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Biologia-processos de Reproduçao

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Andreia Nogueira

on 11 April 2013

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Transcript of Biologia-processos de Reproduçao

Reprodução Assexuada Meiose Ciclos de Vida Reprodução Sexuada Andreia Nogueira Os indivíduos que surgem por reprodução assexuada são geneticamente idênticos entre si, formando o que se chama clone.
Estes Reprodusem-se sem a necessidade de fecundação de gámetas. Processos de Reprodução Meiose é o nome dado ao processo de divisão celular através do qual uma célula tem o seu número de cromossomas reduzido pela metade.
Nos organismos de reprodução sexuada a formação de seus gametas ocorre por meio desse tipo de divisão celular.
Quando ocorre fecundação, pela fusão de dois desses gametas, ressurge uma célula diplóide, que passará por numerosas mitoses comuns até formar um novo indivíduo, cujas células serão, também, diplóides. Alexandra Machado Bipartição Divisão Múltipla Multiplicação vegetativa Esporolução Fragmentação A Bipartição (ou divisão binária), é um tipo de reprodução assexuada, pois neste fenómeno não ocorre a fecundação, não existindo a fusão de gâmetas. Neste tipo de reprodução ocorre a divisão do organismo em dois, com semelhanças entre si. Apesar de se dividirem, estes fragmentos irão adquirir a mesma constituição do ser assexuado que sofreu o processo, pois continuam com as mesmas características. Este processo assemelha-se ao processo da mitose, pelo facto do “produto final” serem duas células individualizadas. Neste processo, o “produto final” são duas células assexuadas com as mesmas características. Gemulação A gemulação ou gemiparidade é um processo de reprodução no qual ocorre a formação, no progenitor, de gemas ou gomos, que, ao se separarem do progenitor, desenvolvem-se dando origem a novos indivíduos. Este processo ocorre em seres unicelulares, como as leveduras, e em seres pluricelulares como a esponja ou a hidra. Também pode ocorrer em plantas superiores. Esse processo é interno e acontece quando as condições de vida estão desfavoráveis. Partenogénese Na divisão múltipla, o núcleo da célula-mãe divide-se em vários núcleos.
Cada núcleo rodeia-se de uma porção de citoplasma e de uma membrana, dando origem às células-filhas, que são libertadas quando a membrana da celula-mãe se rompe. A multiplicação vegetativa é um processo de reprodução assexuada rápido e frequente nas plantas. Esta multiplicação pode ocorrer nos diferentes órgãos vegetais, raízes, caules e folhas, através dos processos de reprodução assexuada por fragmentação e por gemulação. Refere-se ao crescimento e desenvolvimento de um embrião sem fertilização.
Normalmente fêmeas que procriam sem precisar de machos que as fecundem. A partenogênese ocorre naturalmente em , invertebrados (ex: pulgas de água, afídeos, abelhas) e em alguns vertebrados (ex: lagartos, , peixes, e até mesmo perus). A esporulação consiste na formação de células especiais denominadas esporos, que originam novos seres vivos da mesma espécie. A célula em esporulação forma uma parede espessa e sofre uma elevada desidratação, ficando em animação suspensa durante longos períodos de tempo (por vezes dezenas de anos), causando assim, o surgimento de novos seres identicos às células formadoras. Os fungos se multiplicam formando novos esporos num processo chamado de esporulação. A propagação desses esporos no ambiente, acontece por meio de agentes que podem ser a água, o vento os insetos ou o próprio homem. Tipo de reprodução assexuada em que um ou mais fragmentos de um ser vivo se destacam, dando origem, cada um deles, a novos indivíduos iguais ao progenitor.
A reprodução por fragmentação ocorre em cianobactérias, algas filamentosas, animais com diferenciação tecidular reduzida e elevada capacidade de regeneração, como, por exemplo, as estrelas-do-mar. Profase II Na metáfase I, há a desintegração da membrana nuclear (carioteca) e os pares de cromossomas homólogos , dispõem-se na região equatorial da célula de forma que os homólogos de cada par fiquem voltados para pólos opostos na célula. Telófase I Metáfase II A anáfase I é caracterizada pelo deslocamento dos cromossomas homólogos para pólos opostos na célula. Neste caso, diferentemente da mitose, as cromátides irmãs não se separam, o que ocorre é a separação dos cromossomas homólogos, indo cada par dos cromossomas duplicados (constituídos por duas cromátides unidas pelo centrômero) para cada pólo. Prófase I Anáfase II Telófase II A prófase I é iniciada pela condensação dos cromossomas duplicados na interfase – fase na qual a célula atinge a sua maior atividade metabólica quando ocorre a duplicação do DNA (período S). Metáfase I Anáfase I Quando os cromossomas duplicados chegam ao pólo, inicia-se a telófase I.
