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Ciência Política

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Ciência Política

on 26 August 2015

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Transcript of Ciência Política

600
100
1000
1
A mitologia grega se desenvolveu plenamente por volta de 700 a.C., quando Homero e Hesíodo registraram compilações de mitos. As mais célebres são os poemas
Ilíada
e
Odisséia
, de Homero e a
Teogonia
de Hesíodo.
750
Os mitos são crenças e observações dos antigos rituais gregos, o primeiro povo ocidental, surgindo por volta de 2000 a.C.. Consiste principalmente de um grupo de relatos e lendas diversos sobre uma variedade de deuses.
Zeus, Hera, Atena, Apolo, Ártemis, Hermes, Ares, Efesto, Afrodite, Posêidon, Héstia, Demeter.
Deuses:

Paradigma Arcáico

500
SOFISTAS
400
Sócrates não deixou nenhuma obra escrita. Ensinava nas ruas e nas praças. Seu principal discípulo foi Platão, cujas obras, em forma de diálogos, conservam-se até nossos dias.
Em 387a.C., Platão fundou o que pode ser considerada a primeira instituição de ensino superior do mundo ocidental, a Academia de Atenas (dedicada à deusa da Sabedoria e da Justiça).
Foi responsável pelo estabelecimento das bases da Lógica, ciência que estuda os processos que possibilitam diferenciar os argumentos verdadeiros dos falsos nos estudos filosóficos. A Lógica é, até hoje, um instrumento fundamental para todas as outras ciências.
Paradigma Antigo
MITO
GRÉCIA
Marco Túlio Cícero era proveniente de uma cidade ao sul de Roma de nome Arpino. O fato de Cícero não ser um romano tradicional foi incomodo durante toda a sua vida, o deixava envergonhado. Mas sua educação foi baseada nos grandes filósofos, poetas e historiadores gregos. Grande admirador de Platão, Cícero tornou-se o responsável por introduzir a filosofia grega em Roma, criando um vocabulário filosófico em Latim.
Cícero participou de grandes eventos da história política de Roma, como as guerras civis e a ditadura de Júlio César na primeira metade do século I a.C.. Foi Cícero quem patrocinou o retorno ao governo republicano tradicional em Roma. Cícero se tornou o homem mais importante de Roma, ao lado de Marco Antônio, que mais tarde, aliado a Octaviano, formou um triunvirato juntamente com Lépido para governar Roma. Esse novo governo elaborou uma lista de pessoas que deveriam ser consideradas inimigas do Estado, na qual Cícero foi incluído. O mesmo não resistiu à morte, mas teve a cabeça cortada e as mãos também, por ordem de Marco Antônio, partes que foram pregadas no Fórum Romano.
Sofistas
Pré-Socráticos
Sec. VI
Sec. V
Sec. IV
59 a.C
Morte de Júlio César
No dia 15 de março de 44 a.C., foi assassinado com 23 facadas, nas escadarias do Senado, por um grupo de 60 senadores, liderados por Marcus Julius Brutus, seu filho adotivo, e Caio Cássio. Júlio César ainda se defendeu, cobrindo-se com uma toga, até ver Brutus, quando então teria dito sua última famosa frase: "Até tu, Brutus".
A.C
D.C
Sec. I
Sec. I
Apesar de, historicamente, a Idade Mé dia ter seu início com a queda do Império Romano do Ocidente no século V, o pensamento Medieval deve ser entendido a partir do início do cristianismo no século I.
O crescimento do cristianismo foi um processo longo e gradativo, estendendo - se de seu nascimento, com a morte de Cristo e a formação das primeiras comunidades cristãs, até sua consolidação, com a conversão e o batismo do imperador romano Constantino no ano de 337 e a consequente institucionalização da religião cristã, mais especificamente do catolicismo, como religião oficial do Império Romano no ano de 391.
O cristianismo foi difundido após a morte de Jesus de Nazaré, judeu que afirmava der o messias e que, por isso, foi crucificado, aos 33 anos. Jesus tornou - se célebre por pregar novas maneiras se ser e viver, por meio da valorização de virtudes como o amor, a compaixão e o perdão. Após sua crucificação, pequenas comunidades foram formadas, principalmente como resultado da pregação dos apóstolos e de outros novos convertidos, como Paulo de Tarso, ex-pesquisador de cristãos e , após o que acreditou ser uma experiência com o Cristo ressuscitado, adepto do Cristianismo.
100
Sec. II
300
Sec. IV
Santo Agostinho
400
Sec. V
Patrística
600
Sec. VII
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MAOMÉ
Segundo a tradição, aos 40 anos recebeu a missão de pregar as revelações trazidas de Deus pelo arcanjo Gabriel. As revelações teriam se repetido durante toda a vida do profeta e logo começaram a ser registradas por escrito e com elas compôs o Alcorão ou Corão (Al no árabe equivale ao nosso artigo o). Seu monoteísmo chocava-se com as crenças tradicionais das tribos semitas e foi obrigado a fugir para Iatribe (622), atual Medina ou Madinat an Nabi, isto é, Cidade do Profeta, onde as tribos árabes viviam em permanente tensão entre si e com os judeus. Estabeleceu a paz entre as tribos árabes e com as comunidades judaicas e começou uma luta contra Meca pelo controle das rotas comerciais.

Sec. VIII
700
Invasão Árabe
Península Ibérica
800
Sec. IX
Carlos Magno Imperador
Sacro-Império
Sec. XI
1000
As Cruzadas


Entre 1096 e 1270, o Ocidente organizou oito expedições em direção aos domínios Muçulmanos, tendo a Terra Santa, o local onde o Cristianismo havia nascido como alvo final,
As Cruzadas foram expedições militares e religiosas que, inialmente, tinham dois objetivos principais: a conquista da Terra Santa, em especial da cidade sagrada de Jerusalém, e a contenção do avanço muçulmano na região do Império Bizantino.
A expulsão dos muçulmanos também era vista como forma de expansão do cristianismo, e era incentivada pela Igreja como uma continuação do movimento da reconquista Ibérica, que também se deu com objetivos semelhantes. A luta pela retomada das mãos dos mouros é considerada uma manifestação do espírito das Cruzadas.
Outro objetivo da Igreja com as Cruzadas foi a repressão aos movimentos heréticos dos cátaros do sul da França.
A perseguição às chamadas heresias demonstra que os ataques não se reservaram aos infiéis, como eram chamados os muçulmanos, mas também atingiram os cristãos europeus que se vinculavam a práticas esírituais que não fossem o catolicismo.
Além dos motivos religiosos citados, o movimento apresentava outras motivações de natureza econômica, afinal
1200
Sec. XIII
São Tomás
de Aquino
ESCOLÁSTICA
São Tomás de Aquino (1225-1274) foi o maior representante da escolástica, tendência da filosofia medieval influenciada por Aristóteles. O pensamento tomista se caracteriza por ter realizado a grande síntese do aristotelismo e as verdades teológicas da fé cristã.
Como Aristóteles, São Tomás considera que o homem só encontra sua realização na cidade, e o plano político é a instância possível em que o governo não tirânico pode aliar ordem e justiça na busca do bem comum.
A Inquisição foi uma arma criada pela Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), com o objetivo principal de manter a população facilmente sobre controle através da constante imposição do medo.
Ao longo dos anos em que esteve em atuação, a Inquisição Medieval ceifou a vida de centenas de milhares de pessoas, além de contribuir para o declínio da ciência, artes e filosofia.
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Em uma primeira versão, a Magna Carta seria um documento assinado em 1215 para limitar os poderes da monarquia na Inglaterra. Na época, a carta foi assinada pelo rei João, que se encontrava no trono inglês.
De acordo com os termos da carta, os reis deveriam respeitar determinados procedimentos legais, assim como reconhecer que o poder real iria ficar sujeito à lei. Além de restringir os poderes reais, a Magna Carta é considerada como o início do processo histórico que fez surgir o constitucionalismo.
Porém, a Magna Carta restringia esses direitos apenas às pessoas livres, que eram a minoria na Inglaterra daquele tempo, a maior parte da população inglesa era formada por servos. Além disso, o inglês comum da época não era oprimido pelos monarcas, mas pelos barões senhoriais.

Concluindo, a Magna Carta não lhes deu nenhum direito a mais dos que já possuíam antes.
1231 Criada a
Inquisição
Carta Magna
1215
Início do
Constitucionalismo
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1300
Sec. XIX

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Guerra dos
100 anos
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Renascença
Medieval
Reforma Protestante (Lutero)
Revolução Científica
(Copérnico/Kepler)
Racionalismo Filosófico
(Descartes)
Grandes Navegações
(Origem Capitalismo- Econômica)
Reforma Política
(Maquiavel)
Renascentismo
Sec. XVI
1500
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Formação dos Estados Nacionais
Soberania Absoluta
(Jean Bodin)
Thomas Hobbes
Filósofo do
Absolutismo
1600
Sec. XVII

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Tratado de Vestfália
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Inglaterra
Revolução
Gloriosa 1688
1700
Sec XVIII

John Locke
Pai da Democracia
Liberal
Independência
E.U.A 1776
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Jean Jaques Rousseau
SOBERANIA POPULAR
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Declaração dos Direitos
do Homem e do Cidadão
1789
Revolução Francesa
Sec. XIX
1800
Manifesto Comunista
Karl Marx 1848
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Paradigma do Estado
Liberal de Direito
Paradigma do Estado
Bem Estar Social
1919 Constituição
de Weimar
Constitucionalismo Social
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Sec. XX
1900

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1ª e 2ª
Guerra Mundia
l
O.N.U
1945
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Declaração Universal
dos Direitos Humanos
1948
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2000
PÓS MODERNIDADE
MODERNIDADE
PRÉ- MODERNIDADE
ALTA IDADE MÉDIA
BAIXA IDADE MÉDIA
Marco Túlio Cícero
Sócrates
Platão
Aristóteles
Nascimento de Jesus
"O Cristo"
Nascido em 1588 na cidade de Malmesbury, Inglaterra, Thomas Hobbes foi um dos pensadores políticos mais importantes da modernidade. Esteve profundamente ligado aos ideais monárquicos (Rei Carlos II) a ponto de toda a sua teoria política ter como único objetivo justificar o poder real absoluto. Tal como na Filosofia de Maquiavel.
Thomas Hobbes foi defensor da Monarquia na Inglaterra. Com a morte de Carlos I, a Teoria do Direito Divino dos Reis acaba por perder sua força e prestígio.
• Qual seria a fonte do poder real?
• Como justificar a necessidade do poder estar concentrado nas mãos de um único monarca poderoso e soberano?
Esse é o desafio do pensamento Hobbesiano. O filósofo buscou uma justificativa racional para o poder real, não mais recorrendo a justificativas exteriores à esfera humana e da natureza, em um poder divino, mas buscando compreender como é o ser humano e por que em uma sociedade é necessário um poder centralizado e forte.
" Homo Homini Lupus" - " O homem é o lobo do homem ( Estado de Natureza).

