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GT Redução de Danos - Introdução

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Ana Sampaio

on 30 September 2015

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Transcript of GT Redução de Danos - Introdução

Drogas sempre estiveram presentes em toda a história da humanidade – consumo sistemático de um grande conjunto de substâncias capazes de alterar o comportamento, a consciência e o humor dos seres humanos é comprovadamente milenar.
Sua elevação à categoria de problema social, flagelo da humanidade, é historicamente recente – um século.
Desde que as “drogas” e seu uso se tornaram uma questão social relevante, a produção de conhecimento a seu respeito foi, com raras e valiosas exceções, pautadas pela lógica da negatividade, do preconceito, do estigma.
Diferentes contextos e finalidades - o uso em rituais religiosos e mágicos, cura ou paliativo para doenças, busca do prazer.
Duas fontes básicas de conhecimento das drogas – religião e a medicina.
PRAZER - destituído do cunho religioso e da utilidade medicinal - precedeu às demais formas.
Substâncias psicoativas tiveram um papel central na configuração do mundo atual
Foi em torno do comércio de “alimentos drogas” – açúcar, chá, café, tabaco e álcool – produtos exóticos convertidos em itens da dieta cotidiana de inúmeras populações - que se desenvolveu o moderno mercado mundial.
(SPA)
(P)
(MSC)
Substância Psicoativa
Personalidade
Momento Sócio-Cultural
Drogas lícitas e ilícitas
Cultura, condições do país ou região - cidade -bairro - rua - grupo.
Motivações pessoais consciente e inconsciente.
1868 - A primeira legislação antidrogas é elaborada na Inglaterra e torna ilegal a venda de ópio e outras drogas.
1909 – Primeira Conferência Internacional em Xangai, China – controle das drogas – ópio e derivados (morfina e heroína).
1919 - Paradigma do proibicionismo
Lei Seca - EUA proíbe a produção, distribuição, venda, consumo, importação e exportação.
1945 – Término 2 Guerra Mundial – Lei Seca é abandonada – muitas crises para população lidar.
1961 – Guerra do Vietnã/Convenção Única da ONU Universalizou o proibicionismo – consolidando assim o modo de lidar com as SPAs ilícitas e com seus consumidores (punição) que perdura até hoje.
Utopia proibicionista – apostava em punição com repressão policial, exterminando hábitos seculares de uso de SPAs.
abre campo da ilegalidade – produtores e comerciantes passam de trabalhadores para criminosos.
Consequência maior
da Lei Seca (Máfias)
Financiador do tráfico não é usuário, mas a proibição!
Proibição criminalizou condutas, mas nem todos alvos da lei :
Novos Criminosos
Subversivos
Classe Pobre
negros, nordestinos, hispânicos (EUA)
hippes, contestadores, artistas “desajustados”
1972 – Richard Nixon – declara Guerra às Drogas (“War on Drugs”) – ameaça segurança nacional americana – país consumidor com direito de defender suas fronteiras.
Guerra às Drogas
alçada à posição de questão geopolítica crucial no início sec. XXI – infindável em sua violência e muito interessante potencializar novos negócios

indústria bélica vende 2 lados; indústrias químicas idem; bancos lavam dinheiro narcotráfico; empresas segurança privada trabalham 2 lados.
QUANTO MAIS SE APOSTA NA UTOPIA PROIBICISONISTA, MAIS RENTÁVEL E INTERMINÁVEL A GUERRA TEM SE MOSTRADO.
A partir do século XIX, o avanço científico conduziu a tal aprofundamento do conhecimento sobre os efeitos das drogas no organismo e sua ação sobre o comportamento humano, e a química realizou avanços tão sensacionais que as drogas deixaram de ser vegetais mais ou menos mágicos, ligados a rituais e passaram a ser usadas indiscriminadamente para diversos fins – terapêuticos, emocionais, dependência, etc.
Ênfase mítica X Avanço Científico
Século XX – explosão farmacêutica com produção de drogas medicamentosas – sulfa, penicilina > analgésicos e antibióticos.
Descompasso entre percepção dos efeitos benéficos e dos efeitos adversos dos fármacos no início do século XIX até século XX – a preocupação com a segurança dos medicamentos é relativamente recente.
Com introdução da seringas hipodérmicas em meados do século XIX, o ópio – morfina - alcançou proporções epidêmicas entre os soldados após término da guerra civil americana, pois era utilizada para aliviar as dores nos hospitais de campanha;
Introdução anestésico
sinistros nas salas operatórias, ingestão doses excessivas, mortes pós operatórias.
O início dos anos sessenta indicou uma mudança significativa nos hábitos de consumo de drogas, na medida em que, pelo movimento da contracultura, se constituiu um novo ‘ethos’, onde as drogas passaram a ocupar uma posição estratégica. As drogas passaram a ser a forma privilegiada de acesso para um outro mundo, revelado pelas transformações perceptivas.
Flower Power
1962 - O cientista Timothy Leary é apresentado ao LSD e torna-se o maior incentivador de seu uso indiscriminado.
1965 - O MDMA é redescoberto pelo bioquímico norte-americano Alexander Shulgin, que se dedicava ao estudo de drogas psicodélicas.
Dos laboratórios e pelos mais diversos caminhos, outras substâncias psicoativas vão sendo apresentadas aos usuários.
Ecstasy - MDMA (metileno dióxido metanfetamina), droga sintética.
Histórico
Conceito Atual
Substância psicoativa (SPA) – termo PROPOSTO PELA OMS, que se refere às substâncias que modificam a senso-percepção, o estado de consciência, humor ou sentimento de que as usa – essas modificações podem variar de um estimulo leve -xícara de café - até alterações mais intensas na percepção do tempo, do espaço ou do próprio corpo - alucinógenos .
RD no Brasil
A tríade de Olievenstein
Situação de uso
Somente em casos de uma junção desfavorável desses três fatores da "equação" é que se chega a estados de dependência o que significa que não é todo consumo que a provoca, pois existem diferentes padrões de consumo e consumidores (experimental, ocasional e regular)
AS DIMENSÕES DO
CONSUMO DE DROGAS

realizado o primeiro programa de troca de seringas do país com sucesso.
Experiência de Santos (1989)
estratégia de prevenção ao HIV entre usuários de drogas injetáveis (PTSs).
novo paradigma ético, clínico e político.
Reconhecido como principal país a incorporar políticas reducionistas na América Latina.
Empenho nas ações:
1998, São Paulo - IX Conferência Internacional de Redução de Danos.
Associações e redes fortalecendo o movimento - ABORDA, REDUC, RELARD.
Âmbito Federal - CAPS AD.
Princípios e diretrizes

SUS
A RD é baseada:
Universalidade
Equidade
Integralidade
Salvador (1995)
Centros de referências
CETAD - Centro de Estudos e Terapia de Abuso de Drogas

ALIANÇA DE REDUÇÃO DE DANOS
Empoderamento
Informação
Comunidade
Respeito
Direitos Humanos
Saúde
RD
Da pele pra dentro,
soberania do indivíduo.

Dartiu Xavier
Redução de Danos se refere a políticas, programas e práticas que visam primeiramente reduzir as consequências
adversas para a saúde, sociais e econômicas do uso de drogas lícitas e ilícitas, sem necessariamente reduzir o seu
consumo. Redução de Danos beneficia pessoas que usam drogas, suas famílias e a comunidade.
Redução de Danos
O que é
droga?
Drogas
SPA's
E o GT?
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