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Os Maias

No description
by

Mafalda M.

on 9 March 2014

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Transcript of Os Maias

Os Maias
Eça de Queiroz
Capítulo XVII
Capítulo XVIII
FIM
Bibliografia
Linguagem e Estilo
Nasceu a 25.11.1845 (Póvoa de Varzim)
Formou-se em Direito, em 1866, Coimbra
Integrou o grupo da Geração de 70
Em 1867, Eça publicou Lisboa
Em 1893, muda-se para Paris
Faleceu a 16.8.1900 (Neuilly)
Principais Obras
Farpas, 1871
O Crime do Padre Amaro, 1875-1876
O Primo Basílio, 1878
O Mandarim, 1880
A Relíquia, 1887
Os Maias, 1888
A Ilustre Casa de Ramires, 1900
A Cidade e as Serras, 1901
Prosas Bárbaras, 1903
Tragédia das Ruas das Flores, 1980
Estilo de Eça
Dual
REALISTA e OBJECTIVO
CRÍTICO E SUBJECTIVO
Personagens
Manifestação da Subjectividade
Adjectivo e Advérbio
Recursos Expressivos
Tempo e Verbo
Descrição fiel e objectiva da realidade observável

que dela resulta
deixa transparecer as emoções
que lhe ficam dessa observação
e manifesta o sentido crítico
Critica a sociedade
Personagens Tipo
Representam um
grupo
que ilustra
Classe Social
Instituição
Repudia as características ou acções colectivas
Sociedade
DECADENTE

Sensação de
V
i
s
u
a
l
i
z
a
ç
ã
o
Subtileza
Vivenciar a acção descrita
da Crítica
fugir à
monotonia
dar
RITMO
e
VIVACIDADE
Recursos?!
HIPÁLAGE
SINESTESIA
ADJECTIVAÇÃO
ALITERAÇÃO
- http://jbo.no.sapo.pt/eca/estilo/eca_de_queiros_recursos.htm
- http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/portugues/11_os_maias_passeio_final_d.htm
- http://www.propor.esccb.pt/propor2/index.php?option=com_content&view=article&id=42:os-maias-resumo-por-capitulos&catid=31:os-maias&Itemid=44
- http://osmaias.blogs.sapo.pt/
- http://pt.scribd.com/doc/89827807/Resumo-dos-capitulos-de-OS-MAIAS-de-ECA-DE-QUEIROS
- http://pt.scribd.com/doc/50981331/OS-MAIAS-sintese
- http://www.livros-digitais.com/eca-de-queiros/os-maias/sinopse
- http://bibliotecamagalhaes.blogspot.pt/2011/03/eca-de-queiros-os-maias.html
- http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/portugues/11linguagestiloqueiros.htm

Tropa de Elite
M
a
f
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l
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M
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S
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n
g
e

A
n
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d
e
- & -
Desfecho e Crítica
Duas perpectivas do final:

Portugal tem hipótese de melhorar a sua situação


Portugal parou no tempo









XVII
Sequência Narrativa
Ega procura Vilaça para lhe falar sobre Carlos e Maria Eduarda;
Ega lê o documento do cofre, que declarava que Maria Eduarda era filha de Pedro da Maia;
Vilaça entrega a Carlos os papéis do cofre, que pede explicações a Ega. Este conta-lhe a conversa com Guimarães;
Carlos conta ao avô as terríveis revelações, com esperança que este desmentisse
Afonso da Maia diz a Ega que está a par das relações incestuosas;
Carlos dirige-se a casa de Maria Eduarda. Dominado pela paixão e atracção, dorme com ela:
incesto consciente
;
Carlos parte para Santa Olávia;
Morte de Afonso da Maia;
Ega revela tudo a Maria Eduarda, que parte para Paris;
“Maria Eduarda, grande, muda, toda negra na claridade, à portinhola daquele vagão que para sempre a levava”
Espaço
Entroncamento
Ramalhete
Santa Olávia
Casa de Maria Eduarda
Estação de Santa Apolónia
Personagens
Carlos da Maia
Maria Eduarda
Afonso da Maia
João da Ega
Baptista
Miss Sara
Vilaça
Rosa







