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Adequação a NR-12

Mostra a adequação de uma prensa hidráulica a norma NR-12
by

fernando schotten

on 4 June 2015

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Transcript of Adequação a NR-12



Denominação: Prensa Prensar Pacotes
Modelo: Prensa Hidráulica
Capacidade: 175 Toneladas
Fabricante: Piratininga



Várias são as definições dadas para o que seja máquina.
"Conjunto de peças ou componentes ligados entre si, em que pelo menos um deles é móvel e reunidos de forma solidária com vista a uma aplicação definida."
Equipamentos
geralmente são dispositivos periféricos que trabalham subsidiariamente a um conjunto principal.
“Estimativas indicam que máquinas e equipamentos participam com aproximadamente 50% do total de
acidentes
típicos
."
(
Fonte Revista Proteção Nº 117, 09-2013
)
“ Infelizmente o termo “
acidente
” utilizado na nossa língua sugere que este evento ocorre por obra do destino, como algo imprevisível, uma “fatalidade” fora do controle das ações humanas. Pior ainda, pois sugere que é um evento impossível de ser evitado.”
“ Sabemos que os acidentes ocorrem devido a uma interação de vários fatores que estão presentes no ambiente ou na situação de trabalho muito antes do seu desencadeamento. São, portanto, eventos previsíveis e preveníveis . . .”

“Sabemos que os acidentes ocorrem devido a uma interação de vários fatores que estão presentes no ambiente ou na situação de trabalho muito antes do seu desencadeamento. São, portanto, eventos
previsíveis
e
previníveis
.”
• Normas Federais – NR’s;
• Normas Estaduais – NE’s;
• Normas Municipais – NM’s;
• Convenção Coletiva – CC;
• Nota Técnica – NT;
• Tratados Internacionais – OIT.
Norma técnica é um documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. É de aplicação voluntária.
Um regulamento técnico é um documento, adotado por uma autoridade com poder legal para tanto, que contém regras de caráter obrigatório e o qual estabelece requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a normas técnicas ou a incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte. É o caso da NR-12.
As normas internacionais são reconhecidas pela Organização Mundial do Comércio - OMC como a base para o comércio internacional. As normas ISO são voluntárias, cabendo aos seus membros decidirem se as adotam como normas nacionais ou não. A adoção de uma norma ISO como Norma Brasileira recebe a designação NBR ISO.
Tipos de Normas:

A


Normas fundamentais de segurança: definem, a rigor, os
conceitos fundamentais, princípios de projeto e aspectos gerais válidos à toda máquina.
B
-
Normas de Segurança relativas a um grupo: tratam de um aspecto ou tipo de dispositivo condicionador de segurança de uma gama de máquinas.
B1

Normas sobre aspectos particulares de Segurança, são exemplos: Distância de Segurança, Temperatura de superfícies e Ruído.
B2

Normas sobre dispositivos condicionadores de Segurança, por exemplo: comando bi- manuais, dispositivos de intertravamento, dispositivos sensíveis a pressão, proteções.
C

