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Problemas urbanos

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by

Mariana Pereira

on 24 March 2014

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Transcript of Problemas urbanos

E as suas soluções
Envelhecimento Demográfico e Solidão
Degradação de Edifícios
Pressão Ambiental
Pobreza
O desemprego prolongado é problemático
nas cidades, onde a sobrevivência das
famílias, depende totalmente dos seus
salários, inclusive para a habitação,
que mesmo sendo própria, exige o
pagamento das prestações do empréstimo bancário ou contribuições fiscais.

Além de problemas financeiros, o
desemprego provoca diminuição dos
contactos sociais, da auto-estima, levando a consequências psicológicas e sociais como frustração e depressão, e aumento de
pobreza e exclusão social respetivamente.
Em Portugal, grande parte dos prédios antigos do centro
das cidades são arrendados. Este é um dos factores da
degradação de muitos edifícios nestas áreas.
O sistema de arrendamento não compensa os arrendatários
pelo investimento nem garante o rendimento para a
recuperação de habitações.

Mas, quando os moradores são proprietários, estes também
possuem fracos rendimentos e pouca motivação para
proceder a obras de melhoramento das habitações.

Quando estes edifícios ficam desocupados, não se procede à
sua demolição ou recuperação, e dá-se a sua ocupação por
uma população de fracos recursos (população dependente
de um baixo rendimento/subsídios ou imigrantes). Muitas
vezes, dá-se uma desocupação definitiva dos edificios, o que
provoca uma crescente degradação ao longo do tempo.

O envelhecimento demográfico resulta do progressivo aumento da esperança média de vida e da acentuada redução da taxa de natalidade. Há cada vez mais idosos e cada vez menos crianças. Estes idosos tendem a permanecer nas àreas centrais da cidade sofrendo muitas vezes de abandono por parte das familias e consequente solidão.
Outro tipo de solidão é aquela vivenciada pelas crianças e adolescentes que ficam entregues a si próprios durante todo o dia. Esta solidão e forma de abandono pode refletir-se na indisciplina e insucesso escolar e desencadear dependência de drogas e alcóol.

A pobreza é, outro problema urbano, afectando principalmente os idosos, com baixas pensões
de reforma, bem como os trabalhadores de empregos mal-remunerados. Dentro deste grupo
de pobreza encontram-se ainda os desempregados de longa duração e os sem-abrigo.

O crescimento do número de sem-abrigo nas cidades, é preocupante; devido a problemas
de desemprego, abandono familiar, tóxicodependência, etc..., vivem em situação de ruptura para com os sistemas sociais, encontrando na rua o seu lar.

As situações de pobreza, visíveis das desigualdades sociais, propiciam a criminalidade e, com ela, a insegurança dos cidadãos.

A grande concentração populacional e de actividades económicas,
bem como, os transportes e modo de vida urbano fazem das
cidades os principais consumidores de energia, recursos
naturais e produtores de resíduos, exercendo pressão sobre
os ecossistemas das regiões.

O aumento dos níveis de poluição atmosférica e sonora,
compromete a qualidade do ar e a saúde dos cidadãos.
A forte concentração de gases poluentes nos maiores centros
urbanos provoca a subida da temperatura agravada pelo calor
liberto pelos transportes, sistemas de climatização artificial,
pela impermeabilização dos solos...

À poluição do ar e sonora junta-se o resultante da crescente
produção de resíduos associados ao aumento do poder de
compra e consumo. Este aumento obriga à construção de
equipamentos de deposição e tratamento de lixo de águas
residuais, que, embora ajudem a diminuir a poluição, são
também, eles próprios, agentes poluidores.

A expansão urbana é também agressiva para o ambiente,
ocupando áreas sensíveis do ponto de vista ambiental (zonas
ribeirinhas, leitos de cheia, encostas). Há também uma falta
de espaços verdes, contribuindo para a degradação da
paisagem urbana.



Problemas urbanos
Uma intensa reabilitação urbana é necessária para se restaurar centenas de edifícios como
estes, ou pior ainda.

O PRAUD - Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Degradadas, em colaboração com as autarquias locais, visa restaurar as áreas urbanas com um maior nível de degradação, com os incentivos RECRIA, REHABITA, RECRIPH, que apoiam financeiramente o restauro e a conservação dos edifícios com ocupação residencial nas áreas mais antigas das cidades.

As soluções para este problema passam pelo desenvolvimento de serviços de apoio à população idosa, alargamento dos serviços de apoio a crianças e jovens e o repovoamento das áreas mais envelhecidas, atraindo população jovem através de, por exemplo, incentivos ao arrendamento.

IAJ - Incentivo ao Arrendamento Jovem é um apoio mensal para pagamento da renda a jovens com menos de 30 anos
O Programa Porta 65 – Jovem é um sistema de apoio financeiro ao arrendamento por jovens com menos de 30 anos.
Estes são exemplos de apoios que promovem o repovoamento e criam condições para a fixação de população jovem.

fig.5 - Evolução do Indice de envelhecimento de 1962 a 2012
Desemprego
Uma das soluções para o desemprego pode passar pela iniciativa URBAN II que tem como um dos seus objectivos a promoção da capacidade empresarial local e de oportunidades de emprego.
A solução passa por uma reabilitação urbana, especialmente para
o último caso, a falta de espaços verdes.

O aumento do número de espaços verdes, a promoção da
melhoria dos já existentes e a construção e optimização de
equipamentos colectivos, nomeadamente os desportivos, de
cultura e lazer, que promovam o convívio e o encontro da
população urbana é outro dos muitos pontos da iniciativa URBAN II.
fig.1- estado de conservação dos edificios em Lisboa
A solução para este problema exige solidariedade.

O incremento do voluntariado social é uma das principais soluções já que estas organizações sociais apoiam os mais desfavorecidos, proporcionando-lhes comida, roupa e higiene.

No campo da educação, deve impor-se a promoção do sucesso educativo e da prevenção do abandono escolar.

fig.2 - fachadas degradadas em Alvalade
fig.3 - edifício degradado em Lisboa
fig.4 - andar de um prédio num grave estado de degradação
O crescimento da população conduz, a uma saturação de espaço e à incapacidade de resposta das infra-estruturas físicas, tais como: Redes da distribuição de água e energia; Saneamento; Transportes;

E sociais, como: Tribunais; Finanças; Centros de saúde; Hospitais;


Saturação de Infra-Estruturas
Um dos indicadores da qualidade de vida da população é a sua mobilidade. O aumento da taxa de motorização, com o uso crescente do transporte individual, contribuiu para a dificil deslocação nas áreas urbanas.
Este problema agrava-se uma vez que grande parte da população trabalha fora da área de residência, o que intensifica os movimentos pendulares.
Surgem congestionamentos e problemas de trânsito, bem como
de estacionamento porque não há espaços suficientes.

Um bom exemplo de saturação de infra-estruturas é a auto-estrada IC19 que todos os dias é preenchida com uma interminável fila de automóveis.
Uma consequência do tráfego na IC19 são os frequentes acidentes, muitas vezes mortais.

Para solucionar este problema, devem-se
construir mais parques de estacionamento na entrada das cidades e satisfazer as
necessidades específicas de cada centro
urbano conjuntamente com o aumento
da eficácia dos transportes públicos.

A iniciativa comunitária URBAN II, tem como
um dos seus objectivos esse mesmo ponto.
fig.8- Toneladas de lixo produzidas em Lisboa de 1999-2005
fig.7- índice de qualidade do ar entre 2002 e 2004
fig.6- evolução da taxa de desemprego de 1993 a 2013
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