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Untitled Prezi

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Eduardo Oliveira

on 6 April 2013

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Escolas Literárias Trovadorismo Estética Escritores Paio Soares Taveirós era um trovador da primeira metade do século XIII. De origem nobre, é o autor da Cantiga de Amor A Ribeirinha, considerada a primeira obra em língua galaico-portuguesa. D. Duarte foi o décimo primeiro rei de Portugal e o segundo da segunda dinastia. D. Duarte foi um rei dado às letras, tendo feito a tradução de autores latinos e italianos e organizando uma importante biblioteca particular. Ele próprio nas suas obras mostra conhecimento dos autores latinos. Frei João Álvares a pedido do Infante D. Henrique, escreveu a Crônica do Infante Santo D. Fernando. Nomeado abade do mosteiro de Paço de Sousa, dedicou-se à tradução de algumas obras pias: Regra de São Bento, os Sermões aos Irmãos do Ermo atribuídos a Santo Agostinho e o livro I da Imitação de Cristo. Obras: Livro dos Conselhos; Leal Conselheiro; Livro da Ensinança de Bem Cavalgar Toda a Sela. Cantigas de amor Cantigas de Amigo o trovador canta seu amor a uma "dama", de classe social maior, (Amor Platônico). Cantigas dadas aos Namorados que
"Dão um fora" e se torna amigo da Dama e fazem as cantigas como confição e desabafo Humanismo Estética Prosa Poesia Teatro Croncicas de fernão lopes Prosa doutrinaria Novelas de Cavalaria Poesia palaciana Obra de Gil Vicente Poemas amorosos Satiricos Religiosos Linguagem coloquial Influência as novelas de cavalaria diálogos entre as personagens ,Presença do povo pessoas nobres também, como indivíduos passíveis de erros e acertos e sujeitos também a fraqueza. Foi imposto a capacidade de decisão sobre a própria vida , não mais determinada por Deus . Isto Causa grandes transformações culturais . Novela de cavalaria é uma narrativa período medieval, de uma sequência de situações dramáticas, formando uma série de contos entrelaçados. Contavam aventuras fantásticas de cavaleiros medievais, lendários, que enfrentavam batalhas sangrentas, por Deus e pelo amor de uma donzela. Sua obra eram dividida em 2 tipos:Autos: peças teatrais cujo assunto principal é a religião.Farsas: peças curtas. Baseada no cotidiano. Escritores Prosa - Fernão Lopes Teatro – Gil Vicente Renascimento Maneirismo Barroco Arcadismo Romantismo Realismo
&
Naturalismo Parnasianismo Simbolismo Pré Modernismo Modernismo antropocentrismo otimismo racionalismo humanismo hedonismo individualismo inspiração na antiguidade clássica Apreciavam a beleza do mundo e tentavam captá-la em suas obras de arte. Tentativa de descobrir pela observação e pela experiência as leis do mundo. A razão passa a ser a base do conhecimento, tradição e inspiração religiosa que marcou a cultura medieval. o humanista traduzia e estudava os textos antigos, principalmente grego-romanos. Seus conhecimentos eram abrangentes procuraram imitar a estética dos antigos gregos e romanos. O próprio termo Renascimento foi feito pelos contemporâneos do movimento, que pretendiam estar fazendo renascer a cultura, desaparecida durante a Idade Média valorizava o homem como ser racional. o homem passa a ser visto como a mais perfeita obra da natureza. Tem capacidade criadora e pode explicar os fenômenos à sua volta. valorização dos prazeres sensoriais. Esta visão se opunha à idéia medieval de associar o pecado aos bens e prazeres materiais. a afirmação do artista como criador individual da obra de arte se deu no Renascimento. O artista renascentista assinava suas obras, tomando se famoso. Estética Autores Shakespeare: Romeu e Julieta, Hamlet. Estampou virtudes e defeitos do humanismo renascentista. Cervantes: D. Quixote. Cavaleiro espanhol medieval incapaz de resolver problemas do mundo moderno. Camões: Os Lusíadas. Narração da expansão marítima portuguesa. Estética Autores Antíteses e paradoxos Bimembração e plurimembração Correlação Acumulação. Reiteração. Agudezas verbais Divulgadas por Petrarca e abundantes Já na lírica medieval, estas figuras, dentro do Maneirismo, aparecem a realçar ora conflitos de amor ora conflitos de natureza religiosa . Como consequência do uso das antíteses, surge no Maneirismo a tendência para dar à frase ritmo pendular, quer binário, quer composto. Este jogo de construção frásica aparece já em Petrarca e nos Quinhentistas italianos. Aí o foram colher os maneiristas para o projectarem depois no lirismo barroco, onde é frequentíssimo.
