Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Modernidade x Pós-modernidade

No description
by

Bruno Borges

on 7 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Modernidade x Pós-modernidade

Pós-modernidade
Discurso criado logo após a consolidação das Ciências Sociais. As transformações agora eram de outra ordem, a financeirização do capital revela o caráter fluído do capitalismo e mutante das novas relações.

Um grupo de teóricos (Z. Bauman como referência de nossas aulas) apresenta uma perspectiva mais relativista, privilegiando a análise das diferenças, especificidades e fragmentação do mundo. A realidade é contemporânea, o contexto é globalizado e as relações seriam líquidas. Essa série de fatores impossibilitaria odiscurso científico como total, homogeneizante, demandando uma sociologia das subjetividades.


Modernidade x Pós - Modernidade
design by Dóri Sirály for Prezi
Modernidade
Teoria Sociológica moderna:

A teoria sociológica desse período é associada a todos os autores clássicos. As características do discurso são: interpretações universalistas (válida para todos); teorias totalizantes (abrangentes); homogeneizantes (percebe os indivíduos como um todo influenciado por estruturas – FATO SOCIAL).

*Weber foi o clássico que em alguns momentos destoa desse discurso, o conceito de ação social leva em consideração a especificidade dos indivíduos.
As transformações sociais e políticas tornaram o século XIX um cenário de mudanças. Duas grandes revoluções alteraram completamente a configuração da sociedade europeia: Revolução Francesa e Revolução Industrial. A sociologia moderna se constitui como ramo do conhecimento no final desse período.

A modernidade é vista como categoria de época e perspectiva de discurso. Enquanto período histórico podemos situá-la no contexto iluminista até a consolidação da sociologia. O discurso era profundamente marcado pelo cientificismo, a emancipação humana seria fruto de um projeto que permitisse a superação dos limites impostos pela natureza. Objetivo similar ao fixado pelas ciências naturais e exatas. A negação do senso comum e das explicações míticas-religiosas estruturavam o pensamento. Naquele mundo de transformação a ciência teria a responsabilidade de conduzir e organizar o processo.

Indústria Cultural
Terminologia criada por Adorno e Horkheimer na década de 40. O conceito faz referência a produção da cultura como mercadoria. O mercado de massa impõe a organização e a dinâmica das fábricas para o processo de difusão de valores simbólicos/culturais.

Fala-se de ideologia e alienação, presença que revela a ainda forte herança do marxismo entre os pensadores. A perspectiva de padronização de valores e hábitos anula a individualidade e potencializa os lucros. A instrumentalização da cultural seria uma instrumentalização das pessoas.

Há disputa e contradição entre os integrantes da escola no que tange superação desse processo.


Escola de Frankfurt
Escola de Frankfurt
“Tudo que é sólido se desmancha no ar”. A frase de Karl Marx se revela pertinente na análise frankfurtiana, a avassaladora expansão capitalista irá engolir todas as formas antigas de organização socioeconômica e culturais.

Theodor Adorno (1968), Max Horkheimer (1960) e Herbert Marcuse (1969) são alguns dos nomes que irão protagonizar uma nova visão sobre a produção cultural da sociedade industrial.

A lógica da produção em série ocupa todos os espaços da vida moderna. O lazer, as expectativas e sonhos estão subordinados as regras e dinâmicas do mercado. O ócio e o lúdico são mal vistos, os espaços de consumo se apresentam como grandes territórios de realização.



Uma das primeiras escolas de pensamento do século XX. A proposta é oriunda do centro de estudos marxistas ligados a Universidade de Frankfurt.

A avaliação daquele início de século XX era desanimadora. Os teóricos clássicos passam por um processo revisionista, o próprio Marx, figura que inspira o instituto de pesquisa, é visto como autor marcado pelas limitações típicas do pensamento científico moderno.

As instituições sociais tradicionais como a família, que protegiam os indivíduos e conferiam sentido à sua existência, se desintegraram sob a pressão do mundo do trabalho e da competição da vida moderna. Para a escola, nenhuma criação cultural estava livre da mercantilização do mundo, a própria produção de cultura e hábitos estava resumida a um ato de consumo.

“E como a indústria cultural torna-se mecanismo de dominação política? Adorno e Horkheimer vislumbraram os meios de comunicação de massa como uma perversão dos ideais iluministas do século 18. Para o Iluminismo, o progresso da razão e da tecnologia iria libertar o homem das crenças mitológicas e superstições, resultando numa sociedade mais livre e democrática.

Mas os pensadores da Escola de Frankfurt, que eram judeus, se viram alvos da campanha nazista com a chegada de Hitler ao poder nos anos 30, na Alemanha. Com apoio de uma máquina de propaganda que pela primeira vez usou em larga escala os meios de comunicação como instrumentos ideológicos, o nazismo era uma prova de como a racionalidade técnica, que no Iluminismo serviria para libertar o homem, estava escravizando o indivíduo na sociedade moderna.”

