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SBQS2014

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by

Rainara Maia

on 7 July 2016

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Transcript of SBQS2014

Avaliação da Qualidade da IHC em Sistemas Ubíquos

Origem do Termo
Mark Weiser (*23/07/1952 - †27/04/1999)
"The Computer for the 21st Century” (1991)
Domínios de Aplicação
Outras definições
Káthia
Evolução do Relacionamento com os Computadores
Rossana
Professora na Universidade Federal do Ceará
Rainara
1960
1984
Mainframe
Várias pessoas, um computador
Recursos Escassos
Utilizado por especialistas
Computação Pessoal
Uma pessoa, um computador
Documentos pessoais

Computação Ubíqua
Muitas pessoas, muitos computadores
Embarcados em objetos do dia-a-dia
Em todos os lugares e a qualquer hora
“As tecnologias mais profundas são aquelas que desaparecem. Elas se misturam com os objetos do dia a dia até se tornarem indistinguíveis”
(Weiser, 1991)
Aplicações para Dispositivos Móveis
Guias de Visitas
Alertas sobre o trânsito
Sugestão de Rotas
Características dos Sistemas Ubíquos
Captura de Experiências e Intenções
Comportamento Adaptável
Descentralização
Tolerância à Falha
Onipresença de Serviços
Mínima Intervenção do Usuário
Heterogeneidade
Interoperabilidade
Quem somos?
Sistemas Ubíquos
Exemplo: Supermercado
Carrinho com leitor RFID para obter informações sobre os produtos
Carrinho com tela que exibe informação detalhada sobre o produto
Localização indoor do cliente, exibida na tela do carrinho
Informações sobre a quantidade de produtos e valor total a pagar
Revisitando a avaliação da qualidade da IHC
Alguns conceitos
“A IHC é uma disciplina interessada com o projeto, implementação e avaliação de sistemas computacionais para uso humano e no estudo dos principais fenômenos que o cercam”
(Chairman-Hewett, 1992)

O que avaliar?
Produto
Características de Qualidade
Usabilidade
Acessibilidade
Comunicabilidade
Utilizando GQM
Modelos
Protótipos
Características de Qualidade
Usabilidade
Heurísticas
Critérios Ergonômicos
Comunicabilidade
Acessibilidade
Carga de Trabalho
Controle Explícito
Significância de Códigos
(Barbosa e Silva, 2010)
(Scapin e Bastien, 1997)
Visibilidade do status do sistema
Linguagem familiar ao usuário
Controle do Usuário
(Nielsen, 1994)
Como avaliar?
Avaliando os sistemas ubíquos
Novas possibilidades de sensoriamento
Sistemas Tradicionais
Mudança na iniciativa da interação
Diversificação de interfaces físicas
Mudanças nos propósitos
O que muda nos sistemas ubíquos?
Sistemas Ubíquos
Alguns questionamentos...
Quais características de qualidade da IHC devem ser avaliadas em sistemas ubíquos?
Quais medidas de software utilizar nessas avaliações?
Qual método/técnica/abordagem de avaliação utilizar?

Para responder alguns desses questionamentos, três atividades foram realizadas!
Perspectivas Futuras
As Características de Qualidade da IHC para sistemas Ubíquos
Sensibilidade ao Contexto
Transparência
Atenção
Mobilidade
Calmness
Utilizando GQM
Planejamento
Habilidade de perceber as necessidades dos usuários e suas atividades com o objetivo de não ser necessário os usuários as determinarem explicitamente

Habilidade de se adaptar dinamicamente ao contexto físico e lógico do ambiente e dos dispositivos para ficar em um estado operacional otimizado e personalizado para a realização de determinada tarefa para o usuário


As responsabilidades são distribuídas entre os vários dispositivos presentes no ambiente, onde cada dispositivo é responsável pela execução de um conjunto de tarefas e funções específicas


Descoberta de Serviços
Os serviços desejados são descobertos de
forma proativa, sem a intervenção do usuário para a realização de escolhas ou configurações manuais


Capacidade de suportar, adaptando-se, se necessário, a uma grande variedade de dispositivos e serviços



Os usuários podem se mover nos limites físicos do
ambiente ou trocar de dispositivos com a sensação de que estão carregando os
serviços em uso com eles




Habilidade de se recompor depois da ocorrência de falhas
sem envolver os usuários nesse processo




Os dispositivos eletrônicos que formam o ambiente ubíquo devem ficar o máximo possível longe da percepção dos usuários, com o principal intuito de não ser necessária qualquer operação direta sobre eles
9 especialistas / 5 reuniões
Área de melhoria: IHC em sistemas ubíquos
Definição
Utilizando GQM
Definição
Questões
Abstract sheets
Objetivo de Medição
Entrevistas GQM
Apresentação do foco de qualidade e seu significado
Apresentação da lista de medidas encontradas na literatura
Seleção de medidas ou sugestão de outras medidas
Revisão das medidas
Computação ubíqua representa o conceito de computação em
todo lugar
, fazendo com que o uso da computação e a comunicação sejam
transparentes
para o usuário
(YAU; WANG; KARIM, 2002)

