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Biofeedback na Fisioterapia

Escola Superior de Saúde de Leiria
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on 22 April 2015

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Transcript of Biofeedback na Fisioterapia

O que é?
Na Fisioterapia
Ambientes de aplicação vs Campos de aplicação
Biofeedback
Biofeedback
Biofeedback

Permite ao fisioterapeuta libertar-se da utilização rotineira e repetitiva dos exercícios realizados na reabilitação do indivíduo.

A técnica de Biofeedback mais utilizada em fisioterapia consiste na colocação de elétrodos na pela que recobre o músculo lesionado e na captação do sinal eletromiográfico para um computador.

$1.25
Wednesday, April 22, 2015
Vol XCIII, No. 311
Resumo
Biofeedback na Saúde
Vantagens vs Desvantagens
Biofeedback
O Biofeedback é cada vez mais utilizado nas diversas áreas da saúde, como a fisioterapia, pois visa a autorregulação física e psicológica do indivíduo através de sinais captados por instrumentos e depois amplificados e descodificados, de forma inodora e sem recorrer a fármacos.
• Falta de profissionais de saúde aptos para a realização da técnica;

• Tempo de resposta pode ser demorado, mas em casos excecionais;

• Existência de poucas clinicas que utilizem o método.

FisioJornal
Adriana Ruivo nº 5140193
Bruna Almeida nº 5140196
Joana Valente nº 5140213
Luciana Jordão nº 5140212
Sara Martins nº 5140211
Instrumentos muito sensíveis e que monitorizam vários processos e sinais fisiológicos que são amplificados por instrumentos de feedback e convertidos em informação útil.



Providos de um medidor, luzes, tela de computador ou tom sonoro


Principais tipos de interpretação das informações
Biofeedback
Terapia do tipo não-farmacológica
Baseada em instrumentos científicos utilizados para medir, ampliar e dar feedback das informações fisiológicas do indivíduo
Ajudar o indivíduo na autorregulação do seu processo fisiológico
Levar o indivíduo ao autocontrolo e regulação de mecanismos fisiológicos autónomos
Feedback Termal
Biofeedback
Neurofeedback
Biofeedback
O que é?
Neurofeedback (continuação)
Biofeedback
Biofeedback
Ambientes de Aplicação
Ambientes Clínicos
Diminuir ou erradicar sintomas de desordens fisiológicas e/ou mentais

Recuperar funções musculares e psicológicas

Diminuir a dor causada pelo ferimento ou doença.
Terapia principal ou como associada com outras terapias

Aconselhamento psicológico e de estilo de vida, treino de dessensibilização, psicoterapia, exercício físico, etc.
Ambientes Educacionais e Empresariais
Ferramenta de desenvolvimento cognitivo, de relaxamento profundo e gestão de stress, promovendo uma melhor conduta no indivíduo nestes ambientes.

Atingir a autorregulação, promover a aprendizagem e desenvolvimento dos aspetos físicos e mentais
Campos de Aplicação
•Ser um tratamento não – farmacológico;
• Ser praticamente inócuo;
• Ser indolor;
• Ser seguro;
• Permite um controlo da evolução da terapia;
• Permite a participação consciente e voluntaria do paciente;
• Permite um aumento da qualidade de vida do paciente;
• Permite executar funções repetitivas auxiliando o trabalho do fisioterapeuta.
Tipos de interpretação das informações
Aumento do fluxo sanguíneo

Aumento da temperatura
Vasodilatação
Relaxamento
Diminuição do fluxo sanguíneo

Diminuição da temperatura
Vasoconstrição
Stress

Técnica que mede o fluxo sanguíneo da pele e consiste na alteração da temperatura dos dedos, das mãos ou dos pés, variação esta em íntima correlação com as condições de vasodilatação.










Ferramenta útil no treino de relaxamentos

Utilizado no tratamento dos distúrbios vasculares específicos: no alivio de enxaquecas, doença de Raynaud (síndrome de mãos frias), hipertensão essencial, complicações vasculares de outras doenças como a Diabetes.

