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Sistemas de manejo em florestas naturais e plantadas

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by

diana martinez

on 11 December 2012

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Transcript of Sistemas de manejo em florestas naturais e plantadas

Diana Carolina Martínez Sánchez Sistemas de Manejo Comparação entre os Sistemas
de Manejo Florestal SISTEMA DE MANEJO PARA FLORESTA NATIVA Sistema de
Corte Raso O manejo das florestas depende de um planejamento eficiente, do rígido controle na elaboração, execução e gerenciamento do plano de manejo, medidas fiscais e do financiamento da atividade.

De acordo com a forma de extração das árvores os sistemas de manejo aplicados em florestas tropicais classificam-se, basicamente, em duas categorias: monocíclicos e policíclicos(SILVA, 2006) Sistemas de manejo em florestas naturais e plantadas Monocíclico Polocíclico A retirada da madeira comercial se dá de uma só vez, e apróxima colheita é baseada nas mudas das espécies comerciais existentes no momento do primeiro corte. Os ciclos de corte dependem do crescimento médio das espécies a regenerar, mas em geral, são longos. Um exemplo é o Sistema Uniforme Malaio. Este sistema permite que seja retirado apenas o crescimento da floresta acumulado no ciclo de corte Uma parte ou todas as árvores comerciais que atingiram o tamanho de corte são retiradas. As árvores de tamanho intermediário que permanecem na floresta passam a constituir o estoque remanescente para o próximo corte. Devido a isso, os ciclos de corte são bem menores que os do sistema monocíclico. O dossel superior de um povoamento florestal é totalmente removido em uma só colheita. O povoamento se regenera naturalmente após a colheita. Para tanto, é necessário que não se faça uso de técnicas tais como queimadas, que prejudicam o processo de regeneração natural do povoamento, além de degradar o sítio ao longo do tempo. Sistema de corte Raso Sistema de
Árvore sementeira Toda a unidade de corte é manejada da mesma forma que nos sistemas de corte raso. Porém, por um período de tempo, árvores selecionadas para o suprimento de sementes não são cortadas. Estas árvores fornecerão sementes para a regeneração florestal. Assim, os melhores indivíduos devem ser selecionados para que transmitam suas características genéticas desejáveis para a próxima geração (BCMF, 2009) Sistema Árvore Sementeira Sistema de Abrigo
por Ávores Adultas As árvores do dossel superior são deixadas no sítio para proteger a regeneração do dossel inferior, até que este não mais necessite de proteção. Em algum momento o dossel superior pode inibir o desenvolvimento das árvores do dossel inferior, através da expansão de suas copas e sombreamento, embora isto dependa da densidade das árvores do dossel superior e das espécies sendo manejadas. As árvores devem ser grandes e dominantes, resistentes ao vento, de espécies desejáveis e com características físicas desejáveis (BCMF, 2009). Sistema de Abrigo por Ávores Adultas Sistema de
Rebrota O sistema de rebrota é um sistema silvicultural uniforme para o qual o principal método de regeneração é a rebrota vegetativa tanto das raízes como dos troncos das árvores cortadas (BCMF, 2009). É conhecido como um sistema inferior de manejo florestal, devido ao fato de se amparar na reprodução vegetativa Sistema de
Seleção No sistema de seleção, árvores maduras são colhidas tanto como indivíduos espalhados ou em pequenos grupos em intervalos relativamente pequenos, repetidos indefinidamente, onde um povoamento florestal não-uniforme é mantido. A regeneração deve ocorrer ao longo de todo o período de vida do povoamento, com pulsos regenerativos ocorrendo após cada uma das entradas de corte (BCMF, 2009).
As pessoas muitas vezes confundem o termo“corte seletivo” com o “sistema de seleção”. Sistema de
Retenção É um sistema silvicultural que retém árvores individuais ou grupos de árvores para os seguintes propósitos: Sistema de Corte de Talhões O sistema de corte de talhões envolve a remoção de todo o povoamento de árvores, menos 1 hectare do tamanho do povoamento original. A regeneração é obtida tanto através de regeneração natural como artificial, ou uma combinação das duas (BCMF, 2009). Manter a diversidade estrutural no povoamento cortado por ao menos uma rotação;
Deixar ao menos metade da área total do povoamento cortado com a mesma altura de uma árvore base ou de um grupo base de árvores, estejam elas dentro ou fora do povoamento cortado;
A retenção pode ser dispersa ao longo de um povoamento cortado como árvores individuais ou grupos de árvores. Os objetivos da retenção são “caso específico” para a floresta existente em uma determinada área, tenha sido ela gerada através de plantio, pelas forças da sucessão natural, ou por ambos ao mesmo tempo. o objetivo é melhorar geneticamente um dado povoamento florestal e, por tanto, são retiradas as árvores com as piores características dentro deste povoamento SISTEMA DE MANEJO PARA FLORESTA PLANTADA Sistema de
