Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Mentiras na internet

No description

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Mentiras na internet

As mentiras compartilhadas na internet
TEMA


Hoje, no ambiente das redes sociais, tem se formado nossa consciência coletiva. Se por um lado a internet nos abre um mundo, por outro há muito espaço para mentiras e difamação.
PROBLEMA

A internet democratizou o acesso à informação. Mas a desinformação, e aqueles que a espalham, também podem prosperar

Hoje confia-se demais em sites de busca por isso estamos deixando de aprender pela observação, pelo questionamento e pela razão
Pesquisa do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo mostra que cada vez mais brasileiros de grandes centros urbanos usam redes sociais como fonte de notícias: eram 47% em 2013, índice que saltou para 72% em 2016.
Segundo levantamento conjunto da Universidade Columbia com o Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação, da França, 59% dos links compartilhados nas mídias sociais não são sequer abertos por quem os compartilha
CAUSAS

Muitos que disseminam “fake news” buscam alcançar resultados eleitorais específicos, formar e influenciar correntes de opinião, induzir metas de políticas públicas e reforçar vínculos de identificação coletiva

Na internet, tomamos coletivamente o hábito de buscar os fatos que confirmam nossas opiniões e ignorar os outros.
Google e o Facebook se valem de algoritmos que consideram apenas a taxa de leitura do internautas para propagar links, sem ligar para a veracidade dos dados.
Estamos diante de um comportamento típico do "consumo contemporâneo de informação”: a capacidade de atenção do internauta é cada vez menor.
Facebook e Google têm modelos de negócio que recompensam usuários e sites que ajudem a trazer tráfego para os seus inventários. Um tráfego que tende a ser tanto maior quanto mais escandalosa a postagem, ainda que falsa.
CONSEQUÊNCIAS
Desinformação; inundam-se os suportes de difusão de mensagens com afirmações falaciosas e distorções sensacionalistas
O leitor pode nivelar por baixo e duvidar de todos os conteúdos publicados, ou pode agarrar-se àqueles que lhe pareçam mais apropriados.
As opiniões não se formam mais a partir de fatos. Os fatos se curvam às opiniões.
As mentiras propagadas permitem a criação de um ambiente no qual a opinião política se descola da realidade.

MEDIDAS JÁ TOMADAS

A seis meses das eleições, o Facebook anunciou que iniciará na próxima semana, no Brasil, um programa de verificação de notícias em parceria com as agências de checagem Lupa e Aos Fatos.
Na primeira semana de fevereiro, Facebook e Google lançaram em Paris um projeto conjunto de checagem de fatos, chamado CrossCheck, abrangendo 15 veículos franceses de jornalismo, como a agência France Presse, o canal de notícias BFM e os jornais "Le Monde", "Les Échos" e "Libération".
O CrossCheck entra no ar no dia 27 de fevereiro. Na Alemanha, já em meados de janeiro, às pressas e ainda sem o Google, o Facebook lançou projeto semelhante depois de uma escalada de alertas públicos, inclusive da chanceler Angela Merkel, contra os vários sinais de notícias falsas na plataforma.
O poder público, no papel dos deputados federais, deve fazer alterações legislativas para poder multar as empresas de tecnologia que não checam a veracidade do que propagam.

Os governos do mundo todo devem organizar seminários anuais para debater a formação de uma rede internacional de checagem, com jornalistas e sociedade engajados nisso.
MEDIDAS DE SOLUÇÃO
"Você tem direito a suas próprias opiniões, mas não a seus próprios fatos."
Daniel Patrick Mynihan, um dos mais ativos senadores americanos entre as décadas de 1970 e 2000
PROPOSTA DE REDAÇÃO
Com base nos textos motivadores e em seus conhecimentos sobre o tema, escreva um texto dissertativo-argumentativo sobre AS MENTIRAS COMPARTILHADAS NA INTERNET.

Seu texto deve:

• Citar explicitamente um dos textos de apoio.
• Elaborar uma tese sobre a questão e sustentá-la com argumentos.
• Ter até 20 linhas.