Consiste na recolha, feita no fim do poema, em sedação esquelética, dos conceitos desenvolvidos ao longo de toda a composição. Os nossos poetas maneiristas tanto escrevem em português como em castelhano, continuando a manter vivo o bilinguismo aqui em voga desde o Cancioneiro Geral. E adoptam ora a medida velha, ora a medida nova (verso decassilábico e formas poéticas fixas italianas: soneto, elegia, écloga, epístola, oitavas, etc.). Michelangelo-O Juízo Final Tintoretto-A Crucificação Estética Autores BENTO TEIXEIRA-Iniciador do Barroco no Brasil, autor de Prosopopéia. MANUEL BOTELHO DE OLIVEIRA-Autor de Música do Parnaso (1705), primeira obra publicada por um autor brasileiro. Antropocentrismo VS teocentrismo Visão conflituosa do mundo Cultismo Conceptismo Abundância de metáforas, antíteses, hipérboles Rigidez formal Razão VS emoção Estética Autores “Século das Luzes”, período do iluminismo. O antropocentrismo volta, porém não desacreditam em Deus! Supervalorização da Razão e do pensamento humano 1ª revolução industrial Êxodo Rural
natureza e mitologia passageira Alteração da paisagem urbana/socia Cidade Território de disputa. Clichês Arcades Cláudio Manoel da Costa- Obras poéticas- Vila Rica- 1839 - Santa Rita Durão- Obra Caramuru Autores Estética O Romantismo era a transformação estética, onde o sentimento, imaginação, emoção e sensibilidade, tomavam o lugar da razão. As características românticas são:
individualismo, senso de mistério, sonho, fé, culto da natureza, retorno ao passado e exagero.
O romântico reduz a poesia ao lirismo, imaginação e sentimento. GONÇALVES DIAS: principal poeta romântico e uns dos melhores da língua portuguesa, nacionalista, autor da famosa Canção do Exílio, da nem tão famosa mas muito melhor I-Juca-Pirama e de muitos outros poemas. ÁLVARES DE AZEVEDO: o maior romântico da Segunda Geração Romântica; autor de Lira dos Vinte Anos, Noite na Taverna e Macário. Autores Estética Objetivismo Retrato fiel da Natureza Descrições e adjetivação objetivas, tentando captar o real como ele é Linguagem culta e direta Mulher não idealizada Casamento como instituição falida, contrato de interesses e convivências Herói problemático, cheio de fraquezas, manias e incertezas Narrativa lenta, acompanhando o tempo psicológico Personagens trabalhadas psicologicamente Universalismo Amor e outros sentimentos subordinados aos interesses sociais Machado de Assis – Se destacou como romancista realista. Apesar de ter escrevido obras romancistas, como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia.Algumas obras realistas de Machado de Assis: Memórias póstumas de Brás Cubas,Quincas Borba e Dom Casmurro. Aluísio de Azevedo – Escreveu alguns romances românticos, os quais chamou de “comerciais”, pois eram os que mais vendiam. Mas suas maiores obras foram os romances naturalistas, como O mulato, Casa de pensão e O cortiço. Autores Estética Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção; Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos; Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em sí e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético; O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas; Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto; Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas; Valorização da metrificação: o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso; Uso e valorização da descrição das cenas e objetos. RAIMUNDO da Mota de Azevedo CORREIA -Primeiros Sonhos; Sinfonias; Versos e Versões ; Aleluias; Poesias. OLAVO Brás Martins dos Guimarães BILAC –Poesia: Panóplias, pertence a esse livro os famosos sonetos: "A Sesta de Nero e "O Incêndio de Roma"; Via-Láctea, temos 35 sonetos de forte lirismo, merece Autores Estética Ênfase em temas místicos, imaginários e subjetivos; Caráter individualista Desconsideração das questões sociais abordadas pelo Realismo e Naturalismo; Estética marcada pela musicalidade (a poesia aproxima-se da música); Produção de obras de arte baseadas na intuição, descartando a lógica e a razão Utilização de recursos literários como, por exemplo, a aliteração (repetição de um fonema consonantal) e a assonância (repetição de fonemas vocálicos). João da CRUZ E SOUZAPoesia: Broqueis (1893); Faróis (1900); Últimos Sonetos (1905).Poema em Prosa: Missal (1893); Evocação (1898). AUGUSTO Carvalho Rodrigues DOS ANJOS Poesia: Saudade (1900); Eu e Outras Poesias (1912), único livro de poemas; Psicologia de um Vencido (soneto); Versos íntimos. Autores Estética conservadorismo - traziam na sua estética os valores parnasianos e naturalistas; renovação - demonstravam íntima relação com a realidade brasileira e as tensões vividas pela sociedade do período. marca a transição entre o parnasianismo e simbolismo e o movimento modernista seguinte. RAUL DE LEÔNI Ramos