Normas de segurança por categoria de Máquinas: dão prescrições detalhadas de segurança a um grupo particular de máquinas.
Normas
tipo A
NBR NM 213 – 1 e 2 Segurança de máquinas - Conceitos básicos, princípios gerais para projetos parte EN 292 –1/2/3
EN 60204-1 – Segurança de máquinas – Equipamento elétrico de máquinas – Parte 1 Especificações para requisitos gerais
NBR 12 100 – Princípios gerais de projeto - Apreciação e redução de riscos.
Normas tipo B
Normas tipo B1 Aspectos gerais de segurança
NBR 13852 – Distâncias seguras para impedir acesso a zonas de
perigo pelos membros superiores (EN 294)
NBR 13854 – Folgas mínimas para evitar esmagamento de partes do corpo humano (EN 349)
NBR 14153 – Segurança de
máquinas: Parte de sistemas de comando relacionadas à segurança,
princípios gerais de projeto
(EN 954-1)
NBR 14154 – Segurança em
máquinas: Prevenção de partida inesperada
(EN 1037)
NBR 13853 – Distâncias seguras para impedir acesso a zonas de perigo pelos membros inferiores
(prEN 811)
Normas tipo B2
Componentes utilizados na segurança
NBR 13759 – Equip. de parada de emergência, aspectos funcionais, princípios para projetos
(EN 418)
NBR NM 273 – Dispositivos de intertravamento associados a proteções – Princípios para projeto e seleção (EN 1088)
NBR NM 272 – Requisitos gerais para o projeto e construção de proteções (fixas e móveis) (prEN 953
NBR 14152 – Segurança em
Máquinas Dispositivos de comando bi-manuais
Aspectos funcionais e princípios para projeto
(EN 574)
Normas tipo C
NBR 13862 – Transportadores contínuos - Requisitos de segurança para o projeto
NBR 13865 - Cilindros de
massas alimentícias -
Requisitos de segurança
NBR 13867 - Picadores de
Carne - Requisitos de
segurança
NBR 13536 - Máquinas
injetoras para plásticos e
elastômeros. Requisitos
técnicos de segurança para o projeto, construção e utilização
NBR 13930 - Prensas
mecânicas - Requisitos de
Segurança
NBR 13 936 - Máquinas de
moldagem por sopro destinadas à produção de artigos ocos de
termoplástico - Requisitos
Técnicos de segurança para
projeto e construção.
NR 12 - Histórico
Editada em 1978;
Sofreu cinco alterações;
Jun/2011 – versão em vigor;
Resultado de dois anos de negociações (governo/trabalhadores/empresas);
Aprovada de forma tripartite (governo/trabalhadores/empresas);
Representantes “técnicos”;
Saiu de 40 itens para mais de 340 itens.
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
NR-12
ITENS DE SEGURAÇA
Situações Reais
Extra-baixa tensão (12.36.a)
NR 10 = 50 v
NR 12 = 25 v
Painel chaveado
12.18.b
Sinalização
de perigo
de choque 12.18.b
Proteção das partes
com risco de choque
elétrico (12.18.d)
12.21. Proibido utilizar:
a. Chave geral como dispositivo de partida e parada;
b. Chave geral tipo faca;
c. A existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica.
Dispositivos de segurança
Comando bimanual com botões tipo cogumelo (ergonômico)
PAINEL ELÉTRICO
CHAVE GERAL
RESET
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12.
Conteúdo programático
Escada Tipo Marinheiro
12.70 –
Os meios de acesso, exceto escada fixa do tipo marinheiro e elevador, devem possuir sistema de proteção contra quedas.
12.76.c
– As escadas fixas do tipo marinheiro devem ter gaiolas de proteção, caso possuam altura superior a 3,50 m (três metros e meio), instaladas a partir de 2,0 m (dois metros) do piso, ultrapassando a plataforma de descanso ou o piso superior em pelo menos de 1,10 m (um metro e dez centímetros) a 1,20 m (um metro e vinte centímetros).
12.76.1.b
– As gaiolas de proteção devem possuir vãos entre grades protetoras de, no máximo, 0,30 m (trinta centímetros), conforme Figura 3 do Anexo III.
Componentes Pressurizados
Itens: de 12.77 até 12.84
12.78 -
As mangueiras, tubulações e demais componentes pressurizados devem ser localizados ou protegidos de tal forma que uma situação de ruptura destes componentes e vazamentos de fluidos, não possa ocasionar acidentes de trabalho
;
12.79 -
Mangueiras em sistemas pressurizados devem possuir indicação de pressão máxima ;
12.80.a
- Nas atividades de montagem e desmontagem de pneumáticos das rodas das máquinas e equipamentos não estacionários, que ofereçam riscos de acidentes, deve ser observada a seguinte condição: os pneumáticos devem ser completamente despressurizados, removendo o núcleo da válvula de calibragem antes da desmontagem e de qualquer intervenção que possa acarretar acidentes.
Transportadores de materiais
Itens: de 12.85 até 12.93.1
Movimentos perigosos devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento.
12.85.1 –
Os transportadores contínuos de correia cuja altura da borda da correia que transporta a carga esteja superior a 2,70 m (dois metros e setenta centímetros) do piso estão
dispensados da observância do item 12.85
, desde que não haja circulação nem permanência de pessoas nas zonas de perigo.
12.86 –
Os transportadores contínuos de correia, cuja altura da borda da correia que transporta a carga esteja superior a 2,70 m (dois metros e setenta centímetros) do piso, devem possuir, em toda a sua extensão, passarelas em ambos os lados, atendidos os requisitos do item 12.66.
12.91 e 12.91.1 –
Devem dispor, ao longo de sua extensão, de dispositivos de parada de emergência, de modo que possam ser acionados em todas as posições de trabalho e, se a análise de risco determinar, pode ser dispensada.
Itens
12.94
ao
12.105
Trabalho com máquinas
Os sistemas de proteção devem ser projetados, construídos e mantidos com observância aos seguintes aspectos:

Variabilidade antropométrica dos operadores;
Exigências posturais, cognitivas, movimentos e esforço físico demandado;
Dispositivos sociotécnicos (displays, sinais, comandos, dentre outros) devem ter interação clara e precisa.
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12
.
Conteúdo programático
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos
Apreciação de Riscos
Perigo X Risco
Perigo X Risco
1. O perigo é um
« estado »
2. Existe o risco a partir do momento que existe uma
exposição
ao perigo.
COMO TORNAR UMA MÁQUINA SEGURA
Com a redução dos riscos.
3. Capacitação do fator humano
2. Procedimentos adequados
1. Proteções adequadas
A segurança é baseada em três procedimentos:
A redução dos riscos é atingida através de medidas de segurança
Fonte do Risco
Proteções Mecânicas
PERIGOS PROVOCADOS POR MÁQUINAS
Riscos de origem mecânicas
Riscos de origem elétrica
A PERCEPÇÃO DE RISCOS!
Apesar de ser possível diferenciálos,
sentir
e
perceber

são na realidade um processo único que é
o da
recepção
e
interpretação
de informações. Nesta configuração entra em jogo um terceiro elemento não menos importante...a
atenção
, fundamental para a prevenção de acidentes em máquinas e equipamentos. . . .
IDENTIFICAR OS RISCOS
1)
A ferramenta não possui proteção.
8) Outras não conformidades....................
7) A área de trabalho está congestionada com peças que não fazem parte do processo.
6) O operador não está utilizando óculos de proteção bem como protetor auricular.
5) O trabalhador manipula as peças numa posição ergonomicamente desfavorável.
4) A máquina não está equipada com seus dispositivos de partida, acionamento, parada e botão de emergência.
3) O pedal de acionamento esta desprovido de sua capa protetora podendo ocasionar o acionamento acidental da máquina.
2) Os volantes estão desprovidos das suas proteções.
Análise de Risco

é a apreciação do Risco desde o ponto de vista da sua potencialidade de “dano”, que têm o objetivo é eliminar/neutralizar, na medida do possível, por meios técnicos, todos os fenômenos perigosos de origem mecânica via meios de proteção mais adequados . Para cada posto e situação de trabalho deve ser feito um estudo completo e exaustivo de identificação dos fenomenos perigosos, de estimativa e avaliação dos riscos e aplicação do procedimento de eliminação ou redução destes riscos
Uma análise de Risco para uma Tarefa pode ser efetuado através da divisão do trabalho em um número de sub-tarefas e, em seguida, se realiza uma análise para cada tarefa. A divisão em tarefas é ilustrada pelo seguinte exemplo:
Troca de Pneu de um Carro
– 9. Remover a roda, e assim por diante.......
– 8. Erga o carro mais, mas não mais do que o necessário.
– 7. Solte as porcas da roda.
– 6. Erga o carro, mas não tanto que as rodas deixem o solo.
– 5. Instale o “macaco” e assegure-se que está estável.
– 4. Remova a tampa da roda a ser trocada.
– 3. Verifique se está em condições de uso (ar).
– 2. Retire o pneu de reserva (estepe) do veículo.
– 1. Acione o freio de mão.
A identificação dos fenômenos perigosos é insuficiente para descrever por si só o risco. É necessário conhecer um certo número de elementos complementares tais como . . . .
Descrição e estimação do risco
A Gravidade do dano possível:
Pode ser estimada pela:
Natureza do que se quer proteger (pessoas, bens etc).
Gravidade das lesões (no caso de pessoas vão das mais leves até o óbito).
Importância do dano (por cada máquina). No caso das pessoas: uma pessoa ou várias pessoas.
A Probabilidade da ocorrência do dano
A freqüência e duração da exposição das pessoas ao fenômeno perigoso;
A probabilidade da ocorrência de evento perigoso;
A possibilidade de evitar,o dano, com a intervenção técnica ou humana.
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12
.
Conteúdo programático
A Proteção das Máquinas é um dos primeiros passos, se não o primeiro, para neutralizar os acidentes dentro de um ambiente de trabalho . . .

