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Ergonomia e Transferências

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by

Susana Matos

on 20 June 2017

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Transcript of Ergonomia e Transferências

Levante a partir de sentado
Ergonomia do trabalho – cuidados e complicações
Consequências da imobilidade
Quando uma pessoa é incapaz de mover uma parte do corpo, ou a sua totalidade, ocorrem complicações para o organismo
Mobilização e Posicionamentos
Facilitação da Marcha
Componente Prática
Ergonomia e Transferências
Para Cuidadores Formais
Transferência sentado
Fatores de Risco no cuidar
Saúde no cuidador

Colocar-se do lado para o qual o utente vai virar;

Posicionar a cabeça da pessoa na direção em que vai virar;

Cruzar o braço e a perna dele no sentido em que será virado;

Rolar o utente para o lado desejado, utilizando ombro e joelho como alavancas.

Colocação em DL (Deitado de lado)


Ficar do lado oposto ao que o utente vai virar;

Puxar o lençol de modo a trazer a pessoa na sua direção, mantendo as costas direitas e utilizando o peso do próprio corpo;

Elevar o lençol cuidadosamente, fazendo com que o utente vire para o lado oposto;

É aconselhável que no lado oposto exista uma grade ou que a cama seja aproximada da parede.

Colocação em DL (Deitado de lado)

Ao tomar banho no chuveiro, o utente deve sentar-se num banco ou cadeira, dependendo se consegue ou não manter as costas direitas. Uma toalha deve ser colocada sobre o banco ou cadeira para o utente não escorregar;

O ambiente deve ser aquecido previamente;

O cuidador não deve levantar nunca o ombro afetado do utente mais do que a altura do pescoço;

Um chuveiro de mão e com cabo maior facilita todo o processo.


Cuidados de Higiene – Tomar Banho

Nas refeições o utente deve estar sentado, de preferência à mesa e não na cama;

O utente não deve ficar com o braço afetado caído enquanto se alimenta. Auxilie-o a colocar o braço em cima da mesa ou em cima de uma almofada.


Alimentação

Procure ficar sempre por perto do utente durante as atividades do dia-a-dia;

Se o utente ficar sentado sem muito equilíbrio ou apresentar períodos de agitação/confusão, use uma faixa de segurança para que ele não caia ou escorregue da cadeira. Essa faixa pode ser um lençol dobrado, amarrado atrás;

Evitar tapetes em casa;

Os calçados utilizados pelo utente devem ser firmes, com sola de borracha e fechados atrás. Evitar o uso de chinelos;

Para facilitar a subida/descida de escadas, colocar um corrimão, se possível.


Orientações para evitar quedas


Cuidados durante AVD's
Pivô em Pé Dependente
Assistir até posição de pé;
Estabilizar joelhos e quadris;
Rodar para que as costas fiquem voltados para o assento;
Sentar lentamente.

Pivô em Pé Semi-Independente
Auxílio variável, desde a estimulação verbal até à estabilização ou apoio reais;
segurança ainda é uma preocupação.
Transferência Sentado Dependente
Mover duma superfície para outra sentado;
Pode ser necessário Tábua de transferência; Barra ou trapézio elevado; correias, etc. para efetuar a ponte entre as duas superficies;
O pacienre utiliza os MSS;
Requer auxílio físico e/ou vigilancia durante toda a transferência.
Elevação Sentado Dependente
De uma a três pessoas auxiliar/elevador;
Totalmente incapaz de ajudar fisicamente na transferencia.
Transferencia Reclinada Dependente
Cliente é fisicamente incapaz de ajudar na transferencia e de se sentar;
de uma a três pessoas /elevador, esteira mecânica; tabua de transferência; lençol; etc.
Transferência assistida para automóvel

