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Estrutura Física e Organizacional da Recuperação Pós-Anestés

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Hannah Karina

on 14 March 2016

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Transcript of Estrutura Física e Organizacional da Recuperação Pós-Anestés

Prof.ª Hannah Karina
hannahkarina@hotmail.com
(96) 9 8117 6117

Estrutura Física e Organizacional da Recuperação Pós-Anestésica
Planta Física
Área da RPA
Determinada por aspectos como:
Número de salas de operação;
Tipo, duração total de procedimentos anestésico-cirúrgicos realizados;
Critérios de avaliação desde admissão até a alta dos clientes dessa unidade.
Elementos da Unidade de RPA
Quantidades de Leitos da RPA
Cirurgias de alta comlexidade > UTI
Padrão mínimo: 2 leitos
Distância entre leitos e paredes: 0,8 m
Distância parede/cabeceira: 0,6 m
Se colocados em posições opostas: corredor no centro com 1,6m de largura

Fácil acesso e seguro
Posições: Trendelenburg e Trendelenburg reversa
Grades laterais, freios nas rodas, prateleira para fichas
Mesa de apoio/alimentação
Cabeceira removível ou móvel (acesso a vias aéreas)
Contextualização Histórica
Localização
Mais próximo possível do Centro Cirúrgico
Facilitar transporte do paciente
Facilitar atendimento do cirugião e anestesiologista
Retorno do paciente à SO, se necessário
Instalações, Equipamentos e Materiais da RPA
1º Relato: 1801 em Newcastle (Inglaterra) - anterior à descoberta da anestesia, ao lado de SO para obervação e cuidados especiais
Florence (1863): pacientes mais graves próximo a mesa do enfermeiro
Necessidade: anestesia > estado de transição
Planejamento após 2ª Guerra Mundial
1942: SRPA utilizado pela 1ª vez
Brasil: obrigatoriedade após publicação da Resolução nº 1363/93 em Decreto Federal
Cirurgia moderna: exigiu melhor espaço
Advento da monitorização invasiva

Vantagens:
Redução da mortaldade pós-anestésica e pós-operatória
Facilidade para rotina das unidades de internação, melhor cuidado nas enfermarias
Maior segurança aos pacientes e familiares
Redução de possíveis acidentes pós-operatórios e pós-anestésicos
Conceito
:
Área destinada aos pacientes submetidos a qualquer procedimento anestésico-cirúrgico, onde permanecem até a
recuperação da consciência, a normalização dos reflexos e dos sinais vitais
, sob observação e cuidados constantes das equipes de enfermagem e médica.

Planejamento
:
Deve abranger localização, planta física, número de funcionários, dinâmica da unidade e quantidade de leitos, proporcionando segurança e redução dos riscos anestésicos-cirúrgicos.
Forma retangular ou redonda > visualização fácil e constante dos pacientes
Portas amplas > facilitar fluxo de pessoal e passagem de cama, maca, equipamento, etc.
Piso e Parede > material resistente e lavável, piso para amortecer som de sapatos, forro antiacústico
Iluminação clara, sem mudança de cor > avaliação acurada
Ambiente calmo, sem ruídos desnecessários > audição 1º sentido a voltar
Temperatura e umidade controladas > 22ºC; 50 e 60% (conforto)
Sistema de comunicação eficiente > situações de emergência
Instalações elétricas, hidráulicas e de gases medicinais
Planejamento
hospitalar
Área de preparo de medicações
Secretaria
Sala de utilidades (limpeza e armazenamento)
Posto de enfermagem
Rouparia
Área de espera para familiares
Sanitários para os funcionários da RPA
Área para leitos e equipamentos
Nº de leitos da RPA = Nº de SO + 1
Leito
Maca
Tomadas
Instalação hidráulica quente e fria
Expurgo
Fontes de O2, ar comprimido, vácuo
Esfigmomanômetro e estestoscópio
Prateleira para reservar roupas, frascos, coletores
Monitor cardíaco
Carro de emergência
Ventilador Mecânico
Aquecedor (cobertor térmico)
Bomba de infusão
Desfibrilador
Macapasso + balão intraórtico
Eletrocardiógrafo portátil
Negatoscópio
Aspirador portátil
Bandejas e caixas para procedimentos
Correlatos
Carrinho com medicamentos
Material/mobiliário de escritório
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