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Teoria do

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by

FERNANDA CAMPOS

on 31 August 2014

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Transcript of Teoria do

O que podemos conhecer?
A primeira impressão diante de uma obra de Escher é de estranhamento, mas também de ludicidade, porque o artista brinca com nossa percepção. O que nos faz pensar: será que tudo o que vejo é mesmo real? E se tudo for uma ilusão de meus sentidos? Convivo com pessoas que pensam de modo tão diferente de mim, como se vivessem em outra realidade. O que é o real? Qual a garantia de que a realidade não seja um sonho? Já tive certezas tão arraigadas e que se dissolveram com o tempo. Quais são as garantias de minhas certezas?
Alegoria da Caverna

Desde a antiguidade o ser humano se preocupa com questões como: O que é real? O que é a realidade? Podemos confiar nos nossos sentidos? O que é ilusão?
O filósofo grego Platão em seu livro
A República
(séc.IV a.C.), deixa claro o seu interesse pelo assunto, ilustrando a
Alegoria da Caverna
. Outro, que também se interessa muito pelo assunto, é o filósofo francês René Descartes (1596-1650). Com a sua
dúvida metódica
ele questiona tudo o que existe.
O que é que você vê?
Ilusão de óptica
Damos o nome de ilusão de óptica às ilusões que enganam o nosso sistema visual. A ilusão faz com que enxerguemos qualquer coisa que não esteja presente ou faz com que enxerguemos imagens de uma forma errada. A imagem de um objeto, transmitida pela visão ao cérebro, é decodificada e interpretada. Porém, em determinadas condições, essa interpretação pode ser errônea.
Veja estas aqui: http://gizmodo.uol.com.br/20-ilusoes-opticas-para-confundir-a-sua-mente/

Teoria do
Conhecimento

Ilusões de óptica
Relatividade
. Maurits C. Escher, 1953.
Observe, (
1
)
na parte superior desta litografia, uma escada e duas pessoas que se movem na mesma direção. Mas uma parece descer e a outra subir. Logo abaixo, (
2
)a parede ao lado daquela que sobe é o solo da outra que se encontra sentada. Na parte inferior, (
3
)alguém sobe, mas a porta que se abre à sua frente pertence ao espaço possível daquela que desce com a bandeja e a garrafa. Outras figuras se posicionam, sempre invertendo a percepção que temos da horizontal e da vertical.
1
2
3

Olhe por outros ângulos. Varie o centro de sua atenção.
Repentinamente uma estranha mudança vai ocorrer. Se, de saída, você viu uma jovem, você verá uma velha. Se, ao contrário, você viu uma velha, você passará a ver uma jovem. Conseguiu? Não? Siga então as minhas instruções para direcionar o seu olhar. Note que as informações sensórias em nenhum momento se alteram. Elas estão impressas, fixas. O que vai alterar é algo dentro de você.
Instruções para ver a moça: um risquinho preto é um colar. Ele define o pescoço. Logo acima você encontra o maxilar da jovem, cujo rosto está voltado para o fundo da figura, como se algo estivesse lá. Tanto que sua boca é invisível e a gente vê apenas a pontinha do nariz e das sobrancelhas.
Instruções para ver a velha: transforme o risquinho preto em boca e o maxilar da jovem em nariz. Sua figura aparece de perfil, nariz muito evidente, olhando para frente e para baixo.
Agora você pode brincar de ver o que quiser.

http://www.brasilescola.com/fisica/ilusao-optica.htm
Outros exemplos de Ilusões de Óptica
Que outros sentidos podem ser enganados? Olfato? Tato? Paladar? Audição? Podemos nos enganar em relação ao que sentimos pelas pessoas? Pelas coisas? Que outras ilusões podemos ter? Ficam estes questionamentos, visto que a filosofia é feita de perguntas.

Referências Bibliográficas
ALVES, Rubem – Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Editora Moderna,
www.youtube.com/watch?v=GleKeQi4Q0g
www.youtube.com/watch?v=b9AgAAUEIzk
http://gizmodo.uol.com.br/20-ilusoes-opticas-para-confundir-a-sua-mente
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