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Luz

Ana Gadelho nº2 8ºa
by

Ana Moreira

on 1 June 2014

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Transcript of Luz

A Luz
Propagação da luz

Num meio transparente e homogéneo, a luz proveniente de uma fonte luminosa, propaga-se em todas as direções e em linha reta. Existem vários exemplos que comprovam a propagação rectilínea da luz, tais como os eclipses do Sol e da Lua ou a formação das sombras. 
A velocidade de propagação da luz é 300 000 000 m/s.

Leis da reflexão da luz

As leis da reflexão da luz são:
O raio incidente, o raio refletido e a perpendicular estão sempre no mesmo plano;
O ângulo incidente é sempre igual ao ângulo de reflexão;

índice:
Corpos iluminados;
Propagação da luz;
Leis da reflexão da luz;
Reflexão da luz em espelhos curvos;
Formação de imagens em espelhos curvos;
Reflexão da luz em espelhos planos;
Refracção da luz;
Lentes;
Doenças nos olhos;
A dispersão da luz;
A cor-luz;
Aplicações da ótica na nossa vida;
Bibliografia.

Corpos iluminados

Os corpos iluminados podem ser:

Translúcidos –
Deixam-se atravessar por parte da luz, mas não permitem uma clara visão através deles.
Ex.:
Papel vegetal e vidro fosco.

Trabalho realizado por: Ana Clara Gadelho nº2 8ºA
Transparentes –
Deixam-se atravessar pela luz, sendo possível ver através deles.
Ex.:
Vidro, acrílico e água.

Opacos –
Não se deixam atravessar pela luz.
Ex.:
Madeira, granito.

Formação de imagens em espelhos côncavos
Formação de imagens em espelhos convexos
Reflexão da luz em espelhos planos
A imagem é virtual, simétrica e tem o mesmo tamanho do objeto.
Reflexão da luz em espelhos curvos
Espelhos convexos
Formação de imagens em espelhos curvos;
Espelhos côncavos
Espelhos curvos são espelhos que resultam do corte de uma esfera em que uma de suas superfícies é espelhada. Assim, surgem dois tipos de espelhos, os côncavos e os convexos. No primeiro a superfície refletora é interna, e no segundo externa.
Quando os raios de luz incidem no espelho côncavo, convergem no foco.
F - foco
C - centro de curvatura
V - vértice

Legenda:
Quando os raios de luz incidem no espelho convexo, divergem a partir do foco.


F - foco
C - centro de curvatura
V - vértice

Legenda:
Todos os raios de luz que incidem paralelamente ao eixo principal refletem na direção que passa pelo foco principal. No espelho côncavo a passagem é efetiva, no convexo são os prolongamentos dos raios que passam pelo seu foco principal;
Todos os raios de luz que incidem no espelho, com sua direção passando pelo foco principal, refletem paralelamente ao eixo principal;
Todos os raios de luz que incidem no espelho, na direção do seu centro de curvatura, refletem sobre si mesmos;
Todos os raios de luz que incidem no vértice do espelho refletem simetricamente em relação ao eixo principal.
Propriedades dos espelhos curvos
Refração da Luz

