cancelamento de uma venda feita com cartão de débito ou crédito, que pode acontecer por dois motivos: um deles é o não reconhecimento da compra por parte do titular do cartão, e o outro pode se dar pelo fato de a transação não obedecer às regulamentações previstas nos contratos, termos, aditivos e manuais editados pelas administradoras. Ou seja, o lojista vende e depois descobre que o valor da venda não será creditado porque a compra foi considerada inválida. Se o valor já tiver sido creditado ele será imediatamente estornado ou lançado a débito no caso de inexistência de fundos no momento do lançamento do estorno. Os números são desconhecidos, mas o que se sabe é que o volume é assustador principalmente nas lojas virtuais uma vez que sem os cartões de crédito as chances de sucesso de uma loja virtual são bastante reduzidas, já que mais de 60% das vendas são feitas dentro dessa modalidade de pagamento. Devoluções de Mercadorias por Arrependimento Supondo que a loja virtual tenha vendido um produto qualquer pela internet, e o cliente recebeu o produto, e por algum motivo não tenha gostado do produto e queira devolver.
Nossa legislação, mais especificamente o Código de Defesa do Consumidor, prevê que em caso de arrependimento o comprador tem 7 dias a contar da data do recebimento, para devolver o produto sem nenhum ônus, inclusive valor pago com frete.
A possibilidade de devolução está prevista no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor e determina desistência do contrato. Importante mencionar que a Lei prevê a faculdade de devolver o produto ou o serviço somente em caso de contratação fora do estabelecimento comercial, ou seja, por internet, telefone, televisão, catálogos, etc. Trocas e Garantias de Mercadorias Caso o comprador necessite de troca ou garantia de um produto, comercializado através de E-commerce, é de responsabilidade da loja virtual, assumir os custos de troca, ou seja, Logística Reversa e enviar outro produto, se for o caso, sem nenhum ônus ao comprador. Questões Jurídicas. Havendo uma reclamação formal na esfera judicial, um processo do Comprador contra a loja virtual, essa deverá se defender juridicamente na localidade do comprador, arcando com custos judiciais, honorários advocatícios e despesas de viagem.
O Código de Defesa do Consumidor, entende que o comprador é a parte “fraca” da relação e dá a esse o benefício de “foro privilegiado” e ainda “Inversão do Ônus da Prova”.
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