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Gestão da Responsabilidade Social SENAC

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Eduardo Vianna Jr

on 29 November 2014

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Transcript of Gestão da Responsabilidade Social SENAC

Premissas importantes
Tecnologia da informação
Terceiro Setor e Responsabilidade Social
Sabedoria (+Valores)
Conhecimento
Informações
Dados
Eventos
Premissas importantes
Reflexão sobre novos paradigmas:

Do resultado à repercussão

Da imagem à reputação

A interdependência em tempos de forte individualismo (o déficit grego, as hipotecas americanas, o namoro do Clinton, o CO2...)
Utilização da Terra pela humanidade
Pegada Ecológica
No mundo, existem 1,8 hectares globais de área biologicamente produtiva por pessoa.

A pegada ecológica média mundial é de 2,2 hectares, 22 % acima do limite sustentável.
?
Qual o meu papel e das organizações onde atuo em todo este contexto?

Vamos pensar, sentir e agir de forma ampliada, sistêmica;

“O pensar global e agir local.” (Edgar Morin)
Gestão da Responsabilidade Social
Três paradigmas possíveis de RSE
1. Visão clássica: nesta perspectiva a função prioritária da empresa é gerar lucro e este objetivo deve subordinar todas as decisões.

Nas palavras de Friedman (1985): "Existe uma e apenas uma responsabilidade social da atividade de negócios: utilizar seus recursos e engajar-se em atividades delineadas para incrementar lucros, tanto quanto possível dentro das regras do jogo, qual seja, engajar-se em mercado livre e competitivo, sem fraudes.”

No limite, esta perspectiva segundo a qual "o negócio dos negócios é fazer negócio" afirma que a responsabilidade social (tal como proposta nas visões seguintes) não é função da empresa.
2. Visão instrumental-pragmática: nesta posição, a RSE é vista como um fator de competitividade que pode promover o fortalecimento do negócio.

Ações de responsabilidade social são adotadas, antes de tudo, porque agregam valor ao negócio no curto prazo ou mesmo no longo prazo.
3. Visão instrumental-emancipatória: nesta perspectiva, a RSE se justifica, sobretudo, por sua contribuição para o bem-estar da coletividade, na qual também a empresa está inserida.

No limite, esta visão da RSE acena com a possibilidade de um capitalismo socialmente orientado, capaz de oferecer repostas mais efetivas para os desafios da inclusão social, da justiça social e da sustentabilidade.

(FIESP,2003)
Sustentabilidade
O mapa do que sabemos
O Marketing Social
A Ação Social
O Investimento Social
O Balanço Social
A Responsabilidade Social
A Assistência Social
Qual o conhecimento queremos construir
Responsabilidade social empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona

e pelo estabelecimento de metas empresariais que impulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais.
Fábio,
Esta é a linha pedagógica que seguiremos em comum acordo com nossa coordeandora do curso
O conhecimento que detemos (mapa de onde estamos). Levanto o que o grupo já leu sobre o assunto, o que pratica em sua carreira/profissão/empresa, o que já “ouviu falar sobre”, enfim o que sabe sobre o tema proposto.

Depois mostro a construção do conhecimento que faremos juntos (onde queremos chegar e o que conceitos e prática iremos dominar)

Demonstro a seguir a “ponte” que precisamos construir para chegar até lá, com a vivência e prática durante as aulas e após o Curso, cada um em seu local de atuação (família, empresa, cargo público, organizações do terceiro setor, etc.)

Para tanto, proponho temas com as seguintes linhas para o debate:

“Atrás de um CNPJ existem muitos CPFs” - as organizações são suas pessoas;
“O caminho do 'Eu' ao 'Nós' – construção de redes”;
“Quando o dedo aponta para a lua, o medíocre olha para o dedo” - entender a missão da organização e a importância do nosso papel;

No decorrer dos 08 encontros/aulas, trago a fundamentação bibliográfica, com Tsunami de Victor Piñedo em que considera que para alcançarmos um equilíbrio adequado para a RSE, é preciso de um novo patamar de ética nos negócios e nas relações humanas; e para isso ocorrer o grupo, equipe ou time, tem que ter um nível de maturidade bem estabelecido.
E como chegar a isso?
Victor Piñedo propõe para um processo contínuo de amadurecimento das pessoas uma metodologia especial para as organizações (ROSE, AQUI CONSIGO “LINKAR” O CURSO À ESTA IMPORTANTE DISCIPLINA) onde as pessoas participem dos processos decisórios, estudando os problemas e desafios, quebrando níveis hierárquicos rígidos, e nos fazendo compreender que há momentos em que somos líderes e há momentos em que somos liderados...
Mas tudo isso sem “descartar” a função importante das responsabilidades, cargos, alçadas, etc.

