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SUSERANIA E VASSALAGEM

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THAIS BOZZ

on 6 August 2014

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Transcript of SUSERANIA E VASSALAGEM

SUSERANIA E VASSALAGEM
SURGEM AS RELAÇÕES DE PODER E DOMINAÇÃO DA IDADE MÉDIA ORIGINANDO OS REINOS.
Thaís Soares Fabretti Bozzetto
Experiência em sala de aula e no Laboratório de Informática.
Professora graduada em História pela UFRGS.
Pós graduada em TICs para Promoção da Aprendizagem

Suserania e vassalagem

Quais as três classes sociais na época feudal, você lembra?

O SENHOR FEUDAL E DEPOIS A NOBREZA: eram os senhores feudais e sua família.

O CLERO: eram os membros da igreja católica e tinha a função de orar.

OS SERVOS: eram os trabalhadores, camponeses. A função deles eram apenas trabalhar.

No mundo feudal, as terras representavam um importante instrumento para a obtenção de poder e construção de relações sociais. Geralmente, um integrante da classe nobiliárquica poderia ter acesso a uma propriedade por meio do direito de herança. Entretanto, para que a extensão das propriedades não fosse desarticulada, muitos senhores feudais destinavam a posse de suas terras para seu filho mais velho.

Outra opção de acesso a terra também poderia ser estabelecida por meio de um juramento de fidelidade. Nesse caso, dois nobres se reuniam para firmar um acordo em que um deles oferecia e o outro recebia a propriedade de um feudo. Do ponto de vista social, esse entendimento criava um tipo de contato que selava as chamadas relações de suserania e vassalagem


Suserano era o Sr. feudal mais forte que doava a terra a seu vassalo.
Vassalo era o Sr. Feudal mais fraco ou nobre que recebia essa terra.
Assim, estabeleciam-se entre os dois, laços de fidelidade.



SEGUNDA SITUAÇÃO

PRIMEIRA SITUAÇÃO

Com o tempo, formou-se o que chamamos de Sistema feudal, onde havia um Senhor Feudal que seria "superior" ao seu vassalo.
O servo que representa a população que também fugiu das cidades em busca de segurança, será o vassalo deste Sr. feudal.

Qual a diferença entre o suserano e o vassalo?


A relação entre a vassalagem e a suserania no feudalismo era feito um acordo de fidelidade entre os nobres.

Suserano e vassalo
Sr. Feudal e Servo

Suserano e vassalo
Sr. Feudal e Sr. Feudal

Homenagem e a Investidura.

A relação suserano­/ vassalo era direta e pessoal. Implicava em direitos e obrigações recíprocas. 
Os laços eram estabelecidos através de uma cerimônia distribuída em dois atos principais:

O feudalismo é um sistema econômico, político e social fundamentado na propriedade sobre a terra.
Esta pertence ao senhor feudal que cede uma porção dessa terra ao vassalo em troca de serviços ocasionando uma relação de dependência.

Suserania, vassalagem e a Cavalaria feudal
Na sociedade feudal, os senhores feudais ligavam-se entre si por meio de um complexo sistema de obrigações e tradições.
O comitatus, da tradição germânica na qual o guerreiro devia absoluta lealdade ao chefe tribal, contribuindo para a formação das relações de suserania e vassalagem.
Como a terra tinha grande importância na época feudal, era comum a retribuição de serviços prestados com a concessão de terras. Os nobres que as cediam eram os suseranos e aqueles que as recebiam tornavam-se seus vassalos.
Havia um cerimonial, a homenagem, que acompanhava a concessão do feudo (o beneficium), ocasião em que o vassalo jurava fidelidade ao suserano, momento denominado de investidura, descreveremos depois os pormenores. O vassalo comprometia-se à acompanhar o suserano nas guerras, assim como o suserano jurava, em reciprocidade, proteção ao vassalo.

Homenagem e a Investidura.

Os vassalos tinham obrigações:

Consilium (o conselho) - participar das assembleias reunidas pelo senhor, e aplicar a justiça em seu nome;

Auxilium a ajuda militar e eventualmente financeira.
Em contrapartida, o senhor devia-lhe proteção.
Essa relação de obrigação recíproca entre suseranos e vassalos fez da dependência a característica principal das relações sociais feudais.
Quando ressurge a figura do rei que era considerado o principal suserano, subordinado às obrigações do sistema de suserania e vassalagem, dependia do exército formado por seu vassalos e dos tributos recolhidos em seus próprios domínios feudais.

Os homens largavam as espadas, descobriam a cabeça e ajoelhavam-se diante de seu futuro suserano,
indicando o desejo de servi-lhe; após receber do conde um beijo nos lábios, jurava sobre
relíquias de santos ser fiel ao conde e manter sempre o contrato selado. Em seguida,
era tocado pelo conde com um bastão, tornando-se seu vassalo, colocando-se à disposição do suserano,
em troca de proteção; depois o suserano dava um tapa no rosto do vassalo, para que ouve-se a relação de submissão.