Em seguida, os cromossomas descondensam-se , a carioteca e os nucléolos reaparecem e ocorre a citocinese – divisão do citoplasma que origina duas células filhas, que por não possuírem pares de homólogos, são células haplóides caracterizando uma divisão reducional. Na meiose II, a prófase II inicia-se pela condensação dos cromossomas, desaparecimentos dos nucléolos e pela migração dos centros celulares para pólos opostos da célula. O Fim dessa etapa é marcado pela desintegração da carioteca e quando os cromossomas se encontram espalhados pelo citoplasma. A metáfase II, os cromossomas, unidos pelo centrômero, organizam-se no pólo equatorial da célula, voltando as cromátides para pólos opostos da célula. Essa etapa é finalizada pela divisão do centrômero e, consequentemente, a separação das cromátides irmãs. Na anáfase II, as cromátides irmãs são puxadas para pólos opostos da célula. É a etapa na qual os cromossomas se descondensam, há o reaparecimento da menbrana celular .
Em seguida o citoplasma divide-se, resultando quatro células-filhas. Os descendentes são formados a partir de dois progenitores que produzem células sexuais (gâmetas) que se unem, dando origem a um ovo.
No caso do Homem todos os indivíduos deverão apresentar 46 cromossomas, idênticos dois a dois. Cada par apresenta uma forma, estrutura e sequência de genes semelhante, cujo nome é cromossomas homólogos.
Todas as células que apresentam cromossomas homólogos são designadas por diplóides. Nos organismos diplontes as células que originam os gâmetas sofrem divisão nuclear, de modo a que haja redução para metade do número de cromossomas. Os gâmetas, como não apresentam cromossomas homólogos, denominam-se haplóides.
O ovo, célula diplóide, resultante da fusão dos gâmetas, apresenta um conjunto de cromossomas provenientes de cada um dos progenitores.
Os gâmetas masculinos e femininos são formados por meiose nas gónadas masculinas e femininas. Nas plantas o equivalente às gónadas nos animais são os gametângios. No caso do ser humano, as gónadas masculinas são os testículos e as gónadas femininas são os ovários. É a sequência de acontecimentos que ocorrem na vida de um ser vivo, desde que é gerado até produzir a sua própria descendência. O ciclo de vida de uma dada espécie mantém-se de geração para geração. Ocorre em indivíduos que possuem reprodução sexuada. Ciclo Haplonte A fase haplóide é a mais desenvolvida, estando a fase diplóide reduzida ao zigoto. A meiose é pós-zigótica e ocorre a seguir à formação do zigoto diplóide, não se produzindo gâmetas. Da meiose pós-zigótica resultam células haplóides, que se dividem, por mitoses sucessivas, dando origem a um organismo pluricelular haplonte, que produz gâmetas.
A maioria dos fungos, alguns protistas e algumas algas, como a espirogira, têm um ciclo de vida haplonte. Ciclo Diplonte A fase diplóide é dominante, sendo os gâmetas as únicas células haplóides. A meiose é pré-gamética, ocorrendo durante a produção dos gâmetas. Da fecundação resulta o zigoto diplóide, que se divide e origina um organismo pluricelular diplonte.
O ciclo de vida do tipo diplonte é característico da maioria dos animais. Ciclo Haplodiplonte Inclui estruturas pluricelulares diplontes - esporófito - e haplontes - gametófito -, verificando-se alternância de gerações.
A haplófase e a diplófase alternam, estando bem desenvolvidas, e a reprodução assexuada alterna com a reprodução sexuada. A meiose é pré-espórica e ocorre aquando a produção dos esporos haplóides pelo esporófito diplóide.
Os esporos sofrem mitoses sucessivas, originando o gametófito que, por mitoses sucessivas, produz gâmetas. Durante a fecundação, os gâmetas fundem-se, originando um zigoto diplóide que forma um novo esporófito.
Algumas espécies de algas e plantas apresentam um ciclo de vida haplodiplonte. FIM http://www.wellcome.ac.uk/en/labnotes5/animation_popups/schisto.html
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