O contrato social e a formação do Estado: Para Hobbes é a única forma que os indivíduos encontraram de preservar a vida. O contrato em si não é bom, a não ser pelas suas consequências práticas de preservação a vida. Isso porque para que ele exista é necessário que os indivíduos abram mão de sua liberdade total, o que é ruim.
Sendo Hobbes um contratualista, ele acredita que a sociedade é fruto de uma convenção, do contrato que só ocorre devido ao medo que todos têm da morte violenta e da necessidade natural de segurança e de tranquilidade que levaram os homens a renunciarem à sua liberdade original em troca da paz trazida pelo pacto. Sendo assim, o Estado é uma instituição artificial, um mal necessário, pois apesar de tornar possível a vida, limita a liberdade humana.



A chamada Paz de Vestfália é um conjunto de tratados elaborados que encerrou a Guerra dos Trinta anos e também reconheceu as Províncias Unidas (um estado anterior aos atuais países baixos e que agrupava sete províncias, dentre elas Frísia, Groningen, Güeldres, Holanda, Overijssel, Utrecht e Zelândia, e a Confederação da Suíça).
John Locke foi um filósofo inglês descendente de uma família de burgueses comerciantes.
Esteve refugiado na Holanda por causa do seu envolvimento com pessoas acusadas de fazer movimentos contra o Rei Carlos III.
Seus pensamentos influenciaram todas as revoluções mundiais durante o século XVIII.
Locke defendia a garantia dos direitos de um povo (proteção da vida, da liberdade e da propriedade). Para ele, esses direitos deviam ser prioridade de um governo, e se os governantes não pudessem, ou não quisessem respeitar esses direitos, o povo poderia derrubá-los e substituí-los por alguém melhor.
Antecedentes:
Colonização tardia (Séc XVII)
Refugiados Religiosos
Negligência Salutar
Self - Government
Diferença entre as Colônias Norte e Sul
Guerra dos sete anos ( 1756 - 63 ) - França X Inglaterra ( Disputa pela hegemonia europeia e disputa por territórios coloniais - India, região oeste das 13 colônias e região a norte das 13 colônias - Vitória Inglesa).
Consequência: Cobrança de impostos nas áreas coloniais visando à reposição do tesouro Britânico.

Recebe o nome de Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão um documento elaborado durante a Revolução Francesa de 1789, e que iria refletir a partir de sua divulgação, um ideal de âmbito universal, ou seja, o de liberdade, igualde e fraternidade humanas, acima dos interesses de qualquer particular.

Antecedentes:
• País Agrário
• Presença de relações servis de trabalho
• Existência de manufaturas que sofriam a concorrência Britânica após a assinatura do Tratado de Eden.
• Grande Fome (1788) - Seca
• Nobreza Parasitária
• Monarquia Absotulista – (Luís XVI – Maria Antonieta)
• Difusão das Ideias Iluministas
• Crise Econômica: Enorme divida, gastos com guerras, gastos com a nobreza, déficit orçamentário, injustiça tributária.

Os Direitos Humanos são direitos fundamentais do ser humano. Sem eles, o ser humano não consegue participar plenamente da vida em sociedade.

Os Direitos Humanos são um conjunto de leis, vantagens e prerrogativas de devem ser reconhecidos como essência pura pelo ser humano para que este possa ter uma vida digna, ou seja, não ser inferior ou superior aos outros seres humanos porque é de diferente raça, de diferente sexo ou etnia, de diferente religião, etc. Os Direitos Humanos são importantes para que viver em sociedade não se torne um caos. São importantes para a manutenção da paz.
Instituidora da primeira república alemã, a Constituição dita de Weimar, cidade da Saxônia onde foi elaborada e votada, surgiu como um produto da grande guerra de 1914-1918, que encerrou o “longo século XIX”. Promulgada imediatamente após o colapso de uma civilização, ela ressentiu-se desde o início, em sua aplicação, dos tumultos e incertezas inerentes ao momento histórico em que foi concebida.
A Guerra dos Cem Anos foi a última guerra feudal e também a primeira moderna. Ela foi dirigida por membros da aristocracia feudal no início do conflito e terminou como uma disputa entre Estados que já tinham exércitos nacionais. Por isso, ela foi um grande marco no desenvolvimento europeu (principalmente na França) da idéia de nação, que unificou países antes divididos em territórios controlados por nobres.
Nascido em 742, Carlos Magno tornou-se, após a morte de seu pai e de seu irmão, o único rei de um território do qual faziam parte à França e um pedaço da Alemanha.

Com objetivo de fazer com que os povos bárbaros se convertessem ao Catolicismo, ele incentivou várias guerras de conquista. Conquistou grande parte da Europa e recuperou o Império Romano do Ocidente. Em 800, foi nomeado imperador do Sacro Império Romano Germânico pelo Papa Leão III. Carlos Magno manteve uma relação de aliança com a Igreja Católica, protegendo-a e favorecendo-a em vários momentos.
Jean-Jacques Rousseau foi um importante filósofo, teórico político e escritor suíço. Na fase adulta, começou a ter contatos com a elite intelectual da cidade. Foi convidado por Diderot para escrever alguns verbetes para a Enciclopédia.
No ano de 1762, Rousseau começou a ser perseguido na França, pois suas obras foram consideradas uma afronta aos costumes morais e religiosos. Refugiou-se na cidade suíça de Neuchâtel. Em 1765, foi morar na Inglaterra a convide do filósofo David Hume.
Sua obra principal é Do Contrato Social, onde defende a ideia de que o ser humano nasce bom, porém a sociedade o conduz a degeneração.
Este filósofo alemão foi expulso da maior parte dos países europeus devido ao seu radicalismo. Seu envolvimento com radicais franceses e alemães, no agitado período de 1840, fez com que ele levantasse a bandeira do comunismo e atacasse o sistema capitalista. Segundo este economista, o capitalismo era o principal responsável pela desorientação humana. Ele defendia a ideia de que a classe trabalhadora deveria unir-se com o propósito de derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a característica abusiva deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises que se viam cada vez mais intensificadas pelas grandes diferenças sociais.
Organização das Nações Unidas (ONU), ou simplesmente Nações Unidas (NU), é uma organização internacional cujo objetivo declarado é facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial.

A ONU foi fundada em 1947 após a Segunda Guerra Mundial para substituir a Liga das Nações, com o objetivo de deter guerra entre países e para fornecer uma plataforma para o diálogo.

Existem atualmente 193 países-membros, incluindo quase todos os Estados soberanos do mundo.
Este estudo trata do constitucionalismo durante a Antiguidade, o Medievo, a Modernidade e a Contemporaneidade e se refere aos fatos causais que levaram ao marco histórico do constitucionalismo. Retrata os acontecimentos que levaram ao constitucionalismo durante esses períodos históricos.

No intuito de se conhecer melhor o termo "constitucionalismo" é necessário, primeiro, entender o significado de "Constituição", "Carta Constitucional" e "Direito Constitucional".

Constituição: é, em sentido lato, a organização jurídica fundamental de um Estado; já, em sentido estrito, é a lei maior ou a norma de ordem superior que, normalmente, dispõe sobre a organização do Estado e as garantias e diretos individuais do cidadão; ainda, em sentido estrito, é o instrumento que dá identidade ao Estado, delineia suas formas, dá-lhe o Poder e o limita através dos direitos fundamentais.

O Constitucionalismo social é um sistema que defende o regime constitucional, ou seja, um governo regulado por uma Constituição que organize o Estado e limite oseu poder, bem como, a inclusão de normas e preceitos relativos à defesa dos Direitos Humanos Fundamentais em seu texto. Surgiu nas transições das monarquias absolutistas para o Estado Liberal deDireito e tem como objetivo a proteção dos Direitos Humanos Fundamentais, sem os quais a pessoa humana não consegue existir e fica à mercê do livre arbítrio dos governantes. Estabelecendo um Governo deLeis, o Homem passa a abraçar um Estado de Direito, ou seja, um país juridicamente organizado através da sistematização das normas em forma de lei, o que significa dizer que o Estado também estásubordinado às leis, assim como, a sociedade.

Características do Paradigma Arcáico:
Protágoras:
A base da filosofia de Protágoras está na máxima "O Homem é a medida de todas as coisas, daquelas que são por aquilo que são e daquelas que não são por aquilo que não são." Para ele medida significava juízo e as coisas são os fatos e as experiências das pessoas. Com essa máxima Protágoras tinha por objetivo negar um critério absoluto para distinguir o ser do não-ser.

Górgias de Leontini:
Aprofundou o subjetivismo relativista de Protágoras a ponto de defender o ceticismo absoluto. Afirmava que: nada existia; e, se existisse, não poderia ser conhecido; e, mesmo que se fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém. Górgias levou o relatismo de Protágoras ao mais radical ceticismo como se pode ver do seguinte fragmento de sua obra Sobre a Natureza, ou seja, sobre o que não é: “Nada existe; se existisse algumas coisa, não poderíamos comunicar nosso conhecimento aos outros”.


MONARQUIA DIVINA

- 753 a. C. - 716 a. C. - Rômulo (fundador de Roma junto com o irmão Remo)
- 716 a. C. - 674 a. C. - Numa Pompilio
- 674 a. C. - 642 a. C. - Túlio Hostilio
- 642 a. C. - 617 a. C. - Anco Marcio
- 617 a. C. - 579 a. C. - Lúcio Tarquinio Prisco
- 579 a. C. - 535 a. C. - Servio Tulio
- 535 a. C. - 509 a. C. - Tarquinio, o Soberbo


Características principais da monarquia romana:

- Escolha dos reis de acordo com suas virtudes;
- Governo vitalício;
- O rei era considerado pelo povo como uma espécie de mediador dos deuses. Portanto, possuía autoridade religiosa;
- O rei também era o chefe judicial, possuindo poderes absolutos sobre as leis;
- Na monarquia romana havia também a Assembleia e a Cúria, porém com poucos poderes políticos em comparação os poderes reais.
- O monarca possuia poderes militares e também de escolher cargos públicos.
Instrumento do conhecimento -> a razão e os sentidos
Objeto do conhecimento -> a realidade superior e a essência eterna e imutável
Função da filosofia: fazer uma análise crítica
Sua obra pretende analisar, avaliar e julgar as manifestações culturais gregas e o processo decisório em Atenas e suas consequências e tenta descobrir sua significação.
Suas reflexões são realizadas por meio de diálogo.
Platão é um crítico da democracia e defende uma aristocracia do saber.
Sua filosofia política busca uma concepção ideal de Estado (Estado=república=politeia)
Platão faz um paralelo:
o Estado e o Cidadão
Sábios <--> razão que domina
Guerreiros <--> coragem que atua
Artífices e Agricultores <--> senso que obedece
Estado=uma só
família
Tales de Mileto:
instituiu a Escola Jônica e estabeleceu sólidos conhecimentos sobre a verdade, a totalidade, a ética e a política, temas ainda atuais em nossos dias. Suas reflexões giravam em torno da ‘natureza’, de seus quatro elementos fundamentais, terra, ar, fogo e água. Ele era um monista, ou seja, acreditava que tudo era constituído por uma substância primordial, neste caso, a água. Assim sendo, toda a vida teria se originado dela, embora seus discípulos divergissem quanto a ser este corpo a natureza essencial que a tudo permeia.

