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Copy of Caminhos de Santiago

Prova de Aptidão Profissional
by

Ana Carla Gomes

on 29 August 2013

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Transcript of Copy of Caminhos de Santiago

Componentes:
CURRÍCULO, TERRITÓRIO EM DISPUTA
Ana Carla Gomes
Gracielin Dorneles
Sabrina Prado
Professora:
Calinca J. Pergher
2
Professor
João Alves
Simões
Fig. 1 - Professor João Alves Simões
3
4
5
Fig. 4 - Mapa do Município de Góis
6
Localização
Porto - A1 e E801
Lisboa - A1 e N235
Faro - IP1 e N2
7
Acessibilidades
Transportes Aéreos:
Transportes Terrestres:
Fig. 5 - Avião
Fig. 66 - Igreja do Castelo
38
Fig. 67 - Miradouro
Arganil
26 de Agosto de 2013
Referencias:
Conclusão
Espírito de equipa, sentido de organização e resposta a desafios pessoais e profissionais;
Competências técnicas que nos preparam para o mercado de trabalho;
Implementação do projeto por parte da Câmara Municipal de Góis ou por outras entidades públicas ou privadas.
O Direito a Conhecimentos Emergentes nos Currículos
21
39
40
W
O
T
Análise SWOT
s
Convidamos todos os presentes a realizarem os Caminhos de Santiago com partida em Góis, para sentirem a experiência única desta caminhada!
Fig. 9 - Autocarro
Fig. 6 - Automóvel
Fig. 7 - Comboio
Fig. 8 - Comboios de Portugal
Fig. 10 - Rede Expressos
Fig. 11 - Transdev
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52
O Direito a saber-se
Planejamento Educacional e Currículo
Miguel G. Arroyo
O Direito a Saber-se
Desta tenção vivida dentro da sala de aula, parte a preocupação de saber mais sobre os esducandos. Isso nós leva a pergunta: " Os saberes do currículo ajudam nossos alunos a saberem-se, a conhecerem-se?


Tendo sido negado o direito a conhecer-se, a saber de si e de seus coletivos, tem como consequencia a ausência dos sujeios nos currículos.
Sairão da escola Sabendo-se?

O que fazer para que a escola permita que nossos alunos aprendam além do que é de direito?

Saber-se ocultado é uma forma de saber-se.

O educando pode pesquisar se os rostos de seus alunos aparecem nos currículos e no material didátiico.

Será fácil descobrir que os currículos favorecem que alguns coletivos apareçam na história e outros se apaguem.

O que leva a esses ocultamentos? Esses anônimos são ausêntes da história do conhecimento, da cultura e das ciências, logo ausêntes dos currículos.

O mais grave é que esses indivíduos são atolados de vivências que deveriam ser consideradas.
Não há como apagar seus rostos
Os setores populares chegaram as escolas públicas e os docentes sabem que é impossível apagar de seus rostos as marcar marcas de suas histórias.

Além de projetos que existem nas escolas é necessário muito mais para abrir espaço para as narrativas de suas histórias, o que ainda é pouco para chegar a certas questões.
"Converti-me em uma questão para mim."
Santo Agostinho
Eles tem direito a saber-se. Mas é dado a nós condições para garantir isso? Os conteúdos de cada disciplina e os materiais didáticos ajudam os professores a garantir isso?

Essas questões adentram as salas de aulas e grupos de estudos e invadem as cabeças dos professores.
Com que saberes saber-se
Buncando trazer essas histórias para salas de aula, os docentes terão de ser fiéis aos materiais didáticos onde suas memórias não tem vez e suas histórias e de seu coletivo serão contadas carregadas de preconceitos em contos e narrativas. E nossos alunos não tem que saber-se de maneira tão negativa.
Os professores que ousam dar poder as vivências dos alunos, percebem que os currículos se inrriquecem.
As lutas e as resistências do coletivo para se mostrarem presentes, só produzem saberes e enrriquecem o conhecimento.
Por onde avançar para esse aluno saber-se? Como os coletivos populares foram pensado e tratados durante a história? Que representações inferiorizadas são passadas aos nossos alunos pela escola atravéz dos materiais didáticos?
O percurso escolar será para eles um confronto de como são pensados nos saberes curriculares e nas perversas interpretações sociais.

Será difícil trabalhar com esses alunos se não os pensar previamente na graduação e futuramente nos cursos de formação.

Pois a visão dos jornais, mídia, literatura, dos povos indígenas, do campo, da periferia de todos os meios é extremamente negativa.
Entender como são pensados no percurso
escolar
Os currículos, o material didático e literário, as formas de vê-los no percurso escolar não reproduzem essas visões negativas?
Sairão do percurso escolar com as mesmas imágens negativas com que sempre foram pensados e alocados?
Quais as consequencias para a construção de suas identidades pessoais e coletivas?
O povo deixou de ser ingênuo, dócil, confiável para ser agressivo, ameaçador e violento.
E como desejar o povo pacífico e submisso?

O que se precisa é invertir nas políticas de intervenção nas condições tão indígnas de seu viver.
Fardos na memória e nas indentidades
Como têm sido vistos os coletivos populares e suas histórias na conformação da cultura e da memória nacional?
Será educativo ter de aprender-se como fardos pesados?
As negatividades com que em nossa história tem sido pensados os coletivos populares são transferidas para o olhar da escola pública e até de seus profissionais.
É essa a escola republicana, democrática, igualitátia pela qual tanto lutamos?

O saber crítico perde a relevância quando se assume essas imágens negativas, inferiorizantes com que nossos alunos foram pensados.
ARROYO, Miguel.O direito a conhecimentos emergentes nos currículos. In:____ Currículo, territírio em disputa. Petrópolis: Vozes, 2011
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