Significado:
·         Beijo: Fidelidade
·         Armas: Proteção nas guerras
·         Tapa no rosto: selagem de submissão


INVESTIDURA

Caso o vassalo traísse seu suserano, ele perdia tudo o que possuía posses e títulos. Os rituais de suserania e vassalagem, não eram os mesmos em todos os lugares, cada lugar, tinha seu jeito próprio e único de fazer o ritual.


Naquele tempo, o conde Guilherme de Flandres, era o maior suserano da região, e era uma honra ser seu vassalo.
 Saiba mais sobre Guilherme de Flandres: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_da_Flandres


Suserano era o Sr. feudal mais forte no final será o rei da região, quem sabe o futuro país.
O vassalo era o Sr. Feudal mais fraco e a população em geral.

Este vassalo será do grupo da nobreza feudal, ligada a terra:

Juramento:
Sr feudal mais forte dá proteção.
Vassalo: ajuda a pagar resgate; dá cavalo e armas para filho do rei se este tornar-se cavaleiro; dá o dote a filha do Suserano.

O juramento é feito na presença da Bíblia e selada com um beijo.

NOBREZA

Rei - Duque - Marques

Conde - Visconde - Barão

 Duque
O primeiro escalão da nobreza tem sua origem ainda no Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux – “aquele que conduz”, em latim. Na Espanha, os duques eram os mais importantes generais da Coroa. Já em Portugal, o título era outorgado apenas aos filhos do rei ou a parentes bem próximos. Na Itália, os duques eram os responsáveis pela administração de cidades e províncias. Na Rússia, existia ainda o título de grão-duque, entre o duque e o rei. A mesma posição foi instituída pela família real austríaca, em 1358, com o nome de arquiduque


 Duque
O primeiro escalão da nobreza tem sua origem ainda no Império Romano, cujos comandantes militares recebiam o nome de dux – “aquele que conduz”, em latim. Na Espanha, os duques eram os mais importantes generais da Coroa. Já em Portugal, o título era outorgado apenas aos filhos do rei ou a parentes bem próximos. Na Itália, os duques eram os responsáveis pela administração de cidades e províncias. Na Rússia, existia ainda o título de grão-duque, entre o duque e o rei. A mesma posição foi instituída pela família real austríaca, em 1358, com o nome de arquiduque


Marquês
De hierarquia inferior apenas ao duque, seu nome vem do provençal, dialeto medieval do sul da França. Ali se chamava originalmente de marques o governador de fronteira – ou “governador de marca”. As marcas eram distritos territoriais que tinham a função especial de zona de proteção em regiões fronteiriças ou mal pacificadas. Nesses locais, o marquês tinha amplos poderes, respondendo tanto pela administração civil quanto pela defesa militar

Conde
Na Roma antiga, a palavra latina comes (“aquele que acompanha”) – que também deu origem à palavra “comitiva” – referia-se àqueles que moravam junto com o imperador: assessores, conselheiros e oficiais palacianos. Entre os francos, o mesmo nome era dado a juízes e governadores distritais. Aqueles que eram ligados à Corte levavam o título de condes palatinos e gozavam de grande influência. O valete, conhecido das cartas do baralho, é o mesmo que conde

Conde
Na Roma antiga, a palavra latina comes (“aquele que acompanha”) – que também deu origem à palavra “comitiva” – referia-se àqueles que moravam junto com o imperador: assessores, conselheiros e oficiais palacianos. Entre os francos, o mesmo nome era dado a juízes e governadores distritais. Aqueles que eram ligados à Corte levavam o título de condes palatinos e gozavam de grande influência. O valete, conhecido das cartas do baralho, é o mesmo que conde

Visconde
O mesmo que “vice-conde”, do latim vicecomes – ou seja: o substituto do conde, designado para desempenhar suas funções quando ele estivesse impedido ou ausente. A partir do século X, o título passou a ser hereditário, outorgado também aos filhos dos condes

Barão
O termo germânico barão significava originalmente “homem livre”, embora os oficiais assim chamados fossem dependentes diretos do rei. O título era oferecido a pessoas de destaque nas mesmas funções básicas dos outros cargos da nobreza: governar territórios e comandar exércitos.

Marquês
De hierarquia inferior apenas ao duque, seu nome vem do provençal, dialeto medieval do sul da França. Ali se chamava originalmente de marques o governador de fronteira – ou “governador de marca”. As marcas eram distritos territoriais que tinham a função especial de zona de proteção em regiões fronteiriças ou mal pacificadas. Nesses locais, o marquês tinha amplos poderes, respondendo tanto pela administração civil quanto pela defesa militar
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