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Dissertação sobre o Modelo de Excelência em Gestão

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Gabriel Feitosa

on 10 July 2013

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Transcript of Dissertação sobre o Modelo de Excelência em Gestão

FUNDAÇÃO INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISAS EM
CONTABILIDADE, ECONOMIA E FINANÇAS – FUCAPE GABRIEL MARTINS FEITOSA O IMPACTO DA ADOÇÃO DO MODELO DE EXCELÊNCIA DE GESTÃO (MEG) NO DESEMPENHO FINANCEIRO DAS EMPRESAS VITÓRIA
2012 X Desempenho Organizacional Qual a correlação? Lucro Líquido, Receita Líquida
e Valor de Mercado 1. INTRODUÇÃO Analisar o impacto da adoção do MEG no valor de mercado, na receita líquida e no lucro líquido das empresas adotantes do modelo. Objetivo Identificar as vantagens ou desvantagens que a adoção do modelo pode gerar;
Ampliar o arcabouço teórico acerca dos impactos gerados nas empresas após a adoção do MEG. Objetivos específicos Arcabouço teórico nacional incipiente;
Gerar conhecimento para o processo decisório do gestor;
Busca por evidências. Justificativa É constituído por 8 critérios que são baseados em 11 fundamentos de excelência que expressam conceitos reconhecidos internacionalmente que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em empresas líderes de mercado. MEG O funcionamento do MEG é explicado pelo conceito do PDCL.

Plan: o direcionamento da organização, dado pela Liderança, ouvindo os Clientes e a Sociedade, é definido por meio das Estratégias e Planos;

Do: a implementação é realizada por meio das Pessoas, que compõem a força de trabalho, utilizando-se dos Processos existentes na organização;

Control: os Resultados gerados devem ser analisados e entendidos,

Learn: Informações e Conhecimento para serem utilizados no processo de tomada de decisão, gerando um novo ciclo de gestão. MEG Coleta de dados (seleção das empresas tratadas);
Escassez de estudos nacionais;
Seleção do grupo de tratamento. Limitações 1.3 2. REFERENCIAL TEÓRICO 1.2 EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE QUALIDADE PRÊMIOS DE QUALIDADE PESQUISAS CORRELATAS Walter Andrew Shewart Questionava qualidade diante da variabilidade de um determinado produto;
Desenvolveu o Controle de Estatístico de Processo (CEP). William Edwards Deming Qualidade: conformidade de um produto diante das especificações técnicas atribuídas;
Fundador da American Society of Quality (ASQC);
Responsável pela revolução na gestão da qualidade no Japão. Joseph Juran Qualidade: atendimento as necessidades do cliente;
Modelo de custo da qualidade. Armand Feigenbaum Qualidade: comunicação entre os departamentos;
Propõem o termo TQM. Philip Crosby Qualidade: é investimento;
Considera como medida de qualidade o custo de não conformidade. Kaoru Ishikawa Introduz diversas ferramentas para o controle e apoio a qualidade. Genich Taguchi (AVELINO, 2005) Relaciona o custo de um produto ao valor percebido pelo cliente em função do declínio da qualidade de um determinado produto decorrente de variações no processo produtivo. David Garvin (1998) Qualidade: gerenciamento direcionado a competitividade.
“qualidade é ao mesmo tempo um problema e uma oportunidade” e para que essa oportunidade possa ser aproveitada as soluções simples devem ser substituídas por um profundo conhecimento da gestão da qualidade. 1º Prêmio de Qualidade;
Instituído em 1951 após uma palestra ministrada por Deming a executivos japoneses;
Após esta palestra surgiu a grande motivação pelas práticas do Total Quality Management (TQM). Premio Deming Segue o modelo proposto pelo prêmio norte americano;
Sua primeira premiação foi em 1993 estando atualmente em seu 19º ciclo;
A avaliação das candidatas e premiadas ocorre segundo o MEG. Prêmio Nacional de Qualidade Instituído em 1987;
Resposta norte americana à crescente entrada de produtos e aumento da competitividades das empresas japonesas;
O prêmio torna-se referência para os demais prêmios ao redor do mundo
Atualmente são 75 prêmios em cerca de 100 países. Prêmio Malcolm Baldridge