Instrumentos para que nosso Especialista formado faça isso acontecer onde atua:

Modelo de Balanço Social do IBASE
Indicadores Ethos de RSE
GRI
ISO 26000 (que ainda será publicada)

Trago a conceituação dos itens abaixo para que tenhamos a visão do todo:

Ação Social
Assistência Social
Investimento Social
Balanço Social
Marketing Social
Responsabilidade Social
Responsabilidade Sócio Ambiental
Triple botton line
GRI
Sustentabilidade e Pegada Ecológica;
Sustentabilidade das organizações
TBL - Triple Bottom Line
3Ps - Planet, People, Profit
Princípio da sustentabilidade - O uso sustentável dos recursos naturais deve suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas. Relatório de Brundtland (1987)
Capitalismo Natural

Economia Ecológica

Ray Anderson e a Interface

PIB X FIB
O que é mais importante pra você?
O encontro entre as pessoas e os números
Balanço Social
Definições e objetivos
Para José Eduardo Prudêncio Tinoco (2001, 2004, 2008) “B.S. é um instrumento de gestão e de informação que visa evidenciar, da forma mais transparente possível, informações contábeis, econômicas, ambientais e sociais do desempenho das entidades aos mais diferenciados usuários.”
Para Danziger (1983) “o B.S. é um documento importante, espelho da situação social na empresa, ele testemunha o clima que a rege. Plataforma de cooperação ou de reivindicação, ele inaugura de maneira implícita uma nova era nos relatórios entre a direção e os assalariados”.
Para Edmond Marquès (1978) “Em uma muito larga medida a empresa é o seu pessoal. Fazer um balanço social é, com efeito, em um largo sentido descrever seu pessoal, a forma como este evolui, as diversas categorias que o compõe, as condições nas quais trabalha, como entra e como sai da empresa, a interface enfim, deste parceiro privilegiado com os outros membros dos que nós tínhamos qualificado de coalizão de interesses.”
Segundo Kroetz (2000) os objetivos do BS são:

Revelar (junto c/ demais relatórios) a estratégia de sobrevivência e crescimento da entidade;

Evidenciar, através de indicadores econômicos e sociais, as contribuições da empresa à qualidade de vida da comunidade;

Abranger todo o conjunto de interações sociais que compreende clientes, fornecedores, governo, acionistas, investidores, etc.

Divulgar os investimentos realizados no desenvolvimento de pesquisas e tecnologias;

Compor um banco de dados confiável para análise e tomada de decisão dos usuários diversos;

Medir os impactos das informações apresentadas no BS perante a comunidade onde mantém relação de negócios;

Servir de instrumento para negociações laborais entre empresa, sindicatos, representantes dos empregados;

Clarificar os objetivos e políticas administrativas que possibilitem avaliar a entidade, em função não apenas do resultado econômico, mas também dos resultados sociais;

Ampliar o grau de confiança da sociedade em relação à entidade;

Verificar a participação dos trabalhadores no processo de gestão;
Sua importância está em “humanizar as informações e o conhecimento da organização”, e procurar compreender a repercussão do trabalho, mais do que seus resultados, e isso nem sempre é tangível: aqui está um dos grandes desafios;
Modelo iBase de Balanço Social
Norma internacional de RSE
Texto aprovado em Dezembro/2010
Os sete princípios da ISO 26000 são:

• Responsabilidade;
• Transparência,
• Comportamento Ético;
• Consideração pelas partes interessadas;
• Legalidade;
• Normas Internacionais;
• Direitos Humanos.
Além dos princípios, os temas centrais do documento envolvem as áreas de Direitos Humanos; Práticas de Trabalho; Meio Ambiente; Práticas Leais de Operação; Combate à Corrupção e Propina; Consumidores e Desenvolvimento aliado a participação comunitária. As empresas terão de aplicar ações de cada área citada em suas gestões.
Ação social
É qualquer atividade realizada pela empresas para atender às comunidades em suas diversas formas (conselhos comunitários, organizações não governamentais, associações comunitárias, etc), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitorado de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial, ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade.
Investimento Social Privado
“Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias ou indivíduos.
A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e as ações assistencialistas.
Diferentemente do conceito de caridade, que vem carregado da noção de assistencialismo, os investidores sociais privados estão preocupados com os resultados obtidos, as transformações geradas e o envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação”.
O GRI estabelece diretrizes para
elaboração de relatórios de sustentabilidade
As Diretrizes para a Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade compreendem os princípios, as orientações e os indicadores de desempenho. Todos esses elementos têm o mesmo peso e importância.
Ferramenta de gestão para o
desenvolvimento sustentável
em consonância com GRI e ISO 26000
O encontro entre as pessoas e os números
Há dúvidas de que precisamos de boas transformações?
Fonte: Worldwatch Institute, 2001
No Brasil, a pegada ecológica média é de 2,2 hectares.
Balanço Social
O atendimento aos requisitos da Norma não significa que a organização é socialmente responsável, mas que possui um sistema da gestão da responsabilidade social.
Sistema de gestão da responsabilidade social
Fundamentada na metodologia conhecida como PDCA (Plan-Do-Check-Act ou planejar, fazer, verificar e atuar)
Pacto Global
Casos reais
É o homem o centro do Universo?
Mapa conceitual
O que sabemos?
"Ética a Nicômaco" Aristóteles
"uma capacidade verdadeira e raciocinada de agir com respeito às coisas que são boas ou más para o homem"
Sabedoria prática: é o conhecimento experiencial que permite ao indivíduo tomar decisões éticas. (NONAKA E TAKEUSHI)
Ética, do grego, ethos = caráter, comportamento;
Ética, (na filosofia), busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade;
Moral – obediência à normas
“Ética é definida como a explicitação teórica do fundamento último do agir humano na busca do bem comum e da realização individual.” (Código de Ética do Profissional de Administração)
Vamos calcular a Pegada Ecológica da nossa turma?
http://g1.globo.com/videos/globo-news/cidades-e-solucoes/
Quanto vale a biodiversidade?
Balanço Social
Quais os caminhos possíveis?
Plataforma para uma Economia Verde, Inclusiva e Responsável
Consumo consciente
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-d8e2011_IndicadoresEthos_PORT.pdf
Indicadores Ethos
Pesquisa sobre o perfil dos Recursos Humanos nas 500 maiores empresas
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-eb4Perfil_2010.pdf
http://www.etco.org.br/user_file/consumo_consciente_akatu.pdf
As Metas do Milênio das Nações Unidas
http://www.nospodemos.org.br/
http://www.pnud.org.br/odm/
Compêndio para a Sustentabilidade
http://www.compendiosustentabilidade.com.br/2008/index.asp
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-d8e2011_IndicadoresEthos_PORT.pdf
As seis faculdades do líder sábio
Group
Comunica a essência
Capta a essência
Pode julgar o que é bom
(cc) photo by theaucitron on Flickr
(cc) photo by theaucitron on Flickr
copy paste branches if you need more....
A ética e a liderança
O Líder Sábio
Cria um contexto comum
Exerce poder político
Cultiva nos outros a sabedoria prática
"Firmas em Wall Street achavam que poderiam controlar um risco maior com o uso de números, fórmulas científicas - em vez de avaliar individualmente cada empréstimo" (NONAKA e TAKEUCHI, 2011)
"A criação do futuro deve estrapolar os limites da empresa; deve envolver a busca do bem comum."
"Sabedoria prática é o conhecimento experiencial que permite ao indivíduo tomar decisões éticas."
Aristóteles:
episteme é o "saber-por-quê"
techne é o saber-como, know-how
phronesis é o saber-o-que-deve-ser-feito

