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D. Afonso Henriques

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by

Rafael Barbosa

on 19 March 2015

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Transcript of D. Afonso Henriques

D. Afonso Henriques
D. Afonso Henriques
Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!
O poema pertence à obra Mensagem de Fernando Pessoa.
Está inserido na primeira parte à qual se denomina brasão e representa um dos castelos do mesmo. O titulo do poema é o nome do fundador do Reino de Portugal e o seu primeiro rei, com o cognome
O Conquistador
Analise Externa
O poema divide-se em duas estancias que se subdividem em quatro versos cada, sendo duas quadras. A métrica é irregular e as rimas classificam-se como cruzadas.
Analise Interna
Este poema apresenta-se como uma prece dirigida a D. Afonso Henriques, “Pai” de uma geração que lendariamente recebeu a força e a missão de Deus. O sujeito poético, assumindo-se como voz dos portugueses, pede ao Rei que dê ao seu povo o exemplo, a força e a bênção, porque “Hoje a vigília é nossa”, somos nós que temos que ser cavaleiros contra “novos infiéis”, fantasmas do adormecimento colectivo.
Implicitamente, este poema recupera a lenda da Batalha de Ourique, que atribuiu uma dimensão sagrada à fundação de Portugal, tal como nos é apresentando no episódio “Batalha de Ourique” de Os Lusíadas.
Breve Introdução
Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!
Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!
Rafael Barbosa
nº21
12ºC
Vocabulario
Predomínio de vocabulario sagrado em "vigilia", "infiéis" e "benção"
Figuras de estilo
-Repetição em Inteiro/Inteira
-Presença de um quiasmo em espada e bênção
Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!

Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!
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