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Neisseria e Haemophilus

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by

Gabriela Mazali

on 8 October 2012

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Transcript of Neisseria e Haemophilus

Franciana Aguiar
Gabriela Molinari
Gabriela Mazali
Gabriel Cavalari
Gabriel Parra e Haemophilus Neisseria Pedro de Oliva Neto Microbiologia
2012 Neisseria sp. Filo: Proteobacteria

Classe: Proteobacteria Beta

Ordem: Neisseriales

Família: Neisseriaceae

Gênero: Neisseria Diplococos gram-negativos (semelhantes à grãos de café)

Alguns membros são parasitas das vias aéreas humanas e de ocorrência extracelular; outras (gonococos e meningococos) são patogênicas para o homem e a localização é intracelular

Metabolismo: aeróbias; oxidase + Características Patogênicas:
Neisseria meningitidis (meningococos); causadora da meningite meningocócica

Neisseria gonorrhoeae (gonococo); causadora da gonorréia

Não patogênicas:
Neisseria bacilliformis
Neisseria cinérea
Neisseria elongata
Neisseria flavescens
Neisseria lactamica
Neisseria mucosa
Neisseria polysaccharea
Neisseria sicca
Neisseria subflava Ágar Mueller-Hinton & Thayler-Martin

Os gonococos e os meningococos formam colônias brilhantes, elevadas e mucóides

São muito sensíveis às condições ambientais

Cor do meio de cultivo: amarelo palha

As N.gonorrhoeae e N.meningitidis são resistentes aos antibióticos vancomicina e a polimixina
Cultivo O gênero Neisseria foi nomeado pelo bacteriólogo alemão Albert Neisser, que descobriu a Neisseria gonorrheae. O pesquisador descobriu também o patógeno que causa a lepra (Mycobacterium leprae).

Tais descobertas foram possíveis com os novos métodos de coloração. Histórico Exames bacterioscópicos de esfregaços corados pelo Gram além de isolamento e identificação do gonococos
Análise em microscópio da presença de diplococos em secreções uretrais, vaginais, faríngea e sangue (Neisseria gonorrheae)
O diagnóstico da meningite bacteriana é feito através da observação dos sintomas do paciente e do exame do líquor, que consiste na retirada de uma pequena quantidade de líquido que envolve a medula espinhal Diagnóstico Filo: Proteobacteria

Classe: Proteobacteria gama

Ordem: Pasteurellales

Família: Pasteurellaceae

Gênero: Hemophilus Hemophilus ou Haemophilus Cocobacilos Gram-negativos pleomórficos

Pode ser uma bactéria em forma de bastonete curto próxima a do coco (esférica)

Podem ser encapsuladas ou não

Imóveis, Oxidase +

Colonizam o sistema trato respiratório humano

Encapsuladas compreendem mais de um sorotipo (a-f)

Sorotipo b é o mais virulento (cápsula composta de polirribosil fosfato ou PRP)

Este grupo inclui vários gêneros patogênicos importantes como Salmonella, Pseudomonas, Yersinia e o nosso gênero de estudo Hemophilus). Características Ágar sangue ( Hemo = sangue)

Necessitam do fator heme, conhecido como fator X da hemoglobina sanguínea

O meio de cultura deve ser suplementado com o co-fator NAD+ e NADP+ conhecidos como fator V

Laboratórios utilizam testes que envolvem a necessidade dos fatores X e V para identificar as espécies de Hemophilus





Exemplo de Hemophilus influenzae cultivada em ágar-sangue (nesse caso, assemelha-se mais à forma de cocos) Em 1892, o bacteriologista alemão Richard Friedrich Johann Pfeiffer declarava ter observado em amostras colhidas do aparelho respiratório de doentes uma bactéria que nomeava como Haemophilus influenzae – mais tarde conhecida como bacilo de Pfeiffer

Produziu doenças respiratórias em macacos, que ocasionava lesões muito parecidas com as da influenza. Ele acreditava que essa bactéria poderia ser a causadora da influenza

Constantes objeções foram feitas na época contra o cientista e mais tarde foi confirmado de que a influenza era causada por vírus e não por bactéria

Apesar das contestações, foi mantido o nome do gênero e o triunfo ao pesquisador pela descoberta, pois foi importante para estudos posteriores de doenças como meningite Histórico Neisseria meningitidis Fatores antigênicos: diferentes polissacarídeos e proteínas de membrana

Microfibrilas proteicas

Cápsula proteica

Endotoxinas Inflamação das meninges

cefaleia intensa, vômitos, rigidez da nuca Meningite Patogênico somente para seres humanos Transmissão: gotículas de secreção da nasofaringe

