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FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA

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by

simone serafim

on 13 September 2013

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Transcript of FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA

AP + SINAIS CLÍNICOS =
Identificação do DVO
Complacência Torácica
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM PEDIATRIA
Profª Simone Serafim
ANATOMIA E FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA NA CRIANÇA E NEONATO
PARTICULARIDADES PEDIÁTRICAS - vulnerabilidade aos quadros de infecção respiratória
ALGUMAS SITUAÇÕES QUE DESENCADEIAM DISFUNÇÃO RESPIRATÓRIA
Doenças respiratórias pediátricas levam a repercussões funcionais no adulto
Fisioterapia Respiratória na Criança com Disfunção Neuromotora
Anatomia / Fisiologia do Sistema Respiratório na Criança e Neonato
Patogênese da Disfunção Respiratória
Avaliação Pneumofuncional em Pediatria
Técnicas de Fisioterapia Respiratória no Bebê e na Criança
Reabilitação Pulmonar em Pediatria
Desvantagem à
mecânica respiratória

língua
narinas pequenas
respiração nasal
tamanho da cabeça
pescoço curto
occipital proeminente
área subglótica estreita (cone)

cx torácica
vias aéreas:
menor diâmetro,
mais curtas
em menor n°
+ complacentes
musculatura respiratória pouco desenvolvida
alvéolos (milhões)
superfície
alveolar (m2)
8a
adulto
RN
20
300
2,8
32
75
300
Alta Tx metabólica
em repouso
RESPIRAÇÃO
Ventilação
Perfusão
Recuo elástico
Resistência
Complacência Torácica
Complacência Pulmonar
Ventilação
PaO2 = 104mmHg
PaCO2 = 40mmHg
Perfusão
Resistência
Complacência Pulmonar
(CP)
Recuo elástico
Músculos respiratórios
pressão de insuflação residual, evita o colapso alveolar
RN - poucas fibras elásticas (idoso com enfisema pulmonar)
Capacidade de expansão pulmonar
inversamente proporcional ao r4
qto < calibre da via aérea, > resistência ao fluxo de ar
↓da complacência: condições que alteram o tec pulmonar
RN: 3 a 6x maior CP
Distorção cx torácica na insp
Costelas horizontalizadas
pouca alter diâmetro AP e lat
CP reduzida
baixo recuo elástico
CT aumentada
músculos pouco desenvolvidos
anatomia das VAS
Bronquiolite aguda, laringotraqueobronquite e pneumonia
Maiores causas de morbidade
Infecções virais reicidivantes da VAI
DPOC na vida adulta
Bronquiolite aguda grave
Danos estruturais e funcionais permanentes
Crianças com - 2a e + 3 episódios de obstrução broncopulmonar
Asma
FATORES DE RISCO, DE INDUÇÃO E DE AGRAVAMENTO DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
Diferenças estruturais das VAS ou da cx torácica, hérnias diafragmáticas, cifoescoliose, malformações cardíacas, síndrome de Down, infeções respiratórias, sistema imune deficiente,
prematuridade, BPN, não aleitamento materno, desnutrição, predisposição genética e condição socioeconômica.
Bronquiolite
tabagismo dos pais, bronquiolites, pneumopatias até 5a, hiperreatividade brônquica.
Asma
O QUE HÁ EM COMUM ENTRE AS VÁRIAS PATOLOGIAS?
INFLAMAÇÃO DA MUCOSA RESPIRATÓRIA
AGRESSÃO
liberação mediadores inflamatórios
vasodilatação capilares
exsudato
secreção hiperviscosa
broncoespasmo e hipersecreção
OBSTRUÇÃO
Reduz a luz das vias aéras afetando o ar circulante
Fechamento prematuro dos brônquios durante a expiração ocorrendo aprisionamento de ar
= HIPERINSUFLAÇÃO
HIPERINSUFLAÇÃO
AUMENTO ANORMAL DA CRF
Criança pequena = hiperinsuflação fisiológica
Causas:
perda de recuo elástico do pulmão
e/ou obstrução brônquica.
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
Independente da etiologia da obstrução:
viral
localizada
difusa
Fisioterapia Respiratória rompe com o ciclo vicioso da inflamação!
aguda
bacteriana
crônica
OBJETIVOS DA FISIOTERAPIA
RESPIRATÓRIA
Remover ou reduzir a obstrução
Melhorar a mecânica respiratória
Atenuar a disfunção respiratória
Reexpansão pulmonar - Prevenir ou tratar atelectasias e hiperinsuflação
AVALIAÇÃO CLÍNICA DA OBSTRUÇÃO
