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Automutilação

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by

Leonarod Navarro

on 24 November 2014

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Transcript of Automutilação

Automutilação é definida como qualquer comportamento intencional envolvendo agressão direta ao proprio corpo , sem intenção consiente de suicídio. Os sintomas são mais recorentes durante a adolescência pois sentem uma necessidade enorme de auto punição pelos insucessos na vida cotidiana.
Adolescência é uma fase de passagem, de grandes mudanças , de insegurança, de alternância entre sentimentos opostos nos quais o equilibirio resulta num quadro muito frágil . Este é um periodo no qual já não se é mais criança, mas ainda não se é adulto , quando o universo pessoal se amplia, quando se está em busca da própria identidade e ocorre um crescente distanciamento da família na procura cada vez maior de autonomia . É quando a pessoa testa a si mesma para conhecer seus proprios limites , e principalmente sua capacidade de superá-los , é quando se torna mais importante a aprovação social (traduzido por MÁXIMO, Maria Alice,2013).
Adolescência
Lacan distingue gozo de prazer , indicando que gozar é um movimento de busca de algo perdido, do objeto impossivel e fora de significado , consistindo na tentativa permanente de passar dos limites e ir para além do princípio do prazer .
Gozo e prazer


O DSM-IV classifica a automutilação como um dos criterios de diagnosticos para os transtornos do controle de impulso , Transtorno de personalidade Borderline e também tem pontos em comum nos transtornos de alimentação Anorexia e Bulimia .
O DSM-V propoe que seja a automutilação uma entidade diagnóstica aparte .
O manual aponta entre os critérios de diagnostico do que também é chamado de transtorno de personalidade limitofre, dois que consideramos de extrema importância.
Critério 3 - Pertubação da Identidade : instabilidade acentuada e resistente da auto imagem ou do sentimento de
self
.
Critério 5 - Recorrência de comportamentos , gestos e ameaças suicidas e de comportamento de automutilação.

Automutilação
Administradora de uma das páginas sobre automutilação no Facebook, com mais 10 mil “curtidas” em menos de um mês de criação, A., de 15 anos, diz que o intuito não é incentivar, mas ajudar os jovens que sofrem do mesmo problema, sem julgá-los. Na rede, eles postam fotos das feridas e trocam experiências e telefones para formar “grupos de autoajuda” pelo aplicativo Whatsapp. A menina conta que fez o primeiro corte com um compasso há três anos e, desde então, só conseguiu ficar sem se mutilar por, no máximo, cinco meses.

— Começou na sala de aula, e me arrependo bastante. Falo muito com os curtidores da página para nunca darem o primeiro corte, pois se torna um vício. Depois desses meses, meus cortes, que antes eram leves, acabaram só aumentando e ficando fundos, deixando cicatrizes — conta A., aluna de um colégio estadual do Rio que diz ter aderido aos cortes por conta de traumas de infância e familiares, sobre os quais se recusa a falar.

O pai dela mora em Minas Gerais, e a mãe, no Rio, não desconfia do problema. Há uma semana, a adolescente foi chamada pela direção de sua escola, que percebeu o comportamento:

— As diretoras conversaram bastante comigo, e implorei que não contassem para minha mãe. Prometi que não ia me cortar mais lá dentro. Mas (ao fazer isso), sinto alívio na dor sentimental, troco-a pela física. Pelo menor por um momento eu me sinto livre de tudo. Esse é o problema: acaba dando vontade de me cortar compulsivamente.

Na última edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DSM-5, na sigla da Associação Americana de Psiquiatria), a automutilação sem intenção de suicídio ficou sob observação para ser tratada como um transtorno isolado, apesar de estar comumente associada a comportamentos obsessivos compulsivos e outras síndromes, como a de Borderline. De acordo com o psiquiatra Olavo de Campos Pinto, membro do International Mood Center e ex-professor da Universidade da Califórnia (EUA), o principal público atingindo são meninas de 13 a 17 anos. A internet tem papel preponderante na disseminação atual da prática, que ele chama de epidêmica.

— Nessa idade, a pessoa não tem a personalidade formada e assume um comportamento de grupo altamente perigoso. As redes sociais são multiplicadores, o principal combustível, e (a automutilação) está se tornando uma epidemia. É uma maneira de lidar de forma impulsiva e destrutiva com frustrações e ansiedades. Tenho visto cada vez mais casos na pré-adolescência. É assustador — diz Campos Pinto. — Estudos de condução nervosa sugerem que, quando há uma sensação de frustração, o corte alivia a dor psíquica. Há um alívio imediato, mas, quando passa, vem uma sensação de vergonha, de arrependimento, de ser descoberto no seu ato.

Redes Sociais
Complexo de Édipo
Filme : Cristiane F
É a matriz de nossa identidade sexual de homem e mulher, pois é durante a crise edipiana que a criança sente pela primeira vez um desejo masculino ou feminino em relação ao genitor oposto (NASIO, 2007,pg.16).
Luto e melâncolia
Freud diferencia luto da melâncolia, ressaltando o afeto natural e compreensivo do luto e a inconformidade da melancolia onde o sujeito sofre a perda mas não sabe exatamente o motivo , mas tenha sido perdido enquanto objeto de amor.
Tratamento
Pais :

Alguns dos adolescentes que partilham em consulta que se auto-mutilam admitem que já o faziam há algum tempo antes de os pais terem tomado conhecimento. Na maioria das vezes os pais referem mesmo não terem identificado quaisquer sinais de alarme, ficando muito assustados e imersos numa grande preocupação e desorientação quando confrontados com a partilha do filho. A dor de um adolescente que se auto-mutila é grande… E por isso pais e outros adultos cuidadores anseiam por orientações que acalmem a própria angústia, possibilitando um apoio adequado ao jovem. A comunicação eficaz dentro da família é verdadeiramente importante para que o adolescente se sinta seguro, valorizado e confiante, pelo que se sugere a existência de um momento diário, nas rotinas da família, em que todos se sintam livres e aceites na partilha de ideias, dúvidas, preocupações e conquistas.
Profissional
: O papel do psicologo em relação com o paciente de automutilação é delicado e inclui bastante a propria relação terapeutica , que cabe a dificil tarefa de aceitar e validar os sentimentos do paciente, sem combinar com sua parte atuadora. Ele precisa acreditar na mudança do paciente e também observar a consequencia do comportamento. Cada sessão é um desafio , uma surpresa, mais o papel dele é aalcançar equilibrio entre atitudes de aceitação, e também um terapeutico criativo pode ajudar o paciente a conter e organizar suas emoções , atrávez de pequenas inclusões que permitem um revestimento para que estes pacientes possam crescer e se desenvolver . O psicologo pode adquirir varias intervenções para uma melhora , o aprendizado de novas habilidades, incluindo consciência , eficácia interpessoal, cooperação adaptativa com decepções e crises. Duas ações que ajuda o paciente a desenvolver uma noção essencial de valor pessoal é a validação e a afirmação, atravéz de uma relação terapeutica de aceitação que busca uma melora do quadro. Pacientes com esses comportamentos devem ser acompanhados por psicologos e por psiquiatras, para introduzir a medicação que também levará a uma melhora, junto com o acompanhamento terapeutico.
Musica
Dinamica
Conclusão
Agradecimento
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