Incubação: de 2 a 10 dias

Diagnóstico: clínico e laboratorial (fluido espinhal ou cultura) Curso da infecção Suspeita clínica
de 5 a 10% dos indivíduos evoluem para óbito
Risco de sequelas
Administração de antibiótico profilático: rifampicina, a monociclina, a ciprofloxacina Tratamento Antibióticos:

Cefalosporinas: Ceftriaxona e de terceira geração

Penicilina aliada a rifampicina

Cloranfenicol aliada a ampicilina

Corticosteroide Vacinas polissacáridicas

Vacinas conjugadas Vacinas Do grego gonos = espermatozóide
Rhoia = corrimento
Sinônimos: blenorragia, uretrite gonocócia, esquentamento, corrimento, entre outros.
É um DST
Ocorre principalmente em países subdesenvolvidos Gonorréia Homem é o reservatório natural do gonococo.
Doença infecto-contagiosa que tem como agente a bactéria Neisseria gonorrhoeae.
Cresce facilmente em áreas quentes e úmidos do trato reprodutivo feminino e masculino. Também pode crescer na boca, ânus, garganta e olhos.
Período de incubação do parasita: 2 a 10 dias. Transmissão: relação sexual oral, vaginal ou anal e perinatal.
Há doentes assintomáticos (maioria das mulheres)
N. gonnorrhoeae infecta o epitélio para chegar ao tecido submucoso.
Resposta imunológica com consequente descamação do epitélio e formação de exsudato. É possível contrair gonorréia mais de uma vez.
Uretrite
Corrimento de secreção purulenta
Prurido
Disúria
Dor durante as relações sexuais
Febre
Proctite aguda Sintomas Quando não tratada a gonorréias pode levar à complicações:
Aborto espontâneo, parto prematuro, oftalmia neonatal, doença inflamatória pélvica (DIP), gravidez ectópica.
Epididimite, prostatite e pielonefrite.
Meningite, miocardite, septicemia, pneumonia, artrites infecciosas, osteomielite, infecção gonocócica cutânea primária e hepatite. Complicações É uma conjuntivite do recém-nascido após contaminação durante o nascimento, com secreções genitais da mãe infectada por gonorréia ou clamídia, que não foram tratadas.
Pode levar à cegueira.
Sintomas: conjuntivite aguda, geralmente com exsudato purulento, se desenvolve dentro de 1 semana (usualmente 2 a 3 dias) após o parto. Vermelhidão e inchaço das pálpebras e/ou presença de secreção (pus) nos olhos.
Recém-nascidos expostos à gonorréia também podem desenvolver doença sistêmica, com sepse e artrite. Oftalmia neonatal análise do histórico do paciente e exame das secreções e do corrimento purulento (obtidos por uma pequena escova da uretra do homem ou do colo do útero das mulheres) coradas pelo método Gram. e/ou cultura do mesmo material.

O isolamento do gonococo de sítios que normalmente contêm altas concentrações de microorganismos saprófitas (faringe, reto e cérvix) pode ser difícil, devido ao super-crescimento da flora normal. Esse problema ser vencido pelo uso de meios contendo agentes antimicrobianos que inibem as espécies não-patogênicas da Neisseria e outras espécies e que permitem o crescimento do gonococo. Utiliza-se o ágar-chocolate contendo vancomicina, colistina e nistatina (meio de Thayer-Martin) com esse propósito.Ao meio de Thayer-Martin modificado adiciona-se trimetoprima para inibir as espécies de Proteus. Diagnóstico O material obtido de sítios que não apresentam flora endógena (sangue, fluido sinovial e líquor) deve ser cultivado em meios livres de antibióticos.
A caracterização das cêpas dos gonococos tem sido baseada em auxotipagem e fenotipagem.
Quando suspeita-se de infecção gonocócica disseminada, um mínimo de três hemoculturas devem ser obtidas; o fluido sinovial, se disponível, deve ser cultivado; todos os sítios de mucosa potencialmente infectados devem ser cultivados (uretra ou endocérvice, reto e faringe), independente da história dos sintomas ou exposição; e o parceiro sexual deve ser examinado e seus líquidos cultivados. Camisinha, higiene pós-coito e parceiros de pessoas contaminadas devem verificar se houve contágio.
Antibióticos de dose única como: ceftriaxona 250mg IM, cefixime 400mg VO, ciprofloxacina 500mg VO (contra-indicado em menores de 8 anos), ofloxacina 400mg VO (contra-indicado em menores de 8 anos) ou tianfenicol 2,5g. VO.
Ciprofloxacina e ofloxacina devem ser evitadas em gestantes. Prevenção e Tratamento Abstinência sexual até que todos os sintomas tenham desaparecidos.
Cojuntivite gonocócica: uso de colírios de nitrato de prata. Cultivo Cocobacilo
Anáeróbio facultativo
Gram negativo
Não formador de esporos
Possui 1.5µm de comprimento e 0.5µm de largura
Sua parede celular apresenta lipooligossacarídeos
Não possuem o antigeno O
Causadora da doença cancro mole Características O cancro duro possui 3 fases