Analisa o impacto nos indicadores financeiros;
Dos 17 indicadores analisados, 11 tiveram um desempenho positivo, 4 negativo e 2 neutro. Estudos nacionais

Analisam a pesquisa produzida pelo Serasa;
Afirmam que tal pesquisa não apresenta informações comprobatórias da adoção do MEG como diferencial nos resultados financeiros, embora traga inúmeros benefícios às empresas.

Investigam o impacto no desempenho econômico;
A variável índice de crescimento da receita apresenta correlação positiva.

Investiga o impacto na valorização das ações na BOVESPA;
não há evidências do impacto positivo diante da adoção do modelo.

Analisa o impacto na taxa de lucratividade e crescimento das empresas;
Lucratividade acima da média;
Crescimento em linha com a média de seus setores.

Analisam as 20 empresas com a melhor pontuação no prêmio Malcolm Baldrige;
Melhor relacionamento interpessoal dentro das organizações, ganho de produtividade, melhora na satisfação de seus clientes, aumento em seu market share e ganho de rentabilidade. Estudos Internacionais

Analisam o impacto na performance das empresas;
Indicadores financeiros e retorno por açãos sofrem influência positiva.

Analisam o desempenho organizacional:
correlação é apenas marginalmente significante para indicadores financeiros;
os ganhadores de prêmios estaduais não possuem uma correlação significante;
o retorno significante são alavancados por apenas 4 empresas.

Estudam o desempenho das ações de longo prazo;
Valorização das ações em torno de 42% acima do grupo de controle.

Verificam como os diferentes tipos de empresas são impactados em seu lucro operacional;
Empresas menores atingem melhores resultados;
modelo mais maduro obtêm melhores desempenhos.

Se esta relação é causal ou uma covariância;
o bom desempenho dos indicadores ocorre antes e depois da implementação.

Analisam o impacto nos indicadores financeiros;
São melhores avaliados por seus investidores e os indicadores financeiros apresentam desempenho superior ao grupo de controle.


O impacto nos preços das ações das empresas vencedoras;
melhor valorização das ações.

Impacto no desempenho organizacional;
os pioneiros obtiveram um desempenho melhor.

Os estudos (SERASA, 2010; MAZZALI et al., 2008; JACOB, MADU e TANG, 2004; BRITO 2005; EASTON e JARREL, 1998; GAO, 1991) encontram evidências de um impacto positivo.

(CORREDOR e GOÑI, 2010; VEIGA, BARRETO e NUNES, 2008; MAZZALI et al., 2008; YORK e MIREE, 2004; ADAM, MCQUEEN e SEAWRIGHT, 1999) contestam esta correlação argumentando principalmente que estes indicadores eram positivos antes da implantação do modelo. Confronto dos principais resultados

Um grupo de autores (VEIGA, BARRETO e NUNES, 2008, YORK e MIREE, 2004, ADAMS, MCQUEEN e SEAWRIGHT, 1999,) afirma que grandes empresas como Vale e General Motors alavancam os resultados positivos encontrados.

Os autores (CORREDOR e GOÑI, 2010; VEIGA, BARRETO e NUNES, 2008; YORK e MIREE, 2004, JACOB, MADU e TANG, 2004;) questionam a relação positiva argumentando que as empresas analisadas já possuíam um desempenho acima da média.

Outro ponto levantado por vários trabalhos (BALASUBRAMANIAN, MATHUR e THAKUR, 2005; HENDRICKS e SINGHAL, 2001; ADAMS, MCQUEEN e SEAWRIGHT, 1999; EASTON e JARREL, 1998; GAO, 1991;) é que os resultados efetivos de uma implantação de um modelo de gestão são mais facilmente observados durante períodos mais longos de análise.