A cadeira de rodas é posicionada e travada;
O cuidador protege os joelhos da pessoa e a auxilia a ficar em pé,
Os joelhos são protegidos à medida que a pessoa roda;
O cuidador utiliza o cinto de transferencia para ajudar a pessoa a se sentar;
Os MIS são colocados no carro.
Transferencias em pé, sentado e por elevação
Movimentação duma CR para o Leito/Maca
Posicionar a CR em paralelo ou ângulo 45º a 60º com a parte média do leito (entre cabeceira e os pés do leito);
Travar a cadeira e assegurar que as rodas não estão viradas para trás (diminui estabilidade da CR);
Retirar os pés do paciente dos pedais e elevá-los;
Remover/afastar lateralmente os pedais (pés do cliente no chão);
remover o braço da CR mais próximo do leito;
Mover o cliente para diante na CR (através de pega na parte posterior da Pelve);
Inclinar-se e posicionar os pés e joelhos por fora (tocando nos do cliente);
Se possivel, o cliente pode apoiar-se com os MSS nas costas do cuidador
(Atenção: Não permitir que o cliente se segure em torno do seu pescoço);
Eleve o corpo o suficiente (use os joelhos) para ultrapassar a roda da cadeira e de modo a que a pelve fique acima da superfície de apoio para onde será transferido;
Rode o cliente no sentido da base onde será sentado.
Transferência em pé, Pivô Assistido
Hemiplégico - mais seguro sob o comando dos membros mais fortes;
Ex.:comando do lado esq (mais forte)
Estabilizar o joelho esq ao colocar pé lado interno do pé esq.e o joelho no lado externo do joelho do cliente;
Segurar no "cinto de transferencia" coma mão dta e a mão esq na parte póstero-lateral tronco (sob o braço dto)
Transferência assistida por uma Tábua
Cliente que é incaaz de ficar em pé mas possui MSS funcionais
Colocação da CR/leito/cama sem alterações;
Preparação CR sem alterações, com exceção para o travão - pode ser necessário rebater;
A tábua é posicionada sob a coxa, diante da roda motriz, de modo que possa apoiar-se em ambas as superficies;
Colocar a mão (do lado para onde se vai transferir) a 10 a 15 cm da coxa, a outra mão é colocada ao lado da coxa;
O cliente realiza uma força de elevação com os membros superiores para levantar o crpo e começa a se movimentar;
Repetir até que os quadris estejam sobre o leito.

O paciente é incapaz de ficar em pé e a transferência realizada a partir de duas superficies com alturais desiguais;
Um cuidador deve assumir o papel de lider;
A pesoa mais alta e forte fica em pé atrás da CR;
A outra remove os pés do paciente dos pedais e afasta/remove os pedais;
A pessoa que fica atrás posiciona os braços através das axilas do cliente, segurando-lhe os antebraços opostos com as mãos dobra-os sobre o abdomen (se os MSS não constituirem ponto de estabilidade poderá ser utilizado cinto de transferencia);
A pessoa que fica em pé coloca-se do lado externo dos MIS do cliente, com os braços sob as partes distais das coxas e nas pernas do cliente;
As duas pessoas erguem ao mesmo tempo o cliente e colocam no leito;
A pessoa que está no tronco mantém o cliente sentado enquanto a outra arruma a CR;
O cliente é posicionado no leito por ambos os cuidadores.
Alternativa: CR distanciada 60 a 90 cm do leito; 1 cuidador de cada lado (uma pega na axila e outra sob o joelho) - requer que o paciente seja transportado uma distância maior, tem como vantagem a distribuição de peso de forma equitativa
.

Transferência por Elevação com Duas Pessoas
Colocar o cliente para a frente da cadeira, puxando-o alternadamente pelo quadril;
Permanecer ao lado da cadeira, olhando do mesmo lado que o cliente;
O cliente deve colocar uma mão no braço mais distante da cadeira e a outra é apoiada pela mão do cuidador;
O cuidador coloca o outro braço na cintura do cliente, segurando no cinto de transferência;
Levantar de uma forma coordenada;.
Dependendo das condições do cliente, pode ser necessária a participação de uma outra pessoa, do outro lado da cadeira
Corrigir Posição Sentado
- Aproximar os pés da pessoa do cadeirão e solicitar que incline o tronco para a frente;
- Elevar a pessoa e voltar a sentá-la (verificar se a região poplítea está próxima do cadeirão);
Se a pessoa não conseguir colaborar:
- O cuidador coloca-se por trás da cadeira, passando os antebraços sob as axilas da pessoa de modo a segurar-lhe os antebraços (cruzar para maior estabilidade e segurança),
- Fletir os joelhos e alinhar a coluna vertebral e efetuar a extensão dos membros inferiores segurando firmemente o tronco da pessoa;
- Reposicionar a pessoa na cadeira, verificando o apoio lombar e o ângulo da anca e joelhos.
Quando efectuado por dois cuidadores utiliza-se a pega da "cadeirinha".
Ergonomia
Informar:
Melhora a colaboração do cliente;
Reduz ansiedade/ medo;
Proporciona maior sintonia.
Posicionar:
Melhora a colaboração;
Diminui o risco de queda;
Diminui o risco de lesões.
Ergos
- Trabalho
Nomos
- Leis
Ergonomia e Transferências
Levante cama articulada
:
Baixe a grade da cama;
Elevar gradualmente a cabeceira da cama;
Manter a elevação até se considerar necessário;
Segurar o cotovelo do cliente e o cliente deve aproveitar este apoio para se
sentar.
Assistir o doente a sentar-se na beira da cama com os membros inferiores pendentes e
apoiá-los posteriormente
.
Conforto
Segurança
Produtividade
objetivo: adaptar o trabalho ao homem
Conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia (Wisner - 1972)
A movimentação manual de cargas associada à adoção de posturas inadequadas nos locais de trabalho é uma das causas mais frequentes de acidentes de trabalho:
24% lombalgias + 22% outras lesões musculares
Cerca de 50% das reformas antecipadas
Provocam sofrimento, incapacidade para o trabalho e perda de rendimento aos trabalhadores