Anaxímeneses:
considerava que era o ar a origem e o substrato universal, de todas as coisas. O grande contributo da cosmovisão de Anaxímenes consiste em que pela primeira vez dá uma explicação compreensível de como a partir de uma substância única - o ar - podem formar-se todas as coisas. Com efeito, se - como pensavam os filósofos de Mileto - há um substrato único para todas as coisas, então as aparentes diferenças qualitativas entre as coisas visíveis devem poder ser explicadas como diferenças quantitativas dessa substância única.

Anaximandro:
é a partir da transformação de cada coisa no seu contrário, isto é, da mudança entre pares de opostos da realidade, que podemos perceber que elas estão imersas em um turbilhão infinito, ilimitado, indeterminado, mas que determina e limita todos os seres. A este turbilhão original denominou
ÁPEIRON.

Empédocles:
era a partir da reunião e separação dos quatro elementos (terra, água, fogo, ar) que todas as coisas surgiam. O DEVIR ou movimento e transformação, geração e corrupção das coisas, surgimento e desaparecimento delas, devem-se à mistura desses elementos distribuídos em várias proporções. O que caracterizava cada ser era a predominância de um ou outro destes elementos, sendo que um nunca se transforma no outro, mas somente se distribuem diferentemente nos seres.

Demócrito:
Uma das questões levantadas por ele era se a alma seria também feita de átomos. A resposta que obteve foi que “princípios de todas as coisas são os átomos e o vazio”. Ele acredita que o átomo é o elemento que dá base a uma infinidade de especulações complexas, sendo que sua existência pressupõe a manifestação do vazio, onde os átomos se movimentam.
Crítico dos sofistas
Considerado o pai da ética (disciplina que estuda o agir humano)
Crítico da democracia Ateniense
Questionava os valores e atividades de sua época.
Se vale de um método de análise conceitual (o que é?).
Seu método envolve um questionamento do senso comum.
Seu método irá revelar a fragilidade desse entendimento e aponta para a necessidade de aperfeiçoá-lo por meio da reflexão.
Diálogo e a discussão serão poderosas ferramentas para alcançar o objetivo.
"Só sei que nada sei" -> reconhecimento da ignorância - princípio do conhecimento.
Critica a filosofia de seu mestre Platão
Procura identificar as falhas e limitações e procura superar o dualismo Platônico
Principal crítica: rejeição do dualismo, representado pela teoria das ideias
Afirma a dificuldade de se explicar a relação entre o mundo inteligível e o sensível
Não há elementos comuns que possibilitam a interseção entre os dois mundos de Platão
A relação entre os dois mundos segundo Platão deveria ser feita por intermediários ou por algo externo (elo ligação) e esse elo sempre dependerá de um outro elo e assim sucessivamente até o infinito. Segundo Aristóteles isso compromete a teoria de Platão
Assim Aristóteles estabelece em sua filosofia um novo ponto de partida: A concepção do Real
Concebe a existência -> substância individual -> indivíduo
Material concreto, este é o constituinte da realidade = dualismo
Aristóteles joga o dualismo de Platão para dentro da substância individual -> matéria + forma = indissociáveis.
Período Helenístico e Romano
Houve três importantes escolas filosóficas neste período:
O periodo Helenistico (ou Helenismo) compreende o intervalo que se entende desde o seculo IV a.C até o inicio da Idade Media, apresentando caracteristicas gregas e romanas. Seu início está intrinsecamente ligado à figura de Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, e às suas expedições e conquistas. A figura de Alexandre, conhecido como o maior conquistador e estrategista da Antiguidade, foi fundamental para o fenômeno de aculturação de povos que, não sendo gregos ou orientais, adotaram a cultura e a forma de viver e conceber o mundo dos gregos. Tal fenômeno passou a ser referido por meio do termo helenismo (do grego hellenismós) o qual inicialmente se referia àqueles que utilizaram o idioma grego para se comunicar,seja por escrito ou apenas oralmente.

Quem fazia parte do primeiro triunvirato?

O primeiro triunvirato era formado por: Pompeu, comandante das forças militares da Espanha; Crasso, comandante das forças militares do Oriente; e Júlio César, que era o comandante do exército da Gália (onde hoje se localiza a França a Bélgica e o norte da Itália). Júlio César era também o Cônsul e o Pontífice Máximo.

A morte de Crasso

O poder do império romano foi dividido por esses três homens, até que um dia Crasso estava em uma ação militar na Mesopotâmia, onde seu exército fracassou e Crasso veio a ser assassinado. Então, Pompeu e Júlio César começaram a brigar, pois cada um queria o poder só para si.

Os senadores romanos temiam Júlio César, e por este motivo aproximaram-se de Pompeu, deram a ele o título de cônsul único, e ainda destituíram César de seu posto de liderança nas tropas da Gália.

A vingança de Júlio César

Iniciou-se em Roma uma guerra civil por causa desses acontecimentos. Júlio César foi para Roma enfrentar seus inimigos, e Pompeu teve medo dele e acabou fugindo. Assim, não restou ninguém em Roma que pudesse lutar contra César, e ele acabou desfazendo o triunvirato e concentrando todo o poder da república nele próprio. O Senado romano chegou a declarar Júlio César como ditador perpétuo.
Primeiro Triunvirato 59 a.C
Um novo triunvirato foi montado. Este segundo triunvirato era formado por Marco Antônio, Otávio e Lépido.
Marco Antônio
Marco Antônio foi um importante político e militar romano no período final da República Romana. Exerceu o cargo de general do Império Romano, participando de várias campanhas militares. Assumiu o controle do Egito na época em que Otávio Augusto era imperador. Se casou com a rainha egípcia Cleópatra e entrou em conflito com o imperador romano. O casal foi vencido por Otávio na Batalha de Áccio. Após a derrota e a conquista romana de Alexandria, Marco Antônio e Cleópatra se suicidaram em 30 a.C.

Os 10 mandamentos
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas.
2º - Não usar o Santo Nome de Deus em vão.
3º - Santificar domingo e festas de guarda.
4º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo)
6º - Não pecar contra a castidade
7º - Não furtar
8º - Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo).
9º - Não desejar a mulher do próximo
10º- Não cobiçar as coisas alheias
Agostinho de Hipona foi um dos principais expoentes da Filosofia no Período Medieval. Suas ideias são fundamentos importantes para o cristianismo. Para compreendermos melhor o pensamento e a filosofia cristã de Santo Agostinho, é necessário entender o momento histórico no qual ele viveu e também o movimento filosófico-teológico, ocorrido entre os séculos III e VIII, denominado Patrística, do qual Agostinho foi o principal representante.
PARADIGMA ARCÁICO
PARADIGMA ANTIGO
REPÚBLICA DE ROMA
753 a.C.
509 a.C.
30 a.C.
476 d.C.
IMPÉRIO ROMANO
As Guerras Púnicas

A Primeira Guerra Púnica:

Em 288 a.C. os mamertinos, mercenários que anteriormente lutaram ao lado de Siracusa contra Cartago resolveram tomar a cidade de Messina, na Sicília, que na época fazia parte do reino de Siracusa. Para manter uma relativa paz, os mamertinos estreitaram seus laços comerciais com Roma e Cartago.

Quando o rei Hierão II chegou ao trono de Siracusa, decidiu retomar o controle de Messina e sitiou a cidade. Os mamertinos então pediram ajuda a Roma e a Cartago. Os cartagineses chegaram primeiro, reforçando as defesas de Messina, mas os romanos viram aí uma oportunidade de expulsar os cartagineses – e suas influências comerciais – definitivamente da Sicília.

Deslocando um considerável contingente de tropas a partir de 264 a.C., os romanos participaram de diversas batalhas navais que forçaram a submissão de Hierão II. Sem saída, o rei de Siracusa estabeleceu uma aliança com Roma. As tropas cartaginesas, agora acuadas, ainda resistiram por um tempo mas não conseguiram manter o controle da Sicília.

Com a vitória os romanos exigiram uma série de indenizações dos cartagineses, e passaram a controlar as ilhas de Córsega, Sardenha e Sicília. Para não perder muito espaço comercial no Mediterrâneo, os cartagineses iniciaram um movimento de conquista estratégico que pode ser considerado o estopim da segunda Guerra Púnica.
As Guerras Púnicas foram uma série de três conflitos deflagrados entre romanos e cartagineses pela hegemonia do Mediterrâneo que durou, ao todo, mais de cem anos – entre 264 a 146 a.C. – e teve como desfecho a destruição da cidade de Cartago e a submissão do território cartaginês em província romana.




A Segunda Guerra Púnica: a marcha de Aníbal e a humilhação da Batalha de Canas (Cannæ).

Cartago, que já tinha uma certa influência na Península Ibérica, invadiu a cidade de Sagunto, que na época era aliada de Roma, em 219 a.C.. Além dos interesses comerciais na região, os cartagineses esperavam uma reação romana, que veio quase que imediatamente, com a declaração de guerra por parte de Roma.

Mesmo sabendo que enfrentariam as legiões romanas em solo não tão familiar, os cartagineses comandados pelo general Aníbal Barca não ficaram esperando o confronto em Sagunto. Aníbal reuniu cerca de 50 mil homens, 9 mil cavalos e 37 elefantes e partiu rumo a Roma. Mas ao invés de passar pela via que margeava o Mediterrâneo e que seria o caminho mais fácil e rápido para a Península Itálica, ele resolveu atravessar os Alpes.

Os elefantes cartagineses assustavam por onde passavam – e olha que eram elefantes menores do que os que vivem nas savanas africanas – e mesmo enfrentando o frio, as diversas tribos locais e fugindo da perseguição dos soldados romanos, o exército de Aníbal conseguiu chegar no vale do rio Pó, vencendo batalhas em Trébia e Trasimeno. Quando Quinto Máximo tomou posse como novo Consul, resolveu mudar a tática romana e preferiu esperar os avanços de Aníbal. Só que o povo romano estava interessado em ver suas legiões lutando, já que os cartagineses saqueavam e queimavam as terras dos romanos, espalhando uma certa dose de terror por onde passavam.

Após uns meses de relativo desinteresse dos romanos em guerrear, foram empossados como consules Caio Varrão e Lúcio Paulo, que organizaram novas legiões e reuniram cerca de 80 mil homens, entre soldados e cavaleiros, mas continuaram com as legiões imóveis próximas à Roma. Aníbal tomou a iniciativa de um primeiro movimento e deslocou suas tropas para Canas, um povoado próximo do rio Áufido.

Apesar de ter a inferioridade numérica no campo de batalha, Aníbal posicionou suas tropas de maneira a garantir uma certa superioridade numérica em alguns pontos, mas principalmente na cavalaria, o que ajudou muito a vencer a batalha. Também colocou soldados teoricamente mais fracos no centro da formação, e as legiões romanas foram lutando e gradativamente caindo na armadilha, entrando cada vez mais no meio da formação cartaginesa. Enquanto isso a cavalaria dava a volta pelas legiões e fechava o caminho para uma possível fuga romana do campo de batalha.