A primeira é reconhecida pelo aparecimento de uma pápula eritematosa

Essas lesões aparecem geralmente no prepucio, frênulo do pênis, na glande, no anus em homens ou na vulva e na região perianal da mulher Doença O segundo estágio é o desenvolvimento dessas pápulas em pústulas
Após o 2 ou terceiro dia do desenvolvimento das pútulas ocorrerá o terceiro estágio elas se romperão liberando pus e deixando uma úlcera que se tornará crônica se não for devidamente cuidada
Nas mulheres pode ocorrer úlceras internas indolores Os homens são mais afetados que mulheres.
Homens circuncidados tem uma chance ligeiramente maior de contágio.
A doença está mais presente em países em desenvolvimento, porém o número exato é desconhecido pela falta de dados
É uma doença estritamente humana na natureza
O tempo de incubação varia de 4 até 7 dias
A bactérias está apta a viver fora do organismo de 2 a 4 horas. Epidemiologia Ocorrerá pelo contato direto com lesões abertas do indivíduo infectado durante as relações sexuais.
Homens podem transmitir a doença por até 5 semanas após o aparecimento após o aparecimento das pápulas ou até a cicatrização das ulceras
O período apto para a transmissão pelas mulheres é desconhecido devido o aparecimento de ulceras internas Contágio Suscetíveis: eritromicina, azitrominicina, cloranfenicol, norfloxacina, ofloxacina, pefloxacina,
Resistentes: está sendo observado um aumento da resistência da bactéria a ampicilina devido o aumento de betalactamases, também à tetraciclina, trimetoprima e sulfametoxazol.
Já foram encontradas variações resistentes a cloranfenicol ( departamento de saúde do estado de New York). Antibióticos Físicos: UV, microondas e radiação gamma, também ocorrerá por vapor quente em 121ºC por 20 minutos ou calor seco em 170ºC por 2 horas.
Químicos: Desinfetantes fenólicos, hipocloreto, alcoóis, formaldeído, glutaraldeido e ácido peracético. Inativadores químicos e físicos. Cultura A melhor cultura para o organismo é o uso de dois meios em uma placa de petri
Um dos lados conterá Agar GC, com 2% de hemoglobina bovina e 5% de soro fetal de bezerro, 1% de IsovitaleX e 3 µ/ml de vancomicina
No outro lado um Agar Mueller-Hinton com 5% de sangue de cavalo com chocolate, 1% de IsovitaleX e 3 µ/ml de vancomicina. Foi comprovado que o soro fetal de bezerro pode ser substituído por carvão ativado, sendo que este apresenta os mesmos resultados e é mais barato.
Alguns relatos mostram que a vancomicina pode inibir o crescimento da H. ducreyi, dificultando o diagnóstico por cultura
Esse bacilo crescerá melhor em condições microaerófilas entre 33 e 35ºC em um atmosfera úmida com 5% de CO2
Crescimento se dá entre 24-48 horas Haemophilus influenzae Características:
Cocobacilo ou bastonete curto (pleomórfico)
Gram-negativo.
Imóvel
Não forma esporos
6 sorotipos capsulares: a-f. O tipo b é o mais virulento.
Há cepas não tipáveis.
Anaeróbios facultativos.
Possuem enzima beta-galactosidase. Doença Acomete o Sistema Nervoso Central (SNC) e os tratos respiratórios alto e baixo, francamente predominantes em crianças. Meningites, bacteriemia, otite, bronquite, epiglotite e sinusite Haemophilus influenzae tipo b: meningite A transmissão da Hi se dá pelo contato com pessoas infectadas com a bactéria Profilaxia A vacinação é a única forma de se prevenir contra a doença e sua eficácia é de 95% a 100% após a aplicação do esquema completo de imunização Tratamento Clorofenicol
Quinolona
Macrolídeos
Sulfametoxazol
trimetoprim Fatores de Virulência Cápsula
Fímbria
IgA1 protease
Lipooligossacarídeos (LOS) Referências TORTORA F.C, Microbiologia 8ª Edição
De Jesus, A.A.B, Estudo de Cepas de Haemophilus influenzae Isoladas no Período Pré e Pós-vacinal com a vacina contra o Hib: Caracterização de Marcadores de Resistência a Antibióticos e Possíveis Mudanças Genéticas na Região Capsular do Hi., Rio de Janeiro, 2010
Oliveira, A.M.F.; Santos, J.E.F.; Oliveira, L.L.; Souza, L.B.S.; Santana, W.J.; Coutinho, H.D.M. Fatores de virulência de Neisseria spp. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, 8(1), jan./abr. p.39-44, 2004
Varela, D., Gonorréia., disponível em: http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/gonorreia/; acesso em: 6 out 2012
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