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Aula 1 - Programação visual, recursos gráficos e aplicativos

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by

Vanessa Santos

on 6 November 2013

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Transcript of Aula 1 - Programação visual, recursos gráficos e aplicativos

Aula 1 - Programação visual, recursos gráficos e aplicativos para mídias digitais

CONTEXTUALIZAÇÃO
Sociedade conectada

Culturas híbridas

Sistemas multimidiáticos

Circulação de conteúdos por meio de redes sociais virtuais

Terrenos movediços

DEFININDO CONCEITOS
O
planejamento visual

é

basicamente a arte de integrar texto, ilustração, cor e espaço tornando a mensagem mais legível e agradável.

PERSPECTIVAS
- É necessário realizar experimentações, principalmente em em âmbito acadêmico.

- O movimento de criação pressupõe não apenas explorar os recursos tecnológicos oferecidos pela indústria informática. Ao contrário disso, muitas vezes, o movimento criativo coloca em xeque as prerrogativas do suporte tecnológico.



PERSPECTIVAS II
O que faz, portanto, um verdadeiro criador, em vez de simplesmente submeter-se às determinações do aparato técnico, é subverter continuamente a função da máquina ou do programa de que ele se utiliza, é manejá-los no sentido contrário de sua produtividade programada (MACHADO, 2003).
Programação visual:
pode ser definida como o conjunto de técnicas que permite ordenar a forma pela qual se faz a comunicação visual de forma eficiente e agradável.


Mas, qual a diferença entre os termos e as atividades?
DEFININDO CONCEITOS
Recursos gráficos
estão relacionados ao design gráfico.

Tradicionalmente, o design gráfico une imagem e texto para criar uma mensagem veiculada em forma de embalagens, logotipos, cartazes, folders, projetos de identidade visual, malas diretas, livros, revistas e jornais impressos, entre outros.

Atualmente, o
design gráfico
já implica o uso de infografia, recursos multimídia e hipermídia, fotografia, animações, elementos interativos (percepção/ demonstração ou simulação), como os games..

DEFININDO CONCEITOS
Aplicativos ou
APPs
(do inglês, application)

São softwares (programas computacionais) desenvolvidos no âmbito da web voltada para a mobilidade. Os aplicativos constituem-se em ferramentas específicas para executar tarefas singulares, armazenar dados e intercambiar informações na nuvem.

É diferente de um
ícone de atalho

DEFININDO CONCEITOS
Mídias digitais
Mídias digitais
De qual mídia estamos falando?
TV Digital?
Tablet?
Smartphone?
Computador pessoal?
IMPORTANTE
Compreender a mídia a partir da qual falamos auxilia-nos na compreensão dos processos. Produzir notícia para consumo em computador pessoal é diferente de produzir conteúdo para tablet, por exemplo.
Características do jornalismo digital
hipertextualidade

multimidialidade

interatividade

personalização

instantaneidade

memória
Construção de narrativas multimidiáticas
Pressupõe a utilização de programação visual, design gráfico e aplicativos.

Suportes semânticos que determinam novas cartografias simbólicas e formas de estruturação do pensamento

Programação visual e design gráfico em mídias digitais
Antes de iniciar qualquer programação é preciso ter em mente o tipo de contrato de leitura que se estabelece entre veículo e leitor / ouvinte / espectador.

A proposta das mídias digitais está assentada em uma nova base tecnológica
Não basta mais saber os percursos de leitura em ambientes virtuais

Este deve ser apenas o começo de um desenho complexo.

* Relacionamento mídia

- A transposição não é mais suficiente
- É preciso conhecer a arquitetura da informação nestes novos ambientes virtuais
- Além disso, também é preciso que se leve em conta a ergonomia implicada no processo

A programação visual e o design gráfico estão diretamente relacionados com a forma como a informação será disposta no espaço virtual, bem como qual será o suporte utilizado
Arquitetura da informação

Para cada suporte (papel, TV, rádio), uma nova organização dos textos e relações se estabelecem em torno da compreensão daquilo que está sendo exibido, noticiado, informado.

Na web, o hipertexto atua como um dispositivo de escrita e organização da leitura
Arquitetura da informação II
A arquitetura da informação promove mais que facilidade de acesso. Esta arquitetura é um dos elementos estruturadores das narrativas multimidiáticas no ciberespaço.

O projeto de uma narrativa multimídia deve privilegiar começo, meio e fim. Ainda assim, é preciso abrir espaços para a construção de narrativas pelo usuário.

Transmídia / Crossmídia

Arquitetura da informação III
E como fica a produção de conteúdo para dispositivos móveis -
como tablets e smartphones?
JORNALISMO MÓVEL (MOJO)
O debate sobre a produção de conteúdo noticioso para
dispositivos móveis passa, antes, pela discussão sobre a mobilidade e, por consequência, do que convencionou-se chamar Jornalismo Móvel.

- Barateamento dos dispositivos
- Melhoria da infraestrutura de redes
- Crescente utilização de BD
A produção de notícias para a quarta tela
- Informação curta, não só por causa do tamanho da tela, mas também pela forma como essa informação é recebida (fragmentação)

- Neste ambiente, as tecnologias de pull (puxar) e push (empurrar) se estenderão às notícias. “Poderemos consultar as notícias por livre iniciativa (pull) ou poderemos recebê-la por iniciativa alheia, como se tratasse de um aviso ou alarme (push)”.