Alto Fuste Este regime de manejo prioriza a produção de madeira de menores diâmetros, sendo usado para maximizar a produção por unidade de área. É o manejo utilizado para obtenção de matéria prima nas grandes empresas para produção de celulose, painéis de madeira reconstituída, carvão e energia. Sistema de
Talhadia É a condução do crescimento dos brotos nas cepas da floresta recém cortada, dando-se início a um novo ciclo florestal, sendo somente aplicável às espécies florestais que tenham capacidade de brotar após o seu corte. Desrame É uma operação que visa à obtenção de toras, melhorando a qualidade e aumentando o valor da madeira.
O corte deve ser bem rente ao fuste, pois mesmo que seja cortado o galho a 1cm do fuste, este 1 cm ficará marcado na madeira.
recomenda-se a retirada de até 1/3 da altura da copa, se não conduzida de madeira adequada pode provocar o retardamento do crescimento da planta, além de ser via acesso a contaminação por patógenos, caso na realização da atividade seja feita feridas. Por isso, deve-se usar uma serra e não se deve tentar quebrá-lo ou arrancá-lo Debaste O desbaste é uma atividade silvicultural que tem como objetivo a remoção de algumas árvores de forma a favorecer o crescimento das árvores remanescentes. Essa retirada visa, por tanto, diminuir a competição existente entre as plantas, disponibilizando maior quantidade de recursos, principalmente água e luz. Com maior quantidade de recursos as árvores remanescentes irão apresentar maiores taxas de crescimento após o corte, realiza-se o replantio (reforma) que normalmente é realizado com a troca de material genético e na entrelinha do plantio antigo. Deve-se manter o resíduo da colheita sobre a linha de tocos do plantio anterior, de modo a facilitar o preparo da entrelinha para o novo plantio.
é compatível para manejo sem sítios poucos produtivos Recomendável na escolha das espécies que se escolha espécies com boa capacidade de rebrotar
áreas com baixa mortalidade,
material genético de qualidade
espaçamento adequado Fatores influentes na produtividades das cepas qualidade do material genético,
altura de corte das cepas (10 a 15 cm),
tipo do solo,
face de exposição do terreno
sobrevivência,
sombreamento das cepas,
formigas cortadeiras e cupins,
época de corte,
mato-competição,
danos às cepas
condições climáticas. Para otimização da produção, realiza-se o manejo da brotação visando à recuperação da população original que consiste na retirada dos brotos inferiores, deixando 1 ou 2 por cepa para compensar as falhas, quando apresentarem aproximadamente 7 a 8 m de altura (SCOLFOROe MAESTRI, 1998). Os brotos escolhidos devem estar bem inseridos na cepa, ter boa forma e sanidade. A desbrota pode ser realizada de maneira manual ou semi-mecanizada, utilizando-se uma moto-roçadora. A altura máxima da desrama varia de 4 a 8 metros do solo.
A retirada dos galhos mortos e secos (poda seca)pode ser realizada em qualquer período do ano.
Para a retirada dos galhos vivos (poda verde) recomenda-se realizá-la no período de maior crescimento vegetativo, quando a cicatrização é mais rápida (SIXEL, 2008). Nas florestas plantadas, podem ser utilizados dois tipos de desbaste: o sistemático e o seletivo Desbaste Sistemático Consiste na retirada das plantas sem prévia avaliação, por exemplo, retirada de uma em cada 4 linhas de plantio. estes são mais recomendáveis para povoamentos altamente uniformes, nos quais as árvores pouco se diferenciaram entre si.
Esse sistema é mais simples e a principal vantagem é a facilidade de execução e o menor custo de extração, pois não há necessidade de selecionar as árvores.
A desvantagem é a menor produtividade do plantio, pois sem seleção, são retiradas também árvores com bom crescimento(SIXEL, 2008) Desbaste Seletivo Consiste na retirada de plantas segundo certas características pré-estabelecidas, que variam de acordo com o propósito a que se destina a produção. Para a escolha dessas árvores, é necessária a prévia seleção no campo,
O sistema mais empregado é o seletivo por baixo, que consiste na remoção das árvores inferiores (dominadas ou defeituosas), deixando as árvores de maiores diâmetros.
As desvantagens é o alto custo da operação, maior dificuldade de extração das árvores.
Para determinar a época da intervenção é necessário o acompanhamento do crescimento da floresta, sendo a realização do desbaste no momento em que a competição entre as árvores começa a provocar o decréscimo do incremento individual (SIXEL, 2008). OBRIGADA Tratamento Silvicultural Tratamentos aplicados a uma floresta manejada com o objetivo de aumentar a produtividade da floresta, beneficiar espécies sob manejo, melhorar a qualidade da floresta
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