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(Trans)formação em Jornalismo: Propostas das Universidades brasileiras numa década de mudanças

Apresentação para a banca do Exame de Qualificação de Doutoramento ( Santa Maria, RS, Nov2014)
by

Edileuson Almeida

on 27 December 2016

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Transcript of (Trans)formação em Jornalismo: Propostas das Universidades brasileiras numa década de mudanças

(Trans)formação em Jornalismo:
Doutorando
Edileuson S. Almeida

Objetiv s
Refletir sobre a dinâmica da formação em jornalismo no Brasil, considerando os processos de transformações operados pelas propostas pedagógicas norteadas pelas diretrizes curriculares nacionais (DCNs), a partir das produções bibliográficas (pesquisadores) e dos interlocutores (docentes de jornalismo).
Sumário da tese
O estudo quantitativo teve por finalidade analisar qual o meio de informação mais utilizado na tomada de decisão de qual instituição o aluno irá cursar o curso de especialização.
Presencialmente, em sala de aula
Questionário - 17 questões objetivas.
FASE DESCRITIVA
242 indivíduos
11, 2% dos alunos são nascidos no ano de 1988;
51,2% do sexo masculino;
90,5% possui atividade remunerada;
45,5% alunos são graduados na PUCRS;
61,6% têm carro próprio
análise estatística
Dos 29 cursos das unidades pesquisadas, foi possível contatar alunos de 16 cursos de pós-graduação, sendo 8 cursos da FACE, 3 da FADIR, 2 da FAMECOS e 3 da FENG.
Dos 242 entrevistados:
126 são estudantes da FACE
39 alunos da FADIR
39 da FAMECOS
38 estudantes FENG
67,4% dos entrevistados estão no 1º semestre do curso
Estrutura do Projeto
Da amostra analisada, grande parte do público (63%) possui carro próprio, enquanto 26% usa o transporte público e os outros 11% correspondem a usuários de transporte privado, carona e outros.
Mais da metade dos respondentes (55%) são os próprios financiadores 14% dos entrevistados tem seu curso financiado pelos familiares
23% dividem os gastos do curso com familiares ou a empresa onde trabalham.

As empresas financiam integralmente apenas 7,4% dos alunos, de acordo com a amostra.
Foi elaborada como uma escala de 1 a 5 (na qual 1 corresponde a discordância total e 5 a concordância total do entrevistado) e os participantes tiveram que apresentar o grau de concordância para cada afirmação quanto a contribuição para a escolha da PUCRS.
Capítulo 1
95% dos alunos concordaram que a credibilidade da Universidade foi um fator decisivo para a escolha da PUCRS
62,2% concordaram totalmente
32,8% parcialmente.
Nenhum entrevistado afirmou que a credibilidade da Universidade não tenha sido um fato decisivo para sua escolha.
60% dos entrevistados concordou ser um importante fator no processo decisório.
Dos outros 40% dos entrevistados, a maioria (22,9%) não discordou nem concordou que tenha sido importante para a escolha da PUCRS e os demais discordaram parcial (9,6%) ou totalmente (7,5%).
62,9% concordam que esta tenha contribuído para a escolha escolha da PUCRS, sendo que, destes, a maioria (32,1%) concorda parcialmente. 23,8% dos entrevistados mostra-se imparcial, não concordando nem discordando da importância para sua escolha, e os demais discordam, sendo 7,5% parcialmente e 5,8% totalmente
37,1% concordou parcialmente
15,4% totalmente.
Uma considerável parte da amostra (27,5%) não discordou nem concordou que tenha se importado com o valor para sua escolha
Uma minoria de 20% discordou
.
Orientadora
| Profª. Dra. Ada Cristina Machado Silveira
(UFSM)
Co-orientadora
| Profª. Dra. Aline Roes Dalmolin
(UFSM)