XVIII
Sequência Narrativa
Na "Gazeta Ilustrada" sai a notícia da viagem de Carlos e de João da Ega.
Passado ano e meio, Ega regressa a Lisboa e anuncia o seu novo livro –
Jornadas da Ásia
Nos finais de 1886, Carlos escreve a Ega dizendo-lhe que virá a Portugal, após uma ausência de quase dez anos.
Em Janeiro de 1887 Carlos e Ega almoçam no Hotel Bragança
Ambos passeiam por Lisboa e comentam a
estagnação
, a
indolência
, a
decadência
e a
ociosidade
em que continua mergulhado o país
Ambos lamentam terem falhado na vida:
Visitam o Ramalhete e comentam o casamento de Maria Eduarda com o fidalgo francês Mr. Trelain.
Espaço
Ramalhete
Hotel Bragança
Personagens
Carlos da Maia
Alencar
Dâmaso
João da Ega
Charlie
Cruges
Eusebiozinho
"Falha-se sempre na realidade a vida que se planeou na imaginação"
Romance
Ironia
Tragédia
Impressionismo
Narrador
- de espaço
- naturalista
Representação de uma época através da descrição dos ambientes físicos e sociais onde se enquadra a acção
Século XIX
Consiste em atender à influência da hereditariedade, do meio social e da educação de uma personagem no seu comportamento
Eusebiozinho
Impressionismo Literário
utilização de construções impessoais e de percepções por vezes contraditórias, que traduzem a ironia e a hipálage
A que recorre Eça n'Os Maias?

“(...) chiando na frigideirinha (...)” “(...) uma sobrinhita minha(...)”
ADJECTIVAÇÃO
“(...)letra redonda e trabalhada(...)nestas composições virtuosas e frias(...)”
DIMINUTIVOS
ALITERAÇÃO
“(...)
passos
lentos,
pesados
,
pisavam
surdamente o tapete(...)”
ADVÉRBIOS
desgraçadamente; inocentemente; logicamente; profissionalmente
NEOLOGISMOS
HIPÁLAGE
“(...) Ega sentara-se também [com Carlos a observar] (...) um pedaço de Tejo e monte, tomava naquele fim de tarde um tom mais pensativo e triste(...)”
“Ele, o Gouvarinho, aí continuava, palrador,
escrivinhador
,
politicote
,
empertigadote
(...)”
ESTRANGEIRISMOS

Ça marche
.”
“(...)
viu o Dog-cart
(...)”

Au Revoir!

MONÓLOGOS INTERIORES
*Pensamentos e sentimentos
“Por isso ia (...) ensaiando mesmo consigo, baixo, palavras que lhe diria.
Entraria na sala, com um grande ar de pressa
- e contava-lhe que um negócio de casa, uma complicação de feitores o obrigava a partir para Santa Olávia daí a dias. E imediatamente saía, com o pretexto de correr a casa do procurador. Podia mesmo ajuntar - «é um momento, não tardo, até já.»

Uma coisa o inquietava. Se ela lhe desse um beijo?...”
(...) E saía. Não voltava.”
HETERODIEGÉTICO
Não participa no decorrer da acção que está a narrar!
"E os dois amigos atravessaram (...)"
Omnisciente
Interna
“Por isso ia (...) ensaiando mesmo consigo, baixo, palavras que lhe diria. Entraria na sala, com um grande ar de pressa - e contava-lhe que um negócio de casa, uma complicação de feitores o obrigava a partir para Santa Olávia daí a dias. E imediatamente saía, com o pretexto de correr a casa do procurador.
Podia mesmo ajuntar - «é um momento, não tardo, até já.»
Uma coisa o inquietava
. Se ela lhe desse um beijo?...”
(...) E saía. Não voltava.”
Domínio total da narrativa
, conhecendo as personagens, o evoluir dos acontecimentos e o desenlace. Assume-se então como uma
entidade que tudo sabe
.
FOCALIZAÇÃO
Ramos, A. e Braga, Z. (2013)
Os Maias, Eça de Queirós - Colecção Resumos.
Porto Editora,

Porto

Queiroz, E. (1997)
Os Maias
. Centralivros, Lisboa
11º2
Em suma, há como que um renascer de Carlos: ele viaja pelo mundo, esquece o passado e espera um futuro melhor. Nunca nada é definitivo.
Ao regressarem, Ega e Carlos deparam-se com o mesmo Portugal, sem alteração. Carlos volta ao ponto de partida, o Ramalhete, agora em ruínas, que prefigura um Portugal sem futuro.
Crítica
Embora a educação de Carlos fosse moderna e inovadora, falhou na vida.
Carlos, Pedro da Maia e Eusebiozinho
Educações distintas, mas todos falharam na vida
Independentemente da educação, a sociedade portuguesa será sempre diletante, retrógrada e ociosa
EM SUMA . . .
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