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Reanimação Neonatal

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by

bruna viana

on 11 November 2015

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Transcript of Reanimação Neonatal

Introdução
Três milhões de crianças ao ano, das quais 98% em hospitais.
Boa vitalidade, entretanto manobras de reanimação podem ser necessárias de maneira inesperada.
Essencial o conhecimento e a habilidade em reanimação neonatal para todos os profissionais que atendem ao recém-nascido
1: 10 RN necessita de ventilação com pressão positiva.
1: 100 neonatos precisa de intubação e/ou massagem cardíaca.
1: 1.000 requer intubação, massagem e medicações, desde que a ventilação seja aplicada adequadamente.
Assistência ao recém-nascido com
necessidade de reanimação
Se o RN é prematuro e apresenta boa vitalidade ao nascer, clampear o cordão umbilical em 30-60 segundos.

Se, no entanto, o neonato ao nascer, prematuro ou a termo, não está respirando e/ou apresenta-se hipotônico, é preciso clampear o cordão umbilical de forma imediata:

Prover calor, posicionar a cabeça em leve extensão, aspirar vias aéreas (se necessário) e secar o paciente, máximo, 30 segundos.
Manter a temperatura corporal entre 36,5 e 37,0ºC.
Desequilíbrio ácido-básico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante, a hemorragia peri- e intraventricular em RN de muito baixo peso

Em pacientes com peso ao nascer inferior a 1500g, recomenda-se o uso do saco plástico transparente de polietileno de 30x50cm. Tal prática é suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da fontanela

Permeabilidade
das vias aéreas
< 60bpm, está indicada a
massagem cardíaca.
O preparo para a assistência
Realização de anamnese materna, na disponibilidade do material para atendimento e na presença de equipe treinada em reanimação neonatal.

Logo após o nascimento, o RN deve respirar de maneira regular, suficiente para manter a FC acima de 100 bpm.

A FC deve ser avaliada por meio da ausculta do precórdio com estetoscópio, podendo eventualmente ser verificada pela palpação do pulso na base do cordão umbilical.

A avaliação da coloração da pele e mucosas do RN não é mais utilizada para decidir procedimentos na sala de parto.

Quanto ao boletim de Apgar, este não é utilizado para determinar o início da reanimação nem as manobras a serem instituídas no decorrer do procedimento.

Se o escore é inferior a 7 no 5º minuto, recomenda-se realizá-lo a cada cinco minutos, até 20 minutos de vida.

Quando o RN ≥34 semanas não melhora e/ou não atinge os valores desejáveis de SatO2 com a VPP em ar ambiente, recomenda-se o uso do oxigênio suplementar.

Oferecer inicialmente O2 a 40% e ajustar a oferta de acordo com a SatO2 desejável.

Técnica da ventilação com balão e máscara
Gestação a termo?
Ausência de mecônio?
Respirando ou chorando?
Tônus muscular bom?
Boa vitalidade e não
necessita de manobras
de reanimação.

A reanimação depende da
avaliação simultânea da
respiração e da frequência
cardíaca (FC)
Passos Iniciais
Posiciona-se a cabeça do RN, com uma leve extensão do pescoço.

Se houver excesso de secreções nas vias aéreas, a boca e depois as narinas são aspiradas delicadamente com sonda traqueal conectada ao aspirador a vácuo.

Evitar a introdução da sonda de aspiração de maneira brusca ou na faringe posterior, pois pode induzir à resposta vagal e ao espasmo laríngeo, com apneia e bradicardia.
Avalia-se a respiração e a FC
Rotina

Não apresenta melhora
indica-se a ventilação com pressão positiva



Quatro metanálises(23-26) indicam que neonatos com idade gestacional de 34 semanas ou mais e ventilados com ar ambiente, comparados aos ventilados com oxigênio a 100%, iniciaram a respiração espontânea ou choraram em tempo menor, apresentaram aumento mais rápido da FC e mostraram redução da mortalidade neonatal precoce e com 28 dias.
Membro superior direito, de preferência, na região do pulso da radial.
oxímetro não for disponível -> VPP com oxigênio a 100%

O balão autoinflável fornece concentração de oxigênio apenas de 21% (ar ambiente, quando não está conectado ao oxigênio e ao reservatório) ou de 90-100% (conectado à fonte de oxigênio a 5L/minuto e ao reservatório)
Frequência de 40 a 60 movimentos/minuto, de acordo com a regra prática “
aperta/solta/solta/aperta...”.