A neutralização das fontes de risco pode ser dada pela adoção da distância como forma de manter, as pessoas, afastadas das fontes do risco, impedindo a exposição do corpo ou partes do corpo ao fenômeno perigoso. Normalmente estes elementos são conhecidos como “barreiras de proteção”.
Lembrando ...
A Proteção Física é sempre uma
barreira material
que fica interposta entre o operador e a zona de perigo da máquina. Assim a proteção será eficiente se a mesma impedir, realmente, eventuais acessos à boca “do jacaré”.

“Parte da máquina especificamente utilizada para prover proteção por meio de uma barreira física. Dependendo da sua construção, uma proteção pode ser chamada de carenagem, cobertura, tela, porta, enclausuramento, etc.”

A determinação da distância de segurança versus a altura da “barreira de proteção” é feita em função da avaliação do risco e a posição da fonte de perigo.
a.
distância de um ponto de perigo até o plano inferior (chão) ;

b.
altura da borda da barreira ;

c.
distância horizontal desde o ponto de perigo à “barreira”.
Para dimensionar a “barreira”, devem ser considerados 3 parâmetros:
Tabela que representa, para zona de perigo abaixo de 2,50m, os valores mínimos dos parâmetros (a, b , c) a fim de garantir inacessibilidade ao ponto de risco, fixando como critério de aplicação que não deve ser feita interpolação a partir dos valores desta tabela. Assim, quando os valores de a, b ou c estiverem situados entre os valores da tabela, deve ser eleito o valor que signifique maior nível de proteção.
Tabela de dimensionamentos:
Ex.. a = 1.400 mm b= 1.200 mm c=? (qual a distância?)
a = 1.400 mm b= 1.200 mm Resposta: c= 1.000 mm
Dimensões de segurança para impedir o contato, dos membros superiores, com o ponto de perigo através das aberturas da proteção . .
(ds=distância segura)
Critérios para os Projetos de Proteções:
Deve ser dada consideração apropriada na fase de projeto a todos os aspectos previsíveis de operação de uma proteção, para assegurar que o projeto e a sua construção,
não criem
, por si só, futuros
pontos de perigo
.
As proteções devem contemplar aspectos de:
Distâncias de segurança;
Controle de acesso à uma zona de perigo;
Visibilidade;
Ergonomia;
Eficácia;
Durabilidade;
Higiene;
Limpeza.
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12
.
Conteúdo programático
PROCESSO DE AUDITORIA EM PLANTAS
INDUSTRIAIS, MÁQUINAS E
EQUIPAMENTOS
• Expontânea

• Induzida
A DEMANDA?
- Explicação dos Serviços que podem ser prestados;
Agendamento de visita
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12.
Conteúdo programático
Máquinas (Isoladas ou Grupo de Máquinas),