Obrigado!
Quanto aos cursos nos quais os entrevistados são graduados, percebeu-se uma grande distinção nas respostas:
Apesar de 50% das respostas provirem de estudantes da FACE, menos da metade dos entrevistados são graduados em cursos de oferecidos pela Faculdade (21%)
14% formados em Administração
6,6% em Contábeis
menos de 1% em Economia (0,4%).
Mesmo havendo poucos entrevistados na FADIR, FAMECOS e FENG, pode-se perceber que grande parte (20,7%) cursou Direito
16,2% são formados nos cursos de graduação oferecidos pela FAMECOS (Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Relações Públicas).
A alta incidência de respostas na opção “Outros” é justificada tendo em vista que cerca de 30 outras opções de cursos de graduação foram respondidas nos questionários e tiveram entre 1 e 7 entrevistados que a cursaram.
Dos alunos entrevistados, 68,6% irão concluir o curso em 2014 .
Geral
Específicos
Desenvolvimento da Metologia (aplicação)
Sumário
e
Apresentação dos Capítulos
Sumário
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Social
Jornalismo: Interesse Público e Cidadania
Profissional
Objeto de interesse cotidiano
Ensino de Jornalismo
Contribuição à pesquisa sobre a formação em Jornalismo no Brasil
Revisar o estado da arte sobre a formação em jornalismo como tema na pesquisa comunicacional brasileira;
Analisar a formação dos jornalistas brasileiros nos olhares (livros, coletâneas, teses dissertações e artigos científicos), nas propostas de diretrizes curriculares nacionais (DCNs) e no conteúdo dos projetos pedagógicos de jornalismo;
Analisar a proposta de formação em jornalismo no Brasil presente nos discursos dos interlocutores (docentes);
Relacionar as propostas de perfil do jornalista presentes no universo da pesquisa aos paradigmas de abordagem comunicacional (informacional e relacional).
A formação em jornalismo supõe o preparo para atuação numa profissão cuja identidade, nos últimos dois séculos, tem sido problematizada reiteradas vezes, especialmente quanto a sua real necessidade para o relato dos acontecimentos sociais. O jornalismo, ao considerar a linguagem e a interação social como mediadores na construção do pensamento e do conhecimento humano e, portanto, contemplando uma função na democracia ocidental, constitui-se como um saber especializado. Ele opera, assim, enquanto mediador das relações simbólicas, com linguagens convencionadas para as narrativas dos acontecimentos de interesse público. A relevância científica da pesquisa considera que o jornalismo é um dos fenômenos contemporâneas em contínua mutação que mais exige ajustes das instituições de ensino nos processos de formação dos novos profissionais. Para isso apontamos a questão como pensar o jornalismo frente à (trans)formação que as instituições superiores tem promovido no desenvolvimento de competências dos futuros profissionais no Brasil. O recorte metodológico reconhece a produção bibliográfica brasileira (livros, coletâneas, teses, dissertações e artigos científicos), a proposta do Projeto Pedagógico balizado em diretrizes curriculares nacionais (DCNs) e a concepção dos docentes, detido no período de julho de 2001 a dezembro de 2013.
Propostas das Universidades brasileiras num cenário de mudanças
Resumo
Justificativa
Jornalista: Democracia, Justiça e Liberdade
U
(Trans)formação em Jornalismo:
Propostas das Universidades brasileiras num cenário de mudanças
Justificativa
Social
Profissional
Objetiv s
Geral
Específicos
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO I
A tríade em interação: universidade, jornalismo e formação profissional
1.1 Jornalismo e jornalista: episteme
1.2 Conhecimento e realidade: a universidade e o desafio da formação
1.3 O jornalista diplomado e o “amador profissional”
1.3.1 A figura do leitor/usuário/autor/produtor
1.4 A abordagem comunicacional dos paradigmas informacional e relacional no jornalismo
1.5 Ação, Relação e Interação: jornalismo e sociedade

Obrigado!
Questão de pesquisa
Questão de pesquisa
Como pensar o jornalismo frente à (trans)formação que as instituições superiores tem promovido no desenvolvimento de competências dos futuros profissionais no Brasil?
Resumo
Palavras-chave
Palavras-chave
Jornalismo;
Formação superior;
Brasil;
Informacional;
Relacional
Hipó
tese
Diante da possibilidade de formação em jornalismo, as propostas das universidades brasileiras transitam entre a especializante e a experimental. A primeira constrói-se orientada pelo paradigma informacional, detido no propósito de instrumentalizar as práticas produtoras de conteúdo que percebem os acontecimentos a partir de um interesse econômico/comercial. A segunda constitui-se a partir do paradigma relacional, em busca de outros espaços suscetíveis de operacionalizar a construção de narrativas sobre os acontecimentos, transformando-os em bens simbólicas e garantido o fluxo desses fenômenos comunicativos. A formação especializante está voltada a uma instrumentação do fazer, pouco atenta à efetiva circularidade da interação da prática jornalística. Uma formação mais aprofundada, calcada no paradigma relacional, vai propiciar ao jornalista a compreensão da cadeia reflexiva que acontece entre jornalismo e vida social.
Bases‭ ‬
teórico-metodológicas‭

