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Apresentação MTB

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by

Ricardo Pinto

on 9 June 2016

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Transcript of Apresentação MTB

O mountain bike representa cerca de

4% de 1.300 milhões

de
visitas turísticas
a zonas rurais.

De uma estimativa de
11.8 milhões
de pessoas que possuem
bicicleta de montanha
, aproximadamente 5.5 milhões são praticantes regulares da modalidade.
A Internacional Mountain Biking Association estima que 12 a 14 milhões de pessoas nos EUA pratiquem o desporto com regularidade.
IMBA
Na Alemanha dos 7.2 milhões de praticantes de ciclismo, cerca de 4 milhões são praticantes de MTB.

A percentagem de praticantes na Suíça e Áustria são muito semelhantes estimando-se portanto que existam cerca de 1 milhão entusiastas pela modalidade só nesta zona europeia.
O desporto é igualmente popular na Itália, Espanha, França, Bélgica, Holanda e na maioria dos países nórdicos.
Cerca de 80% dos inquiridos disseram que fizeram pelo menos uma viagem exclusivamente para praticar BTT.
perfil
turista
São maioritariamente homens com idades compreendidas entre os 25- 45, com níveis de educação e rendimentos normalmente acima da média, solteiros e casados e a maioria sem filhos.
Quando solicitado que pontuassem de 0 a 5 os factores que influenciaram as suas escolhas, os inquiridos reponderam que a reputação e a sugestão de outros ciclistas foram os aspectos mais relevantes. A pesquisa na internet, os artigos em revistas da especialidade foram outros factores chave na escolha do destino.
O Estudo demonstrou igualmente que as viagens marcadas através de agências são raras e que a grande maioria dos turistas levaram a sua própria bicicleta. A preferência por alojamentos simples, e pequenas residências é maioritária enquanto que os alojamentos em hotéis se ficam pelos 8%.
O turista de mountain biking possui o chamado “willingness to pay” (WTP) ou seja disponibilidade para pagar se o destino for aprazível e reconhecido mundialmente.
“willingness to pay”
(WTP)
4
milhões
5,5
milhões

Um estudo realizado pela fundação da indústria de ar livre norte americana coloca o ciclismo no
segundo lugar
, atrás da observação da vida selvagem quer
a nível de participantes
como a nível do
impacto económico
da atividade.
maior atividade económica dos EUA
$289.000.000.000
Escócia
7stanes trails recebem
400,000
visitas por ano

5%
são turistas de fora do Reino Unido, a maioria da Alemanha, Irlanda, EUA e Dinamarca.
(Tyrvainen, 2006)
Finlândia
Interagency National Survey Consortium (NSRE, 2003),
participation in all outdoor activities has been increasing when measured in terms of the total numbers of participating people.
turismo de natureza, já é o setor mais importante da economia regional
U
K

Alemanha
Mountain Biking
que possam servir os vários elementos da equipa multidisciplinar
enduro