- Canavilhas (2012), Salaverría (2011) e Kolodzy (2013) apostam que haverá uma ligação da “quarta tela” com as outras telas, em particular com o PC e com a televisão.
Diante desse cenário, como devemos pensar a programação visual, recursos gráficos e aplicativos para os dispositivos móveis?
Estabelecendo a distinção

• são atualmente os dispositivos que mais fortemente se vinculam à identidade do usuário

• o celular/smartphone como plataforma de acesso à conteúdos (informativos, de entretenimento, etc). É o único dispositivo de consumo cultural ao qual estamos expostos de forma permanente;

• o celular/smartphone é o primeiro que desvincula a comunicação do
lugar e, por isso, a tecnologia móvel incide de forma decisiva no movimento.
Conforme Cerezo (2010 apud MIELNICZUK, 2013), as informações produzidas para os dispositivos móveis devem considerar as seguintes características:

Fragmentada e viral;
Multimídia;
Aspectos de infotenimento;
Geolocalizada;
Personalizada e ‘targetizada’
Social, participativa e interativa.
Programação visual e design gráfico para dispositivos móveis
Wireframes
Design gráfico em contexto de jornalismo móvel
Design responsivo: adaptação sem perda de qualidade do design desktop para mobile.

O design responsivo reúne as linguagens HTML5, CSS3 e seus atributos às técnicas de layouts fluidos, imagens flexíveis e de boa resolução.

O design respondiva precisa estar atrelado ao "horizonte ergonômico"
Os smartphones cabem no bolso, mas o tamanho reduzido de suas telas impõe severos limites à sua capacidade de incrementar a resolução semântica

Podem funcionar muito bem para fluxos contínuos e rápidos de informação, inclusive com uso de geolocalização, mas geram múltiplos problemas ergonômicos em operações que exigem uso mais prolongado
Usuários de tablets assistem duas vezes mais vídeos que os usuários conectados por celular. Até mesmo como plataforma

A quantidade de compras on-line por tablets é cinco vezes maior do que a registrada por smartphones.


Os tablets podem ser considerados um compromisso entre miniaturização e ergonomia, entre portabilidade e conforto.

* Revisitando o webjornalismo de primeira geração
Canavilhas acredita que, enquanto no webjornalismo se aspira a “uma multimidialidade por integração, com conteúdos em funções complementares, no conteúdo móvel o ideal é um modelo acumulativo, com o mesmo conteúdo em diferentes formatos, adaptáveis a cada momento da recepção” (p. 65).
A utilização de aplicativos nos dispositivos móveis
A utilização de aplicativos nos dispositivos móveis enseja uma lógica diferenciada de acesso à informação.

O Design responsivo facilita a aquisição da informação.

O diagnóstico da app economy no Brasil evidencia
como o mercado em expansão de smartphones e tablets intensifica a Cauda Longa
Apps economy
Rublescki, Barichello e Dutra (2013) evidenciam que foram
feitos em 2011 cerca de
30 bilhões de downloads de aplicativos móveis
, o que representa um crescimento de
230%
em relação ao ano de 2010. Em 2011, a app economy atingiu
US$8.5 bilhões
e a projeção para 2016 é de US$46 bilhões. Mesmo que 96% dos aplicativos baixados em smartphones em 2011 tenham sido gratuitos, a receita gerada se deu através de compras in-app, publicidade ou patrocínio.
Apps jornalísticas
- Em relação ao número crescente de apps, ainda é pequena a quantidade de apps jornalísticas

- Gigantes da comunicação no Brasil (como Grupo Abril e Globo) já entraram no mercado móvel. As apps fornecem acesso - pago - para conteúdos específicos de jornais e revistas.

Do ponto de vista do jornalismo, as apps permitem segmentar a abordagem,
buscando um maior encaixe entre leitor/jornalistas. A tendência observada
nos jornais de referência sinaliza a oferta de conteúdo mais analítico em torno das notícias do cotidiano.

Há uma busca crescente por edições específicas em conteúdo e com editoração diferenciada, adequando títulos, imagens e textos ao tamanho da tela, em busca de uma experiência de navegação interativa e prazerosa.
Programação visual, design gráfico e aplicativos para TV Digital
- Os tablets não irão salvar o jornalismo impresso; em vez disso, irão potencializar o audiovisual

- Ainda é bastante escassa a oferta de apps que permitam acesso à conteúdos informativos televisivos.

- Países como Espanha já iniciaram a difusão de alguns conteúdos (na maior parte das vezes sem diferencial algum)

- Potencial de desenvolvimento de gêneros híbridos como infotenimento e edutenimento (Ex.: Enreda Madrid)


Programação visual, design gráfico e aplicativos para TV Digital
- As implicações da inserção do audiovisual no ciberespaço ultrapassam a esfera técnica para se estenderem aos conteúdos, que precisam ser renovados de acordo com as especificidades do suporte.

- Em grande medida, o design gráfico para a TV Digital ainda esta muito centrado na questão da qualidade de som e imagem (modelo brasileiro permite a mobilidade)

- A programação visual ainda se ancora em um modelo proveniente da TV analógica.
Profa. Vanessa Matos dos Santos
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