A computação ubíqua está presente quando serviços computacionais tornam-se
disponíveis
para os usuários de tal forma que o computador não é mais uma ferramenta
visível
ou
essencial
para acessar esses serviços. Assim, os serviços computacionais são acessados ​​em
qualquer tempo ou lugar
, de forma
transparente
, através do uso de
dispositivos comuns
(SPÍNOLA; MASSOLLAR; TRAVASSOS, 2007)

“Computação ubíqua é o uso de um conjunto de computadores dos
mais variados tamanhos, formatos e funções
, que de forma coordenada e
autônoma
, auxiliam as pessoas na realização das diversas
tarefas cotidianas
. Esse auxílio é realizado de tal forma que a infraestrutura computacional responsável fica
escondida
no ambiente” (LIMA, 2011)
(LIMA, 2011)
Definição de Usbilidade segundo (Nielsen, 1994)
Testes de Usabilidade
Avaliação Heurística
Questionários /Entrevistas
Medição de Software
"O processo contínuo de definição, coleta e análise de dados sobre o processo de desenvolvimento de software e seus produtos, a fim de entender e controlar o processo e seus produtos para fornecer informações significativas com o objetivo de melhorar esse processo e seus produtos" (VAN SOLINGEN; BERGHOUT, 1999)
Abordagem para definição de medidas de software
Mapeameamento Sistemático
Peer Review
Seleção de Características Específicas
Várias características são genéricas para qualquer tipo de sistema (e.g., Reliability, Trust, Safety, Security, Availability, Usability, Acceptability)
Várias outras podem ser consideradas subcaracterísticas de características (e.g., Privacy pode ser considerada na avaliação de Trust)
Comparação com as definições de computação ubíqua estudadas
134 características de qualidade
26 características de qualidade
5 características de qualidade
Capacidade de coletar o contexto a fim de prover serviços relevantes para o usuário
O que é contexto?
(DEY e ABOWD, 1999)
Quem?
Onde?
O quê?
Quando?
Por quê?
Pode ser tratada como uma proatividade
do sistema, de forma que ele realize suas funcionalidades com a mínima intervenção do
usuário
(SATYANARAYANAN, 2001)
Representa um aumento do foco de atenção do usuário nas suas atividades do dia-a-dia
Capacidade de uso contínuo ou ininterrupto da computação enquanto o usuário se move através de dispositivos
(YU et al., 2013)
Uma nova abordagem para encaixar apropriadamente a computação nas vidas das pessoas
WEISER e BROWN, 1997
Disponível a qualquer hora e lugar
Interage com o usuário no momento correto
Somente apresenta informações relevantes
Utiliza a periferia da atenção e o centro, somente quando necessário
É fácil e natural de utilizar
Se encaixa bem na situação do usuário
Qual o grau de corretude da adaptação sensível ao contexto?
Qual o grau de corretude do contexto?
Qual o grau de suporte à mobilidade
Qual o grau de transparência da aplicação?
Qual o grau de requisição da atenção do usuário
Qual o grau de calma da interação?
Utilizando GQM
Definição
Definição das Medidas
Formato de medida na norma ISO 25000
Medidas para Questão 1
Medidas para Questão 2
Medidas para Questão 3
Medidas para Questão 5
Medidas para Questão 4
ID
Nome
Descrição
Função de medição
Elementos de medição de qualidade (EMQ)
Método de coleta
Interpretação
Entrevistas GQM e MS da Literatura
Medidas para Questão 6
Utilizando GQM
Coleta e Interpretação
Automático: Geração de Logs de Interação
Formulário on-line de perguntas para o desenvolvedor
Formulário on-line de perguntas ao usuário
Formulário manual de observação para o observador
Métodos de Coleta
Interpretação dos Resultados