Equipamentos,

Lay-out e sinalização,

Elaboração de Planilha de Orçamento

Outras.
Observação Aberta do processo produtivo:
– Modelo Padrão
– Lançamento em Sistema de Controle
– Validação pela Coordenação
Elaboração de Proposta:
Entrega da Proposta
*
* Observando o caráter estratégico ou não da entrega pessoal
• Cliente Novo:
» Pessoal
• Cliente já atendido:
» Pessoal ou envio eletrônico
Acompanhamento da Proposta:
• Empresa
aprova
a proposta:
- Devolve autorização para elaboração do CONTRATO.
Acompanhamento da Proposta:
• Empresa
não aprova
Proposta:
- Verificação do motivo da negativa . . .
» Financeiro?......
» Prazo?......
» Objeto da Proposta?....
» Outros.
Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12.
Conteúdo programático
Auditoria de NR-12
» Levantamento acompanhado . . .
– Levantamentos in-loco . . .
• Estabelece-se prazo para:
- Verificações (confrontamento).
O Levantamento:
- Observações Físicas. . . . .
- Observações documentais . . . .
Tratamento dos dados
– Elaboração do Relatório a “duas mãos”
– Exposição das Fotografias/filmes ;
• Confronto com o Check-list
• Discussão
• Digitação dos encaminhamentos
- Impressão do Relatório
Entrega do Relatório
– Devolutiva com a participação da direção da empresa e
outros (1 hora . . .)
• Sobre a composição do relatório . . .
• Aspectos macro do Relatório . . .
• Alguns aspectos pontuais do relatório . . .
• Encerramento com considerações sobre as “saídas” . . . novos
negócios?
ÉTICA E DEONTOLOGIA DO CONSULTOR
Sigilo das informações
Guarda e conservação de documentação
Ouvir mais do que falar
Uso de equipamentos e pessoas com habilidades e conhecimento da norma e em elétrica e mecânica.
Acompanhamento junto a norma (uso do check list se necessário)
Ética e comunicação no ambiente de produção (sinais e gestos).
Preparação do relatório.

Introdução;
Legislação aplicada à segurança de máquinas;
Conceitos de análise de riscos em máquinas e equipamentos;
Conceitos para elaboração de projetos de proteção em máquinas;
Elaboração de diagnóstico e relatorio de consultoria;
Metodologia para realização de uma consultoria em nr-12;
Pontos criticos de uma consultoria em nr-12;
Processo de auditoria em máquinas e equipamentos da nr-12.
Conteúdo programático
AUDITORIA EM MÁQUINA BASE NR-12
• Demanda
• Proposta
• Contrato
• Observação
• Elaboração Relato
• Devolutiva Relato
Exemplo I
Instrumentos/materiais
– Check-list
– Trena física
– Trena Digital (laser)
– Inclinômetro
– Termômetro digital
– Rádios Walk-talk a prova de explosão
- Máquina fotográfica/filmadora
- Apontador laser
EPI’s
– Capacete . . .
– Protetor auricular (tipo concha). . .
– Óculos Segurança anti-embaçante . .
– Máscara contra poeiras . . .
– Máscara contra gases/vapores . . .
– Luvas descartáveis . . .
– Botinas de segurança antiderrapantes . . .
• Portaria SIT n.º 197, de 17/12/10
• NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos - MTe
• Segurança de Máquinas e Equipamentos de Trabalho - MTe, Sistema
FIRJAN, SESI-RJ
• Manual de Proteção em Máquinas e Equipamentos Vol. 1 – SENAI – Paraná
• Prevenção de Riscos em Máquinas e Equipamentos Vol. 1 – SENAI – Paraná
• Revista Proteção Nº 117, 09-2001
• CLT - Seção XI - Das máquinas e equipamentos
• Código de Defesa do Consumidor - Lei 8.078 de 11 de Setembro de 1990
• OIT – Convenção 119, da Organização Internacional do Trabalho, Sobre
Proteção das Maquinas, concluída em Genebra, em 25 de Junho de 1963.
• Decreto 1.255 de 29 de Setembro de 1994
• NR-12 – Máquinas para Madeira – MTe Dra. Aida Becker
Referências Bibliográficas
» Acidente:
Um evento ou uma cadeia específica de eventos não planejados que dão origem a morte, doenças ocupacionais, injúria, dano ou outra perda (Norma BS 80).
» Incidente:
Evento não planejado que tem o potencial de originar um acidente (Norma BS 80).
» Perigo:
Causa capaz de provocar uma lesão ou dano para a saúde.(NBR NM 213-1 :2000) Fonte ou situação com potencial de dano em termos de injúria humana ou doença ocupacional, dano a propriedade, dano ao meio ambiente, ou uma combinação destes (Norma BS 80).
» Identificação de Perigo:
Processo de reconhecimento de que um perigo existe e de definição de suas características.
» Risco:
Combinação da probabilidade e da gravidade de uma possível lesão ou dano para a saúde, que possa acontecer numa situação perigosa.(NBR NM 213-1 :2000). Combinação de probabilidade e consequência de um evento perigoso específico que está ocorrendo.
» Analise de Risco:
Combinação da especificação dos limitis da máquina, identificação de perigos e estimativa de riscos
» Avaliação de Risco:
Processo global de estimativa da magnitude do risco e de decisão se ele é ou não tolerável ou aceitável ou seja julgamento com base na análise de risco, do quanto os objetivos de redução de risco foram atingidos.
» Gerenciamento de Riscos:
Conjunto de medidas gerenciais utilizadas em uma política de redução de riscos, bem como redução das consequências de cenários acidentais por ventura instalados.
• Análise de Riscos qualitativa:
» A aplicação de técnicas de análise e avaliação de riscos, sem contemplar as frequências de ocorrências de eventos geradores de acidentes.