Se, mesmo assim, a ventilação não for efetiva, está indicado o uso da cânula traqueal como interface para a VPP.

Tentativa de intubação deve durar, no máximo, 30 segundos.
Confirmar a posição da cânula por meio da inspeção do tórax, ausculta das regiões axilares e gástrica, visualização de condensação na cânula traqueal e observação da FC.

Detecção de dióxido de carbono (CO2) exalado : colorimétrico.

após 30 segundos de VPP com balão e cânula traqueal, o RN mantém FC < 100 bpm ou não retoma a respiração espontânea.
UTI
A compressão cardíaca é realizada no terço inferior do esterno preferencialmente por meio
da técnica dos dois polegares.
logo abaixo da linha intermamilar, poupando-se o apêndice xifoide.
As palmas e os outros dedos devem circundar o tórax do RN.
pode-se aplicar a técnica dos dois dedos

A profundidade da compressão deve englobar 1/3 da dimensão ântero-posterior do tórax.
reexpansão plena do tórax

3 movimentos de massagem cardíaca
para 1 movimento de ventilação.
1 min e reavalia.
Considerações Finais
A reanimação ao nascimento é uma das oito intervenções estratégicas para diminuir a mortalidade infantil em nível mundial.
Estima-se que o atendimento ao parto por profissionais de saúde habilitados possa reduzir em 20% a 30% as taxas de mortalidade neonatal, enquanto o emprego das técnicas de reanimação resulte em diminuição adicional de 5% a 20% nestas taxas, levando à redução de até 45% das mortes neonatais por asfixia.
As diretrizes acima colocadas são apenas uma orientação geral para a conduta neonatal na sala de parto. Cada serviço deve adaptá-las às suas condições de infraestrutura e de recursos humanos.
Mais importante do que um protocolo rígido, é a experiência e a prática com a educação e o treinamento continuado dos profissionais de saúde que participam do cuidado ao RN, além da conscientização da comunidade para a importância da assistência nesse período crítico de transição para o ambiente extrauterino.
Residência Médica
Bruna Viana R1

Caso Clínico - 22/09/15
UCI Neonatal
Sala de parto:
Nascimento no dia 20/07 às 12h35:
Apgar 4/8, Capurro: 33 semanas cesariana por DM/ DHEG
Peso=1300 kg Est: PC:
RN único, sexo feminino, nasceu deprimido, cianótic0, dispneico com gemência e hipotônico.
AC: RCR em 2T, BNF S/S
AP: MVU RUDE S/ RA
EXT: boa perfusão.
Feito VPP e sufactante.
Encaminhado para UCI
Com 3 horas de vida
RN em cpap nasal com fi02 de 60% e peep de 6, mantém dispneia, hipotonia e cianose de extremidades. ausência de icterciae/ou hipotermia.
AC: RCR em 2T FC : 87 BPM
AP: MVU RUDE, FR 80IPM SAT02 85% apresentando tiragem subcostal.
Abd: pouco distendido.
ext: má perfusão TEC: 3seg, pouco edemaciado.

Conduta:
Solicitado hemograma completo, PCR, Na, K, gasometria, Rx de TÓRAX
SOG aberta
HGT 8/8Hrs
Venóclise com CH: 70 e VIG 4.5 após expansão volemica.
Aguarda Vaga de UTI.

História Materna
MCS, 41 anos, G6P5A0
Pré-natal 07 consultas
Internada há 01 semana em Hospital São Francisco por:
Diabetes Gestacional Descompensada
Pré Eclâmpsia
4 HORAS DE VIDA
RN REG com piora clínica, queda da SaTO2 : 50% FC: 70bpm

Gasometria:
pH:7,37/PCO2:28,2/ PO2:52,7/ HCO3:18,8/ BE:-8,2/ SaTO2:91,3%

Iniciado Manobras de Reanimação
Hipóteses Diagnósticas

RNPT
PIG/ BP / RCIU
SDR
MEMBRANA HIALINA?
3 MINUTOS APÓS:

RN APRESENTA PIORA CLÍNICA
BRADICARDIA
EXAMES:

Hemograma: Leuc:5695 (Seg. de 70%; bastões de 4%;
eosinófilos de 2%; Linf de 24%)-Htc/Hb52,1/16,9- Hemograma normal

PCR NÃO REAGENTE
NA 137
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