Essa tática de fechar o adversário em uma espécie de “pinça” foi utilizada pelos soviéticos contra as tropas nazistas em Stalingrado. Na verdade este é um movimento de batalha que é estudado nas escolas militares até hoje, tamanha sua genialidade! Aníbal humilhou os romanos, que tiveram milhares de baixas – estima-se que 45 mil soldados e 7 mil cavaleiros romanos morreram e 19 mil foram feitos prisioneiros.

Só que enquanto Aníbal humilhava os romanos, os cartagineses não conseguiram enviar reforços e ainda por cima tiveram que lutar contra o cerco do general Cipião, que atravessou o mar junto com algumas legiões e atacou a cidade de Cartago. Sem muitas defesas, Cartago solicitou a volta de Aníbal, que acabou derrotado na Batalha de Zama pelo próprio Cipião, já em 202 a.C.

Com a derrota, Cartago assinou um acordo de paz com Roma. Mas mesmo esta relativa paz não tinha sossego dentro do próprio Senado Romano.
A Terceira Guerra Púnica: “Delenda est Carthago!”

As duas cidades estavam em paz e Cartago não podia guerrear nem estabelecer rotas comerciais sem o consentimento de Roma. Mesmo assim os cartagineses não paravam de trabalhar e prosperar. Com as diversas restrições impostas pelos romanos após o fim da Segunda Guerra Púnica, os cartagineses passaram a centralizar suas atividades no campo.

Em pouco mais de meio século os produtos colhidos em Cartago já estavam rivalizando com os produtos romanos. Este “renascimento” comercial cartaginês encontrou inimigos no Senado, e o principal crítico e incentivador da destruição de Cartago era Marcus Cato, o Velho, que lutou na Segunda Guerra Púnica e sempre terminava seus discursos com a frase “Delenda est Carthago!”, que quer dizer em tradução livre: “Cartago precisa ser destruída!”.

Os discursos de Cato encontravam simpatizantes entre os patrícios, que viviam em Roma mas tinham latifúndios espalhados pelos territórios romanos e viviam justamente da renda das plantações nestas terras.

Como Cartago não podia guerrear, os romanos mandaram os numidas – um povo na época recém-aliado de Roma – atacar territórios cartagineses. Durante três anos Cartago pediu junto ao Senado o direito de defesa, e este foi negado todas as vezes. Quando Cartago enfim resolveu revidar, em 149 a.C., os romanos usaram o fato como motivo para atacar.

Cartago ficou cercada por mais três anos e foi completamente destruída em 146 a.C.. O cerco à cidade foi tão violento que estima-se que poucas pessoas sobreviveram às investidas das legiões romanas. No fim, apenas 50 mil pessoas foram levadas como prisioneiras. A cidade foi completamente arrasada, suas construções destruídas e, dizem, a terra da cidade foi salgada para que nada mais nascesse ali naquele chão.

Os territórios cartagineses ficaram definitivamente sob domínio romano, e após o fim da Terceira Guerra Púnica, Roma ganhou destaque definitivo como maior potência da Antiguidade, conquistando cada vez mais territórios e aumentando suas áreas de influência nos dois séculos seguintes.
711 d.C.
Imperador romano (63 a.C.- 14 d.C.). Caio Otávio, conhecido como Otávio Augusto, é sobrinho-neto de Júlio César. Está na Ilíria (atual Albânia), completando estudos militares, quando é informado do assassinato do tio-avô.
Volta a Roma e fica sabendo que ele o escolhera como sucessor. Por causa da oposição de parte do Senado, une-se aos generais Marco Antônio e Lépido e marcha sobre Roma para tomar o poder. Os três derrotam os assassinos de César e formam o II Triunvirato.
Em seguida, lutam entre si pelo poder. Lépido morre quando Otávio já havia vencido Marco Antônio. O Senado outorga-lhe em 27 a.C. o título de Augusto, o mesmo conferido aos deuses. O fato marca o fim da República e o começo do Império Romano.
Otávio AugustoAugusto exerce poder absoluto, controlando política, religião, economia, exército e relações exteriores. Pacifica a Gália (atual França), amplia o sistema de estradas que interliga o império, desenvolve um eficiente sistema postal, promove livre comércio entre as províncias, constrói pontes e aquedutos e estende o território romano até os rios Reno, Danúbio e Eufrates.
Proclama a paz universal, conhecida como Pax Augusta. Incentiva a cultura junto com o amigo Mecenas - a literatura floresce com Virgílio, Horácio e Ovídio. Casa-se duas vezes, mas não deixa herdeiros do sexo masculino. Quando morre, em Nola, recebe a apoteose, o direito de ter um lugar entre os deuses. É sucedido pelo enteado e filho adotivo Tibério.
Imperador Otávio Augusto


Grupos que apoiaram a Reforma:

- Nobreza: Interesse nas terras da Igreja e ampliação do poder real de Henrique VIII (Inglaterra)
- Burguesia: A Igreja Católica condenava o lucro e a usura.
-Religiosos (Críticas à Igreja): Corrupção, vida mundana dos Padres, comércio de relíquias(Simonia), venda de cargos eclesiásticos e venda de indulgências (salvação).
Luteranismo:
- Região: Sacro Império Germânico
Reformador: Martinho Lutero
1517: 95 Teses de Martinho Lutero
1520:Lutero foi expulso da Igreja
1521: Dieta de Worms - Carlos V(Imperador/Católico) comunicou seu desejo de perseguir Lutero, que passou a ser protegido por Principes.
- Crise na nobreza: Carlos V x Principes
1524: Eclosão da Revolta Camponesa liderada por Thomas Muzer - Defesa do Anabatismo.
obs: Anabatismo: Doutrina Religiosa que defendia a igualdade dos indivíduos semelhante à época dos primeiros Cristãos.
- Contestação à Nobreza
- Proposta de divisão de terras ( Anabatismo na Prática)
- Lutero apoiava a Nobreza e não os camponeses.
- O movimento foi violentamente reprimido.
1530-1555: Conflito Militar - Carlos V, derrotado, autorizou os principes a impor o próprio culto aos súditos.
Características do Luteranismo:
- Salvação pela Fé
- Livre exame da Bíblia
- Dois sacramentos: Batismo e Eucaristia
- Abolição das Imagens
- Fim do Celibato
- Fim da hierarquia eclesiástica
- Culto mais simples
- Submissão da Igreja ao Estado

obs: O Anglicanismo foi consolidado no reinado de Elizabeth - lei dos 39 artigos.. Apresenta liturgia Católica e conteúdo Protestante. A religião Anglicana apresenta hierarquia eclesiástica, sendo o rei o chefe da Igreja




- inexistência de uma escrita sistematizada.

- Transmitido pela oralidade.

- A vida vivida continha muito simbolismo e mistério.

- Período que antecede ao nascimento da filosofia, portanto, despreocupação com um conhecimento sistematizado. Tudo estava a ser construído

Obs.:
O paradigma arcaico nos escapa em termos de conhecimento. Temos apenas conhecimento de suas narrativas, além de registros arqueológicos. O homem não tinha nada registrado até invenção da escrita, e tudo era transmitido aos homens de forma oral. E essa oralidade sucedeu por milhares de anos.

Características:

Mythos -> Discurso fictício ou imaginário (tradições culturais de um povo)
Sua forma de transmissão era fasicamente oral
O mito configura, assim, a própria visão de mundo das pessoas
Sua forma de explicar a realidade e o apelo ao sobrenatural, ao mistério, ao sagrado, à magia -> os sacerdotes, os rituais religiosos, os oráculos serviam como intermediários, pontes entre o mundo humano e o mundo divino.
O pensamento mítico esbarrava no inexplicável -> impossibilidade do conhecimento.
Grécia -> séc XII a.C -> monarquia divina -> classe sacerdotal influente.
Poder político -> hereditário -> aristocracia militar.
Economia -> agrácia
Invasão da Grécia -> tribos doricas (Ásia Central) -> séc. IX - VII a.C
Séc VII -> surgimento das cidades - estado (Pólis)


Mythos

O Mito é a vivência do real em um mundo simbólico. Uma crença relacionada aos pensamentos, passada de geração em geração, com exaltação aos Deuses e rituais para aguçar suas crenças. Trata – se de um conhecimento explorando o imaginário.

Obs.:
Os Mitos irão construir uma civilização, levando-a de forma à crítica a aderirem às interpretações dada pelos Oráculos e autoridades religiosas

Exemplo:
A metáfora da lâmpada mágica de Aladim está no despertar da consciência. É o conhecimento. A viagem do conhecimento. O problema é que não aparece à busca pela genialidade, ou talvez seja só um mito.

Como explicar o mundo a partir dele mesmo? Já que no arcaico a explicação estava fora do mundo.

Obs.:
Em suma, como uma civilização tem uma visão mais crítica ou menos critica acerca do mundo que vive. O homem buscava o conhecimento real por explicações sobrenaturais. Quer dizer, buscar o real por iniciativas, argumentos e fundamentos que não eram reais. Uma linguagem cifrada, carecedora de uma racionalidade capaz de traduzir o contexto da vida.

Por isso, as formas de governar os homens eram as monarquias, poderes centralizados de homens equiparados a Deuses, sob a influência dos Oráculos, das entidades religiosas, supostamente tradutoras da verdade para além da realidade vivida.

Pensamento acerca da Ciência Política:
Insatisfação e a busca por um novo ser no mundo. A angústia do homem é a incerteza da existência.
31a.C.
14d.C.
Reformas em Roma
Desenvolvimento da ciência do direito.

O direito romano era dividido em três grandes ramos:

1 -
jus civile
- lei de Roma e de seus cidadãos

2 -
jus gentium
- lei comum a todos os homens, sem considerar a sua nacionalidade; autorizava a escravidão e a propriedade privada e definia os princípios da compra e venda, das sociedades e do contrato; aplicava-se especialmente aos habitantes estrangeiros do império.

