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MIOLOGIA I

Geral e Pescoço
by

Augusto Bonnaneti

on 24 November 2013

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Transcript of MIOLOGIA I

MIOLOGIA
É o ramo da anatomia que estuda os músculos e seus anexos
São estruturas anatômicas que apresentam a capacidade de se contrair, sob estímulos.
COMPONENTES:
VENTRE é a parte carnosa, constituída por fibras musculares que se contraem.

TENDÃO é a parte não contrátil e esta localizado nas extremidades dos músculos. É composto de tecido conjuntivo resistente e esbranquiçado. Estes conectam as extremidades dos músculo ao periósteo, a cobertura mais externa do osso.

APONEUROSE é uma porção tendinosa, formada por tecido conjuntivo denso, responsável pela fixação dos músculos em suas inserções ósseas.

FÁSCIA é uma bainha de tecido conjuntivo frouxo que envolve os músculos, muitas vezes determinando compartimentos musculares.

BAINHA TENDÍNEA são estruturas que formam pontes ou túneis entre as superfícies ósseas os quais deslizam os tendões. sua função é conter os tendões, permitindo um deslizamento fácil.

BOLSAS SINOVIAIS são pequenas bolsas localizadas entre os músculos ou entre um músculo e um osso no intuito de facilitar o deslizamento muscular
Grupos Musculares:

1 Cabeça
2 Pescoço
3 Membros Superiores
4 Tórax
5 Abdômen
6 Região Posterior do Tronco
7 Membros Inferiores
8 Órgãos dos Sentidos
9 Períneo
TIPOS DE MÚSCULOS:
1 Estriados Esqulético

2 Estriados Cardíacos

3 Lisos
CLASSSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
QUANTO À FORMA:
a) Longos: quando o comprimento prodomina sobre a largura e espessura. Ex: Bíceps.

b) Largos: quando duas medidas se eqüivalem (comprimento e largura predominam sobre a espessura). Ex: Deltóide.

c) Curtos: as três medidas se eqüivalem . Ex: Masséter.

c) Leque: fibras em forma de um leque. Ex: Peitoral Maior.

d) Mistos: quando não entram na classificação de longos, largos e curtos.

Os músculos ainda podem ser unipenados e bipenados (Reto Femural).
Quanto à Origem e à Inserção:
a) Origem: quando se originam de mais de um tendão. Ex: Bíceps, Tríceps e Quadríceps.

b) Inserção: quando se inserem em mais de um tendão. Ex: Bicaudados - dois tendões (Fibular Anterior) e Policaudados - três ou mais tendões (Flexor Superficial dos Dedos)
QUANTO À DISPOSIÇÃO DA FIBRA:
1 Reto
2 Transverso
3 Oblíquo
Quanto à função:
1 Agonistas
2 Antagonistas
3 Sinergistas
Nomenclatura:
Há dois métodos de estudo dos músculos:
Fisiológico e Topográfico
a. Ação-
Extensor dos dedos
b. Ação e forma-
Pronador redondo
c. Ação e localização-
Flexor superficial dos dedos
d. Forma-
Deltóide
e. Localização-
Tibial anterior
f. Número de origem-
Quadriceps
COMPONENTES ANATÔMICOS DO TECIDO CONJUNTIVO
Fáscia superficial
separa o músculo da pele
Fáscia muscular
circunda o músculos e outros órgãos
Epimísio
é a camada mais externa do tecido conjutivo, circunda todo músculo
Perimísio
circunda 10 a 100 ou mais fibras musculares individuais, separando em feixes chamados fascículos, os fascículos podem ser vistos a olho nu
Endomísio
é um fino revestimento conjuntivo que penetra no interior de cada fascículo e separa as fibras musculares de seu vizinho
Miofibrila
menor unidade contrátil
CONTRAÇÃO MUSCULAR (COMPONENTES MICROSCÓPICOS)
Miosina
Actina
Tipos de contrações:
1. CONTRAÇÃO ISOTÔNICA
Contração Concêntrica: o músculo se encurta e traciona outra estrutura, como um tendão, reduzindo o ângulo de uma articulação.

Contração Excêntrica: quando aumenta o comprimento total do músculo durante a contração.

CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA: servem para estabilizar as articulações enquanto outras são movidas.Gera tensão muscular sem realizar movimentos. É responsável pela postura e sustentação de objetos em posição fixa.

CONTRAÇÃO ISOCINÉTICA: são aqueles nos quais se impõe uma resistência ao movimento, sem permitir que este ocorra. São iniciados com um mínimo de resistência, que é aumentada gradativamente.
TIPOS DE FIBRAS MUSCULARES

A classificação das fibras musculares faz-se de acordo com o metabolismo energético dominante, da velocidade de contração e da sua coloração histoquímica, a qual depende das atividades enzimáticas.

A coloração pelo PAS (Periodic Acid Schift) não determina o tipo de fibra, pois trata-se de uma coloração para o glicogênio e é útil para avaliar a quantidade de glicogênio muscular, quer antes quer depois da atividade física.
As fibras musculares dividem-se em:

Tipo I , de contração lenta ou vermelhas, e isto devido à densidade capilar e ao conteúdo em mioglobina.

Tipo II, de contração rápida ou fibras brancas, as quais se subdividem na lIa, IIb, e IIx.
a) Fibras tipo I, de contração lenta, vermelhas ou ST(slow twitch) São fibras com menor diâmetro, com um maior fornecimento sanguíneo, quando expresso em capilares por fibra, possuem muitas e grandes mitocôndrias e muitas enzimas oxidativas. São por isso fibras com um metabolismo energético de predomínio aeróbico, resultando uma grande produção de ATP, permitindo esforços duradouros. Estas fibras predominam nos músculos dos atletas de endurance ou resistência.
b) Fibras tipo II, de contração rápida, brancas ou FT(fast twitch) São fibras brancas, de maior diâmetro, com predomínio de metabolismo energético de tipo anaeróbico. O músculo constituído por este tipo de fibras tem uma velocidade de contração, uma velocidade de condução na membrana e uma tensão máxima maior do que nas fibras do tipo I. Têm elevados níveis de actividade da ATPa­se miofibrilar, o que revela grande velocidade na elaboração das interações actina-miosina.
1. Fibras subtipo IIb: constituem o subtipo mais característico.
São fibras de contração rápida (fast twitch), nas quais o metabolismo anaeróbico é dominante, o que origina uma grande acumulação de ácido láctico no final do exercício. O componente aeróbico é reduzido.

2. Fibras do subtipo IIx: são também fibras brancas, com predomínio do metabolismo anaeróbico, mas já com uma capacidade oxidativa superior, o que as toma ligeiramente mais resistentes à fadiga do que as anteriores.

3. Fibras do subtipo IIa: são fibras que se encontram no músculo em quantidades muito pequenas, cerca de 1% do total. Possuem predomínio do metabolismo anaeróbico e uma capacidade oxidativa bastante superior à encontrada nos subtipos anteriores, o que as coloca entre estas e as fibras tipo I, no que se refere à resistência à fadiga.
HIPERPLASIA, HIPERTROFIA E ATROFIA
Hiperplasia é o crescimento por aumento do número de células no músculo. Esse aumento do número de fibras musculares é chamado de hiperplasia fibrilar. Quando ocorre, seu mecanismo é a divisão linear de fibras previamente aumentadas.
Hipertrofia é o aumento do tamanho da fibra muscular ou crescimento de uma célula ou órgão ou tecido. Neste caso não há o aumento no número de células. Há o aumento na secção transversa do músculo, ou seja, aumento no tamanho e no número de filamentos de actina e miosina e adição de sarcômeros dentro das fibras musculares já existentes.
Essa hipertrofia pode ser temporária (apenas durante a prática do exercício) ou crônica (em 3 ou mais dias sem atividade), pois o corpo tem que se recuperar do estresse sofrido aumentando o tamanho para suportar mais peso.
Já a atrofia muscular é caracterizada pela diminuição do volume muscular causado pela inatividade. Ela pode ser causada por alguma doença neurológica ou simplesmente pela falta de uso de um determinado grupo muscular como ocorre, por exemplo, ao ter um membro engessado por alguns dias ou meses.

Quanto ao número de ventres:
a) Digástricos: são aqueles que possuem dois ventres.
b) Poligástricos: são aqueles que possuem mais de dois ventres.
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