Capítulos de livros, dissertações, artigos centíficos (anais e revistas), resenhas, editoriais, entrevistas, reportagens...
Comunicação e Jornalismo

Formação => saber especializado (ensino/aprendizagem)
Informacional/Relacional (conhecimento e realidade)
Jornalismo e a Formação (Pedagogia)
Ramandan (2000), Moura (2000), Petrarca (2007), Bernardo (2010), Blasques (2010), Mendes (2012)
Autores principais

Arendt (1972, 2007), Hohlfeldt et. all. (2001), Marques de Melo (1974, 1975, 1979, 1991, 2008, 2009, 2011), Mead (1962), Rogers (1973), Traquina (2005), Wolf (1985).
Autores
indispensáveis
(desvios necessários)
(leituras de espinhal dorsal)
Beltrão (1960), Flichy (2001, 2013), França (2001, 2006, 2008), Freire (1967, 1970, 1992, 1997), Genro Filho (1987), Groth (2005), Kuhn (2011), Kunczik (2002), Vassalo Lopes (2001)
Autores
de suporte
(rotas traçadas: Teses)
Jornalismo => Profissão / formação
textos
complementares
(desdobramentos)
Sumário da tese
CAPÍTULO III
A formação dos jornalistas: olhares, diretrizes e projetos
3.1 O ensino, a pesquisa e a extensão na formação de jornalistas no século XXI: olhares
3.2 A formação superior em jornalismo no Brasil: do Caburaí ao Chuí
3.3 As diretrizes curriculares para a (trans)formação no curso de jornalismo
3.4 Os projetos de vanguarda: as pioneiras na formação de jornalistas
3.5 Matrizes curriculares: características, causalidades e especificidades
3.5.1 A formação de jornalistas: perfil, competências e habilidades

CAPÍTULO II
A formação em jornalismo na pesquisa comunicacional brasileira
2.1 Universo de pesquisa: corpus e amostragem
2.1.1 Do bruto ao líquido: observação, seleção e operacionalização da matriz de análise
2.1.2 Objeto empírico: o universo da pesquisa e a matriz de análise
2.2 Pesquisa sobre formação em jornalismo: a produção bibliográfica
2.3 Formação em jornalismo: os interlocutores

CAPÍTULO IV
Os jornalistas formados: sentidos e interlocutores
4.1 A dinâmica evolutiva da (trans)formação em jornalismo no Brasil
4.2 A flexibilidade curricular: currículo como espaço de (re)construção
4.3 A interdisciplinaridade na construção formativa dos jornalistas
4.4 A qualificação continuada: o docente como sujeito de mediação
4.5 O jornalismo no campo da formação: propostas e tendências
4.5.1 Formadores e expectativas
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
ANEXOS
APÊNDICES
Banco de dados para análise
Banco de dados para análise
Exame de Qualificação
Apresentamos a hipótese de que, diante da possibilidade de formação em jornalismo orientada à transposição de uma concepção meramente linear do fluxo mediado dos fenômenos simbólicos, as propostas de ensino nas universidades brasileiras transitam entre a especializante e a experimental. A primeira constrói-se orientada pelo paradigma informacional, detido no propósito de instrumentalizar as práticas produtoras de conteúdo que percebem os acontecimentos a partir de um interesse econômico/comercial. A segunda constitui o paradigma relacional, objetivando outros espaços suscetíveis de operacionalizar a construção de narrativas sobre os acontecimentos, transformando-os em bens simbólicas e garantido o fluxo desses fenômenos comunicativos. A formação especializante está voltada a uma instrumentação do fazer, pouco atenta à efetiva circularidade da interação da prática jornalística. Uma formação mais aprofundada, calcada no paradigma relacional, vai propiciar ao jornalista a compreensão da cadeia reflexiva que acontece entre jornalismo e vida social.
Objeto
Problema
Recorte metodológico
Hipótese
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