3 -
jus naturale
- mais uma filosofia, com influencia do estoicismo e sua concepção de uma ordem racional da natureza, que seria a corporificação da justiça e do direito; afirmava a igualdade dos homens por natureza, e de alguns direitos naturais que os governos não teriam autoridade para transgredir. Tem como principal precursor Marco Túlio Cícero (106-43 a.C) e Sêneca (3 a.C - 65 d.C)
Os sofistas não acreditavam que existiam verdades únicas e absolutas sobre nada. Nessa representação do quadro de René Magritte vemos como uma mesma imagem pode ser vista e interpretada por mais de um ponto de vista.
O colapso do Imperio Romano do Ocidente


Após um longo período de expansão territorial e conquistas militares, o império Romano passou por um processo de declínio que se iniciou no seculo III d.C. A grande extensão do Império dificultava o controle desse vasto território e sua expansão. As longas distâncias geraram dificuldades de comunicação.
Como grande parte dos escravos do Império era proveniente das áreas dominadas, a retração das conquistas teve como consequência a diminuição do fluxo de prisioneiros que serviam como escravos.
Na tentativa de solucionar a crise escravista, foi instituído o colonato, que buscava o aumento da produtividade no campo.
Os gastos excessivos do Império também colaboraram para sua desagregação. A imensa burocracia e o grande contingente militar necessário para a manutenção das estruturas romanas geravam grandes despesas. A paralisação das conquistas e do fluxo de escravos provocou retração nos recursos do Estado e contribuiu para o aumento da crise.
No final do seculo III e durante o seculo IV, os chefes políticos tomaram medidas que visavam à contenção da crise, iniciando um período de intervenção direta do Estado na vida social. Diocleciano(284 - 305), por exemplo, criou o Édito do Máximo, que fixava o preço dos salários e das mercadorias, visando conter a inflação. Estabeleceu, também, a tetrarquia que dividia o poder político entre quatro generais. Constantino(313 - 337), em 330, criou uma nova capital, Constantinopla, em um momento de desagregação de tetrarquia e unificação do poder. Constantinopla, antiga cidade de Bizâncio, seria o centro difusor da cultura Bizantina durante toda a Idade Média.
O Império foi dividido em dois: O Império Romano do Ocidente, com sede em Roma, e o do Oriente, ou Bizantino, perdurou até o fim da Idade Média, quando foi tomado, em 1453, pelos turco otomanos; já a parte ocidental entrou o seu fim a cerca de mil anos antes.
Além dos fatores internos, as migrações dos povos germânicos colaboraram para a derrocada do Império Romano. O evento, que durante muito tempo ficou conhecido como invasões bárbaras, representou o fim do domínio de Roma.



Quando Otávio assumiu o Império, ele passou a concentrar o poder nas suas mãos, subordinando o Senado à força do imperador, que o passou a ser considerado uma figura sagrada. Para tentar solucionar os graves problemas sociais, Otávio tomou uma série de medidas, visando pacificar o Império. Estas obtiveram relativo sucesso e seu governo ficou conhecido como o período Pax Romana (Paz Romana).
Para evitar os conflitos com a elite, foi criada uma vasta burocracia imperial, que possuía uma série de privilégios. Assim, a antiga elite patrícia passou a compor esse grupo juntamente com os novos grandes proprietários das terras recém-conquistadas, já que a expansão do Império não havia cessado.
Cronologia:

Tradicionalmente, a Idade Média é caracterizada como o período que se entende do seculo V, mais precisamente da queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C., até os séculos XV E XVI. Ainda de acordo com essa divisão, o Período Medieval pode ser separado em Alta Idade Média, dos séculos V ao IX, e Baixa Idade Média, dos séculos X ao XV. No período da Alta Idade Média, ocorreu a formação do feudalismo,e, ao longo da Baixa Idade Média, assistiu - se à consolidação e à decadência do mundo Feudal.


Feudalismo
Parte I
Parte II
A Queda do Império Romano

Com o passar do tempo e com o progressivo enfraquecimento do Império devido aos fatores internos, as migrações germânicas passaram a se intensificar e adquiriram caráter violento. Vários povos, como os vândalos, os suevos, os francos, os lombardos, os godos e os visigodos, colaboraram para a conquista para a conquista do Império Romano. No entanto, foram os herulos, em 476 d.C., que tomaram Roma, destituindo seu último imperador, Rômulo Augusto.
A compreensão da estrutura da sociedade feuda, que se consolidou na Europa nos séculos X e XI, só é possível pela análise desses fatores. As características da sociedade Medieval tiveram suas raízes em estruturas do antigo Império Romano e dos povos de origem germânica que colaboraram para a sua desagregação.
O nascimento do cristianismo e o auge da Idade Média:
Filosofia Cristã: A relação entre FÉ e RAZÃO


Contexto Histórico: O período entre a Antiguidade e o Renascimento, preanunciado por Francesco Petrarca (1304 - 1374)
e batizado por este de Medium Aevu, ficou conhecido como Idade Média. Pejorativamente chamado de "Idade das Trevas", esse período sofreu com a estagnação da política e da economia, devido ao sistema feudal, e como

atraso da Ciência, impedida de avançar devido à presença fiscalizadora da Igreja.
Iniciando - se no século V, com a queda do Império Romano do Ocidente(476), quando da invasão de Roma pelos visigodos, e se estendendo até o inicio do pensamento moderno, no final do seculo XV e início do seculo XVI, a Idade Média foi palco de profundos avanços da História e do pensamento Ocidental, embora tenha sido amplamente criticada. As obras dos grandes pensadores, como Agostinho de Hipona, Tomás de Aquino, Pedro Abelardo e Guilherme de Ockham, são exemplos cabais da importância e do fervor intelectual desse período.

O Nascimento do
Cristianismo
FÉ X RAZÃO

É na Idade Média que acontece, de forma sistemática, a aproximação entre fé(religião) e razão(filosofia). Porém,tal aproximação não se deu somente a partir do século V, uma vez que a religião cristã teve seu início já no século I, antes da queda do Império Romano do Ocidente.
O pano de fundo que leva à compreensão do surgimento, e do crescimento do cristianismo é o Helenismo, que permitiu, graças a convivência de várias culturas em um mesmo território, uma aproximação entre o Judaísmo e a cultura grega, preanunciando a filosofia cristã que surgiria algum tempo depois.
O ponto mais importante apresenta na tentativa de conciliação entre FÉ E RAZÃO, ou seja, entre a Filosofia Clássica, principalmente a de Platão e Aristóteles, e as verdades reveladas, crenças fundadoras do cristianismo, o que marcou definitivamente o pensamento e o modo de ser e viver da Idade Média.
O mundo medieval foi tratado durante muito tempo, de maneira preconceituosa. O termo Idade Média, por exemplo, é fruto dessa visão, visto que esse longo período correspondia a um estágio intermediário entre grandeza da Antiguidade Clássica e o Mundo Moderno.
De acordo com essa visão, na Idade Média, não teriam ocorrido avanços nas áreas da ciência, das artes e da Filosofia, acreditando - se que o desenvolvimento humano teria sido contido e só seria retomado a partir da Idade Moderna. A arte Medieval foi considerada pelos homens renascentistas como grosseira e pobre.
Idade Média
Consequência do Nascimento de Jesus Cristo:
Primeiro Pensador:
O primeiro pensador a buscar uma conciliação entre religião e Filosofia foi Fílon de Alexandria(25 a.C, - 50 d.C.). Conhecido também como Fílon, O Judeu, ele escreveu alguns comentários sobre o Pentateuco(composto pelos cinco primeiros livros da Bíblia) com base nas ideias de Platão, fazendo uma aproximação entra a cosmologia platônica, presente no Timeu, e a criação do mundo por Deus. Platão se referiu ao Demiurgo, um semideus que criou todas as coisas do mundo apoiando - se das ideias inteligíveis
já existentes. Já para Fílon, Deus criou todas as coisas tendo em vista suas próprias ideais, e não aquelas tidas como autônomas, como supunha Platão, as quais não provinham do próprio Deus.
A conciliação entre fé e razão foi o principal e mais difícil problema sobre o qual os Padres da Igreja e toda Idade Média tiveram de se debruçar.
Será que a fé é contrária a Razão? Será que a Filosofia é inimiga das verdades cristãs?

Paradigma Arcáico
Roma
O que é Paradigma?

PRÉ-SOCRÁTICOS

São os primeiros filósofos, considerados os fundadores da Filosofia, eram conhecidos também como filósofos da naturaza, e seu pensamento voltava-se para a compreensão da natureza (Physis) e de sua origem (Cosmos).
O objetivo dos Pré - Socráticos era explicar o mundo e a realidade por meio da razão, acreditando que a natureza poderia ser compreendida unicamente pela razão humana, sem precisar apelar às explicações fantasiosas dos mitos, que compreendiam a realidade por meio da imaginação.
Assim, os pensadores pré - socráticos, chamados por Aristóteles de fisiólogos (physyologoi, em grego, physis: natureza; logos: razão, pensamento) foram os primeiros a buscar uma explicação puramente racional para a origem do Universo.
O objeto de estudo desses pensadores era a physis, ou realidade natural. Para os pré-socráticos, a chave que levava ao conhecimento da natureza encontrava-se na natureza e não fora dela, e tudo na natureza agia e se transformava de acordo com a relação causa e efeito.
No entanto, o pensamento deparou-se com um problema: se toda causa é efeito de alguma outra causa, que, por sua vez, é também efeito de outra causa anterior, então a busca pelas causas e seus efeitos consistiria em um processo infinito, o que, à semelhança dos mitos, seria algo misterioso e inexplicável. Não aceitando a hipótese de sair de uma explicação fantasiosa e entrar em outra, os pré-socráticos precisaram admitir a existência de um causa primeira, um princípio, uma matéria-prima original que teria dado início a todo processo de transformação da natureza.
Os filósofos da natureza buscaram determinar esse prícipio, chamado por arché.

Sofistas, palavra que significa sábio em grego. Ardilosos oradores, os sofistas fascinavam àqueles que ouviam suas palestras, ensinando como transformar um argumento fraco em um argumento forte e vice-versa. Para eles, fácil era convencer conforme seus interesses, por isso conseguiam provar que uma coisa ora era branca, ora preta. O importante era convencer a qualquer custo. Mediante salários (ou seja, cobravam pelo ensino), eles ensinavam a quem pudesse pagar, sobre qualquer coisa, dizendo serem portadores de um saber universal. Mas na prática, ensinavam como refutar o seu adversário, não se preocupando com a relação que as palavras tinham com as coisas, articulando-as segundo as necessidades do debate para convencer e derrotar seu oponente.
* 428 a.C. † 348 a.C.
* 469 a.C. † 399 a.C.
* 384 a.C. † 322 a.C.
44 a.C.
Império
Zeus

Minotauro
Hércules
Thor
Ulisses
Confronto dos Deuses:
A série (Crash of the Gods, EUA, 2010) do History Channel. A série reconstitui 10 mitos da antiguidade: Zeus, Minotauro, Hércules, Thor, Ulisses e outros. Destaque para a
Lenda de Beowulf.

Lenda de Beowulf
- O Paradigma é o conjunto de conhecimentos tidos como verdadeiros por uma comunidade científica e com reflexos em uma civilização em um determinado período histórico. São utilizados como modelo de referência em cada período de tempo.

- Thomas Kuhn: Fazia observações de como os cientistas desenvolviam as suas pesquisas. A formação do conhecimento de acordo com a influência paradimática

- Pesquisa Científica.

- Descritiva: Ou segue o paradigma ou desconstrói.

- Livro: A Origem das Revoluções Cientifica:











Obs.: O Direito é construído por um conjunto de valores de uma determinada civilização;


- Exemplo: O paradigma possibilita dentro de um mapa, uma referência ou um padrão a ser seguido, mas que constroi não só a cultura, mas também o Direito e o Estado e faz com que os homens possam viver apaziguados para lidar uns com os outros.
Formação: A região sul da Península Balcânica, as ilhas do Mar Egeu e o litoral da Ásia Menor deram origem ao mundo grego. Essa região foi ocupada inicialmente por cretenses e, posteriormente, por aqueus ( civilização micênica), dórios, jônios e eólios, povos de origem indo-europeia.

