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SAE ao paciente com distúrbios renais e endócrinos: Diabetes

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Tatianne Frank

on 23 October 2014

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Transcript of SAE ao paciente com distúrbios renais e endócrinos: Diabetes

SAE ao paciente com distúrbios renais e endócrinos: Diabetes Mellitus e Nefropatia
FONTS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM E FATOR RELACIONADO
NEFROPATIA
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
BOUNDY, J. et.al. Enfermagem Médico-Cirúrgico. Rio de Janeiro: Reichmann/Afonso Editores,2004.

BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de enfermagem medico-cirúrgica. 11° edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Diabetes mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Cadernos de Atenção Básica, n. 16) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
http://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-diabetes/acessoem 12nov2013.

CARPENITO, L. J. Manual de diagnóstico de enfermagem. 8° edição. Porto Alegre: Artmed, 2001.

http://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-nefropatia-diabetica/acessoem 12nov2013.


Diabetes - um problema de saúde pública
14 de novembro

Data definida em 1991 pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), entidade vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2007, ONU aprovou a Resolução nº 61/225, considerando o diabetes um problema de saúde pública e conclamando os países a divulgarema data.

doença multifatorial;
elevação de glicose no sangue.

Etiologia Diabetes Melitus
Tipos de Diabetes
PRINCIPAIS:

TIPO I: Diabetes melito insulino-dependente (DMID)

TIPO II: Diabetes melito insulino-independente (DMNID)

OUTRAS:
DM associado a outras condições ou síndrome: (Esclerose múltipla, doenças pancreáticas)
Uso de glicocorticóides e estrogênio.
Alterações hormonais.
Diabetes Melito gestacional (DMG)

Características da Diabetes Tipo I e II
O próprio corpo destrói, por engano, as células beta do pâncreas produtoras de insulina, pois o organismo reconhece-as como corpo estranho (Resposta auto-imune).


Não se sabe o por quê isso acontece, mas alguns fatores como a:

-Genética, auto-anticorpos, os vírus, radicais livres e até mesmo o leite de vaca estão ligados ao DM Tipo I.

DM Tipo I - Causa
DM Tipo I - Sinais e Sintomas
Quando o excesso de glicose é excretado na urina, ele é acompanhado por perda de líquidos e eletrólitos, chamado de (diurese osmótica).

O paciente relata ou apresenta:
Fadiga sem causa.
Poliúria
Polaciúria
Polifagia
Visão turva
Infecções repetidas na pele e ou mucosas
Lesões que demoram a cicatrizar
Emagrecimento
Dores nas pernas por má circulação.
O Pâncreas
DM Tipo I - Tratamento
DM Tipo II - Causa
Existe a produção de insulina, porém as células musculares e adiposas não conseguem utilizá-las para o adequado metabolismo da glicose (Resistência insulínica).

Estima-se que 60% a 90% dos portadores sejam obesos.

Geralmente possuem acima de 40 anos, porém nos EUA é comum em jovens.

Está ligado ao fator hereditário maior que o Tipo I.

Obesidade e Sedentarismo.

DM Tipo II - Sinais e Sintomas
Os sinais e sintomas não são facilmente identificados ou podem nem aparecer.

Além dos já citados podem ocorrer:
Formigamento nos pés.
Furunculose.

DM Tipo II - Tratamento
Especificidades da Dieta
O tratamento dos dois tipos de diabetes também requer uma dieta planejada para atender as necessidades nutricionais, controlar os níveis sanguíneos de glicose e alcançar o peso corporal adequado.


Para que o tratamento seja bem sucedido o paciente deve seguir a dieta respeitando os intervalos regulares.



Recomendações para adultos com diabetes:

Glicemias jejum/pré- prandial: 90 – 120 mg/dl

Glicemias pós- prandial: <140 mg/dl

Teste oral de tolerância à glicose (TTG-75g): O paciente recebe uma carga de 75 g de glicose, em jejum, e a glicemia é medida antes e 120 minutos após a ingestão (M.S.,2006)

Tipos de Insulina e Locais de Aplicação
Metas no Tratamento - Controle Glicêmico
Tipos de Insulina
DM tipo 1: linfócitos T atacam antígenos nas células beta, diminuindo a secreção de insulina.

DM tipo 2:
Resistência à insulina: anomalia na via de sinalização (receptores, intermediários, GLUT4)
Disfunção das células beta: incapacidade de hiperplasia e de compensação secretória.