Clientes percebam a eficácia das estratégias de relaxamento e possibilita o ganho acentuado do controlo da temperatura da superfície do corpo
Técnica para autorregular as atividades encefálicas, de forma a controlar ou melhorar o seu próprio desempenho ou função.
Como funciona?
O equipamento computadorizado é usado para registar as ondas cerebrais e mostrá-las de forma facilmente compreensível.

O terapeuta e o paciente têm acesso ao mapeamento das atividades cerebrais através de um monitor. O monitoramento é feito por elétrodos colocados no couro cabeludo do paciente.

É criado um mapa de padrões das ondas cerebrais em tempo real

Identificar quais estão ligadas a sintomas como ansiedade, dificuldade de dormir, falta de atenção, mal-estar, dor e depressão.
Duração e exemplos de aplicação:
Uma vez por semana e tem a duração total de 15 a 35 sessões Tratamento de uma série de disfunções cerebrais.

Exemplos:
A Desordem de Déficit de Atenção

Produção uma quantidade excessiva de ondas cerebrais lentas (teta - associada à falta de atenção) e uma quantidade insuficiente de ondas rápidas (beta).


Intensificar a produção de ondas rápidas e reduzir a quantidade de ondas lentas, aumentando assim a sua capacidade de atenção e concentração.

Tratamento de depressão, ansiedade, Hiperatividade (TDAH), dislexia, perturbações do sono e principalmente aumento da capacidade cognitiva.

Tensão Muscular
Biofeedback
Reação eletrodérmica
Biofeedback
Reação eletrodérmica (continuação)
O que é?

Os instrumentos medem a condutividade elétrica da pele dos dedos e da palma da mão

Passagem de uma microcorrente elétrica insensível pela superfície da pele medir a resistência a essa passagem.

Quando as glândulas sudoríparas estão ativas, a resistência da passagem da corrente diminui, sendo que, caso contrário, aumenta, pelo que o RED é altamente sensível às emoções em algumas pessoas.

A medida da resistência elétrica traduz a atividade ou inatividade das glândulas sudoríparas
A análise do padrão de resposta elétrica da pele permite estabelecer a relação entre estado emocional e a atividade do sistema simpático
Registo da variação da temperatura periférica da pele, através de elétrodos, que são ligados aos dedos das mãos, dos pés ou na testa, visto que esta variação está intimamente relacionada com as condições de vasodilatação/vasoconstrição nestes locais.

A vasodilatação é acompanhada do aumento da temperatura, ao contrário da vasoconstrição que implica a diminuição da mesma, permitindo-nos ficar a saber as condições emocionais e físicas do sujeito.

Possível treinar o controlo vasomotor (em ambos os sentidos)
Feedback de reação eletrotérmica
Avaliar alterações psicofísicas provenientes de estados emocionais (ex.raiva, medo, ansiedade, pânico e etc.)

Treino de dessensibilização sistemática, exposição gradual e/ou interoceptiva, stress, relaxamento, sudorese excessiva (hiperidrose), entre outras condições dermatológicas, bem como no controlo de dores de cabeça ou da dor

Facilita a autorregulação em diversos distúrbios orgânicos, problemas respiratórios ou Síndrome do Intestino Irritável.


Reestabelecer o estado de equilíbrio do próprio individuo, ensinando o cérebro e o corpo a voltar às suas funções consideradas habituais/comuns


Biofeedback
Reação eletrodérmica (continuação)
Principais objectivos
Biofeedback
Reação eletrodérmica (continuação)
• Reorganização da vida do paciente, com a modificação de determinados hábitos
• Seguro;
• Elevada capacidade de relaxar;
• Não apresenta efeitos colaterais;
• Melhoria da autoeficácia em indivíduos com obesidade;
• Maior sucesso, devido à intervenção do paciente;
• Redução de diversos sintomas;
• Restabelecimento do equilíbrio funcional;
• Proporciona bem-estar físico e mental.