Disponível em http://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/escola-de-frankfurt-critica-a-sociedade-de-comunicacao-de-massa.htm

Cultura de Massa
Indústria Cultural
Qual é a influência de meios de comunicação de massa, como a TV, sobre uma sociedade? Como as pessoas são mobilizadas a acompanharem um noticiário como se estivessem assistindo a uma telenovela, como ocorreu no caso da morte da menina Isabella? Os primeiros pensadores que detectarem a dissolução das fronteiras entre informação, consumo, entretenimento e política, ocasionada pela mídia, bem como seus efeitos nocivos na formação crítica de uma sociedade, foram os pensadores da Escola de Frankfurt.

Disponível em http://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/escola-de-frankfurt-critica-a-sociedade-de-comunicacao-de-massa.htm (com alterações)

O desenvolvimento técnico-industrial conduziu à padronização do gosto em beneficio do mercado. Esse fenômeno reduziu a criticidade da população, assim como vislumbrou a minimização da tensão social existente no nosso cenário.Os estudos dos filósofos de Frankfurt ficaram conhecidos como Teoria Crítica, que se contrapõe à Teoria Tradicional. A Teoria Crítica buscou unir teoria e prática, ou seja, incorporar ao pensamento tradicional dos autores uma tensão com o presente e uma revisão do que foi produzido pelos autores clássicos.


Revolución industrial: desarrollo tecnológico. Segunda mitad del siglo XVIII y principios del XIX en Europa (Gran Bretaña). Conjunto de transformaciones socioeconómicas, tecnológicas y culturales de la historia.

Pós-modernidade
A proposta de situar o momento contemporâneo como “pós-moderno” não é consenso. De qualquer forma podemos apontar para uma série de novas temas problematizados a partir dessa postura de superação da modernidade.

Há na sociologia pós-moderna uma busca pelo reconhecimento das chamadas “minorias”. Nas relações de poder eram minimizadas, assim como nas análises clássicas, voltadas para a questão de classe como a única existente. A busca pela subjetividade enfatiza uma ciência cada vez mais voltada para a visibilização de questões como gênero, raça e conflitos étnicos.

predominio a la razón, confronta saber religioso

descubrimiento del inconsciente

organización política, social, económica alterna a la hegemónica

Algun@s Pensador@s clave
Fourier
Marx
Olympe de Gouges
Dalí
Remedios Varo
Darwin
Freud
Sabina Spielrein
Las vanguardias S. XX
Impresionismo: Manet, Degas, Monet, Pizarro, Renoir, Sisley. Postimpresionismo: Van Gogh, Paul Gauguin, Toulouse Lautrec,

Fauvismo: Henri Matisse, André Drein, Othon Friesz, George Braque, George Rourault, Raoul Dufy,

Expresionismo: Kirchner, Paul Klee, Vasili Kandinsky, Murnau

Cubismo: Picasso, Le Corbusier, Jean Metzinger, Albert Gleizes, Apollinare (caligramas)

Futurismo: Marinetti, Giacomo Balla, Fritz Lang

Dadaísmo: Tristán Tzara, Marcel Duchamp

Creacionismo: Vicente Huidobro

Ultraísmo: Guillermo de la Torre

Surrealismo: Dali, Breton, Rafael Alberti, Luis Buñuel

Existencialismo
Primera Guerra Mundial: Crisis

Análisis de la condición de la existencia humana, la libertad y la responsabilidad individual, las emociones, el significado de la vida.
camera en latín significa ‘habitación’ o ‘cámara’:

1831 el pintor francés Louis Jacques M. Daguerre realizó fotografías en planchas recubiertas con una capa sensible a la luz de yoduro de plata. Revelado en solución de nitrato de plata y ácido gálico. Reproducción ilimitada de copias en papel sensible.

México 1840 / Maximiliano y Carlota auge comercial
Nacimiento de la fotografía
1826. Primera fotografía
Nacimiento del cine
"La existencia precede a la esencia" es decir, que no hay una naturaleza humana que determine a los individuos, sino que son sus actos los que determinan quiénes son, así como el significado de sus vidas.

Individuo es libre y totalmente responsable de sus actos: ética

Imagen como posibilidad de imaginar: imágenes mentales

1895 Hermanos Lumiére, Francia.

1896 en México.
Sistema capitalista
Nacimiento de grandes ciudades
La economía basada en el trabajo manual fue reemplazada por la industria y la manufactura:
producción en serie.
Nacimiento de clase media: profesionales, pequeños industriales, comerciantes y funcionarios públicos.
Diferencia de clases sociales: explotación del proletariado (comunismo)
División entre lo público y lo privado (y lo doméstico). División entre tiempo de trabajo y tiempo de ocio.
Sartre
Full transcript