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Romantismo x Realismo

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by

jhennyfer mary

on 21 July 2014

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Transcript of Romantismo x Realismo

Romantismo x Realismo
Romantismo
* O Sturg und Drang
Gonçalves de Magalhães
Primeira Geração do Romantismo
Geração Nacionalista ou Indianista
O papel das filosofias de Platão
E o "mundo das idéias"
Liberdade de
criação
individualismo e
subjetivismo
Idealização do Amor
Idealização da
realidade
Exaltação da
natureza
retorno ao passado
Exaltação da
nacionalidade
Idealização do povo
Aceitação do sobrenatural
Romantismo no Brasil
*Caracteristicas do
romantismo

Gonçalves Dias
José de Alencar
Realismo e
Naturalismo

Positivismo
Auguste Comte
Socialismo
Marx e Engels
Evolucionismo
Charles Darwin
Determinismo
Hippolyte Taine
(...) Bebado de volúpia, enrroscava-se todo ao violão; e o violão ele gemiam com o mesmo gosto, grunhindo, ganindo, miando, com todas as vozes de bichos sensuais, num desespero de lúxuria que penetrava ao tutano com linguas finíssimas de cabra.
O Cortiço
(Aluísio Azevedo)
Madame Bovary
(Gustave Flaubert)
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossas flores têm mais vida,
Nossa vida mais amores.





Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Canção do Exílio
(Gonçalves Dias)
IV
(...)
"Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Gerreiros, descendo
Da tribo tupi.

Da tribo pujante
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci:
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Gerreiros ouvi."
I-Juca Pirama
(Gonçalves dias)
(1823-1864)
(1829-1877)
(...)
"Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la sem ousar dizer que amamos.
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!"

(Gonçalves Dias)
Se se morre de amor
Segunda Geração do Romantismo
Ultrarromântica ou Byroniana
Lord Byron
(1788-1824)
Casimiro de abreu
(1839-1860)
O "Mal do Século"
"Quando eu te fujo e me desvio cauto
Da luz de fogo que te cerca, oh! Bela,
Contigo dizes, suspirando amores:
" - Meu Deus! Que gelo, que frieza aquela!"


Como te enganas!Meu amor é chama
Que se alimenta no voraz segredo,
E se te fujo é que te adoro louco...
És bela - eu moço; tens amor - eu medo!...


Tenho medo de mim, de ti, de tudo,
Da luz, da sombra, dosilêncio ou vozes,
Das folhas secas, do chorar das fontes,
Das horas longas a correr velozes.



O véu da noite me atormenta em dores
A luz da aurora me intumesce os seios.
E ao vento fresco docair das tardes
Eu me estremeço de cruéis receios.


É que esse vento que na várzea - ao longe,
Do colmo o fumo caprichoso ondeia,
Soprando um dia tornaria incêndio
A chama viva que teu risoateia!


Ai! Se abrasado crepitasse o cedro
Cedendo ao raio que a tormenta envia.
Diz: - que seria da plantinha humilde
Que à sombra dele tão feliz crescia?"



A labareda que se enrosca ao tronco torrara a planta qual queimara o galho;
E a pobre nunca reviver pudera
Chovesse embora paternal orvalho!
(Casimiro de Abreu)
Amor e medo
(...)
Álvares de azevedo
(1831-1852)
I
Soneto
Pálida, á luz da lampada sombria,
Sobre o leito de flores reclinada,
Com a lua por noite embalsamada
Entre as nuvens do amor ela dormia!

Era a virgem do mar, na escuma fria
Pela maré das águas embalada!
Era um anjo entrenuvens d'alvorada!
Que em sonhos se banhava e se esquecia!

Era mais bela! o seio palpitando - Anacoluto
Negros olhos as pálpebras abrindo
Formas nuas no leito resvalando

A Nãote rias de mim, meu anjo lindo!
B Por ti - as noites eu velei chorando,
A Por ti - nos sonhos morrerei sorrindo!

(Alvarez de azevedo)
Machado de Assis
(1839-1908)
O cortiço
(Aluísio de Azevedo)
(1857-1913)
"A negra, imóvel, cercada de escamas e tripas de peixe com uma das mãos espalmada no chão e com a outra segurando a faca de cozinha, olhou aterrada para eles, sem pestanejar.
Os policiais, vendo que ela não se despachava, desembainharam os sabres. Bertoleza então, erguendo-se com ímpeto de anta bravia, recuou de um salto e, antes que alguem conseguisse alcança-la, já de um só golpe certeiro e fundo rasgara o ventre de lado a lado. E depois embarcou para frente rugindo e esfocinhando moribunda numa lameira de sangue".
(...)
O Bom Crioulo
(Adolfo Caminha)
O Primo Basílio
Eça de Queiroz
(1845-1900)
Terceira Geração do Romantismo
Os Condoreira poesia social ou hugoana
Castro Alves
(1847-1871)
Memórias Póstumas
de Brás Cubas
Dom Casmurro
Machado de Assis
(...)
José de Alencar
(1829-1877)
Castro Alves
- Poesia Lírica

- Poesia Social
José de Alencar
- O Amor como Redenção

- A Idealização do Herói

- A Idealização da Mulher
Junqueira Freire
(1832-1855)
Fagundes Virela
(1841-1875)
Cantei o monge, porque ele é escravo, não da cruz, mas do arbítrio esúpido do outro homem. Cantei o monge, cantei também a morte . É ela o epílogo mais belo de sua vida: e seu único triunfo.
(Junqueira Freire)
"Inspirações do claustro"
(Machado de assis)
Navio Negreiro
I

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...



..........................................................

II

Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após.




III


Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!

IV








E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...

(...)
V

Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!

Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!...

(...)
(...)
VI

Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...

(...)
Lucíola
" Sim! Esqueça tudo, e nem se lembre que já me visse! Seja agora a primeira vez!... Os beijos que lhe guardei, ninguém os teve nunca! Esse , acredite, são puros!" (p.47). "Não fui eu que possuí essa mulher; e sim ela que me possuiu todo, e tanto, que não me resta daquela noite mais do que uma longa sensação de imenso deleite, na qual me sentia afogar num mar de volúpia. " (p.47)
Naquele tempo dava-se o nome de bandeiras a essas caravanas de aventureiros que se entranhavam pelos sertões do Brasil, à busca de ouro, os brilhantes e esmeraldas, ou à descoberta de rios e terras ainda desconhecidos. Se das a que nesse momento costeava vender os produtos de sua expedição pelos terrenos auríferos.
(José de Alencar)
O Guarani
Johann Gottfriend Herder
(1744-1803)
Johann Wolfgang Von Goethe
(1749-1832)
Tobias barreto
(1839-1889)
Realismo no brasil
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