Inexistência de base histórica de dados
Os valores de interpretação representam aproximações do resultado ideal
Modelo GQM
Estudos de Caso
12 usuários
8 usuários
6 usuários
UbiPrinter
UbiMute
GREat Tour
Resultados
Usuários de outras áreas
sensibilidade ao contexto
mobilidade
atenção
transparência
calmness
Informação de contexto: wi-fi
Adaptação: escolha da impressora
Informação de contexto: calendário
Adaptação: alterar perfil do celular
Informação de contexto: QRCode e bateria
Adaptação: mapa e exibição de mídia
http://www.tronshow.org/guidebook/2010/tron/e/u-05.html
Referências
http://computer.howstuffworks.com/computer-networking-pictures2.htm
http://www.extremetech.com/computing/92640-ibm-personal-computer-its-30-year-legacy-slideshow
WEISER, M.; BROWN, J. S. The Coming Age of Calm Technology. Beyond calculation, Copernicus, 1997.
(WEISER e BROWN, 1997)
WEISER, M. The Computer for the 21st CenturyScientific American. Anais...1991
YAU, S. S.; WANG, Y.; KARIM, F. Development of Situation-Aware Application Software for Ubiquitous Computing EnvironmentsComputer Software and Applications Conference. Anais...2002
LIMA, F. F. DE P. SysSu - Um Sistema de Suporte para Computação Ubíqua. [s.l.] Dissertação de Mestrado - Universidade Federal do Ceará, 2011.
SPÍNOLA, R. O.; MASSOLLAR, J.; TRAVASSOS, G. Checklist to Characterize Ubiquitous Software ProjectsBrazilian Symposium on Software Engineering. Anais...2007
“Jane está no portão de embarque 23 no aeroporto de Lisboa, esperando por seu voo. Ela finalizou a edição de vários documentos importantes e gostaria de utilizar a conexão wireless para enviá-los por e-mail. Infelizmente, a largura de banda é baixa porque muitos passageiros nos portões 22 e 23 estão navegando na web"
Sistemas Tradicionais
Sistemas Ubíquos
Sistemas Tradicionais
Sistemas Ubíquos
Sistemas Tradicionais
Sistemas Ubíquos
http://vator.tv/news/2011-05-23-guidelines-for-product-usability-testing
Avalia o sistema através do seu uso
Objetivo : subcaracterísticas de usabilidade
Etapas: Prepação, Coleta de Dados,
Interpretação e consolidação dos resultados
e relato dos resultados
(BARBOSA e SILVA, 2010)
Medidas de Software
Encontrar problemas de interação
Envolve especialistas
Conjunto de diretrizes
Etapas: Preparação, coleta de dados e interpretação dos resultados, a consolidação dos resultados e o relato dos resultados
Agradecimentos
Professora na Universidade de Valenciennes, França.
Mestrado e Doutorado em Engenharia de Sistemas e Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
Estudante de doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
Mestrado em Ciência da Computação pela UFC
Graduação em Sistemas de Informação pela UFC
Doutorado em Ciência da Computação pela Universidade de Ottawa, Canadá
Mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal da Paraíba
2005
http://pplware.sapo.pt/high-tech/o-supermercado-inteligente-do-futuro/

http://corporate.ford.com/microsites/sustainability-report-2011-12/financial-mobility-blueprint
Vídeo do GREat Tour
Pesquisa sobre 180 estudos (Hornbaek, 2005)
Hormbaek, K. Current practice in measuring usability: Challenges to usability studies and research, International Journal of Human-Computer Studies, pp. 79-102, 2005.
Nielsen J., Usability Engineering. Academic Press, Boston, 1993
ISO 9241-11, Ergonomic requirements for office work with visual display terminals - Part 11: Guidance on Usability, 1998
http://tiqx.blogspot.com.br/2012/02/compreenda-importancia-da-interacao.html
BARBOSA, S. D. J.; SILVA, B. S. Interação Humano-Computador. [s.l.] Elsevier, 2010.
Referências
Scapin, D. L., & Bastien, J. M. C. Ergonomic criteria for evaluating the ergonomic quality of interactive systems. Behaviour & Information Technology, 16, 220-231, 1997
(BARBOSA e SILVA, 2010)
Adaptação para incluir novas diretrizes
Heurísticas para dispositivos móveis
Heurísticas para TV Digital
Heurísticas para sistemas ubíquos
Modelos de Qualidade
ISO 25000
Medidas de Software
{
BASILI, V.; ROMBACH, H. Goal Question Metric Paradigm. [s.l.] Encyclopedia of Software Engineering – 2, 1994. v. 1p. 528–532
ISO/IEC 25000. Software Engineering - Software Product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) – Guide to SQuaRE. 2005.
ISO/IEC 9126. Software Engineering – Product Quality – Part 1. 2001.
PETERSEN, K. et al. Systematic Mapping Studies in Software EngineeringProceedings of the 12th International Conference on Evaluation and Assessment in Software Engineering. Anais...: EASE’08.Swinton, UK, UK: British Computer Society, 2008
(PETERSEN et. al. 2008)
(BASILI; ROMBACH, 1994)
• Analisar a dependência entre características dos sistemas ubíquos: verificar quanto o resultado da medição de uma característica pode impactar no resultado de outra característica, indicando assim uma dependência entre elas. Por exemplo, verificar se a interação calma impacta na usabilidade da aplicação
• Investigar sobre metodologias para avaliação da IHC em sistemas ubíquos. Avaliar somente através de questionários não é suficiente para obter todas as respostas necessárias para melhoria da aplicação. Assim, utilizar essas medidas subjetivas e outros métodos para coleta de dados (e.g., logs de interação, entrevistas) para criar uma metodologia capaz de avaliar a IHC nesses sistemas torna-se necessária
Qualidade do Contexto
Modelo de Qualidade
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