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PUC_TE2016/1_REVISÃO_AVAL01

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isabela ferrante

on 9 October 2016

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Transcript of PUC_TE2016/1_REVISÃO_AVAL01

Cemitério de San Cataldo, Módena (1971-1984)
Teatro del Mondo, Veneza, (1979)
"Para Rossi, o tipo é a própria ideia da arquitetura, aquilo que está mais próximo de sua essencia"
CRÍTICA TIPOLÓGICA
Retomar o conceito de tipo como modo de rever a disciplina
Recuperação da tradição e história esquecidos pela arquitetura moderna.
Buscar na história os critérios de ordem de composição consagrados pela disciplina
Princípios essenciais na prática da arquitetura - permanências
Uso de formas do passado - TRADUZIDAS em FORMAS PRIMÁRIAS E INTEGRAS.
Pórticos, entradas marcadas, pátios centrais, janelas tradicionais, coberturas inclinadas, etc.

Relação essencial entre arquitetura e o descobrimentos dos poliedros e formas mais simples e puras.
Formas - síntese, onirica, memória.
Rossi, Escola de Amicis, Broni, Italia, 1970.
ESCOLHA DE FORMAS HISTORICAMENTE ASSOCIADAS A UM PROGRAMA
Conjunto Gallaratese, Milão (1969 - 1973)
Conjuntos habitacionais modernos - rigidez e dureza no enfrentar
dos programas, no entanto, Rossi não reverte mas confirma essa lógica.
Como a história aparece no texto e na obra de Aldo Rossi?
ALDO ROSSI
R. VENTURI
Como a história aparece no texto e obra de Robert Venturi ?
URBANÍSTICA OPERACIONAL
LAMAS
Minoru Yamasaki, Conjunto Pruitt Igoe, St. Louis,
Le Corbusier, Unidade habitacional de Marseille, 1947-1953

x
ORTODOXIA MODERNA
Estética resultante do Movimento Moderno, gestada pelos arquitetos de sua fase heróica no início do século XX, torna-se corrente dominante, repetida além mar por arquitetos nem tão perspicazes ... polida, estética mecânica e sem ornamentos, em estrutura de aço e paredes de vidro, atraentes a incorporadores e administradores urbanos - domina no skyline das cidades americanas renovadas nas décadas de 50 e 60, e daí para o globo capitalista...
Mies van der Rohe, Seagram Buiding, Nova York, 195855
Albert C. Martin & Associates, Arco Towers Los Angeles, 1973
John Portman Associates, Hyatt Atlanta, Atlanta, 1967

Síntese de seus preceitos:
Crença em um poder transformador da realidade social;
Linguagem modernista distante da realidade dos habitantes (crença na universalidade) - formalmente abstrata;
O excesso do funcionalismo - sobretudo na cidade;
A aparente ruptura com a história e ao mesmo tempo o classicismo da arquitetura moderna.

CRISE DO MOVIMENTO MODERNO
CRÍTICA PÓS-MODERNA:

Reação às questões que o MM afirmou e também se opôs ou deixou de lado:

Incia-se com a vontade de:
Responder aos anseios de uma vida urbana decorrente do processo de modernização e industrialização
Voltar-se para as necessidades habitacionais das massas (discurso social);
Fazer tábula rasa com a história: Ecletismo burguês do séc. XIX substituida por uma racionalidade industrial;
Racionalidade moderna - industrial se expressa:
Funcionalismo;
Buscar uma nova linguagem - (zeitgeist);
Explorar o potencial arquitetônico de materiais e tecnologia

(Primeiros polemistas - postura parcial, um pouco uma caricatura daquilo que se opunham)
Alcance Internacional - International Style, ortodoxia moderna

