Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

A teoria do conhecimento racionalista de Descartes.

No description
by

Miguel Canhão

on 28 February 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A teoria do conhecimento racionalista de Descartes.

add logo here
A teoria do conhecimento racionalista de Descartes.

O Método
O método de Descartes é inspirado na matemática visto que a razão é a origem do conhecimento universal e necessário.
O método é constituído por quatro regras, regras da evidência, da análise, da síntese e da enumeração/revisão, respetivamente- permitirão guiar a razão (o bom senso), orientando devidamente as operações fundamentais do espírito.
A Dúvida

A dúvida traduz um momento importante do método. Por meio dela recusaremos todas as crenças em que notarmos a mínima suspeita de incerteza. Para Descartes devemos examinar a verdade em tudo uma vez na vida, e para tal devemos duvidar de todas as coisas antes de afirmar que são verdadeiras.
Se alguma crença resistir à dúvida, então a mesma poderá ser a base ou o fundamento para as restantes
A existência de Deus

Apesar de Descartes ter provado a certeza do «Penso, logo existo», esta não passa de uma certeza subjetiva. Com isto torna-se necessário definir o que se encontra na base do pensamento e na origem da existência do sujeito pensante. Este descobre-se como um ser imperfeito. Possuir o saber será uma perfeição maior do que duvidar.
Entre as ideias inatas que possuímos encontra-se a noção de um ser perfeito, um ser omnisciente, omnipotente e sumamente bom. A ideia de ser perfeito será o principal ponto de partida para a investigação relativa à existência do ser divino. Descartes demonstra a existência de Deus mediante de três provas
O Cogito
O Cogito trata-se de uma afirmação evidente e indubitável, de uma certeza inabalável, obtida por intuição, de modo inteiramente a priori. Nada garante a Descartes que este esteja a dizer a verdade, exepto o simples facto de que para pensar é necessário existir e esse facto é inquestionável.
Desta forma é possível afirmar que é verdadeiro tudo o que concebemos muito claramente e muito distintamente. Assim o Cogito funciona como um critério de verdade, que consiste na clareza e distinção das ideias, um conhecimento evidente.
Introdução
René Descarte nasceu a 31 de Outubro de 1596 na pequena cidade de La Haye en Touraine
O racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio como uma operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões, ou seja, se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável
A teoria de Descartes está dividida em várias etapas desde o método, à existência de Deus.

Muitas vezes os sentidos e a experiência sensível enganam-nos algumas vezes, pelo que convém fazer de conta que nos enganam sempre.
A dúvida é um exercício voluntário e uma suspensão do juízo. Tem como função libertar a mente para impedir que erros perturbem o a busca pelo conhecimento.
A Dúvida
« Penso, logo existo»
«Cogito, ergo sum»
Descartes
As três substâncias


Para Descartes, podemos, deste modo, ter ideias claras e distintas dos atributos essenciais de três tipos de substâncias:


Três tipos de substâncias Atributos essenciais

Substância pensante (res cogitans) Pensamento

Substância extensa (res extensa) Extensão

Substância divina (res divina) Vários atributos, todos eles

Erro
''Então, de onde nascem os meus erros? Apenas e unicamente de que, como a vontade tem um campo mais lato que o entendimento, não a contenho dentro dos meus limites,
mas também a estendo às coisas que não compreendo: por ser indiferente a elas, a vontade deflete facilmente do bom e do bem e, deste modo, não só erro como também peco. (...) Ora, quando não concebo bastante clara e distintamente o que é verdadeiro, é claro que
se me abstendo de dar o meu juízo sobre uma coisa procedo retamente e não me engano. Mas, se afirmo ou nego, então utilizo retamente o meu livre-arbítrio; e se me inclino para o lado falso, engano-me totalmente; se, ao contrário, abraçar o outro lado, pode (ser) que por acaso encontre a verdade, mas não estarei isento de culpa, porque é manifesto pela luz natural que o conhecimento do entendimento deve preceder sempre a determinação da vontade.''
Descartes (1988), Meditações sobre a Filosofia Primeira, Coimbra; Livraria Almedina, pp173 e 175.
numa perfeicão infinita

O Fundacionalismo
de Descartes
Descartes usou um método que lhe permitiu fundamentar o conhecimento humano. As ideias fundamentais são inatas, impondo-se à diversidade empírica. O sujeito impõem-se ao objeto através de noções que traz em si. A razão, desde que devidamente orientada, é capaz de alcançar verdades universais, traduzidas no conhecimento claro e distinto.
As principais ideias que são possíveis retirar do fundacionalismo de descarte são:

A existência do pensamento (alma), traduzida no cogito;

A existência de Deus, ser perfeito, com os atributos respetivos;

A existência de corpos extensos em comprimento, largura e altura.
"Se realmente fores uma pessoa que procura a pura verdade, é necessário que ao menos uma vez na vida duvides de todas as coisas,da maneira mais profunda possível"
Descartes
Full transcript