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Processo de incubação de empresas na UFRN e perspectivas futuras

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by

Gláucio Brandão

on 26 February 2015

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Transcript of Processo de incubação de empresas na UFRN e perspectivas futuras

A incubação de empreendimentos
como instrumento para promoção do empreendedorismo, geração de inovação e garantia para a transferência de tecnologia => Sustentabilidade
Novas posturas tecnossocias
X SINEC


Processo de Incubação de Empreendimentos na UFRN
e
Perspectivas Futuras



Gláucio Bezerra Brandão et alii
NATA 2008, try one: siga o coelho!

AUTSOL (graduada)
Sistemas embarcados

ROBOEDUC (graduada)
Pedagogia + Robótica

SMARTIME (mudou de negócio)
Automação residencial
NATA II, Reloaded (2011)



Edital NATA 01/2011

Resolução de incubação






12 empresas aprovadas

Regimento de acompanhamento

Capacitação empresarial

Estrutura organizacional
NATA III, Revolutions (201X)



Instituto Metrópole Digital

Política Estadual de C,T&I

Secretaria de C,T&I

Parque Tecnológico
Obrigado!
Edital de incubação
Perspectivas
dgdfs
Em 2011, o faturamento do setor de TI, exceto Telecomunicações, cresceu 11,3% em relação

ao ano anterior e ultrapassou US$ 100 bilhões, respondendo por 4,4% do PIB brasileiro.

Para 2020, estima-se um mercado global de TI na ordem de US$ 3 trilhões, dos quais

US$ 900 bilhões serão dessas tecnologias, sendo o Brasil um candidato competitivo

a produzi-las. Para o mercado brasileiro, estima-se um montante de US$ 200 bilhões, com

10% desse valor relativo às exportações.
Este mercado é explorado por aproximadamente 8.520 empresas, dedicadas ao desenvolvimento, produção e distribuição de software e à prestação de serviços. Daquelas que atuam no desenvolvimento e produção de software, 94% são classificadas como micro e pequenas empresas.
SUMÁRIO DO PANORAMA TI MAIOR

Existem recursos disponíveis, conhecimento tecnológico sendo produzido, suporte do governo e empresas com potencial para fortalecer presença no mercado doméstico e conquistar um papel relevante nos mercados globais. O fator determinante na criação de um modelo conciso de geração de valor é a cooperação entre os agentes desse setor.
O Brasil é o 7º maior mercado interno, apresenta conhecimento em nichos específicos (petróleo e gás, finanças, segurança da informação e governo) e, principalmente, tem proximidade cultural e geográfica com mercados-chave e forte relacionamento diplomático e comercial com as economias de crescimento acelerado.
Este documento apresenta um programa de ações para potencializar essas forças ao posicionar o país como um ator global, enquanto endereça questões relevantes, como o porte das empresas de capital nacional, a geração de inovação aplicada, a fluência de profissionais da área em inglês e espanhol, a formação de recursos humanos na escala necessária, a competitividade internacional, a tímida presença internacional em TI, a integração de políticas e programas públicos existentes, o acesso a capital, através da indústria de venture capital (capital empreendedor) local, além de algumas lacunas no marco regulatório.
Um estudo recente da Endeavor, organização global de apoio aos novos empresários, revelou que 65% dos universitários brasileiros desejam ter um negócio próprio no futuro. De acordo com o Banco Mundial, o Brasil já é o terceiro país mais empreendedor do mundo, atrás apenas dos EUA e do Reino Unido. O país vai se transformando em uma nação de empreendedores, sendo diretamente influenciado pelas oportunidades apresentadas pelo mercado digital.
Nesse contexto, as alternativas de posicionamento que se apresentam são variadas. Ao definir o seu talento, seja como pólo regional ou global de tecnologia, o país criará fundações mais sólidas para aproveitar as oportunidades oferecidas pelas novas tecnologias e modelos de negócios, e será um destino relevante do fluxo de capital empreendedor nacional e internacional, o que em última instância é o acelerador da geração de inovação aplicada.
Finalizando
U$ 270,00
Obrigado!
gbbrandao@gmail.com
glaucio@dca.ufrn.br
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