Poesia: Ode a um Poeta Morto (1919), dedicada a Olavo Bilac, falecido no mesmo ano; Luz Mediterrânea (1922). Afonso Henriques de LIMA BARRETO
Romance: O Subterrâneo do Morro do Castelo (1905); Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909); As Aventuras do Doutor Bogóloff (1912); Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915), em que se misturam crítica, análise e humor; Numa e a ninfa (1915); Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919); Bagatelas (1923); Clara dos Anjos (1948), póstumo; Histórias e Sonhos (1920).Sátira: Os Bruzundangas (1922); Coisas do Reino de Jambom (1956).Conto: História e Sonhos (1920); Outras histórias e Contos Argelinos (1952).Artigos e Crônicas: Bagatelas (1923); Feiras e Mafuás (1953); Marginália (1953); Vida Urbana (1953). Autores Estética INOVAÇÕES TÉCNICAS -- O verso livre: o verso já não está sujeito ao rigor métrico e as formas fixas de versificação, como o soneto, por exemplo. Também a rima se torna desnecessária. A destruição dos nexos: os chamados nexos sintáticos, preposições, conjunções, etc. São eliminados da poesia moderna, que se torna mais solta, mais descontinua e fragmentária e, fundamentalmente, mais sintética. No plano da prosa, essas elipses geraram o estilo telegráfico: frases curtas e sincopadas. - A enumeração caótica: consiste no acúmulo de palavras que designam objetos, seres, sensações, vinculados a uma idéia ou várias idéias básicas, sem ligação evidente entre si. O fluxo de consciência: técnica narrativa estabelecida por Edouard Dujardin e sacramentada por James Joyce. Trata-se de um monólogo interior levado para o texto de ficção sem qualquer obediência à normalidade gramatical, à lógica e mesmo à coerência. É a mente do personagem revelada por ele próprio, sem nenhum tipo de barreira racional. A colagem e montagem cinematográfica: ainda no campo da narrativa, valoriza-se a fragmentação do texto, sua montagem em blocos, a "colagem" de notícias de jornais, cartazes, telegramas, etc. No corpo dos romance, como o fez Jonh dos Pasos na trilogia U.S.A . Ou ainda a utilização de várias vozes narrativas (1ª, 2ª, 3ª pessoas no mesmo livro) nas experiências de Faulkner (Enquanto agonizo, O som e a fúria). A eliminação dos sinais de pontuação: os sinais tornam-se facultativos, com o escritor subordinado ao uso de pontos, vírgulas, travessões, etc. A uma disposição estilístico- -psicológica e não a regras gramaticais. Sua eliminação freqüente, visa dar ao texto um aspecto de caótico ou febril. ANTÔNIO Castilho DE ALCÂNTARA MACHADO d'Oliveira.Conto: Brás, Bexiga e Barra Funda (1927), Laranja da China (1928),Contos Avulsos (1961, póstuma).Romance: Pathé-Baby (1926), Mana Maria (inacabado).Crônicas E Ensaios: Cavaquinho e Saxofone (1940, póstuma). GUILHERME DE Andrade e ALMEIDA (1890 – 1969)Poesia: Nós (1917), A Dança Das Horas (1919), Messidor (1919), Livro de Horas de Soror Dolorosa (1920), Era Uma Vez… 1922 – A Frauta Que Eu Perdi (1924), Meu (1925), A Flor Que Foi um Homem (1925, Narciso),Encantamento (1925), Raça (1925), Simplicidade (1929), Carta À Minha Noiva (1931), Você (1931), Cartas Que Eu Não Mandei (1932), Acaso(1938), Cartas Do Meu Amor (1941), Poesia Várias (1947), O Anjo De Sal (1951), Acalanto De Bartira (1954), Camoniana (1956), Pequeno Romanceiro (1957), Rua Teatro (1961), Rosamor (1965), Os Sonetos De Guilherme de Almeida (1968).Teatro: Mon coeur balance e Leur ame, (1916), escritas em colaboração com Oswald de Andrade; Scheherazada (1921, um ato em versos).
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