AVALIAÇÃO PNEUMOFUNCIONAL EM PEDIATRIA
Ausculta Pulmonar
Sinais Clínicos
normais, aumentados, diminuídos, abolidos
Ruídos adventícios
CONTÍNUOS
sibilos
roncos
DESCONTÍNUOS
crepitantes grossos
= alta frequência
crepitantes finos
= baixa frequência
Ruídos respiratórios
cianose
taquipnéia
taquicardia
SpO2 < 90%
palidez
batimento asa nasal
sudorese
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
TOMADA DE DECISÃO
DISTÚRBIO VENTILATÓRIO OBSTRUTIVO
(DVO)
DVO tipo I
DVO tipo misto
DVO tipo III
DVO tipo II
vias aéreas extratorácicas
vias aéreas médias e periféricas
vias aéreas intratorácicas proximais
(traquéia e 4-5 primeiras gerações brônquicas)
obstrução + broncoespasmo
DE MANEIRA ESQUEMÁTICA:
Ruído na inspiração
Ruídos na boca
Origem laríngea ou sublaríngea
DVO I
Ruído na inspiração e/ou expiração
Crepitantes grossos e/ou roncos
Origem traqueal
DVO II
Ruído na expiração
Crepitantes finos
Origem brônquica
DVO III
DVO II
roncos e crepitantes grossos
DVO misto
crepitantes finos
sibilos
DVO III
AP
LOCAL DO DISTÚRBIO
DISTÚRBIO
TIPO DE MANOBRA
Vias aéreas intratorácicas proximais
Vias aéreas intratorácicas proximais ou distais
Vias aéreas intratorácicas distais
Técnicas expiratórias forçadas
Técnicas expiratórias lentas
Técnicas expiratórias lentas
MANOBRAS
INDICADAS
AFE <2anos
Comp. torácica rápida
Comp. desc. abrupta
vibrocompressão
tosse provocada
ELPr
Comp. torácica lenta
máscara PEP
técnicas dos DVO II e III + controle sinais clínicos + aerosolterapia
Fisioterapia respiratória sintomática
TÉCNICAS
REABILITAÇÃO PULMONAR PARA CRIANÇAS PNEUMOPATAS CRÔNICAS
Doença pulmonar crônica (DPC)
Piora progressiva da função pulmonar
SECREÇÃO – INFECÇÕES – HIPERINSULFLAÇÃO
Alteração na mecânica pulmonar
DISPNÉIA e FADIGA AO REALIZAR EXERCÍCIO
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NAS DOENÇAS NEUROMUSCULARES
OBJETIVOS
DA REABILITAÇÃO PULMONAR
Melhorar condicionamento cardiorrespiratório;
Melhorar força muscular periférica;
Melhorar força muscular respiratória;
Romper com ciclo da dispnéia e melhorar qualidade de vida!
OBSERVAÇÕES SOBRE O ATTO
Crianças x Adultos
vulnerabilidade
alterações comportamentais
dessaturações frequentes
> chance de fadiga
quadro clínico exacerbado
tempo curto de atto
escolha limitada das manobras
aspiração de VAS muitas vezes necessária
tratamento individualizado
atto combinado a aerossolterapia
simoneserafim@gmail.com
ALGUMAS SUGESTÕES PARA ADQUIRIR:
FISIOTERAPIA Neonatal e Pediátrica
Cristiane do Prado/Luciana Assis Vale
Ed Manole
FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA
Teresa Pountney
Ed Elsevier
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA PEDIÁTRICA
O tratamento guiado pela ausculta pulmonar
Ed Artmed
Fisioterapia Respiratória em Pediatria e Neonatologia
George Jerre Vieira Sarmento
Ed Manole
Quadro Clínico
Histórico da Doença
Avaliação Fisioterapêutica
tônus, função motora, desvios posturais, encurtamentos musculares, dor, trofismo muscular, deformidades.
Avaliação detalhada do quadro respiratório
Atendimento de Fisioterapia nas Doenças Neuromusculares
Educação dos pais e crianças:

Adaptação dos ambientes que a criança frequenta;

Orientações para AVD's - poupar gasto energético;

Orientações sobre novas adaptações como órteses, coletes, cadeira de rodas;

Orientações de posicionamento na cama e cadeira (buscar simetria);
Manter/ melhorar a função respiratória;
Estimular a independência nas AVD's e participação em atividades de lazer.
Melhorar, manter, retardar a perda de FM;
Evitar/ reduzir contraturas e deformidades;
Promover e estimular a marcha;
OBJETIVOS
A FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
Acompanhar espirometria;
Avaliar força muscular respiratória (Mano);
Avaliar força muscular (MMSS, tronco);
Avaliar obstrução: Ausculta pulmonar detalhada;
Sinais de disfunção respiratória - insuficiência
respiratória;
Avaliar tosse
Avaliar Padrão respiratório
Fases 1, 2 e 3
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