APRENDER A FAZER
APRENDER A SER
APRENDER A CONVIVER
APRENDER A APRENDER
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/5151/servicos_do_portal/noticias/itens/instituto_ethos_e_parceiros_lancam_plataforma_por_uma_nova_economia.aspx
NONAKA e TAKEUCHI, Harvard Business Review
Iso 26000
ISO – International Organization for Standardization
International Organization for Standardization ou Organização Internacional pela Normalização – é a maior desenvolvedora de normas internacionais no mundo.
A ISO é uma federação de organismos de normalização nacionais (no Brasil a organização que é membro da ISO é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas)
e conta com 162 membros. Atualmente existem mais de 7500 normas
Maior destaque : ISO 14001 de gestão ambiental e a ISO 9001 de gestão da qualidade.
São genéricas (podem ser usadas por qualquer organização) e trazem provisões para a implementação de um sistema de gestão.
Hoje estas normas já foram implementadas por mais de um milhão de organizações em 175 países.
A ISO construiu uma parceria estratégica com a OMC (Organização Mundial do Comércio).
O TBT – Agreement on Technical Barriers to Trade ou Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio – é o documento da OMC que reconhece a importância
das normas internacionais para o comércio e a necessidade de garantir que normas internacionais e outros documentos não criem barreiras desnecessárias ao comércio.
O acordo também reconhece o uso de normas internacionais como base para o desenvolvimento de regulamentações técnicas para o comércio.
 FONTE: www.iso.org, acesso em outubro de 2009
É uma norma de diretrizes, sem propósito de certificação;
É aplicável a qualquer tipo de organização, como empresas, governos,
ONGs, entre outros;
É consistente e não conflitante com normas da ISO e outros documentos,
tratados e convenções internacionais já existentes;
Não tem caráter de sistema de gestão (modelo PDCA).
Processo pela 1ª vez “multisteakholders”;

 FONTE: www.ethos.org.br, acesso em Novembro de 2010.
Principais pontos abordados:

1° que o objetivo da responsabilidade social é contribuir para o desenvolvimento sustentável;

2° a crescente associação do desempenho das organizações em relação aos impactos gerados no meio ambiente e na sociedade;

3° a influência que o comportamento socialmente responsável de uma organização tem sobre seus stakeholders (maior confiança, melhor reputação, retenção e atração de profissionais, melhor produtividade, visão mais positiva por parte dos investidores e da comunidade financeira, fidelização do consumidor e melhor qualidade no relacionamento com os diversos públicos);

4° o estímulo para que as organizações venham a se tornar mais socialmente responsáveis por meio do uso da norma, com base no engajamento com os stakeholders, no atendimento à legislação aplicável e no respeito a convenções e instrumentos reconhecidos internacionalmente;
A norma ISO 26000:
-> estabelece diretrizes aplicáveis a todos os tipos de organização sobre conceitos de RS, termos e definições, histórico e características, princípios, práticas, temas pertinentes, integração, implementação e promoção da RS na organização e sua esfera de influência, identificação e engajamento de stakeholders, comunicação de desempenho e compromissos relacionados à RS e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável;
-> estimula as organizações a ir além do cumprimento da lei;
-> promove entendimento comum em RS;
-> complementa outros instrumentos e iniciativas relacionados à RS, e não os substitui;
-> não tem o formato de sistema de gestão e não é apropriada para certificação.
Conceitos na ISO 26000
Cadeia de valor
Seqüência completa de atividades ou partes que fornecem ou recebem valor na forma de produtos ou serviços
NOTA 1 Partes que fornecem valor incluem fornecedores, trabalhadores terceirizados e outros.
NOTA 2 Partes que recebem valor incluem clientes, consumidores e outros usuários.
Desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir suas próprias necessidades
NOTA Desenvolvimento sustentável refere-se à integração de objetivos de alta qualidade de vida, saúde e prosperidade com justiça social e manutenção da capacidade da Terra de suportar a vida em toda a sua diversidade. Esses objetivos sociais, econômicos e ambientais são interdependentes e reforçam-se mutuamente. Desenvolvimento sustentável pode ser tratado como uma forma de expressar as expectativas mais amplas da sociedade como um todo.
Diligência devida (due diligence)

Um esforço abrangente e proativo de identificar riscos ao longo de todo o ciclo de vida de um projeto ou atividade organizacional visando evitar ou mitigar esses riscos
Esfera de influência