MOVIMENTO MODERNO:
DETERMINISMO HISTÓRICO E FUNCIONALISMO
DETERMINISMO HISTÓRICO?
ZEITGEIST ?
"o espírito do tempo"
A arquitetura deve ser expressão do tempo presente, dos seus valores, é o presente que determina como deve ser a arquitetura.
Expressar a modernização - racionalidade, novos materiais, linguagem racional, geométrica, expressão da tecnica, etc.
FUNCIONALISMO ?
NA DISCIPLINA ADOTAMOS:
Pós-mordernismo - refere-se a arquitetura entre 1960 e 1977
AINDA HÁ UM POSICIONAMENTO MAIS CLARO EM RELAÇÃO AO MODERNISMO
"arquitetura do tempo presente"....
Ainda pós-moderna ou contemporânea?

VAMOS ADOTAR A SEGUINTE PERIODIZAÇÃO:

DÉCADA DE 1960 - CRISE DO MODERNISMO
1960 - 1977 CONDIÇÃO PÓS-MODERNA ou PÓS-MODERNISMO
1977 - atualidade DISPERSÃO E PLURALIDADE
DAS POSTURAS ARQUITETÔNICAS (arquitetura contemporânea)

Termo refere-se, ou usado para identificar as expressões estéticas e culturais que datam da segunda metade do século XX. Em geral elas se caracterizam por expressar o esgotamento do projeto moderno que dominava esse campo.

Pós-modernismo - expressão artística da pós-modernidade (realidade vivida, segunda metade do século XX)

PÓS - "após", posterior - significado só se completa com o conhecimento do termo do qual é pós. - É UM POSICIONAMENTO FRENTE AO PENSAMENTO MODERNO E MODERNISMO.

Nem sempre de negação, poder ser de continuidade
NA ARQUITETURA
Pós-modernismo
01. Crítica à arquitetura e cidade moderna inaugurada nos anos 60 (Justamente porque expressa o esgotamento do projeto moderno)

02. Arquitetura historicista que se desenrola dessa crítica - Anos 60/70

03, Arquitetura da segunda metade do século:
1960 até o final do século e início do século XXI
Kate Nesbitt - "Esse período pluralista de revisões pode ser denominado em geral pós-moderno (...) pós-moderno não é um estilo singular, mas antes, a percepção de integrar um período marcado pelo pluralismo".

04. Para outros autores - CHARLES JENCKS e COHEN
Pós-moderno ficou mais claramente vinculado às primeiras reações co Movimento Moderno até os anos 80
Após 1980 - Novos questionamentos, desdobramentos e pluralidade

Johnson, Edifício da AT&T, Nova York, 1978
A CIDADE e O URBANISMO:
As utopias prospectivas implicitas nas cidades de Le Corbusier e na Carta de Atenas, ofereceram, durante a reconstrução do pós guerra, os argumentos para a formulação de sua crítica a partir dos anos de 1960

Arquitetos modernos - Imagem da cidade voltadas para uma visão de futuro

Pós-modernismo - Trabalham suas críticas e argumentos em forma de utopias retrospectivas:
A cidade pré-industrial, a cidade histórica, a cidade da vida em sua dimensão urbana

Jane Jacobs,Aldo Rossi, Colin Rowe,Christopher Alexander,etc
HISTÓRIA e a COMUNICAÇÃO – Historicismo

Robert Venturi, Vanna Venturi House, Filadelfia, 1962
Aldo Rossi, Teatro Mundo, Veneza,
Charles Moore, Piazza d`Italia, New Orleans, 1975
Assim como acontece com o pensamento sobre a cidade - cidade moderna revista a partir de UTOPIAS RETROSPECTIVAS - A arquitetura encontra no olhar para a história um caminho de renovação.

