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Psicologia Jurídica

textos: Julgadores, Vítimas e Instituições de Exclusão / Psicologia e Direito Civil / Direitos Humanos e Cidadania
by

Sylvia Flores Lopes

on 27 July 2013

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Transcript of Psicologia Jurídica

PSICOLOGIA JURÍDICA
sylviaflores@uol.com.br
Profa. Sylvia Flores
FIORELLI, José Osmir; MANGINI, Rosana Cathya Ragazzoni. Psicologia Jurídica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.

Textos:
1.Julgadores, Vítimas e Instituições de Exclusão
2.Psicologia e Direito Civil
3.Direitos Humanos e Cidadania
o que leva a vítima a se expor?
Os julgadores:

Julga-se perante uma perspectiva sociocultural interpretada pelos indivíduos por meio de seus filtros:
sensorias e cognitivos,
impregnados de valores e conceitos,
experiências,
expectativas e do
espírito da época (zeitgeist).
O examinar (do advogado, do delegado de polícia, do promotor e do juiz) compreende um confronto de linguagens e esquemas de pensamentos entre o que pergunta e o que responde. Entretanto, quando existe sintonia emocional, o entrevistador:
I. Compreende a idade mental do entrevistado com o objetivo de formular questões de maneira adequada à elaboração mental do indivíduo.
II. Percebe e interpreta sinais do estado de tensão do indivíduo, de emoções que o dominam e efeitos que possam ocasionar em seu comportamento e no seu entendimento, complicações em sua capacidade de elaborar as respostas.
III. Identifica esquemas de pensamento do entrevistado, ajusta o questionamento, elimina ambigüidades capazes de interferir nas respostas e no sentido destas.
IV.Ajusta a linguagem, para torná-la compreensível pelo entrevistado, evitando a ocorrência de falhas de entendimento.
O desafio é emocionar-se sem se contaminar pelas emoçoes próprias e dos participantes.
I. Ganhos Secundários constituem recompensas, reais ou imaginárias, às custas de sofrimentos também reais ou imaginários. O psiquismo aceita estes ganhos em troca dos sofrimentos, levando a vítima a se expor.
II. No mecanismo de glorificação do sofrimento, a pessoa se expõe, é agredida, violentada, roubada, enfim, vitimada e depois conta com a admiração de outros que reconhecem a invulgar coragem com que enfrentou aquela situação.
III. Pode-se especular que, por trás desses comportamentos gloriosos, encontram-se culpas (reais ou imaginárias) que serão expiadas por meio das ações de imolação,
IV. Outro fenômeno que incentiva a permanência do indivíduo na condição de vítima é a descrença de que algo pode ser feito, ou seja, não há expectativa de ações favoráveis para inibir, prevenir ou punir o delinqüente.
caracterizando, dessa maneira, notáveis ganhos secundários em termos de apaziguamento da consciência
Colusão
refere-se ao jogo inconsciente que se desenvolve desde a eleição do parceiro e se aprofunda na relação conjugal.
I. Há frustração e raiva quando as expectativas iniciais implícitas na convivência não se concretizam, conduzindo o cônjuge a uma postura de cobrança do companheiro quanto a “promessa” de outrora.
II. Ambos os cônjuges depositam no outro a esperança de verem curadas suas próprias lesões e frustrações da infância e adolescência; querem a libertação de temores e culpas provenientes de relações anteriores.
III. O conflito é inerente às relações e instituições (familiares, empresariais, educacionais), o que define a patologia não é sua presença, mas a incapacidade de lidar com ele.
consiste em programar uma criança para que ela odeie um de seus genitores sem justificativa, por influência do outro genitor com quem a criança mantém um vínculo de dependência afetiva e estabelece um pacto de lealdade inconsciente.
Alienação Parental
As conseqüências para a criança indicam sintomas como depressão, incapacidade de adaptar-se aos ambientes sociais, transtornos de identidade, de imagem, desespero, tendência ao isolamento, comportamento hostil, falta de organização e, em algumas vezes, abuso de drogas, álcool e suicídio.
Direitos Humanos
preconceito
discriminação
evidencia-se no campo da ação concreta, em que necessidades e especificidades de determinados sujeitos são ignoradas ou desrespeitadas.
embrião da criminalidade.
A marca do preconceito é a intolerância, que torna difícil, quando não impossível a convivência com o diferente.
PRISIONIZAÇÃO
cria-se um estigma, o qual se desenvolve desde que o indivíduo ingressa na instituição, onde gradualmente ocorre a perda do Eu.
Goffman elenca algumas características que contribuem para que isso aconteça. Algumas delas:

I. Arquitetura própria do lugar, com banheiros sem portas, celas abertas, sem direito à privacidade.
II. Despojamento dos bens pessoais.
III.Exposição a companhia forçada.
IV. Participação em atividades cujas consequências simbólicas são incompatíveis com sua concepção de Eu.
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