e
xcountry
A Noroeste da Ilha encontramos o Fanal. Serpenteado por antigas veredas e levadas que percorrem uma das mais antigas manchas da floresta Laurissilva a zona apresenta-se com um enorme potencial para o desenvolvimento de circuitos e percursos de BTT. Deve ser tido em consideração, no entanto, o caráter de maravilha natural e património da UNESCO e adaptar muito dos trilhos já existentes duma forma pouco intrusiva e com o menor impacto ambiental possível.
Património natural e cultural
Possibilidade de criação de multiatividades
Trilhos para todos os níveis
Alguns dos percursos apresentam já intervenções pouco adaptadas ao uso de bicicletas
Local de nascença do melhor atleta português da modalidade, a Ponta do Pargo apresenta também condições únicas para a sua prática. As suas serras com bastante exposição solar e relevos fluídos apresentam já notoriedade na comunidade do Downhill nacional. Respirar o mesmo ar que os Pombos e descer nas "suas" pistas de treinos, tem vindo a atrair muitos atletas nacionais.
A notoriedade do Emanuel Pombo;
Rede de pistas de "treinos" e envolvimento da comunidade local;
Fraca oferta turística;
Paisagem dilacerada pelos incêndios;
Existe grande potencial para a prática do enduro e allmountain;
Proximidade com os trilhos dos prazeres, constituindo uma zona aplidada de "Sunset Hills"
Uns amigos, umas pás e muito suor foram moldando um trilho que fim de semana após fim de semana trazem aos Prazeres dezenas de "riders" e vão mexendo com a economia local. Neste momento existem duas linhas, a original "Pista dos Prazeres" e a "Red Line".
Partilha o mesmo início no topo da serra, zona administrada pela cooperativa de criadores, que após alguns problemas iniciais tem permitido o desenrolar das atividades.
Existem já alguns projetos que fazem passeios com locais e tentam agora organizar-se de forma a atrair turistas para Bike Holidays e escolhem a zona dos Prazeres como base da atividade.
"Yes, it's a fresh FREERIDE Magazin, distributed in Germany, Austria and Switzerland. Madeira is the spot to ride your bike!"
Rede de trilhos existentes;
O envolvimento da comunidade local;
O interesse em desenvolver a zona por parte de empresas privadas.
Muitos dos terrenos são privados e carecem de autorizações.
Percursos épicos com grande valor cultural;
Programas Sky to Sea;
Parte integrante do North Shore, da Portela ao Caniçal estende-se uma língua com trilhos secretos e paisagens de cortar a respiração.
O Pico do Areeiro é o ponto de partida por excelência. Com estacionamento e instalações de apoio aos turistas funciona também como ex libris obrigatório.
Aos dois percursos já utilizados, marcados a vermelho, juntam-se agora mais possibilidades, ideias e novas alternativas...
beleza natural e paisagística
extensão e variedade dos percursos
percursos pouco recomendados sem guia
Requalificação ambiental de alguns percursos mal desenhados;
Oferta importante para turistas e riders locais;
Possibilidade de criar um circuito multi-atividades;
Serra despida de vegetação;
Dificuldade de criar um circuito em loop;
que possam servir os vários elementos da equipa multidisciplinar
Impacto Social
Perceção
Causa
O BTT causa impactos inaceitáveis no ambiente
Trail design incorreto
Demasiado tráfego
Más práticas dos utilizadores
Pouca manutenção dos trilhos
Erosão causada por outros grupos
Erosão causada pela água
Os praticantes e outros utilizadores correm riscos de quedas e colisões.
Velocidades elevadas
Utilizador de risco elevado
Utilizador com pouca perícia
Curvas cegas e descidas
Falha no alerta entre o ciclista e outros utilizadores
Os ciclistas têm objetivos imcompatíveis com outros grupos.
Disturbio da vida selvagem
Intrusão nas atividades de outros grupos
Intimidação
Falta de etiqueta e boa conduta
Trilhos com multi utilizadores incompatíveis.
(Schuett 1997)
BTT
VTT
Outdoor industry
2
milhões
sub tropical
20ºC
aos mercados europeus
"Durante séculos as levadas foram construídas exclusivamente com a força de homens valentes que usavam instrumentos rudimentares. Esses rocheiros trabalhavam suspensos por cordas amarradas em troncos de árvores ou em cabeços de rocha. Metidos em cestos, esses heróicos trabalhadores perfuravam as rochas até abrir a concavidade para passar a levada." R.Quintal
CLIMA
ACESSO
Atributos
NATUREZA
TURISMO
HISTÓRIA&CULTURA
DESPORTO
10 000 fans
3 000 000 views
5 V.O.D.
1 402 900
27/11/2012
"FAMA"
TRILHOS...
Paul da Serra e Fanal
Ponta do Pargo
downhill
enduro

e

downhill
Prazeres
Um caso de sucesso?!
Poiso
enduro,

xc

e
downhill
No Poiso nasce uma das descidas mais conhecidas da região e aquela, que na minha opinião, é mais capaz de definir o caráter e a alma do BTT na Madeira, O Porto da Cruz.
O seu nome lembra-nos também o seu final, bem na Praia da Lagoa, que convida a um mergulho para relaxar os músculos.
É esta dualidade, Serra/Mar que define o seu caráter, descida longa que percorre paisagens distintas e vilarejos acabando num mergulho regado por "bejecas" e tremoços. Tem na alma os trilhos húmidos e muito técnicos que desafiam os mais experientes e os deixam, não poucas vezes, com vontade de repetir a dose.
North Shore Epics
Ribeiro Frio
Porto da Cruz
Portela
Ilha
Achada do Teixeira
Maiata
Alguns desses percursos apresentam riscos elevados;
Toda a zona do Poiso, Montado do Pereiro e levada da Serra, podem formar uma zona excecional para a prática de All mountain e XCountry, bastando para isso juntar algumas peças do puzzle. Este circuito terá grande valor do ponto de vista da oferta de trilhos para todos os níveis de praticantes!
Funduras e Caniçal
enduro