• Análise de Riscos quantitativa :
» A aplicação de técnicas de análise e avaliação de riscos, obtendo
resultados numéricos
relativos aos valores de frequências e consequências das hipóteses acidentais estudadas.
PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA
–A probabilidade (P) é avaliada a partir da soma dos valores atribuídos a cada situação,
P=
EP + PE + EC + CP
considerando:
• (EP) - a frequência de exposição
• (PE) - o número de pessoas expostas ao perigo,
• (EC) - à eficácia do controle existente e à
• (CP) - facilidade com que as pessoas identificam o agente ou situação como perigosa.
Probabilidade
P=
EP + PE + EC + CP
P = 3 + 2 + 3 + 2
P = 10
SEVERIDADE DO DANO

A severidade do dano
(S)
é avaliada apartir da soma dos valores atribuídos a Gravidade
(GV)
e a escala de abrangência
(EA)
.

S = GV + EA

SEVERIDADE DO DANO

S = GV + EA
S = 5 + 3
S = 8

GRAU DE RISCO


O Grau de risco (GR) é um valor numérico obtido pelo
produto
da Probabilidade (P) x Severidada (S) o qual é comparado com uma taxa de valores que classifica o risco em "classe".
GR = P x S
GR = 10 x 8
GR = 80
- Avaliação da qualificação dos riscos para tipos de proteção.
- Conceitos sobre a aplicação da NBR-NM 272 e 273.
-Procedimentos para elaboração do desenho técnico para proteções elétricas e mecânicas .(projetista, equipe, ferramentas).
- Documentação dos projetos mecânicos e elétricos.
- Escolha dos responsáveis pelo projeto.
- Anotação da Responsabilidade Técnica ( ART) junto ao CREA.
- Documentação do Senai como empresa.
- Visita técnica na empresa. ( Pessoa de contato responsável para acompanhamento)
- Verificação da notificação do MTE se houver. (Itens solicitados na notificação)
* Inventário de máquinas e equipamentos
Desenvolvimento de consultoria em NR - 12
- Situação atual das empresas. (Estrutura e investimentos)

- Profissionais não habilitados para cumprimento da norma Nas empresas.

- Prazos para retorno da proposta.

-Conflito com os prazos do MTE e realização da consultoria.

- Equipamentos para utilização nas consultorias para uma informação correta.

- Ética e deontologia na apresentação de relatórios técnicos e resguardo das informações da empresa.