Área ou relações políticas, contratuais ou econômicas em que uma organização tem a capacidade de afetar as decisões ou atividades de indivíduos ou organizações
NOTA: Área pode ser compreendida tanto no sentido geográfico como funcional.
Normas internacionais de comportamento
Expectativas de comportamento organizacional socialmente responsável oriundas do direito internacional costumeiro, dos princípios geralmente aceitos de leis internacionais ou de acordos intergovernamentais que sejam universalmente ou praticamente universalmente reconhecidos
NOTA1 Acordos intergovernamentais incluem tratados e convenções
NOTA 2 Apesar dessas expectativas oriundas do direito internacional costumeiro, dos princípios geralmente aceitos de leis internacionais ou de acordos intergovernamentais serem originalmente direcionadas a governos, elas expressam objetivos e princípios aos quais todas as organizações poderão aspirar. As normas internacionais de comportamento evoluem com o tempo.
Responsabilidade social
Responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente, por meio de um comportamento ético e transparente que contribua para o desenvolvimento sustentável, inclusive a saúde e bem estar da sociedade;
- leve em consideração as expectativas das partes interessadas;
- esteja em conformidade com a legislação aplicável e seja consistente com as normas internacionais de comportamento;
- esteja integrada em toda a organização e seja praticada em seus relacionamentos.
NOTA 1 Atividades incluem produtos, serviços e processos.
NOTA 2 Relações referem-se às atividades da organização dentro de sua esfera de influência
Compreendendo a RSE na ISO
Características da responsabilidade social:
Expectativas da sociedade;
O papel dos stakeholders (indivíduo ou grupo que tem um interesse em quaisquer decisões ou atividades de uma organização);
A integração da responsabilidade social na organização;
A relação com o desenvolvimento sustentável;
Princípios de RSE na ISO
Respeito pelas normas internacionais de comportamento
Nesta parte a norma apresenta um Box intitulado “Entendendo a cumplicidade”. O conteúdo do Box explica o importante conceito de cumplicidade da seguinte forma:
“uma organização pode ser considerada cúmplice por auxiliar na realização de atos “faltosos” de outras organizações que gerem ou possam gerar impactos negativos no meio ambiente ou sociedade; e  que a organização, por meio da sua diligência devida – ou “due diligence” – sabia ou deveria saber. Uma organização também pode ser considerada cúmplice quando fica em silêncio ou se beneficia de tais atos “faltosos”
É muito interessante notarmos que a norma relaciona o conceito de cumplicidade com o de diligência devida – “due diligence”.
Respeito pelos direitos humanos
Prestação de contas e responsabilidade (accountability)
“(…) que a organização preste contas e se responsabilize por seus impactos na sociedade e no meio ambiente. Esse princípio sugere que uma organização aceite uma investigação apropriada e também aceite o dever de responder a essa investigação”.
Transparência
Este princípio é definido como “ser transparente em suas decisões e atividades que impactam sobre o meio ambiente e a sociedade”.
Comportamento ético
Este princípio é definido como “comportar-se eticamente em todos os momentos”
Este princípio é definido como “respeitar, considerar e responder aos interesses das partes interessadas”.
Material de apoio
Prof. Eduardo Vianna Jr. (edujr.adm@gmail.com)
Fonte: www.hbrbr.com.br
"Quero? Devo? Posso? Três perguntas essenciais para cuidarmos da vida coletiva." CORTELLA, Mario Sergio.
"Quero? Devo? Posso? Três perguntas essenciais para cuidarmos da vida coletiva." CORTELLA, Mario Sergio.
Ética é o conjunto de princípios e valores da nossa condução da vida vivida em conjunto
Videoteca complementar
Máquina que transforma plástico em óleo
Ilha das Flores
O que faremos?
Aprender a ser, aprender a conviver, aprender a fazer, aprender a conhecer (J. Dellors)
Arquivos Relevantes
SA 8000
Compêndio para Sustentabilidade
Indicadores de Responsabilidade Social
http://www.sa-intl.org/_data/n_0001/resources/live/2008StdPortugese.pdf
(versão em Português em duas opções de link)
http://www.cpfl.com.br/parceiros_inovacao_tecnologica/documentos/Norma_Responsabilidade_Social_SA8000.pdf
http://www.compendiosustentabilidade.com.br/2008/index.asp
http://www3.ethos.org.br/cedoc/indicadores-ethos-versao-2012/#.UJaP-m_A-So
www.balancosocial.org.br
http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm
http://www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/
Onde queremos chegar juntos