Patogenia da DM
COMPLICAÇÕES CRÔNICAS DA DM
OLHOS
Retinopatia diabética
Hemorragia vítrea
Glaucoma
Catarata
Paralisia dos músculos oculares

RIM
Glomeruloesclerose intercapilar
Insuficiência renal progressiva
Necrose papilar
Pielonefrite crônica
Doença renovascular

PELE E TECIDO CONECTIVO
Xantoma diabeticorum
Granuloma anular
Furunculose
Micoses

SISTEMA CARDIOVASCULAR
Doença isquêmica do coração, membros inferiores e cérebro
Cardiopatia diabética

Complicações Crônicas da DM
NERVOS PERIFÉRICOS
Neuropatia periférica
Diagnóstico da DM
O diabetes mellitus (DM) é um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos caracterizados por hiperglicemia crônica com alterações do metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios, resultante de defeitos na secreção ou ação da insulina ou ambas. Independente de sua etiologia, o DM passa por vários estágios clínicos durante sua evolução natural.
DIABETES MELLITUS
Ou doença Renal secundária às alterações microvasculares diabéticas no rim,
é mais uma complicação comum do diabetes. Medidas preventivas são
fundamentais: mortalidade elevada.

Epidemiologia:

EUA - pessoas com DM contribuem com quase 50% de novos casos de DRET
25% precisam de diálise ou transplante.
20 a 30% das pessoas DM 1 ou 2 desenvolvem nefropatia,
< progressão para DRET em DM 2
nativos norte-americanas, hispânicos e os afro-americanos com DM 2
maior risco para a DRET que os brancos não-hispânicos.

DM 1 sinais iniciais da doença renal depois de 10 a 15 anos
DM2 desenvolvem a doença renal dentro de 10 anos depois diagnóstico

NEFROPATIA
Controle glicêmico inadequado
Hiperlipidemia
Hipertensão
Predisposição genética
Hiperfiltração glomerular durante a fase inicial
Etnicidade
Duração prolongada da doença
Tabagismo
FATORES DE RISCO
Cinco estágios da Nefropatia Diabética
Estágio 5: insuficiência renal ou doença renal terminal. A TFG é inferior a 10 ml/min. O intervalo médio entre o estágio 1 e o estágio 4 da doença renal é de 17 anos, em pessoas com diabetes tipo 1. O intervalo médio para evolução até o estágio 5, DRET, é de 23 anos. Nesta fase exige diálise ou transplante, para que os pacientes sobrevivam.

Estágio 4: a TFG diminui para menos de 75 ml/min, grandes quantidades de proteína passam para a urina e quase sempre existe hipertensão. Os níveis séricos de creatinina e uréia sobem ainda mais.

Estágio 3: a taxa de excreção de albumina supera 200 microgramas/minuto e os níveis séricos de creatinina e uréia aumentam. A pressão arterial pode subir neste estágio.

Estágio 2: os glomérulos começam a mostrar danos e surge a microalbuminúria (30mg/dia).

Estágio 1: ocorre hiperfiltração, ou seja, um aumento na taxa de filtração glomerular (TFG). Os rins aumentam de tamanho.

Exame de urina para proteinúria
Amostras pontuais de urina para microalbuminúria
manhã e repouso ou preferivelmente, com relação
albumina / creatinina
(normal < 2,5 mg/mmol em homens e < 3,5 mg/mmol
em mulheres)
Creatinina sérica; com ajuste para superfície corpórea
Taxa calculada de filtração glomerular com base em
fórmulas – Cockcroft Gault e/ou MDRD (www.hdcn.com)
Normais: repetir os testes cerca de uma vez ao ano!
Se TFG < 60 ml/min testar a cada 3 – 6 meses

Avaliação Renal do Diabético
Aumentos temporários na excreção de albumina
Exercício
Menstruação
Gravidez
Controle glicêmico inadequado
Infecção do trato urinário
Hipertensão
Insuficiência cardíaca

Fatores que afetam a excreção de albumina
Diabetes do tipo 1 - indica nefropatia incipiente
Diabetes do tipo 2 - marcador de maior morbidade e mortalidade cardiovascular

A presença de microalbuminúria é uma indicação para triagem para doença vascular e intervenção intensiva


Microalbuminúria
Tratamento intensivo da pressão arterial
Meta: < 130/80 mmHg
Dieta hipossódica e hipoprotéica
Prevenção das substâncias nefrotóxicas (p. ex. antibióticos)
Prevenção de infecções do trato urinário
Redução do consumo de álcool
Tratamento
RESUMO

O diabetes é uma causa comum de IRC.
Existem vários graus de nefropatia;
O controle geral é importante.
Atenção com a pressão arterial !

Prepare para eventual diálise
Diálise peritoneal
Hemodiálise
Transplante renal

Tratamento da Doença Renal Crônica
PLANEJAMENTO E METAS
Manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico;
Controle dos níveis glicêmicos;
Controle dos níveis pressóricos;
Controle do peso;
Capacidade de realizar autocuidado e adesão ao tratamento;
Exames laboratoriais de rotina;
Ansiedade diminuída;
Ausência de complicações.

Concurso público para Professor Assistente
Prova Didática
Prof. Yonara Cristiane Ribeiro
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