Modalidade terapêutica complementar do processo de Fisioterapia

Auxiliar indivíduos que apresentem distúrbios no movimento.














Avaliação para determinar o grau de capacidade e funcionalidade do paciente.



Biofeedback
Programa de Reabilitação com Técnica de Biofeedback em Fisioterapia
É esperado que:
o paciente obtenha maior controle e consciência da contração e do relaxamento muscular.


Contra-indicado em situações de:
Músculos plégicos ou sem possibilidade fisiológica de contração muscular voluntária;
Alterações de funções corticais superiores (afasia de compreensão, apraxia motora);
Alteração de concentração, compreensão e deficiência mental ou visual importante.
Biofeedback
Programa de Reabilitação com Técnica de Biofeedback em Fisioterapia (continuação)
É necessário colocar elétrodos sobre a pele que recobre o músculo a ser trabalhado.

Função: captar e transmitir um sinal eletromiográfico que corresponde à resposta do músculo contraído, sendo esta enviada para um computador.


Este sinal é transformado em linhas luminosas com variedade de cores na tela do computador, permitindo ao paciente visualizar a contração ou relaxamento do grupo muscular trabalhado e o quanto esse alcance está próximo à meta estabelecida pelo fisioterapeuta.

Indicado na reabilitação de lesões:

- Disfunção fêmuro-patelar;
- Subluxação patelar
- Condromalácia
- Lesões do manguito rotador
- Distensões de isquiotibiais
- Ombro congelado
- Transferências músculo tendíneas
- Lesão medular parcial
- Síndrome de Guillain-Barré
- Acidente vascular cerebral
- Paralisia cerebral
- Traumatismo craniano
- Neuropatias
- Paralisia facial
Biofeedback
Conclusão
O que é?
Biofeedback
Feedback Termal
Feedback da Onda Cerebral
Feedback da Tensão Muscular
Feedback da Reação Eletrodérmica
Programa de Reabilitação com Técnica de Biofeedback em Fisioterapia
Índice
Vantagens
• Sem efeitos colaterais;
• Lúcido e intuitivo
• Intervenção na base biológica
• Opção quando há restrição ou intolerância medicamentosa
Desvantagens
• Elevado custo dos equipamentos
• Reduzido conhecimento e exploração da técnica
O que é?
Especialidade em Fisioterapia
É realizado através da colocação de elétrodos sobre a pele suprajacente do músculo a ser trabalhado
Os elétrodos consistem na captação e transmissão para o computador do sinal eletromiográfico
Traduzindo a despolarização das membranas musculares obtidas após a contração muscular (permitindo identificar regiões de tensão muscular exagerada)
Objetivo
Optimizar as estratégias de relaxamento e conseguir o alívio de uma série de sintomas de correntes da tensão muscular excessiva
Fortalecimento muscular, melhoria dos movimentos e da coordenação motora
Diminuição da dor
Quem pode ser beneficiado?
Pacientes com disturbios neurológicos (AVC, TCE,...)
Pacientes com lesão nervosa periférica
Pacientes com disfunções ortopédicas e com dor de origem muscular
• É um método seguro, não invasivo;
• É simples;
• Permite diferenciar como certos músculos realizam tarefas diferentes;
• Permite levar o paciente a contrair ou relaxar melhor um músculo sob tratamento terapêutico.

• Pode haver problemas de especificidade nos sinais coletores;
• Inexistência de uma padronização quanto à captação, processamento e interpretação dos dados.

Referências Bibliográficas
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Contactos
Adriana Ruivo - adriana.adriana.lr@gmail.com
Bruna Almeida - brunarfalmeida@hotmail.com
Joana Valente - joanamargaridavalente9@gmail.com
Luciana Jordão - luci_mmj@hotmail.com
Sara Martins - sara_martins17@live.com.pt
Alunas do 1º Ano do curso de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde de Leiria
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