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Construindo o Tradutor - Douglas Robinson

Apresentação Didática da Tradução
by

Caroline Santos

on 23 June 2013

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Transcript of Construindo o Tradutor - Douglas Robinson

Douglas Robinson
Tradução de Jussara Simões

Becoming a Translator
Construindo o Tradutor

Douglas Robinson
Visão Geral
Premissas do livro
Introdução
O livro
1997
Publicações em ET:
The Translator's Turn (Johns Hopkins UP, 1991)
Translation and Taboo (Northern Illinois UP, 1996),
What Is Translation? (Kent State UP, 1997)
Becoming a Translator (Routledge, 1997, 2003, 2012) Translation and Empire (St. Jerome, 1997)
Western Translation Theory from Herodotus to Nietzsche (St. Jerome, 1997)
Who Translates? (SUNY Press, 2001)
Translation and the Problem of Sway (John Benjamins, 2011)
2012
2002
Jussara Simões
Dean, Faculty of Arts - Hong Kong Baptist University
Estudos Literários e Culturais, Linguística, Estudos da Tradução, Estudos da Escrita (Writing Studies) e Filosofia do Pensamento.
http://arts.hkbu.edu.hk/stafflist/artd/robinson.html

10 capítulos:
1. Conhecimentos externos: a perspectiva do usuário;
2. Conhecimento interno: a perspectiva do tradutor
3. O aprendiz de tradutor
4. O processo tradutório
5. Experiência
6. Gente
7. Os profissionais
8. Línguas
9. Redes sociais
10. Culturas
11. Quando a bíblia falha



(tradução 2002)
Diferença nas edições
1997
Sumário
1. External knowledge: the user's view
2. Internal knowledge: the transltor's view
3. The translator as learner
4. The process of translation
5. Experience
6. Peole
7. Working with people
8. Languages
9. Social networks
10. Cultures
11. When habit fails
2012
Sumário
1. External knowledge: the user's view
2. Internal knowledge: the translator's view
3. The process of translation
4. Drawing on experience: how being a translator is more than just being good at languages
5. Starting with people: social interaction as the first key focus of translator's experience of the world
6. Working with people: the workplace as the interactive setting for specialized terminologies
7. Translation as an operation performed in and on languages
8. Working and understanding through social networks
9. The impact on translation of culture(s)
10. When habit fails
(i) não há substituto para a exeriência prática; e
(ii) rejeição ao fato de que não há como acelerar o processo de aprendizagem sem que se prejudique a habilidade do aluno de detectar erros em seu próprio trabalho

Aprendizagem consciente
(acadêmica)
Aprendizagem inconsciente
(prática)
Capítulo 1
Conhecimento Externo: o ponto de vista do usuário
As palavras-chave: visão geral, estudo da tradução, graduação e pós-graduação

Leituras adicionais
Discussão
Exercícios
Capítulo 2
Conhecimento interno: a perspectiva do tradutor
Perguntas:
Como o tradutor pode maximizar a velocidade e a satisfação ao mesmo tempo em que não minimiza (se, na verdade, possível enquanto aumenta a confiabilidade?
Como pode o tradutor traduzir mais rápido e se divertir mais fazendo isso, enquanto ganha e mantém uma merecida reputação como bom tradutor?
Durante muito tempo o foco somente na confiabilidade (rapidez e custo deixados de lado).
Enfoque abordagem externa e interna: diferenças .
Abordagem interna (visão do tradutor) ao longo do livro.
Capítulo 3
"Neste capítulo exploraremos o complexo processo através dos quais novatos se tornam gradualmente profissionais experientes [...]" (ROBINSON, 1997, p. 51)
A memória do tradutor: memória figurativa, memória normativa

Estilos de aprendizagem do tradutor: contexto, dados, processamento e reação
Tese: a tradução é uma atividade inteligente que envolve processos complexos de aprendizado consciente e inconsciente; todos aprendemos de maneiras diferentes, e o ensino institucional deve ser, portanto, o mais flexível, complexo e rico possível, para ativar os canais pelos quais cada aluno aprende melhor.
Tese: embora os tradutores precisem satisfazer as expectativas de tradução dos usuários para ganhar a vida, também é importante que integrem essas necessidades a uma perspectiva voltada para o tradutor no trabalho, encarando a fidedignidade que os usuários exigem no contexto geral do orgulho profissional (nele inclusos o envolvimente na profissão e a ética); encarando a pontualidade que os usuários querem em termos de maior remuneração, exigindo velocidade, mas também em relação à administração de projetos e à elevação do status da profissão; e insistindo na importância de ter prazer no trabalho.
Tese: a tradução é traduzida de fora, de perspectiva do cliente, ou de dentro, da perspectiva do tradutor. Embora este livro assuma a perspectiva do tradutor, convém começar com uma idéia do que nossos clientes e usuários precisam e por quê.
Capítulo 4
Tese: para o tradutor profissional, a tradução é um ciclo constante de aprendizado que passa pelos estágios do instinto (disposição indistinta), experiência (trabalho no mundo real) e hábito ("prontidão para a ação") e, dentro da experiência, pelos estágios de abdução (conjecturas), indução (criação de modelos) e deduções (regras, leis, teorias); o tradutor é, ao mesmo tempo, um profissional, para quem os processos mentais complexos se tornem naturais (e, portanto, subliminares), e um aprendiz, que precisa constantemente enfrentar e resolver problemas novos de maneiras analíticas conscientes.
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