CRÍTICA AO MOVIMENTO MODERNO ATRAVÉS DE UM NOVO OLHAR PARA A HISTÓRIA
POR QUE?
Vozes dessa crítica - ROSSI e VENTURI
Como cada um desses autores toma a história como referência para crítica à arquitetura moderna ?
Olhar para a cidade tradicional e a arquitetura histórica
Cidade - edificios residenciais + fatos urbanos
Fatos urbanos = "monumentos" - memória coletiva e permanencia no tempo

NOS FATOS URBANOS - relação com o contexto, permancência da forma, crítica ao funcionalismo ingênuo, seguem a logica da tipologia.
CRÍTICA TIPOLÓGICA - Aldo Rossi
- História e Crítica Operativa
Pesquisa torna-se embasamento e fundamento de projeto...
Como?
Implica a negação de principios funcionalistas em privilégio à estrutura, tipo e forma.
Faz com que, em seus projetos de edifícios públicos adote um repertório de formas arquitetônicas do passado ao mesmo tempo que as sujeita a efeitos metafóricos e transformações expressivas com a mudança de escalas e materialidade (COHEN, p.287)

Projeto - composição a partir dos elementos e sequência narrativa ...
Construir - entender como se manipulam os elementos ...
O movimento moderno perdeu sua capacidade associativa e comunicativa. Venturi prefere a arquitetura do maneirismo, de Louis Kahn, de Wright e Aalto e Le Corbusier, à de Mies e do racionalismo simplificador.
LESS IS
MORE
Less is
a bore!
more is
more!
Venturi - Postura, pensamento e influências:
01, TRADIÇÃO - Toda obra de arte e arquitetura situa-se em uma continuidade composta pelas heranças e pela crítica dos artistas precedentes,

02. PANORAMA AMERICANO ANOS 50/60 - Avanço das ciências, consolidação da sociedade de consumo, cultura do automóvel e das viagens, liberação da mulher

ARTES nos EUA e INGLATERRA - Arte e Cultura Pop
E MAIS....
A arquitetura moderna restringiu seu signficado à um único e forte sentido - o funcionalismo - utilização da linguagem funcionalista de fábricas, oficinas e hospitais tornou-se universal, usado para resolver a forma de todos os tipos de arquitetura: escolas, igrejas, museus, espaços domésticos (MONTANER, p.152).
A arquitetura moderna não só perdeu sua capacidade comunicativa e associativa como não proporcionou a ideia de conforto, segurança e forma convencional que o público desejava - privacidade, segurança, figuração, memória, etc.
Arquitetura moderna - anônima, repretitiva, abstrata, redutiva, etc.

A ARQUITETURA DEVE SE CONECTAR COM AS PESSOAS, ASSUMIR SUA DIMENSÃO PÚBLICA - utilizar a metáfora, o símbolo e a memória.
Complexidade e Contradição na Arquitetura (1966)
Aprendendo com Las Vegas (Venturi, Denise Scott Brown e Steven Izenour) (1972)
A partir da linguística e do estruturalismo - Venturi se insere no contexto de uma CRÍTICA SEMIOLÓGICA da arquitetura:

Semiologia - estudo dos sistemas de signos e sistemas de comunicação, incluindo ritos, costumes, produtos de uma sociedade ou cultura.

- Estudo da arquitetura e da história a partir do seu aspecto comunicativo, seus símbolos,
- Entendimento da arquitetura em sua riqueza de comunicados e sentidos: métafora, ambiguidade, mistura rica de formas e conteúdos e justaposição de elementos.
- Recuperar os laços de comunicação entre a cultura arquitetônica e a coletividade, entre o mundo dos especialistas ou cultura de elite e o das pessoas comuns ou da cultura de massa.
ARQUITETURA COMO LINGUAGEM - CRÍTICA SEMIOLÓGICA
A arquitetura é necessariamente complexa e contraditória,
Ênfase na sobreposição dos significados e funções, nas contradições e ambiguidades
Referências históricas, modernas - exemplos para confirmar o argumento.
Casa como ilustração de Complexidade e Contradição;
Venturi propõe construir utilizando tudo o que já se tornou patrimônio de nossa experiência arquitetônica;
Acúmulo de imagens, referências, episódios etc. que guardamos na memória.
Experiência - base para o novo.
Guild House, Spring Garden Street, Filadélfia (1961)
HISTORICISMO: tipos de historicismo
Alan Colquhoun
01. INTERESSE PELO PASSADO;
02. USO DE FORMAS HISTÓRICAS (estilismo)
Objetivos de Venturi e Brown: mais refinados e irônicos, crítica à discrepância radical entre as necessidades, gostos e preferências dos profissionais e as pessoas cujas vidas eles influenciam"

Transforma-se em um emprego das formas e elementos de modo estilistico, como tendência de linguagem.