PLANO DE ENSINO – MODALIDADE PRESENCIAL

Ano 2014 - 2º Semestre
Data 18 /10 /2014

Curso: SGI – Sistemas de Gestão Integrados
Disciplina: Gestão da Responsabilidade Social
Carga horária: 36 h
Turma: EGPPSAN-3B12013 Unidade:Santos
Dia da semana: 2ª( ) 3ª( ) 4ª( ) 5ª( ) 6ª( ) Sáb. (X )
Horário das aulas: 8h30-12h10 – 13h10-16h50
Docente responsável: Prof. Me. Eduardo T. Vianna Jr.
Breve currículo: Mestre em Administração e Gestão de Negócios. Pós graduado em Gestão para a
Qualidade. Empresário na área da Educação. Professor de Pós Graduação nas áreas
de Sustentabilidade, Logística, Responsabilidade Social, Inteligência Competitiva e
Gestão Integrada (Unisantos e Senac). Membro da ACMD – Associação Comunidade
de Mãos Dadas e Conselheiro no Município de Santos em gestões anteriores do
Conselho da Criança e Adolescente e Conselho da Educação.
Palestrante em empresas, organizações e seminários sobre os temas Sustentabilidade, Desenvolvimento Sustentável, Responsabilidade Social, Empreendedorismo e Educação em Valores Humanos.



Ementa
Construir e consolidar o conhecimento na área da Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável, seus conceitos, ferramentas, práticas organizacionais de sucesso e indicadores de R.S.

Objetivos
Oferecer aos pós graduandos fundamentos para que sua prática profissional na Gestão Integrada de organizações tenha como parâmetros e objetivos a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável baseados em decisões éticas.


Bibliografia Básica (títulos, periódicos, etc.)
ISO 26000, NBR 16000, Indicadores de Responsabilidade Social, Artigo Ética na Área do Conhecimento.


Bibliografia Complementar (títulos, periódicos, etc.)
Cortella, M.S. Qual é a Sua Obra?,
Grajew, O. O que é e o que não é Sustentabilidade.

Processo de avaliação
Instrumento de avaliação Data da aplicação Devolução
Mapa Conceitual Primeira e última aula
Seminário sob a dinâmica do “Aquário” Durante os debates em todas as tardes.





Composição da nota
 Mapa conceitual, 60 %;
 Participação nos debates, seminários e dinâmicas em sala de aula 40%.

Registro de freqüência*

* Para atividades presenciais

Metodologia
Aulas expositivas com base no conteúdo disponibilizado aos alunos no site desenvolvido pelo professor: http://prezi.com/32ipy9cpzdj2/gestao-da-responsabilidade-social-senac/

Dinâmica e debate utilizando a metodologia da “aprendizagem informal” e “aquário”.

Estudo prévio de textos-base para aula;

Estudos de caso em laboratório de informática, com aplicação de indicadores de Responsabilidade Social e ISO 26000.

Programação das aulas e das atividades discentes orientadas **

Período CH Conteúdo Recursos Previstos
M e T 8 Conceituação sobre Ética, Responsabilidade Social e Sustentabilidade Prezi e lousa digital
4 Ferramentas da Responsabilidade Social: Indicadores Ethos, Balanço Social, GRI, Artigo M.S. Cortella
4 Estudo de caso: Banco de Boas Práticas e a relação com os Indicadores de Responsabilidade Social
8 Estudo sobre a RS no contexto da ISO 26.000.
8 A Responsabilidade Social, o Desenvolvimento Sustentável e a prática da Gestão das Organizações.
4 O indivíduo, sua liderança e a organização em um mundos em busca da Responsabilidade Social.,






http://www.institutoatkwhh.org.br/compendio/?q=node/12
Como estamos ?
Precisamos do Desenvolvimentos Sustentável?
Vamos ligar os pontos?
http://www.institutoatkwhh.org.br/compendio/?q=node/12
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