Nascimento da Filosofia
Diante das inúmeras transformações históricas, políticas e sociais ocorridas na Grécia durante os Séculos VII e VI a.C., as narrativas míticas tornaram - se insuficientes para explicar o ser humano e o cosmos. Os poetas rapsodos passaram gradativamente a perder seu poder social, e consequentemente, os mitos foram perdendo a sua força.
Os historiadores da filosofia dizem que ela possui data e local de nascimento: final do século VII e inicio do século VI antes de Cristo,. E o primeiro filosofo foi Tales de Mileto.

Além de possuir data e local de nascimento e de possuir seu primeiro autor, a filosofia também possui um conteúdo preciso ao nascer: é uma cosmologia. A palavra cosmologia é composta de duas outras, cosmos que significa mundo ordenado e organizado; e logia que vem da palavra logos, que significa pensamento racional, discurso racional, conhecimento. Assim, a filosofia nasce como conhecimento racional da ordem do mundo ou da Natureza, donde cosmologia.
A palavra PHILOSOFIA, provem do Grego que é a junção de duas palavras; PHILOS, que quer dizer amigo, e SOPHIA, que quer dizer, saber ou conhecimento.
A localização geográfica e o solo pouco fértil transformaram o comércio na principal atividade econômica desses grupos. A expansão comercial grega, a partir do Século VIII a.C., levou à colonização de vários pontos ao longo do Mediterrâneo, chegando até ao sul da Itália, região conhecida como Magna Grécia. Isso ocorreu por causa de um vasto movimento de expansão ( Segunda Diáspora), o que levou à fundação de cidades gregas na costa do Mediterrâneo, solucionando a demanda de terras por parte dos mais pobres e estabelecendo - se novos vínculos comerciais.
Mapa de Mercado
Governo definido por Aristóteles
Platão - Racionalismo
Método dialético de Sócrates
Caos x Cosmos

Caos:
Desordem, desarmonia

Cosmos:
Ordem, harmonia. O cosmos era entendido como uma ordenação racional e hierárquica da natureza, em que há uma relação de causalidade entre os seus elementos.



Mito:
Baseado na Imaginação, na narrativa poética e fantasiosa para compreeder o real, não necessitando, por isso, de razões.
Logos:
Discurso racional, essencialmente sustentado pelas razões dadas àquilo que se conhece ou que se quer conhecer.
Logos
Compreensão da Cosmologia
Mitos X



A Segunda Cruzada foi uma expedição dos cristãos europeus, proclamada pelo papa Eugénio III e pregada por São Bernardo de Claraval em resposta à conquista de Edessa em 1144 pelos muçulmanos. A cruzada liderada pelos monarcas Luís VII de França e Conrado III da Germânia ocorreu entre 1147 e 1149 e foi um fracasso: Os cruzados não reconquistaram Edessa e deixaram o Reino de Jerusalém politicamente mais fraco na região. O único ponto positivo da campanha foi a recuperação de Lisboa em 1147.
Após a primeira cruzada, quatro reinos foram criados na região da Palestina: o Condado de Edessa, o Principado de Antióquia, o Condado de Trípoli e o Reino de Jerusalém. Em oposição à presença cristã nas Terra Santas, despontaram lideranças muçulmanas como Zengi, senhor de Alepo e Mossul. Em 1144, Zengi iniciou o processo de reconquista de Edessa. Depois de sua morte, o herdeiro Nur ad-Din arrebatou definitivamente Edessa das mãos cristãs a 3 de Novembro de 1146.

Em resposta, o papa Eugênio III lançou em 1145 o apelo por uma nova cruzada. Conrado III, da Alemanha, e Luís VII, da França, assumiram a liderança da empreitada cristã e partiram para o Oriente. Conrado foi quem primeiro atravessou o estreito e passou para a Ásia Menor onde foi atacado pelos turcos seljúcidas na região de Dorileia, em outubro de 1147. Tendo sofrido muitas perdas recuou para Niceia. Luís VII seguiu pelo litoral da Anatólia, mas em janeiro de 1148 acabou cercado pelos turcos nos desfiladeiros de Pisidia e perdeu muitos homens. Conseguiu chegar ao porto de Adalia, e embarcou em direção a Antioquia com a cavalaria. A infantaria, que tentou continuar por terra, foi massacrada pelos turcos em fevereiro.

Enfraquecidos após as primeiras derrotas, os monarcas se uniram e convenceram a regente do Reino de Jerusalém Melisanda de Bolonha, mãe de Balduíno III, sobre a necessidade de uma ataque à Damasco, cidade árabe até então aliada dos cristãos. A tática se mostrou mal sucedida e apenas acelerou a unificação da Síria nas mãos de Nur ad-Din, filho de Zengi. O atabaque de Alepo capturou, no ano seguinte, o castelo de Artésia ao príncipe de Antioquia e, assimilou terrras até o Egito. Seu sucessor, Saladino continuou a reconquistar territórios e a expulsar cristãos da região, deixando-os limitados a algumas cidades costeiras.

A Segunda Cruzada não obteve o sucesso esperado. A expedição acabou por complicar a relação entre os reinos cruzados, bizantinos e governantes muçulmanos. A única vitória cristã foi a reconquista de Lisboa em 1147 sob a solicitação de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Nenhuma nova cruzada foi lançada até a conquista de Jerusalém pelos muçulmanos em 1187. O condado de Edessa estava definitivamente perdido e o principado de Antioquia ficou reduzida à metade do seu antigo território.
A Terceira Cruzada pode ser compreendida como uma reação cristã à conquista de Jerusalém pelo líder muçulmano Saladino em 1187. A expedição teve como principais condutores os reis da Inglaterra e da França, respectivamente Ricardo I (Ricardo Coração de Leão) e Filipe Augusto, além do imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Federico Barba Ruiva (traduzido por alguns como Barbarossa ou Barba-Roxa), o que a levou a ser popularmente conhecida como a Cruzada dos Reis. Embora tenha reunido inicialmente um grande exército, ela se revelou um fracasso no seu objetivo principal.


Assim como as anteriores, a expedição foi organizada a pedido de um papa, na ocasião Gregório VIII, e buscou construir e consolidar a supremacia européia durante a Idade Média. Além da participação ativa de monarcas cruzados, a Terceira Cruzada, ocorrida entre 1189 e 1192, tem como característica uma maior tolerância entre líderes cristãos e muçulmanos. O período marcou também o surgimento e a participação dos Cavaleiros Teutônicos.

Após o apelo de Gregório VIII, Frederico Barba Ruiva deu início à campanha, seguindo por terra à margem do Rio Danúbio. Durante o percurso conquistou Konya, capital do sultanato turco da Ásia Menor, mas no decorrer da expedição acabou morrendo afogado ao atravessar um rio na região da Cilícia. Com a perda de seu líder, boa parte dos cruzados germânicos desistiu da empreitada. Aqueles que não retornaram ao Império Romano-Germânico decidiram avançar até São João de Acre, agora sob liderança de Frederico da Suábia, filho de Frederico.

Ricardo I e Filipe Augusto iniciaram a expedição pela Sicília em 1190, onde saquearam algumas cidades e seguiram até a Terra Santa pelo mar. O líder britânico teve alguns problemas com as embarcações e levou dois meses a mais que o rei francês para chegar à Palestina. Nesse meio tempo, conquistou a Ilha de Chipre aos Bizantinos, encorporando-a ao chamado Reino Latino.

Com a chegada dos britânicos ao Acre, os cruzados conseguiram sitiar a cidade e, em Julho de 1191, obtiveram a primeira vitória ao reconquistar a região. Apesar do sucesso até então, Filipe Augusto desistiu da cruzada devido às más condições de saúde e retornou à França prometendo não atacar as terras de Ricardo.

O rei inglês permaneceu na Palestina onde venceu as batalhas de Arsuf e de Jaffa diante de Saladino, porém suas tropas, agora sem o apoio de Filipe e de grande parte do exército alemão, não contavam com homens suficientes para sitiar a Cidade Santa. Com o exército enfraquecido, Ricardo firma um acordo diplomático com o líder sarraceno: Jerusalém permaneceria sob domínio muçulmano em troca da garantia da abertura da Terra Santa aos peregrinos cristãos, desde que desarmados. Os cruzados mantiveram a área conquistada, uma faixa costeira contínua de Tiro a Jafa, consolidando os estados cristãos no Oriente.

Apesar de não conseguir o principal objetivo da Terceira Cruzada que era a reconquista de Jerusalém, Ricardo ganhou prestígio e respeito dos povos cristão e muçulmano, o mesmo acontecendo com Saladino, transformado em herói no Oriente e em exemplo de cavalaria medieval na Europa.
Terceira Cruzada
Segunda Cruzada
Com o intuito de recuperar o domínio cristão em Jerusalém, que estava sob hegemonia dos turcos otomanos, a Igreja Católica empreendeu as Cruzadas para fortalecer sua doutrina religiosa no mundo.
Entretanto, com a Quarta Cruzada pregada pelo papa Inocêncio III entre 1202 e 1204, os interesses da Igreja Católica seriam desviados pelo duque de Veneza Enrico Dandolo. A comitiva para a Quarta Cruzada era liderada por Balduíno IX, Conde de Flandres e o Marquês de Montferrant. Eles estavam com algumas dificuldades de pagar a extrema quantia exigida por Veneza para a travessia dos barcos e locomoção do Exército para o Egito.






Aproveitando-se da situação, Dandolo propôs uma incursão até a cidade de Zara, onde hoje fica a Croácia, para tomá-la dos húngaros. Os mercadores de Veneza tinham grande interesse pelo território porque facilitava as transições comerciais com outras nações através da liberação do Mar Mediterrâneo.

Além de Zara, os venezianos invadiram Constantinopla em 1203, que na época estava sob domínio do Império Bizantino. Lá, o Imperador Isaac II fora destituído do poder por seu irmão Aleixo III, fazendo com que o príncipe peça auxílio aos cruzados para dominarem o território.

Com o aval de Inocêncio III, os venezianos dominam Constantinopla e criam novos impostos. Apesar de mostrar-se contrário às invasões em Zara, o papa apoia a tomada de Constantinopla para tentar uma reaproximação com a Igreja Ortodoxa, que de fato não se concretizou.

Veneza também mantinha relações conflituosas com Constantinopla. Em 1182, os mercadores venezianos foram massacrados graças a interesses comerciais regionais. A invasão liderada por Dandolo, de certa forma, também era um ato de vingança patrocinado pela Cruzada.