Citar explicitamente o texto de apoio:

AUTOR/FONTE/ARGUMENTO

O repórter Nelson de Sá, em texto para a Folha de S. Paulo, destaca que, segundo levantamento conjunto da Universidade Columbia com o Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação, da França, 59% dos links compartilhados não são abertos por quem os compartilha.


O problema é que a rede não só democratizou o acesso à informação como também à desinformação. Hoje confia-se demais em sites de busca em contrapartida questionamentos e razão ficam de lado. Pesquisa do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo mostra que cada vez mais brasileiros de grandes centros urbanos usam redes sociais como fonte de notícias: eram 47% em 2013, índice que saltou para 72% em 2016. Além disso, segundo levantamento conjunto da Universidade Columbia com o Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação, da França, 59% dos links compartilhados nas mídias sociais não são sequer abertos por quem os compartilha
A propagação de notícias falsas tem sua origem, claro, na busca pelo dinheiro. Facebook e Google têm modelos de negócio que recompensam usuários e sites que ajudem a trazer tráfego e, quanto mais escandalosa a postagem - ainda que falsa-, maior o tráfego. Ademais, compartilhar notícias falsas retrata um comportamento típico do "consumo contemporâneo de informação”: a capacidade de atenção cada vez menor. Resultado: desinformação, descrédito dos meios de comunicação, opiniões curvadas aos fatos e não a partir deles.
O cenário “mentiroso” vem sendo alvo de políticas dos gigantes da internet. O Facebook tornará mais fácil o relato de conteúdo falso, trabalhará com terceiros e jornalistas para checagem de fatos. A empresa também tentará impedir que fornecedores de notícias falsas ganhem dinheiro por meio de seu sistema de publicidade. A gigante Google lançou em Paris um projeto em conjunto com o Facebook de checagem de fatos. Mas ainda é pouco. Uma ação conjunta não pode tardar para não colocar ainda mais a democracia em risco.
Os deputados federais, por exemplo, devem propor alterações legislativas para poder multar as empresas de tecnologia que não chequem a veracidade do que propagam. O objetivo dessa medida é desestimular o ganho com fake news e, consequentemente, a sua propagação. A responsabilidade compartilhada pode engajar a todos nesse combate. E a fiscalização é de todos. Além disso, os presidentes das nações devem debater anualmente a formação de uma rede internacional de checagem, com jornalistas e sociedade engajados nisso.
A desembargadora afirmou à coluna que apenas deu a sua opinião como "cidadã" na página de um colega já que não atua na área criminal. 
Ela afirma ainda que nem sequer tinha ouvido falar de Marielle até a notícia da morte. "Eu postei as informações que li no texto de uma amiga", afirma.
"A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela. Outro dia uma médica morreu na Linha Amarela e não houve essa comoção. E ela também lutava, trabalhava, salvava vidas", afirma. 
Tipos de introdução
Pelo tema:

Foi nos ambientes fechados do Facebook e de outras plataformas, nas ilhas que só compartilham conteúdo de quem pensa da mesma maneira, que as notícias falsas se difundiram sem questionamento.

Pela tese:

Nas redes sociais, vemos que as opiniões vêm se sobrepondo aos fatos. Nesse cenário, as fake news são uma ameaça à democracia.

Por uma imagem de abertura:

Analistas tentaram entender a rápida ascensão de Donald Trump nas primárias do Partido Republicano para decidir o candidato à Casa Branca. Surgiu, então, uma nova hipótese surgiu: Trump avança porque ele mente. Declarações imprecisas como esta é que estão no centro do debate. Mentiras ganham cliques e a democracia está ameaçada.
O WhatsApp recorrerá a mecanismos que já tem para detectar spam via metadados, sinais como a transmissão de número inusitadamente alto de mensagens, que servirão de base para identificar eventuais fontes de conteúdo malicioso.

A plataforma —sediada nos EUA e sem representação formal no Brasil— busca maior proximidade com a Justiça Eleitoral e outros órgãos públicos, visando responder mais prontamente a ordens “válidas” que apontem tentativas de manipulação eleitoral e disseminação de notícias falsas.
Full transcript