O retorno é mais significativo para as empresas com um modelo de gestão mais avançado (EASTON e JARREL, 1998; HENFRICKS e SINGHAL, 2001).

Um dos resultados mais recorrentes (CORREDOR e GOÑI, 2010; HENDRICKS e SINGHAL, 2001; ADAMS, MCQUEEN e SEAWRIGHT, 1999; EASTON e JARREL, 1998), afirmam que o impacto pode ser melhor percebido nas empresas pioneiras na adoção do modelo.

Apenas dois estudos (PIGNANELLI, 2006 e JACOB, MADU e TANG, 2004) afirmam que não há impacto.

Já os autores (BALASUBRAMANIAN, MATHUR e THAKUR, 2005, HENDRICKS e SINGHAL, 2001a; EASTON e JARREL, 1998;) afirmam que a adoção do modelo impacta positivamente o valor de mercado das empresas. 3. METODOLOGIA 1.2 Average Treatment Effect (ATE) ou efeito médio nos tratados que, na linguagem dos modelos de diferenças das diferenças é obtido pela diferença entre o grupo de tratados (dummy=1) que correspondem às empresas vencedoras do PNQ em relação ao grupo de controle (dummy=0). Método Adotado Vencedores e finalistas do PNQ que possuem papéis negociados na Bolsa de valores de São Paulo (IBOVESPA).
Grupo de controle - empresas do mesmo segmento. Amostra 4. RESULTADOS 1.2 Lucro Líquido Valor de Mercado Receita Líquida 4. CONCLUSÃO Os resultados encontrados no trabalho demonstram indícios de que a adoção do MEG resulta em um impacto no lucro líquido. No caso da receita líquida e do valor de mercado esta correlação foi insignificante demonstrando que para este universo amostral, a adoção do MEG não impacta no valor das ações das empresas. Sob a ótica do gestor, este trabalho prove algumas informações adicionais quanto à relevância do MEG:
se baseia nas boas práticas de empresas líderes de mercado;
compreende as principais áreas de uma empresa;
melhoria contínua em termos de desempenho organizacional;
diversos trabalhos sugerem que a adoção do modelo gera impacto direto nos resultados financeiros. Orientadores: Prof. Dr. Aridelmo Teixeira
Prof. Dr. Renê Coppe Pimentel Serasa (2010) Veiga, Barreto e Nunes (2008) Mazzali et al. (2008) Brito (2005) Pignanelli (2006) GAO (1991) Easton e Jarrel (1998) Adams, McQueen e Seawright (1999) Hendricks e Singhal (2001a) Hendricks e Singhal (2001b) York e Miree (2004) Jacob, Mandu e Tang (2004) Balasubramanian, Mathur e Thakur (2005) Corredor e Goñi (2010) Indicadores Financeiros Valor de Mercado das empresas Pioneiros Viés de Grandes Empresas Viés de um bom desempenho histórico Resultados positivos ao longo do tempo Estágio avançado do modelo Modelo

Os estudos (SERASA, 2010; MAZZALI et al., 2008; JACOB, MADU e TANG, 2004; BRITO 2005; EASTON e JARREL, 1998; GAO, 1991) encontram evidências de um impacto positivo

(CORREDOR e GOÑI, 2010; VEIGA, BARRETO e NUNES, 2008; MAZZALI et al., 2008; YORK e MIREE, 2004; ADAM, MCQUEEN e SEAWRIGHT, 1999) contestam esta correlação argumentando principalmente que estes indicadores eram positivos antes da implantação do modelo Indicadores Financeiros

Apenas dois estudos (PIGNANELLI, 2006 e JACOB, MADU e TANG, 2004) afirmam que não há impacto

Já os autores (BALASUBRAMANIAN, MATHUR e THAKUR, 2005, HENDRICKS e SINGHAL, 2001a; EASTON e JARREL, 1998;) afirmam que a adoção do modelo impacta positivamente o valor de mercado das empresas Valor de Mercado das empresas
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