A tomada de Constantinopla marcou a presença do Império Latino, servindo de ponte entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Morto. A região também era dominada pelos Impérios de Nicéia, Trizonda e Épiro.
Quarta Cruzada
Após o desvio de interesses que caracterizou a Quarta Cruzada em 1204, o papa Inocêncio III propôs, em 1215, o empreendimento de uma nova Cruzada através do Quarto Concílio de Latrão, um dos mais importantes eventos da Idade Média onde reuniam-se líderes religiosos e laicos de diversas regiões para discutir temas condizentes à Igreja Católica.
Entretanto, ela só seria efetivamente posta em prática em 1217, a mando do papa Honório III. Os líderes daquela que seria a Quinta Cruzada eram: André II, rei da Hungria; Leopoldo VI, duque da Áustria; Jean de Brienne, considerado por eles rei de Jerusalém; e Frederico II, do Sacro Império Romano-Germânico.

Por mais que Jerusalém fosse o alvo dos cruzados, eles decidiram atacar primeiro a cidade do Cairo, no Egito. Frederico II, que estava a frente da comitiva, deparou-se com um conflito interno entre os sultões do Egito e Damasco. Conquistaram uma pequena fortaleza e receberam reforço papal com a chegada do autoritário cardeal Pelágio.

Em 1219, com um acordo de paz, os muçulmanos propõem a entrega de Jerusalém aos cristãos com a condição de que eles se retirem do Egito. O cardeal Pelágio nega a oferta alegando que os egípcios não resistiriam ao ataque dos cruzados com a chegada de Frederico II.

Depois da demorada reorganização da Cruzada novamente até o Egito, em 1221 os cristãos avançaram até Cairo. Porém, após a recusa das ofertas dos muçulmanos, depararam com uma emboscada em que estariam completamente cercados e sem acesso à comida.

Para a retirada completa dos cristãos, os egípcios fizeram uma nova proposta: deixaria eles se retirarem com vida caso aceitassem a imposição de uma trégua por oito anos de paz.

Sem a chegada das tropas de Frederico II, os cruzados tiveram que se retirar da cidade. Visto como o personagem central do fracasso da Quinta Cruzada, Frederico II foi excomungado da Igreja pelo papa Gregório IX.

Quinta Cruzada
A Sexta Cruzada foi lançada pelo imperador do Sacro Império, Frederico II de Hohenstauffen, no ano de 1227. Não obteve o êxito esperado e marcou-se por um dos fatos mais interessantes, seu propagador foi excomungado pelo Papa por duas vezes.

Frederico II
Frederico II era o herdeiro do trono de Jerusalém e desejava tomar posse de seus direitos em Chipre e Jerusalém-Acre, convocou então uma Cruzada para o ano de 1227. Entretanto Frederico II era partidário do diálogo com os muçulmanos em lugar de se resolver as questões por via de guerras. No mesmo ano de 1227 o sultão do Egito enviou uma comitiva de paz para conversar com o imperador do Sacro Império, adepto do diálogo, resolveu aguardá-la mesmo tendo já sua frota partido para o Oriente. O Papa Gregório IX não ficou satisfeito com o comportamento de Frederico II e o atraso que causara no avanço da Cruzada e então, pela primeira vez, o excomungou.

A excomunhão traria graves consequências para a autoridade de Frederico II e principalmente para o desenrolar da Cruzada. Esta só partiu no verão do ano seguinte, em 1228, mas os reis cristãos resolveram não apoiar o excomungado líder da nova Cruzada. Frederico II tinha a esperança de ser bem sucedido no empreendimento que liderava, almejando livrar-se da excomunhão recebida. Todavia o Papa Gregório IX resolveu convocar outra Cruzada, mas desta vez o ataque cairia sobre as possessões de Frederico II na Península Itálica.

Enquanto Frederico II avançava rumo ao Oriente seu exército diminuía gradativamente. A ocorrência da excomunhão fez com que muitos integrantes da Cruzada desistissem de acompanhá-la e tivessem hostilidade com o movimento. O pequeno exército que sobrou para combater no Oriente foi auxiliado pelos cavaleiros teutônicos.

Quando finalmente chegou ao Oriente, Frederico II agiu de acordo com sua convicção, trocando a guerra pelo diálogo. Mais uma vez o Papa reprovou a atitude do imperador e tornou a excomungá-lo.

A religião islâmica atraia especialmente Frederico II, os muçulmanos o receberam em seus territórios admirados com tamanho conhecimento da cultura islâmica que o imperador cristão possuía. Tal fato foi fundamental para que realmente houvesse diálogo entre cristãos e muçulmanos e principalmente para se estabelecer um acordo. Utilizando da diplomacia e aproveitando-se das desavenças entre os sultões do Egito e de Damasco, foi firmado um tratado, especialmente com Malik el-Kamil do Egito, estabelecendo a soberania cristã nos territórios de Acre, Jafa, Sidon, Nazaré, Belém e Jerusalém por um período de dez anos.

O Tratado de Jafa, como ficou conhecido, foi assinado em 1229 reconhecendo a soberania dos cristãos por um vasto território que lhes concedia acesso ao mar. Enquanto isso, os muçulmanos tinham seu direito de culto respeitado na cidade sagrada.

Frederico II foi finalmente coroado rei de Jerusalém, do qual era herdeiro. Mas o relacionamento com a Igreja Católica não estava nada bom, por duas vezes já havia sido excomungado e não tinha apoio do mundo cristão. Com medo de perder o trono na Germânia e em Nápoles por conta da Cruzada convocada pelo Papa Gregório IX para atacar seus domínios, Frederico preferiu retornar à Europa para tentar mantê-los. Ao regressar, procurou retomar as ligações com Roma em 1230. Enquanto isso, no Oriente os cristãos mantinham a soberania no território mesmo com o rei não presente, todavia em 1244 foram atacados em Gaza e terminaram por perder os Santos Lugares.
Sexta Cruzada
A Sétima Cruzada foi comandada pelo rei francês Luís IX, o objetivo era alcançar o Egito. Após algumas investidas o exército de cruzados conseguiu vitórias importantes e o domínio de alguns territórios, mas a prisão do líder francês fez com que tudo se perdesse.

Rota utilizada pela Sétima Cruzada (em azul)
A Sexta Cruzada conseguiu estabelecer um tratado de paz com os muçulmanos na Terra Santa. O líder nessa ocasião era Frederico II, herdeiro do trono de Jerusalém, que embora cristão, admirava muito a cultura islâmica. Pelo seu interesse diferenciado, preferiu dialogar com os muçulmanos a guerrear, mas mesmo tendo conseguido estabelecer um tratado de paz que garantia soberania dos cristãos na Terra Santa por dez anos, o Papa Gregório IX ficou insatisfeito por não ter combatido os muçulmanos e o excomungou.

O tratado de paz vigorou a partir de 1229 pelo tempo que foi previsto, mas quando chegou ao fim os embates retornaram. Uma fraca expedição militar cristã foi liderada por Ricardo de Cornualha e Teobaldo IV de Champanhe visando garantir a situação que havia. Mas em 1244 os muçulmanos reconquistaram todas as terras no Oriente, isto fez com que o Papa Inocêncio IV abrisse o Concílio de Lyon no mesmo ano para se debater novas alternativas de reforçar a presença cristã nos lugares considerados sagrados. Em tal ocasião, o rei francês, Luis IX, se apresentou para liderar os cristãos em mais um Levante contra os muçulmanos.

A nova Cruzada só partiu três anos depois, entretanto Luís IX conseguiu reunir um admirável exército que contava com a força de 35.000 homens. Enquanto os mongóis causavam perturbações no Oriente, o monarca francês se aproveitou da oportunidade para sair de Aigues-Mortes em 1248 e chegar até o Egito. No mesmo ano fez uma escala com seu exército em Chipre para por fim atacar o Egito.

No ano seguinte, em 1249, o exército de cruzados comandado por Luís IX recuperou a região de Damietta, a qual utilizaria mais tarde como base militar para promover a conquista da Palestina. Em 1250, por pouco, o rei francês não conseguiu conquistar o Cairo. Os cristãos foram surpreendidos por uma inundação do Nilo, a partir da qual os muçulmanos aproveitaram para se apoderar das provisões alimentares dos cruzados, gerando fome e doenças como o escorbuto entre os cristãos.

A consequência dessa derrota foi muito negativa, o exército sucumbiu a várias doenças, sendo que especialmente o tifo foi responsável por dizimá-lo. Sem o grandioso exército que organizara, Luís IX preferiu bater em retirada, mas também não conseguiu o fazer da forma desejada. Ainda no mesmo ano o monarca francês foi tomado como prisioneiro em Mansurá pelos muçulmanos. A negociação pela libertação do rei fez regredir todas as conquistas de sua expedição no Oriente, foi pago um volumoso resgate no valor de 800 mil peças de ouro e o território de Damietta foi devolvido aos muçulmanos em maio de 1250. Enquanto esteve preso, o irmão de Luís IX, Roberto de Artois, tentou reconquistá-lo por via do combate, mas foi derrotado por sua imprudência.

Após a liberação de Luís IX, este seguiu para Palestina acompanhado por seu irmão, Carlos D’Anjou, lugar onde permaneceu por quatro anos negociando a liberação de todos os prisioneiros cristãos e de promover um grande esforço para fortificar as cidades fracas do Levante.

Em tal ano de 1254, Luís IX regressa à Europa e só então recebe a notícia de que sua mãe, Branca de Castela, regente em sua ausência, havia falecido. Tempos mais tarde, o rei francês Luís IX foi canonizado como São Luís.
Sétima Cruzada
Oitava Cruzada
Pelo curto período de tempo entre elas, a Nona Cruzada é considerada, para muitos, como parte da Oitava Cruzada, onde o rei francês Luís IX e grande parte de suas tropas morreram no Oriente Médio em decorrência do alastramento de uma peste, sem chegar a confrontar os sultões, de religião islâmica.

Em 1271, meses após o fim da Oitava Cruzada, o príncipe inglês Eduardo I mobiliza seus seguidores até a região do Acre, na Galileia, para reforçar o exército enviado anteriormente, na tentativa de converter os sultões ao Cristianismo para manter a hegemonia cristã em Jerusalém, tida como Terra Santa.

Acre foi o território almejado porque anos antes, em 1268, o sultão egípcio Baybars reduziu o Reino de Jerusalém a um pequeno território situado entre Sidão e Acre. Eduardo chegou lá e tentou amenizar o conflito entre sultões e cristãos, com o apoio do papa Nicolau II.


"O Último Cruzado" - Pintura de Carl Friedrich Lessing (1808-1880), retrata o fim das cruzadas.
Vendo o domínio de Jerusalém, que antes era dos europeus, ir para os ares com a invasão dos sultões, tornou-se inevitável um conflito entre as tropas de Eduardo I e Baybars. Com algumas alianças na região, Eduardo conseguiu vencê-lo em 1272.

Além de sofrerem a derrota, os sultões ficaram irritados quando um grupo de soldados italianos cristãos chegou ao Oriente Médio e dizimou os muçulmanos. O sultão egípcio AL-Ashraf Jalil jurou vingança e ordenou que pegassem os cristãos de qualquer forma.