Novo historicismo na arquitetura do século XX - colunas, frontões, janelas tradicionais, arcos e capiteis, entre outros, foram reinterpretados e reincorporados à arquitetura contemporânea.
Phillip Johnson
Charles Moore
Michael Graves
PLAN VOISIN - Le Corbusier
PÓS - SEGUNDA GUERRA:
A partir dos anos 50 -
Numerosas cidades encontravam-se destruídas - necessidade de reconstrução
Nova onda de migrações e necessidade de habitação,
Necessária construção de novos bairros, novas expansões e novas cidades em escala e ritmo até então desconhecidos.
(LAMAS, p.361)

Urbanística moderna assume a supremacia - facilidade técnica e operativa que oferecia para a construção rápida, econômica e em grande quantidade.
As primeiras reações contra o urbanismo moderno surgem na década de 60, primeiro no âmbito da teoria, depois através de pesquisas sobre urbanos que recriassem a variedade a animação dos bairros antigos e da cidade tradicional.
No centro dessa crítica à cidade moderna está o funcionalismo e estratificação dos usos que tem por consequência um empobrecimento da vida urbana. Encontra-se sobretudo na cidade histórica e na cidade de tecido urbano tradicional, modelo para contrapor a cidade moderna.
CRÍTICA À
CIDADE MODERNA
CRÍTICA EM FORMA DE UTOPIAS RETROSPECTIVAS
Recuperação da vida em sua dimensão pública;
Confrontou à cidade fragmentada em zonas de usos específicos, uma outra, na qual conviviam a promiscuidade de usos e a sobreposição de funções dos seus elementos públicos.
Consequente crítica à morfologia - loci primordiais da vida pública eram a rua, a calçada, a vizinhança, os quarteirões, as ruelas, enfim, todos os elementos tradicionais dos tecidos anteriores à cidade moderna
CARACTERÍSTICA DA RUA
Nítida demarcação entre público e privado.
Necessidade de olhos vigilantes,
Uso constante - caracterizada pela sobreposição dos usos, com habitações, bares, lojas, restaurantes colocados lado a lado

A PROMISCUIDADE DAS FUNÇÕES: Para Jacobs, a necessidade principal das grandes cidades reside na mistura de funções. Na rua, no bairro, na cidade, na metrópole, a integração de várias funções é de enorme importância.
FUNÇÕES URBANAS:
ARQUITETURA DA CIDADE:
Arquitetura em relação à cidade - retoma o estudo da cidade tradicional: estudo de morfologia urbana;

Dois elementos básicos da cidade:
Áreas residenciais
Monumentos

Fatos urbanos - Forma prevalece sobre a função ao longo da história,

Crítica ao Funcionalismo ingênuo
Permanencia das formas e a memória.
CIDADE MODERNA?
A arquitetura moderna restringiu seu signficado à um único e forte sentido - o funcionalismo - função dos espaços, funções construtivas, técnicas.

utilização da linguagem funcionalista de fábricas, oficinas e hospitais tornou-se universal, usado para resolver a forma de todos os tipos de arquitetura: escolas, igrejas, museus, espaços domésticos (MONTANER, p.152).
Cidade do CIAMs e da Carta de Atenas:
Funcionalista - ZONEAMENTO
Ruptura com o traçado da cidade tradicional
Habitar, circular, trabalhar, lazer.
JANE JACOBS
ALDO ROSSI
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