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Dengue

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by

Elidiane Áquila

on 22 July 2015

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Transcript of Dengue

Dengue
fEBRE AMARELA - febre chikungunya
tratamento
Não existe tratamento específico para combater o vírus. Sua função é combater a desidratação e aliviar os sintomas.
VETORES
DENGUE
Doença infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, a depender de sua forma de apresentação, existe quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4, que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil.
CICLO DE VIDA
SINTOMAS
DIAGNÓSTICO
O mosquito Aedes Aegypti tem origem africana e já vem sendo combatida no mundo desde o final do século XVIII
MODO DE TRANSMISSÃO
ORIGEM DA DENGUE
No Brasil, existem duas espécies o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mas a principal espécie vetora é o Aedes aegypti
A fêmea do mosquito pica a pessoa infectada, mantém o vírus em sua saliva e o retransmite em novas picadas. A transmissão ocorre pelo ciclo homem -Aedes aegypti- homem.
Fonte: Caderno de Atenção Básica Ministério da Saúde
MODO DE TRANSMISSÃO
Mosquito ao picar
adquire o vírus
Mosquito ao picar
transmite o vírus
Viremia
Período de
incubação
extrínseco
Período de
incubação
intrínseco
Viremia
0 5 8 12 16 20 24 28
Doença
Doença
Dias
Depois da picada do mosquito com o vírus, os sintomas se manifestam normalmente do 3 ao 15 dia.
NAS CRIANÇAS:
Geralmente se inicia com febre alta acompanhada de sintomas inespecíficos:
Apatia;
Sonolência;
Recusa da alimentação;
vômitos e diarreia.
Nos menores de 2 anos, as dores podem manifestar-se por choro intermitente, irritabilidade, apatia e recusa de líquidos, o que pode agravar a desidratação.
DENGUE CLÁSSICA (DC)
A febre é o primeiro sintoma, sendo geralmente alta – 39° a 40°C com início súbito.

Dor de cabeça;
Dor atrás dos olhos;
Perda de paladar e apetite;
Náuseas e vômitos;
Tonturas;

Extremo cansaço;
Manchas e erupções na pele;
Moleza;
Dor no corpo e muitas dores nos ossos e articulações.
DENGUE HEMORRÁGICa (DH)
Os sintomas iniciais da febre hemorrágica são semelhantes aos da dengue clássica.
A diferença ocorre, com maior frequência, quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alarme:
Dores abdominais fortes e contínuas;
Vômitos persistentes;
Pele pálida, fria e úmida;
Sangramento pelo nariz, boca e gengivas;
Sonolência, agitação e confusão mental;
Sede excessiva e boca seca;
Pulso rápido e fraco;
Dificuldade respiratória e perda de consciência.
A dengue possui um amplo espectro clínico, sendo importante considerar no seu diagnóstico diferencial, algumas doenças principais:
Gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais, bacterianas e exantemáticas.

Além dessas doenças, deve-se observar o perfil epidemiológico local. A história clínica deve ser o mais detalhada possível, sendo imprescindíveis os itens a seguir:
• Cronologia dos sinais e sintomas, caracterização da curva febril e pesquisa de sinais de alarme;

• Presença de outros casos semelhantes no local de moradia ou de trabalho e histórico de deslocamento nos últimos 15 dias;

• Doenças crônicas associadas – hipertensão arterial; diabetes melito; doença pulmonar obstrutiva crônica etc.

A sua fêmea põe ovos de 4 a 6 vezes durante sua vida e, em cada vez, cerca de 100 ovos, em locais com água limpa e parada.
Um ovo do Aedes aegypti pode sobreviver por até 450 dias.
Fonte: Ministério da Saúde
TRATAMENTO SINTOMÁTICO
É importante tomar muito líquido para evitar a desidratação. Caso haja dores e febre, pode ser receitado algum medicamento antitérmico, como o paracetamol. Em alguns casos, é necessária internação para hidratação endovenosa e, nos casos graves, tratamento em unidade de terapia intensiva.
IMPORTANTE
Pacientes com dengue ou suspeita de dengue devem evitar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada.

Esses medicamentos têm efeito anticoagulante e podem causar sangramentos.

Outros anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados. O uso destas medicações pode aumentar o risco de sangramentos.
DIPIRONA
PARACETAMOL
Elidiane Áquila
Fernanda Beatriz
Joyce Samara
Maristela Nunes
Monalisa Melo
Rosângela Maria
Toni Jordão


prevenção

Para tomar medidas preventivas e impedir que a dengue chegue até a sua cidade ou município, a melhor atitude é combater os focos de acúmulo de água.

Esses locais são propícios para a criação e reprodução do mosquito transmissor da dengue.

agentes de saúde
São competências do Agente Comunitário de Saúde em relação à dengue:
• Encaminhar os casos suspeitos à Unidade Básica de Saúde;

• Informar aos moradores sobre a doença, suas características e medidas de prevenção;

• Vistoriar domicílio;

• Orientar moradores sobre o processo de eliminação de objetos que possam tornar-se criadouros de mosquitos;

• Eliminar mecanicamente ovos e larvas do mosquito;

• Encaminhar ao enfermeiro supervisor e ao Agente de Controle de Endemias os casos de criadouros de difícil acesso;

Notificar os casos suspeitos de dengue;

• Reunir-se com Agente de Controle de Endemias para planejamento de ações conjuntas e troca de informações.

medidas de controle
O controle da dengue exige, sem dúvida, um esforço das autoridades de saúde.

Mas também é preciso envolver outros setores da administração de um município.
LIMPEZA URBANA
ABASTECIMENTO DE ÁGUA
SANEAMENTO
EDUCAÇÃO
2012
2012
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2012
2012
DADOS ESTATíSTICOS POR REGIÃO – DATASUS
A saúde é consequência do modus vivendis de uma sociedade, expressa através dos valores, hábitos, qualidade de vida, felicidade e humor. O estilo de vida tem grande influência, seja na promoção da saúde, seja na geração de doenças.
Vivemos num processo de mudança constante, época na qual se faz necessário repensar a nossa qualidade e estilo de vida.
(Marcelo L. Pezzoli 2013)
DENGUE
NO BRASIL
JANEIRO A MARÇO
460,5 MIL CASOS
FONTE : Ministério da Saúde
240,1%
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