Poderoso, o sultão enviou um contingente de 200 mil soldados muçulmanos até Jerusalém para expulsar os italianos e ingleses que dominaram a região. Sem forças, os europeus não resistiram e tiveram que se retirar do Oriente Médio, fazendo com que a influência ocidental em Jerusalém fosse totalmente dissipada.
Nona Cruzada
A Primeira Cruzada teve início em 1095 após declaração do papa Urbano II durante o Concílio eclesiástico de Clermont, na França. Na ocasião, ele evocou a necessidade de os cristãos reconquistarem Jerusalém e libertarem o Santo Sepulcro, sob domínio muçulmano desde 1076. O movimento militar de caráter religioso não foi um episódio isolado, mas um conjunto de campanhas que incluiu a Cruzada Popular, a Cruzada dos Nobres e a Cruzada de 1101.
A atitude do papa foi motivada em parte pelo imperador Aleixo I Comneno, de Constantinopla (1081-1118), que temia uma investida muçulmana contra seus territórios, dada a proximidade de seus domínios com a cidade santa de Jerusalém. Urbano II prometeu aos participantes da expedição, a absolvição dos pecados, além da garantia de terras e riquezas quando da reconquista da Terra Santa.
As notícias sobre o concílio de Clermont e a iminente campanha a Jerusalém, espalharam-se com rapidez pelo Ocidente e atraíram nobres e populares. Muito antes da data marcada para o início da expedição, estabelecida pelo concílio de Clermont para o dia 15 de Agosto de 1096, as primeiras multidões de camponeses começaram a marchar em direção ao Oriente. A caminhada de camponeses e populares ficou conhecida como Cruzada Popular ou Cruzada dos Mendigos.

Eles causaram desordem e chegaram em péssimas condições a Constantinopla. O imperador Aleixo I Comneno, desejando afastá-los de sua capital, procurou incentivá-los a atacar os infiéis. Foi um desastre, pois a Cruzada chegou muito enfraquecida à Ásia Menor, onde foi foi arrasada pelos turcos.

A Cruzada dos Nobres, por sua vez, partiu da Europa utilizando cruzes vermelhas, que sinalizariam a motivação religiosa do conflito, e iniciaram a cruzada sitiando várias cidades até alcançar o seu destino final. Apesar das dificuldades encontradas durante a jornada, os combatentes cristãos conquistaram Niceia e Antioquia até início de julho de 1098. Após Beirute, prosseguiram até Jafa e Haifa. Em Edessa, Godofredo de Bulhão fundou o primeiro "Estado de cruzados".

Três anos após partirem do Ocidente, eles chegaram a Jerusalém. Na cidade Santa, logo provocaram um grande massacre contra os muçulmanos que ali habitavam. Depois da conquista, Godofredo de Bulhão foi eleito chefe do Reino de Jerusalém. Com sua morte, em 1100, ele foi sucedido por seu irmão, Balduíno de Bolonha.
A nova ordem do Oriente Médio não durou muito tempo, pois a região estava circundada por países árabes, indignados e enfurecidos com as cruzadas. Nos dois séculos seguintes o conflito entre muçulmanos e cristãos se intensificou, o que motivou novas cruzadas e consequetemente causou a morte de centenas de milhares de pessoas.
Na Europa, contudo, as cruzadas acentuaram a expressão da coletividade em torno da cruz e do papa, o que gerou o surgimento de uma espécie de "comunidade europeia" cristã. O sucesso da Cruzada dos Nobres e a necessidade de reforços para a defesa dos novos estados sob domínio cristão levaram o papa Pascoal II, sucessor de Urbano II a incentivar uma nova expedição chamada de a Cruzada de 1101. A campanha, entretanto, não foi bem sucedida como a anterior. As derrotas dos cruzados em diversas batalhas fizeram os muçulmanos perceberem que eles não eram invencíveis, como parecera durante a Cruzada dos Nobres.
Primeira Cruzada
Estoicismo
Fundada por Zenão de Cício (332-262 a.C.), em uma cidade localizada no Chipre, a escola estoica representou uma das mais importantes correntes de pensamento do Período Helenístico. A palavra estoicismo tem sua origem no termo stoa poikilé, que significa "pórtico pintado", local em que os membros dessa escola se reuniam. Dentre as principais figuras que cumpunham a escola estoica, estão Cleantes (331-232 a.C) e Crispo (280-206 a.C).
O conceito de natureza é essencial para compreendermos o estilo da vida e a proposta de felicidade pregada pelo estoicismo. Sengundo essa escola, a Filosofia é dividida em três partes,
a Física, a Lógica e a Ética.

Epicurismo
Cinismo
Fundada por Epicuro (341 - 270 a.C.), o Epicurismo traz como pano de fundo de uma vida feliz a procura pelo prazer, o desprezo pela morte e a negação do temor aos deuses.
Epicuro nasceu em Samos e chegou a Atenas em 323 a.C., mesmo ano da morte de Alexandre, o Grande. Fundou sua escola em Atenas em 306 a.C., depois de viajar por muitos lugares e conhecer as pessoas e o mundo. Diferentemente das escolas de Platão ( a Academia) e de Aristóteles (o Liceu) a escola de Epicuro não era um centro de investigação filosófica em busca da verdade sobre o mundo ou sobre o ser humano, identificando - se mais como permanente retiro espiritual, no qual os amigos se reuniam para buscar a felicidade por meio de uma vida simples e regrada, entregue à reflexão sobre o ser humano e à busca do prazer.
Não temer a morte e os deuses:
Na concepção religiosa do epicurismo, não existiria vida após a morte, uma vez que a própria alma humana é formada também por àtomos, e quando a pessoa morre, esses àtomos são dispersados, retornando à natureza e formando, assim, outros seres. Desse modo, Epicuro vai contra a preocupação das pessoas em querer agradar os deuses com ritos e sacrifícios, uma vez que não por que agradá - los, já que a alma não irá para junto deles após a morte.
A busca pelo prazer
: Se não há vida após a morte, e o destino, em certa medida, segue determinação da natureza dos seres, sendo que o ser humano pode também seguir algumas afecções próprias, resta à pessoa buscar uma vida feliz na realidade terrena, vivendo cada dia como uma construção humana em busca do prazer.
A palavra cínico, provavelmente utilizada pela primeira vez para se referir a Diógenes de Sinope, tido como fundador dessa escola filosófica, provém do grego Kynismó ou Kynós e do latim cynismu, que significa cão. Desse modo, Diógenes e os demais cínicos ficaram conhecidos como os "cães da cidade".
A ideia central do cinismo é a mais anticultural das concepções filosóficas da Grécia Antiga: Diógene declarou que toda pesquisa filosófica abstrata e teórica, bem como a Matemática, a Física, a Astronomia, a Música e todo e qualquer outro tipo de conhecimento teórico, é inútil para levar p ser humano à felicidade. Essa concepção é claramente identificável com sua célebre "procura pelo homem". Conta - se que Diógenes saía pela cidade, de dia, com uma lanterna na mão dizendo procurar "um homem que fosse justo".
Com isso, ele queria encontrar um só homem que vivesse de acordo com a natureza, longe de todas as convenções da sociedade e indiferente ao próprio capricho da sorte e do destino, vivendo conforme essa natureza e com isso alcançando a verdadeira felicidade.
As Cruzadas
O clima de instabilidade entre os cristãos no Oriente Médio na década de 1260 foi a grande justificativa para que o rei francês Luís IX decidisse organizar uma nova Cruzada, no ano de 1270.
No Oriente Médio, genoveses e venezianos entravam em conflito por interesses comerciais, fazendo com que cristãos entrassem em guerra entre eles. Contribuía para a situação caótica da região a invasão dos turcos ao Egito, conhecidos como mamelucos. O império repressor de Gengis-Khan, na Mongólia, havia pressionado os turcos a expulsarem os otomanos, fazendo com que eles invadissem o território egípcio e enfrentassem os cristãos.


Entretanto, mal o combate entre cristãos e muçulmanos iria se reiniciar, uma peste que assolava a região do Túnis atacou o exército francês, inclusive chegando a matar o rei Luís IX.

Além do rei, grande parte do exército francês caiu com a peste, incluindo um de seus filhos. O outro herdeiro, Filipe, o Audaz, tratou de negociar a paz com os sultões e retornou à França, onde foi coroado rei em 1271. Pela falta de conhecimento do local e pelas estratégias mal traçadas na tentativa de converter os líderes muçulmanos ao Cristianismo, a Oitava Cruzada foi, em sua essência, um grande fracasso empreendido pelos franceses.
Rota da Oitava Cruzada (linha verde)
No dia 2 de julho de 1270, as tropas francesas partem de Aigues-Mortes em direção ao Oriente Médio, dando início à Oitava Cruzada. Chegaram primeiramente no Egito, que estava dominado pelo sultão Bibars.
Com o objetivo de converter os sultões ao Cristianismo, os cruzados chegaram a deparar-se na mesma cidade que Maomé, que disse que iria recebê-los de mãos armadas.
Reforma Protestante - XVI
As profundas transformações ocorridas no mundo com o Renascentismo exerceram uma forte e decisiva influência em todos os campos da vida humana. Um deles foi o campo da Epistemologia ou Teoria do Conhecimento, que estuda o método pelo qual o indivíduo alcança a verdade. E outra grande influência nesse novo contexto histórico filosófico foram a Política e a Ética.
Renascimento
Conceito: Movimento cultural e intelectual caracterizado pela transição da mentalidade medieval para mentalidade moderna. Seu esplendor ocorreu em meados do Século XV na região da Península Itálica.
Mentalidade Europeia:
Idade Média

Teocentrismo
Misticismo
Coletivo
Escolástica
Ascetismo - Pureza
Geocentrismo
Valores Religiosos
Renascentismo

Antropocentrismo
Racionalismo
Individualismo
Humanismo
Hedonismo - Busca do prazer
Heliocentrismo
Laicização do saber
Naturalismo
Classicismo
Revolução Inglesa (Séc XVII)
Revolução Puritana (1640)
Revolução Gloriosa (1688)
Antecedentes:
Dinastia Tudor – Henrique VII e Elizabeth
Fundação do Anglicanismo
Centralização do Poder
Guilherme de Orange assume o poder e assina a Direção de Direitos ( Bill of Rights ), transmitindo o poder ao Parlamento.
• Fim do Absolutismo de Direito Divino
• Fim dos privilégios no Nobre
• Início da Monarquia Parlamentar
• Início da Monarquia Constitucional
• Início do Parlamentarismo

Revolução Francesa
Documentário Revolução Francesa
Primeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial

Humanismo Renascentista
Teocentrismo = Antropocentrismo
+ +
Fé Razão -------------------- Liberdade --------------Particularidade do Ser
Obs: * Grandes Navegações (Origem Capitalismo – Econômica)
• Revolução Científica ( Nova visão da Ciência – Explicação, esclarecimento, comprovação racional do fenômeno antes não explicados)
• Reforma Protestante ( Nas leituras da Doutrinas e do Posicionamento da Igreja – Crítica Pretensiosa)
• Racionalismo Filosófico ( Pensar Racional desprovido da Fé – Cogito Ergo Sum – Penso logo existo)

Modernidade
John Locke
Rousseau
Rousseau
John Locke
Constituição de Weimar
Karl Marx
A Histótia dos Direitos Humano
Formação da O.N.U
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