- Ambiente para realização das capacitações.(Horários, publico esperado, nível de escolaridade, Habilidade pedagógica, conflito de informações das máquinas, polemicas).
* Auditoria em máquinas e equipamentos (Relatório técnico das não conformidades)
* Realização da capacitação ( falar um pouco sobre a carga horaria, avaliação, demonstração prática, lista de presença e documentação dos responsáveis pela realização )
* Coleta de dados para elaboração do material didático para a capacitação em maquinas e equipamentos.
* Revisão do manual técnico de máquinas e equipamentos.
* Preparação dos procedimentos de trabalho.
- Apresentação da proposta junto ao consultor de mercado.(esclarecimentos dos serviços a serem realizados)
- Preparação da proposta de acordo com os serviços prospectados na visita de diagnóstico.( prazos para retorno de proposta)
- Relatório da visita para diagnóstico. (Entregue a supervisão e ao mercado)
- Verificação interna junto as máquinas (Modelo, porte, quantidade e informações dos dispositivos de proteção).
- Apresentação do portfolio de serviços em Normas. ( Nr-10 e Nr-12).
- Entendimento da necessidade do cliente
Adequação de prensa hidraulica
para norma NR-12

Alunos: Fernando Schotten
Rafael Trupel
Giovani
Matéria: Eng. de segurança no trabalho
Professor: Fabiano Luz Cardoso

Destaques:
- Prevalecem sobre todos os outros comandos e possui fácil atuação pelo operador ou outros que possam necessitar do comando.

- De acordo com os itemns 12.56 a 12.63 que diz entre seus principais pontos:
- As maquinas devem conter pelos menos um ponto de parada de emergencia
- A botoeira deve permanecer acionada.
BOTOEIRA DE EMERGENCIA
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
CORTINA DE LUZ
Destaques:
- Evita a entrada de alum objeto/pessoa em determinada zona de risco quando a maquina está em funcionamento.

- De acordo com os item 12.42 item C, que se refere aos sensores de segurança.
- De acordo com o anexo 1 item B que se refere ao dimensionamento deste equipamento.
BOTOEIRA DE EMERGENCIA
CORTINA DE LUZ
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
COMANDO BIMANUAL
Destaques:
- Garante que o operador esteja com as duas mãos acionando a maquina garantindo que o mesmo não invada a area de segurança.

- De acordo com o anexo III catitegoria 4, que descreve o equipamento.
- De acordo com os item 12.26, 12.28 e 12.29, que se refere aos metodo de funcionamento e posição de montagem. Ex: Atuação sincrona, afastado da maquina.
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
PAINEL ELETRICO
Destaques:
- Objetivo de controlar todos os sistemas de segurançã integrado com os equipamentos da maquina.
- Maquina equipada com:
• 4 relés CPA-D para monitoramento das Cortinas de Luz
• 1 relé CP-D para monitoramento dos botões de emergência
• 1 CLP – Controlador Logico Programável para monitoramento do bloco de segurança, comando bimanual e calço de segurança

- De acordo com item 12.37 , que exige no minimo dois contatores.
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
CHAVE GERAL
Destaques:
- Objetivo energizar o circuito eletrico.

- De acordo com o item 12.21 que cita que a chave geral não pode ser usado como botão de acionamento e identifica o equipamento.

PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
BOTÃO RESET
Destaques:
- Caso haja alguma fallha eletrica, ou a botoeira de emergencia for acionada, é necessario reiniciar o sistema.

- De acordo com o item 12.40 que exige um botão de rearme do equipamento.
- De acordo com o item 12.63 que exige a utilização do rearme toda vez que o botão de emergencia for acionado.
BLOCO HIDRÁULICO
PROTEÇÃO INSTALADA/EMBASAMENTO DA NORMA
BLOCO HIDRÁULICO
Destaques:
- Quando o equipamento esta no ponto 0 ou um sistema de emergencia for acionado, o bloco trava o eixo da prensa evitando o deslocamento do eixo.

- De acordo com o anexo III item 4.3 que exige o bloco hidraulico para prensas.
MUITO OBRIGADO
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