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Psicologia Escolar

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by

Joana Enoe

on 29 May 2015

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Transcript of Psicologia Escolar

A psicologia escolar e o código de ética
A psicologia escolar
O que é?
O código de ética
O que é?
O código de ética
A psicologia escolar e o código de ética
Art. 1º – São deveres fundamentais dos psicólogos:

a) Conhecer, divulgar, cumprir e fazer cumprir este Código;

f) Fornecer, a quem de direito, na prestação de serviços psicológicos, informações concernentes ao trabalho a ser realizado e ao seu objetivo profissional; g) Informar, a quem de direito, os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos, transmitindo somente o que for necessário para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário;
Considerações finais
Ética em psicologia
Ingrid Rorigues
Joana Monteiro
Jordanna Castro
Luciana Torquato
Rafaela Santos
Como o psicólogo atua?
Atendimento aos alunos.
Atendimento às famílias.
Atendimento aos funcionários.
Art. 6º – O psicólogo, no relacionamento com profissionais não psicólogos:

a) Encaminhará a profissionais ou entidades habilitados e qualificados demandas que extrapolem seu campo de atuação;

b) Compartilhará somente informações relevantes para qualificar o serviço prestado, resguardando o caráter confidencial das comunicações, assinalando a responsabilidade, de quem as receber, de preservar o sigilo.
Art. 15 – Em caso de interrupção do trabalho do psicólogo, por quaisquer motivos, ele deverá zelar pelo destino dos seus arquivos confidenciais.

§ 1° – Em caso de demissão ou exoneração, o psicólogo deverá repassar todo o material ao psicólogo que vier a substituí-lo, ou lacrá-lo para posterior utilização pelo psicólogo substituto.

§ 2° – Em caso de extinção do serviço de Psicologia, o psicólogo responsável informará ao Conselho Regional de Psicologia, que providenciará a destinação dos arquivos confidenciais.
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
Qual a sua importância?
item b, art. 1°: “Assumir responsabilidades profissionais somente por atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica e tecnicamente”.
Art. 9° - É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional.
Art. 10° - Nas situções em que se configurae conflito entre as exigências decorrentes do disposto no Art. 9° e as afirmações dos principios fundamentais deste código, excetuando-se os casos previstos em lei, o psicólogo poderá decidir pela quebra de sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.

Parágrafo único – Em caso de quebra do sigilo previsto no caput deste artigo, o psicólogo deverá restringir-se a prestar as informações estritamente necessárias.
‘’A gente precisa sempre essas parcerias, a gente deixa bem claro pro pai que no momento em que ele levar a outros profissionais. Então o que a gente pede para os pais, se for um psicólogo, esse profissional venha até a escola e a gente possa trocar informações, porque primeiro eu acredito que todos temos que tomar uma mesma linguagem, se a escola fala uma coisa, a profissional fala outra, além do pai ficar em dúvida não saber o que seguir. É lógico que ele vai se apegar quem ta falando o melhor pra ele. Então o profissional e a escola tem que ta falando iguais. Quando o profissional vem a escola, uma coisa que a gente vem batendo constantemente, em duas questões, a gente coloca as situações escolares, se for algo que ele tem confidenciado em sigilo se for algo que for contribuir no processo terapêutico dele, eu com a outra psicóloga eu posso fazer isso, sem a coordenação, porque vai de profissional pra profissional.’’ (Psicólogo)
‘’Os arquivos estavam comigo eu aguardei a escola selecionar um profissional, o novo profissional chegou eu repassei tudo para ele, casa a caso, fiz uma listagem, falei das turmas porque em uma escola a gente fala muito do contexto, então eu passei cada contexto que acontecia né, de cada série, de cada nível, um contexto geral também do grupo de professore, como era que estava esse trabalho junto com os professores, e ai daqueles alunos que eram mais atendidos, que tinha um acompanhamento mais sistemáticos, eu repassei caso a caso e todo material para ele e ela que vai dar a continuidade.’’ (Psicólogo)
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