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Educação não formal – Um olhar analítico sobre a formação dos educadores do Grupo Escoteiro Universitário (GEU)

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by

Jefersson Fernandes

on 24 October 2014

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Transcript of Educação não formal – Um olhar analítico sobre a formação dos educadores do Grupo Escoteiro Universitário (GEU)

Identificar as variáveis inerentes à literatura proposta;
Entender como os formadores escotistas planejam, executam, supervisionam e avaliam;
Observar qual é a intenção dos formadores;
Perceber o pensamento por trás do planejamento e execução das atividades;
Descrever as estratégias e metodologias.

Objetivos Específicos
Objetivo Geral

Analisar a concepção de formação e as práticas formativas que ocorrem no movimento de escoteiros, com ênfase no processo de aprendizagem que ali ocorre.

Objetivos do Estudo
No Brasil, em 1910, no Rio de Janeiro, reuniram-se os primeiros interessados pelo Escotismo que fundaram o primeiro centro de escoteiros do país. Já no Rio Grande do Norte, o escotismo chegou em 1918 e desde então tem contribuído para o desenvolvimento da juventude.

No Brasil
O escotismo cresceu rapidamente e BP passou a escrever pequenos periódicos onde sugeria atividades para os rapazes realizarem em grupo.

Mais tarde, a coletânea destas pequenas edições transformou-se em uma das grandes obras para o escotismo: o livro “Escotismo para rapazes”, ainda hoje utilizado pelos escotistas e membros juvenis.

Primeiras Literaturas para Movimento Escoteiro
Fundado em 1907, pelo general inglês Robert Stephenson Smyth Baden-Powell (BP), em Londres.

Objetivo de proporcionar atividades agradáveis ao ar livre, contato com a natureza, além de convivência em grupo através de jogos e brincadeiras.

O primeiro acampamento também teve o objetivo de tirar estes jovens do ócio sem que tivesse uma conotação formal, e este evento teve um completo êxito.

O surgimento do escotismo
Educação não formal – Um olhar analítico sobre a formação dos educadores do Grupo Escoteiro Universitário (GEU)
Metodologia
A metodologia utilizada foi a pesquisa de campo, cujo desenvolvimento se deu através da interação do grupo de estudo com os membros líderes escoteiros, foi elaborado um conjunto de questionamentos, partindo da observação do comportamento do grupo.
Formação
Cursos de formação
21 anos ou mais
Estudo para serem lidos
Módulos são ensinados em ambientes dentro e fora de sala de aula, inclusive
como ‘prática supervisionada’


Prática
Ciclo tem um período de três meses
Primeira etapa da prática educacional - “chuva de idéias”
O papel de mediadores
O cronograma que foi planejado
Avaliação
Diagnosticar e avaliar as atividades e a progressão pessoal
Todas estas habilidades, estimuladas pela pedagogia do movimento escoteiro, têm seu devido reconhecimento com a conquista de distintivos de progressão e especialidades. Esta insígnia são o reconhecimento por parte do grupo ao empenho e esforço do jovem.

Analise dos Resultados
Observou-se que cada elemento tem uma função educacional, cada elemento complementa o impacto dos demais. A fim de se alcançar o desenvolvimento holístico do jovem, nenhum elemento do Método Escoteiro pode faltar e todos devem ser usados adequadamente. Assim como estimulam-se os jovens pelo seu desenvolvimento pessoal, os adultos são estimulados a sempre prosseguir em sua formação como escotistas. Desta forma, o “não ser pedagogo” não faz tanta diferençam se houver a disposição de ser mediador, facilitador, “irmão mais velho”, como sugeriu Baden-Powell.

Grupo:
Dilia Doolan
Flávia Melo
Raquel Medeiros
Vicente Lino
Zilana Marcelino

Agradecimentos:

GEU - Grupo Escoteiro Universitário
Professora Cynara Teixeira Ribeiro

Considerações Finais
Conclui-se que é possível avaliar o aprendizado fora dos meios convencionais e, é admissível trabalhar o desenvolvimento do jovem de forma integral sem fazer separação do seu crescimento físico do intelectual, por exemplo. Por fim, esse projeto vem a desmitificar a ideia que só existe educação se for entre os muros da escola, que só pode educar quem tem formação acadêmica. O movimento escoteiro está há mais de cem anos provando o contrário.

Bibliografia
ANDREOZZI, M. L. Educação e Subjetividade. 2005

COSTA, A. P. P. Educação Não-Formal tendo como exemplo de modelo pedagógico o método escoteiro. Rio de Janeiro. 2004

VIGOTSKY, L. S.; Psicologia Pedagógica, 1a edição, Martins Fontes, 2001, São Paulo.

GOHN, M.G. Educação não-formal e o educador social. Revista de ciências da educação. São Paulo. 2008

FERNANDES,C.A.; RIBEIRO L. R.; COLLARES S.A.O. Escotismo: um espaço para a Educação não-formal e para a atuação do pedagogo. Revista de CIÊNCIAS da EDUCAÇÃO. São Paulo. 2008

DE CARVALHO, L. M. O. MARTINEZ, C. L. P. Avaliação formativa: a auto-avaliação do aluno e a autoformação de professores. Ciência & Educação, v. 11, n. 1, p. 133-144, 2005.
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