A refração é um fenómeno óptico que ocorre com a luz quando ela muda de meio de propagação como, por exemplo, ar e água. Esse acontecimento só ocorre quando o feixe de luz se propaga com velocidade diferente nos dois meios.
Lentes
Lente é um elemento que atua por refração, introduzindo descontinuidades no meio em que a luz se propaga inicialmente, e que reconfigura a distribuição da energia transmitida. A forma da lente irá depender do tipo de reformatação da onda luminosa que se deseja.
Lentes divergentes
As lentes côncavas, divergentes ou negativas são mais finas no centro, e facilitam um avanço mais rápido da frente de onda nessa zona, aumentando o raio de curvatura e fazendo-a divergir mais acentuadamente.
Lentes convergentes
As lentes convexas, convergentes ou positivas as lentes mais espessas no centro e que tendem a fazer diminuir o raio de curvatura das frentes de onda incidentes.
Doenças nos olhos
Miopia
Hipermetropia
Hipermetropia é o nome dado ao erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina. Isso acontece principalmente porque o olho do hipermétrope é um pouco menor do que o normal. Outras causas incluem situações onde a córnea ou o cristalino apresentam alterações no seu formato que diminuem o seu poder refrativo, como a megalocórnea, onde a córnea é mais plana do que deveria ser.
O Hipermétrope geralmente tem boa visão ao longe, no entanto, na tentativa de focar a imagem para perto, pode não conseguir ou sentir desconforto visual.
Miopia é o distúrbio visual que acarreta uma focalização da imagem antes desta chegar à retina. Uma pessoa míope consegue ver objetos próximos com nitidez, mas os distantes são visualizados como se estivessem desfocado.
No caso da miopia, o ponto focal é formado antes, o que pode acontecer por vários motivos:
Excesso de poder dióptrico positivo do cristalino;
Excesso de curvatura da córnea e, por conseguinte, de seu poder dióptrico positivo;
Excessivo alongamento do globo ocular.
Para uma visão mais apurada, o ponto focal dos raios luminosos deve convergir para uma área próxima aos receptores de luminosidade (localizados na retina). Para isso usam-se lentes divergentes.
A dispersão da luz
A dispersão da luz é um fenómeno óptico que consiste na separação da luz branca em várias cores, cada qual com uma frequência diferente. Pode ser observada com um prisma ótico, por exemplo. O célebre físico e matemático, Isaac Newton, observou esse fenómeno e publicou um trabalho, no qual apresentava suas ideias sobre a natureza das cores.
Quando a luz se propaga e muda de um meio para outro de desigual densidade, as ondas de diferentes frequências tomam diversos ângulos na refração, surgindo várias cores. Antes de Newton, acreditava-se que a luz do Sol, era pura e que o surgimento das cores ocorria por causa das impurezas que o feixe de luz recebia ao atravessar o prisma.
Newton obteve um prisma retangular com o qual realizou uma experiência. Essa experiência conssistiu em fazer com que o seu quarto tivesse como única fonte de luz um orifício numa janela, depois colocar um prisma em frente ao orifício, de maneira que a luz, ao se refratar, fosse refletida na parede oposta e assim observar as cores formadas.
Newton não concordava com a ideia de que a luz era pura e que a cores se formavam em virtude de impurezas que lhe eram acrescentadas. Ele realizou outra experiência para mostrar que esse pensamento estava incorreto. O que ele fez foi fazer com que apenas uma das cores passasse através de um segundo prisma. Feito isso, percebeu que o feixe luminoso não sofria nenhuma alteração e, dessa forma, constatou que um prisma não acrescentava nada ao feixe luminoso que passa através dele. Assim lançou a hipótese de que a luz não era pura, mas sim policromática.
A interpretação da dispersão da luz, dada por Isaac Newton, ainda é aceite hoje em dia.
Cor- luz
Cor-luz é aquela que diz respeito à reflexão dos raios luminosos.
Identificada pelo fenômeno da refracção dos raios solares, essa concepção das cores deu-se pela primeira vez com Isaac Newton, em 1666.
Segundo essa compreensão, a cor percebida pelos olhos é aquela refletida pelo objeto no qual o raio solar incide. O branco, assim, consiste na mistura de todas as cores, ao passo que o preto é a ausência delas.
Sem a luz, nossos olhos não conseguem captar as cores. A cor é o resultado do reflexo da luz que não é absorvida por um pigmento.
Aplicações da ótica na nossa vida
Lentes
Para além de serem usadas nas dificuldades de visão, as lentes servem para o funcionamento dos telescópios, microscópios e câmaras fotográficas.
Fibra ótica
A Fibra Óptica é um meio de transmissão poderoso, fiável e resistente, oferecendo vantagens que superam grandemente as outras soluções, tanto ao nível da Internet, como da Televisão e do Telefone.
Um dispositivo laser possui em geral três partes principais; a substância que gera a luz, uma fonte de energia e espelhos especiais. O laser não cria luz, apenas a torna mais intensa. A luz do feixe de laser não se espalha pelo ambiente, mas segue uma linha reta. Por causa desta precisão, é usado na indústria para soldar ou para cortar materiais tão resistentes quanto chapas de aço; na medicina, para cortar ou costurar tecidos no corpo; na engenharia, para medir distâncias e objetos com exatidão.
Raios laser
É uma representação gráfica de dados numéricos. A descodificação dos dados é realizada por um tipo de scanner, o leitor de código de barras, que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura, a luz é absorvida; onde a barra for clara (espaços), a luz é refletida novamente para o leitor. Os dados capturados nessa leitura óptica são compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números legíveis.
Códigos de barras
Bibliografia
Noémia Maciel, Ana Miranda e M. Céu Marques, Eu e o planeta azul. 1ª edição, Porto: Porto Editora,2007.

Livro
Sites
http://www.casadigital.telecom.pt/Tecnologia/Fibra/Pages/fibra.aspx;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipermetropia;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espelhos_esf%C3%A9ricos;

http://www.mundoeducacao.com/fisica/a-refracao-luz.htm
http://www.brasilescola.com/fisica/a-dispersao-luz-branca.htm
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