e

xc
Yukon
Proposta
Modelo que regula a utilização dos recursos naturais para a prática do BTT em espaços públicos.
Objetivo
O principal objetivo do plano deverá ser a conservação e valorização das belezas naturais, biodiversidade, e o aproveitamento destes espaços para a prática de atividades recreacionais, no caso o BTT.
Este plano deve ser simples e eficaz, para que consiga ser rápidamente implementado sem necessidade de recursos adicionais significativos.
Estrutura Organizativa
O plano de gestão envolverá diversas organizações e grupos de pessoas.
A SRA através da sua DRF e PNM são as autoridades gestoras dos espaços públicos florestais e parques naturais, e portanto cabe a ela (SRA), a aprovação dos planos de desenvolvimento em avaliação.

Têm a seu cargo a responsabilidade de preservar a integridade ambiental das áreas naturais públicas e deste modo podem establecer regras e regulamentos sobre todas as atividades desenvolvidas dentro dos seus domínios.
comité MTB
SRA
Apresentar pareceres e soluções técnicas para a correta conceção e construção dos trilhos;

Desenvolver estratégias e projetos que permitam concretizar a sinalização, requalificação, construção e manutenção da rede de trilhos de BTT nas ilhas da Madeira e Porto Santo.
Ações
Terão lugar duas reuniões anuais, entre o cMTB e a SRA por forma a discutir a implementação do plano e avaliar os indicadores de performance chave definidos neste plano.
Prevenir a erosão é um objetivo chave na utilização de bicicletas nos trilhos. O grupo de trabalho e a SRA devem definir procedimentos muito claros para a abertura de novos trilhos, requalificação ou encerramento de trilhos existentes, e na prevenção do aparecimento de "atalhos" ou trilhos ilegais.

O cMTB fica responsável por monotorizar os trilhos e apresentar um sumário a cada reunião sobre o estado dos percursos, ações necessárias e propostas de novos trilhos.

A SRA colabora, se solicitada, na manutenção dos trilhos recorrendo-se dos recursos humanos e materiais que possuí.
Novos Trilhos
Os seguintes passos são necessários para a abertura de nova rota.
Qualquer pessoa ou organização
pode propor uma nova rota ao cMTB. Essa proposta terá de ser acompanhada por uma descrição escrita, localização e um sketch do percurso. E deve responder às sequintes questões:
Onde?
Para quem?
Quanto vai custar?
Quem vai pagar?
Quanto tempo vai demorar a construir?
Quem vai construir?
Inventário
Determina o número, a localização o tipo e parametros biofísicos dos trilhos (tipo de solo, vegetação, clima predominante)
Avaliar
Determinar o estado inicial do trilho e avaliar a sua sustentabilidade para a utilização por ciclistas.
Trilho estável e sustentável
Trilho requer intervenção
Trilho não sustentável
Alterar o trilho
Encerrar trilho
Avaliar a condição do trilho periódicamente
Análise dos resultados
Determinar ações a tomar
Este plano têm como base um contrato social entre as partes onde competências deveres e atribuições estão definidas e acordadas.
Numa fase inicial, apresentará um inventário detalhado dos trilhos utilizados atualmente na prática do BTT e sua importância relativa à SRA.
Este grupo de trabalho deverá ser multidisciplinar e representativo dividindo-se em dois objetivos:
(cMTB)
PNM
DRF
IMBA
5 regras para a construção de um trilho sustentável:
International Mountain Bike Association
(2004)
1
2
3
4
5
Half Rule
O desnivel do trilho não deve exceder metade do declive da encosta
10% average
Geralmente um trilho é mais sustentável se a média do seu desnivel não ultrapassar os 10%
Maximum grade
Em condições normais este desnível não deve ultrapassar os 15 a 20%, mas o valor varia de acordo com fatores físicos e climáticos. Terreno rochoso ou "rock gardens" sustentam maiores desníveis. O trafego e tipo de utilização intreferem também nestes valores.
Grade reversal
Elevações e pequenas subidas devem surgir em locais onde a água se acumula (figura)
Outslope
A berma exterior do trilhos deve estar mais baixa (5%) em relação à interior (figura)
Monotorizar
Formar
Recursos humanos nas áreas da construção e manutenção de trilhos de BTT sustentáveis;
Uma equipa de Bikepatrol - percorre os trilhos periódicamente e reporta todo o tipo de ocorrências.
Inventariar
Organizar
Ações de voluntariado que regularmente procedem à manutenção dos percursos;
Planos de manutenção com a DRF e o PNM de acordo com a sua disponibilidade.
Avaliar
...
1
O cMTB vai ao local e
avalia
em detalhe, tendo em consideração uma variedade de critérios, tais como a sua adequação, conflitos, erosão.
Apresenta se possível, soluções técnicas para os problemas assinalados.
2
A proposta será então remetida para a SRA e apresentada na reunião seguinte.
3
A SRA, se achar necessário, conduzirá um estudo de impacto ambiental e
aprovará
ou
rejeitará
conforme o resultado dos pontos anteriores.
4
O projeto será apresentado e posto a discussão pública.
5
O processo de construção será seguido pelo cMTB e por técnicos da SRA, por forma a cumprir os requisitos dum trilho sustentável e correto seguimento do plano elaborado.
a)

