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LITERATURA AFRICANA EM LÍNGUA PORTUGUESA

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República de Cabo Verde
O PAÍS
Literatura cabo-verdiana
- 1925 ( Com estilo romancista e parnasiano);
- 1926 - 1935 ( Regionalismo antecede o Modernismo);
- 1936 - 1957 ( regionalismo Claridoso);
- 1958 - 1965 ( cabo-verdianitude);
- 1966 - 1982 ( universalismo);
- 1983 - atualidade ( consolidação).
DAVID HOPFER C. ALMADA
- Nascido em 1945 - Santiago
- Licenciatura em Direito
- Professor de portugués, francés e latim
- Ativista político
- 1o. Consituição do país 1980
LITERATURA AFRICANA EM LÍNGUA PORTUGUESA
CABO VERDE
Forma de Governo:
República democrática
Território:
Santo Antão
São Vicente
Santa Luzia
São Nicolau
Sal
Boa Vista
Maio
Santiago
Fogo
Brava
Línguas Oficiais:
Português
Capital: Praia na ilha de Santiago
Economia:
Agricultura e riqueza marinha
Indústria em desenvolvimento vertical
Moeda: Escudo Cabo-verdiano
10ECV = 0.30BRL
455KM da costa africana
Área 4033 km2
Altitude 2882
Clima + 25C
- 20C
https://www.facebook.com/Presidencia.cv
http://presidenciadarepublica.blogs.sapo.cv/
Jorge Carlos Fonsceca
http://www.governo.cv/
Séc. XV - Colonização portuguesa
Séc. XIX - Grande emigração
Séc. XX (1951) - Faz parte de Portugal
!961 - 1974 - Guerrilha
1975 - Independência
http://cabo-verde.costasur.com/es/historia.html
A Dança cabo-verdiana, tanto a tradicional como a contemporânea, está bastante ligada aos ritmos musicais mais populares, como a morna, a coladeira, o funaná, o batuque, o colá e o talaia-baixo.
JORGE BARBOSA
1902 - 1971 - Cidade de Praia
Regionalismo
Temas ( solidão, natureza, luta pela independência e sentimento cabo-verdiano)
Júbilo

Nós não fomos presos! Os nossos papéis
não foram devassados
Por isso dancemos as nossas cartas
e cantemos não foram violadas
defronte das prisões. as nossas casas
não foram assaltadas
Não falámos as nossas famílias
não dissemos não foram sacrificadas.
não gritámos
não protestámos Por isso dancemos
por isso não fomos presos. e cantemos
e pulemos contentes
Por isso dancemos defronte das prisões.
e pulemos e cantemos
defronte das prisões. E louvemos os homens
prudentes
Somos todos sábios
sensatos poderosos
cordatos generosos
amigos da ordem que velam por nós.
por isso não fomos presos. Pulemos e cantemos
e dancemos.
Pulemos e dancemos.

Ilha do Sal, 23 de dezembro de 1966

Ditador!

Sobre tua cabeça
Disparo
A lei desfeita
Em pedaços
Desses pedaços
Sai a sorte
Que te destino!
Sonho

A miragem desfez-se
em sobressalto
aquele enorme estandarte rubro
desfez-se em nada
toda a minha alegria
esfumou-se em vento
duas fartas lágrimas
lavraram minhas faces
todo eu tremo desesperado.
É que na verdade
a miragem a alegria o estandarte
tudo isso era mentira
fora um sonho
http://207.45.188.250/~dha/index.php?option=com_content&view=article&id=47&Itemid=6
1
http://www.africaeafricanidades.com.br/documentos/ANTOLOGIA-CABO-VERDE.pdf
www.youtube,com
Referências
OBRIGADO!
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