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A primeira entrevista em psicanálise

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by

Ana Sampaio

on 4 May 2015

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Transcript of A primeira entrevista em psicanálise

A primeira entrevista
em psicanálise
transferência
contratransferência
análise
demanda
diagnóstico
sintoma
Freud em "Sobre o início do tratamento" (1913)
importam no sentido de prevenir que o tratamento se interrompa.
"tratamentos de ensaio"
tratamento psicanalítico de uma ou duas semanas antes do começo da análise propriamente dita.
Mais tarde veremos que essa continuação do tratamento está ligada ao
estabelecimento da transferência
.
Primeira meta de análise: ligar o paciente ao seu tratamento e à pessoa do analista.
Estabelecimento do diagnóstico
, em particular, do diagnóstico diferencial entre
neurose
e
psicose
.
Freud:
"tratamento de ensaio"
Lacan:
"entrevistas preliminares"

Um tempo de trabalho prévio à análise propriamente dita.

A porta de entrada na análise como totalmente distinta da porta de entrada do consultório do analista.
Como se houvesse que
atravessar
o umbral das preliminares para chegar ao discurso analítico.
A entrada na análise não é compreendida como uma continuidade desse trabalho, mas como uma
descontinuidade
.
Para a análise se desencadear é preciso a
escolha
tanto do candidato a analisando quanto do analista.
Nem sempre é possível demarcar nitidamente esse limite – processo conduzido por

associação livre
.
O corte que implica a passagem ao ato pode ser significado ao sujeito pela indicação do analista para que o analisante se deite.
Estrutura
As funções das entrevistas preliminares
sintomal (sinto-mal)
transferencial
Para Lacan, só há uma demanda verdadeira para se dar início a uma análise - a de
se desvencilhar de um sintoma
.
A
analisabilidade
é função do sintoma, e não do sujeito.
Elaboração da demanda de análise
A demanda de análise é correlata à elaboração do sintoma enquanto
Que a
demanda
seja
endereçada
àquele analista.
Que o sintoma passe do
estatuto da resposta
ao
estatuto de questão
para o sujeito, para que este seja
instigado a decifrá-lo
.
sintoma analítico
Para que
SINTOMA
se predispõe que:
SINTOMA ANALÍTICO
O analista frente ao sintoma
procura saber "a que esse sintoma está respondendo, que gozo esse sintoma vem delimitar".
trabalha com o sintoma implicando
o sujeito
e
o desejo
, cabendo-lhe transformar esse sintoma na questão que Lacan denomina de
"Que queres?" (che vuoi?)
.
cabe ao analista introduzir o desejo nessa dimensão sintomal
A função
diagnóstica
A função
A função
"A questão do diagnóstico diferencial só se coloca em psicanálise como função da direção da análise".
Estrutura clínica
forma de negação
local de retorno
fenômeno
Neurose
Perversão
Psicose
recalque
desmentido
foraclusão
simbólico
simbólico
real
sintoma
fetiche
alucinação
QUINET, A. 1991
Sobre a psicose e a importância de se detectar a estrutura clínica do sujeito nas entrevistas preliminares
"O analista não pode prometer inserir o psicótico na norma fálica; não pode fazê-lo “normal” [...].
“[...] a análise, como lugar de tomada da palavra, pode desencadear uma psicose até então não declarada”.
Contudo, “A psicose é aquilo diante do que um analista não deve, em caso algum, recuar”.
(FREUD, S. 1907)
"Se o sujeito é psicótico, é importante que o analista o saiba, pois a condução da análise não poderá ter como referência o Nome-do-Pai e a castração".
“Nas entrevistas preliminares é importante [...] ultrapassar o plano das estruturas clínicas (psicose, neurose e perversão) para chegar ao plano dos tipos clínicos (
histeria – obsessão
)”
A base da estratégia do analista na direção da análise se refere à
transferência
, à qual o diagnóstico deve estar relacionado.
- visto detectar a modalidade da
relação do sujeito com o Outro
.
"O estabelecimento da transferência é necessário para que a análise se inicie"
"[...] a transferência não é condicionada ou motivada pelo analista” – "ela está aí por graça do analisante".
“aquele que é constituído pelo analisante na figura do analista”
Sua posição, muito mais que a posição de saber, é a posição de ignorância, não a simples ignorância ignara, mas a
ignorância douta
.
Cabe ao analista saber utilizá-la.
O
sujeito suposto saber
Se o analista empresta sua pessoa para encarnar esse sujeito suposto saber,

ele não deve de maneira alguma identificar-se com essa posição
de saber que é um erro, uma equivocação.
A retificação subjetiva
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