Também representam pesados custos para os empregadores e as economias nacionais
Associado às más práticas ergonómicas podem desenvolver-se:
Hérnias Discais – consistem na projeção da parte central do disco intervertebral, exercendo um efeito de compressão sobre as raízes nervosas;
Ciática – dor na perna devido à irritação do nervo
ciático. Essa dor geralmente sente-se desde a
parte posterior da coxa e pode estender-se até
à anca e aos pés. Para além da dor, pode haver
entorpecimento e dificuldade de movimentação
e controle da perna.
Lombalgias - situação dolorosa da região lombar ocorrida após um esforço brusco
são consequência da adoção de posturas desconfortáveis com esforços elevados
Considerações da transferência
Peso - carga é o fator mais importante, cargas com um peso superior a 20 Kg tornam-se difíceis de sustentar pela maioria das pessoas.
Dimensão: cargas muito grandes impossibilitam a adoção das regras básicas de elevação e transporte, nomeadamente, manter a carga tão próxima do corpo quanto possível, originando um rápido cansaço muscular;
Pega: cargas difíceis de agarrar, podem condicionar o risco de acidente e a ocorrência de lesões aos trabalhadores;
Estabilidade e Equilíbrio: cargas desequilibradas
ou instáveis originam uma distribuição irregular do
peso, condicionando o esforço muscular exigido na
sua sustentação;
Alcance: cargas cujo alcance exige a adoção de posturas extremas a nível dos membros superiores e tronco (flexão, extensão ou rotação) condicionam um maior esforço muscular
princípio do "braço de alavanca": quanto maior a distância a que se agarra a carga ou quanto mais inclinado para a frente for o tronco, maior é a o braço da alavanca e a pressão a exercer.
Estas complicações são, por si só, muitas vezes persistentes e precisam de recondicionamento físico intensivo para permitir o regresso ao seu nível normal de funcionamento
Os movimentos respiratórios tornam-se mais superficiais e rápidos
Durante períodos de restrição da mobilidade, a frequência cardíaca em repouso aumenta cerca
de
um batimento por minuto a cada dois dias
, levando à taquicardia por imobilização
A diminuição dos reflexos neurovasculares responsáveis pela vasoconstrição conduzem a uma intolerância à posição ereta com consequente
hipotensão ortostática
As alterações da mobilidade provocam alterações nas três principais funções do sistema gastrointestinal: ingestão, digestão e eliminação
Tempo prolongado no leito pode originar uma estimulação contínua parassimpática, levando a
estase gástrica, distensão gástrica, anorexia, diarreia ou obstipação
.
Dificulta a drenagem da urina, dado que não existe o auxílio da força da gravidade podendo conduzir à retenção urinária ou a um esvaziamento incompleto da bexiga
Meio ótimo para a proliferação bacteriana, e por consequencia a
infeções urinárias recorrentes
Mesmo que o quadro clínico que desencadeie a imobilidade não inclua alterações neurológicas, a diminuição da estimulação cognitiva sustentada ao longo do tempo leva à atrofia e perda das funções mentais superiores, naquilo que se pode denominar de «desuso cognitivo».
Assim, a pessoa pode apresentar,
confusão, desorientação, ansiedade, depressão e alteração do padrão de sono.
O aumento do tempo de contacto direto da pessoa com as superfícies de apoio (cama, almofada, cadeiras, entre outras), provoca um aumento da pressão sobre os tecidos moles.
Forças de fricção e deslizamento, são fatores agravantes ao aparecimento de
úlceras de pressão
.
É o mais afetado com as alterações da mobilidade, ocorrendo
perda de força e da massa muscular, atrofia, contraturas e osteoporose.

A atrofia muscular inicia-se nas primeiras horas de imobilidade, resultando em
4-5% de perda de força muscular para cada semana
Outros Decúbitos
Pontos de pressão
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