Compromisso dos ciclistas em colaborar com as entidades competentes tendo em vista a implementação de ecopass/ecotaxa;

b)
Compromisso da SRA em colaborar na sinalização, promoção e conservação dos trilhos, de acordo com as normas internacionais estabelecidas para o efeito;

c)
Compromisso dos ciclistas para a criação e implementação de um código de conduta;

d)
Compromisso do cMTB em formar recursos humanos nas áreas da construção de trilhos e bike patrol
90%
Veredas
Levadas
Caminhos reais
não licenciados
Património cultural
Percursos pedestres recomendados
Trilhos antigos utilizados pelos locais para a prática do BTT
IMBA
12
conselhos para atrair turistas de MTB
criar e promover trilhos para todos
desenvolver
pouca manutenção e impacto ecológico;
importância económica e social
um destino maduro e com boa reputação oferece trilhos capazes de porpocionar desafios ajustados a todos os níveis de praticantes

apresentar as belezas naturais
desenhar e recomendar rotas que mostrem locais de interesse histórico, cultural e natural
sinalizar bem os percursos
trail system map
sinais direcionais
sinais de aviso
Informação do nível
sinais reguladores
trilhos sustentáveis
Why, Who and What?
guia detalhado
dos percursos
perfis de elevação
tipo de terreno
nível de dificuldade técnica e fitness
descrição do percurso, meteorologia e avisos de segurança

envolver a
comunidade
mostrar que é uma atividade com grande valor económico e social e que apresenta um baixo impacto ambiental
providenciar
alojamentos para
ciclistas
os ciclistas procuram alojamentos que complementem o seu estilo de vida, gostam de estar perto dos trilhos, dum local seguro para guardar e realizar a manutenção das bicicletas.
fotografar os trilhos
profissionalmente
uma imagem vale mais do que mil palavras...
enviar boas reportagens fotográficas para revistas, operadores turísticos, imprensa.
happy riders on beautiful trails
publicitar outras
atividades
mountain bikers são turistas ativos que mostram interesses noutras atividades, o surf, o mergulho, passeios pedestres etc.
criar pacotes
pacotes de viagem com alojamento, alimentação, serviço de transfer e guia.
"hype" the media
oferecer experiências a editores e jornalistas de revistas, não só da especialidade, mas dos media em geral
quantificar
sermos capazes de mostrar onde estávamos e onde chegamos é muito importante para podermos manter o apoio das entidades e comunidades locais.
Potencial de se tornar um destino turístico de reputação mundial para a prática do BTT
Um todo
Conservação da Natureza;
Dimensão e relevância;
Estudos técnicos e ciêntificos;
Планинският велосипед
mountainbikeløb
Maastopolkupyörä
terrängcykel
Horské kolo
Bergfahrrad
Califórnia
1977
sinta a natureza à sua volta
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